One More Time
17 Capítulo 16 - Day Care
Notas iniciais
espero que gostem
Acordei sentindo um par de lábios trilhando toda a parte de trás do meu pescoço. Ainda estava sonolenta e como estava de olhos fechados, não lembrava aonde estava. O que tinha acontecido ontem mesmo? Ah sim, fui para o mercado com o Damon e ele sabotou o carro para ficarmos preso na chuva, não acredito que ele teve coragem de me beijar enquanto eu ainda estou com raiava dele. Mas eu não tinha forças para reclamar, apenas soltei o gemido de reclamação.
- Acorda dorminhoca, está na hora de acordar! — Elijah sussurrou no meu ouvido, claro, ele foi me resgatar e depois viemos para o apartamento, como tínhamos planejado.
- Bom dia! — me virei para olhá-lo e abri um grande sorriso.
- Eu já disse o quanto você é linda logo depois de acordar? — perguntou enquanto passava a mão pelo meu rosto.
- Para, Elijah, sei que é mentira! — peguei o travesseiro que estava ao meu lado e coloquei no rosto – Devo estar com a cara inchada e toda amassada.
- Pois para mim, você está deslumbrante, como sempre – se aproximou e me deu um selinho – Preparei o café para você, aqui está!
Empurrou a bandeja, que estava na ponta da cama, na minha direção. Tinha duas torradas com geleia de morango, um prato com ovos mexidos e uma garrafinha de suco de laranja.
- Uau, isso parece está delicioso! — comentei – Mas não precisava ter feito isso tudo para mim, eu mesma podia ter preparado alguma coisa para mim na cozinha.
- Elena Gilbert, quantas vezes eu tenho que te dizer que eu adoro te mimar? — me deu mais um beijo – Só o melhor para a minha namorada.
Adorava quando ele me chamava assim, embora me deixasse com um pequeno sentimento de culpa, afinal Damon estava certo, ainda éramos legalmente casados e eu meio que estou traindo ele. Preciso resolver essa situação o mais rápido o possível.
Elijah deitou a cabeça no meu colo e fiquei passando os dedos por entre os seus cabelos fininhos.
- Sabe, eu adorei dormir abraçadinho com você, ontem a noite – comentou enquanto abria um sorriso bobo.
- Eu também – admiti – Foi para relaxar depois de todo os estresse que o Damon me causou.
- Não pensa nisso, Lena – segurou a minha mão e ficou fazendo movimentos circulares com o polegar – É passado, não adianta ficar guardando rancor.
- Só queria que ele entendesse que o nosso casamento acabou e que me deixasse seguir em frente – dei um longo suspiro enquanto falava e fiquei encarando um ponto fixo da parede.
- Tenho certeza de que mais cedo ou mais tarde ele vai perceber isso – garantiu – Se importa se eu for tomar banho enquanto você toma café da manhã? É que assim não demoramos tanto para sair.
- Tudo bem! — concordei com a cabeça enquanto ele se levantava da cama.
Ele foi para o banheiro enquanto eu comecei a tomar o meu café da manhã, estava tudo uma delícia e terminei em dez minutos. Não demorou muito para Elijah voltar com o cabelo molhado e com a toalha enrolada no seu corpo, a principio fiquei envergonhada, mas não era nada do que eu já não tivesse visto antes.
- E então, você vai trabalhar o vai para a faculdade hoje? — perguntou enquanto retirava a roupa branca de dentro do armário – Posso te levar antes de ir ao hospital, ainda tenho um tempinho.
- Na verdade a escola aonde eu trabalho entrou de férias na sexta-feira e as aulas da faculdade também já acabaram – expliquei – Só preciso ir lá na quarta-feira para saber as minhas notas.
- Que maravilha – comentou – Sabe, eu estou com as férias vencidas no hospital mesmo, pensei em tirá-las, assim poderemos passar o mês inteirinho juntos. O que acha?
- Parece perfeito – concordei sorrindo.
Aquilo não era nem de perto o que eu tinha planejado paras minhas férias de verão desse ano. Era para eu estar de licença maternidade e Damon tiraria férias para ficar em casa comigo, já que nossa filha estaria com quase dois meses e não poderíamos viajar com um bebê recém-nascido, minha mãe ainda estaria por aqui me ajudando com a Mia e meu pai e Jeremy viriam também para poder conhecer o novo membro da família Gilbert/Salvatore. Infelizmente o destino não quis que isso acontecesse e as coisas são completamente diferentes nesse momento.
- Então eu vou te deixar em casa! — avisou por fim.
Não demorou muito para saírmos. Quando chegamos na minha casa, percebi que o carro de Stefan, provavelmente ele foi passar a noite com Caroline.
- Muito obrigada pela carona, Elijah – disse enquanto retirava o cinto de segurança – Nos falamos mais tarde?
- Claro! — me deu um selinho – Eu te ligo assim que chegar em casa.
Eu me levantei e esperei que ele saísse com o veículo. Abri a porta de casa a tempo de ver minha amiga descendo as escadas com uma malinha nas mãos, Stef estava esperando por ela no sofá.
- Aonde você vai, Car? — perguntei – Tudo bem, eu sei que você não ia ficar aqui para sempre, mas eu já estou tão acostumada com você aqui, me fez lembrar quando viemos para Los Angeles e dividíamos um apartamento.
- Não estou indo embora, Lena – avisou – Acontece que o Stef alugou uma casa de praia perto de São Francisco por uma semana e vamos para lá.
- Exatamente, Lena – se levantou enquanto falava comigo – Mas você sabe que mais cedo ou mais tarde ela vai ter que voltar para casa. Também sinto saudades da minha namorada.
- Certo! — revirei os olhos.
- Bom, Elena, já estamos indo – Car continuou – Em relação as compras, Damon deixou tudo aqui ontem a noite depois que conseguiu trocar o pneu.
Com toda essa confusão com Damon e o carro sabotado tinha me esquecido completamente das compras que fiz ontem.
- Aliais, explicar direito o que foi que aconteceu – Stefan pediu – O Damon chegou lá em casa ontem com o cabelo molhado com cara de que tinha tomado chuva e não parecia muito feliz.
- É uma longa história – disse – Se for contar tudo que aconteceu vocês só vão conseguir sair daqui quando estiver quase escurecendo.
Me despedi dos dois, que foram embora para a sua semana romântica. Tinha a casa só para mim e decidi colocar a minha leitura em dia, escolhi um livro e me deitei no sofá para poder colocar a ler, não tinha passado da primeira página quando o telefone tocou. Peguei o aparelho de atendi sem nem ao menos olhar no identificador de chamadas.
- Alô! — disse.
- Lena... — reconheci na hora a voz de Damon, embora estivesse um pouco diferente, parecia rouco e seu nariz também estava entupido – O Stef está ai?
- Não, ele saiu com a Caroline – disse da maneira mais fria o possível – Não sei se você está sabendo, mas eles viajaram, vão passar a semana toda fora.
- Sei sim – afirmou antes de tossir – Não estou me sentindo muito bem, acho que aquela chuva toda de ontem a noite me fez pegar um resfriado.
- Bom isso é bem feito para você – falei – Ninguém mandou você furar o pneu do carro de proposito para me prender com você agora sofra as consequências.
- Tudo bem, eu sei que eu fui um completo idiota ontem a noite – admitiu – Mas isso é sério, Lena. Meu corpo todo está dolorido, a minha garganta dói, acho que estou com febre e não consigo nem me levantar da cama.
- Que pena, boa sorte com tudo – completei antes de desligar o telefone na cara dele.
Tentei voltar a minha leitura, mas não consegui me concentrar, as imagens de Damon doente não saíam da minha cabeça. Ainda me lembro quando ele tinha uns 16 anos e pegou catapora de uma vizinha pequena que nós tínhamos que acabou espirrando na cara dele. Os pais dele estavam viajando e eu fiquei tomando conta do meu namorado, sinceramente, nunca o vi tão manhoso quanto naquela semana.
Fechei o livro e me levantei do sofá. Por mais que as coisas estejam estranhas entre nós dois depois de ontem a noite, não posso deixá-lo lá doente e sozinho, por mais que não queira, ele ainda é meu marido.
Por sorte Caroline deixou uma chave da sua casa comigo para qualquer eventual emergência. A sala estava vazia, então eu subi as escadas até chegar ao quarto de hóspedes, Damon estava deitado na cama todo enrolado nas cobertas.
- Dam! — ele se virou para mim, só pela sua cara dava para saber que não estava nada bem.
- Olha só quem resolveu aparecer – mesmo assim não perdeu a sua capacidade de ser irônico – O que aconteceu com o “boa sorte com isso”?
- Eu vim te ajudar – apenas dei de ombros – Mas se você não quiser, tudo bem, eu vou embora.
- Não, Elena, fica – pediu, fazendo com que eu parasse antes de sair pela porta.
Me aproximei dele e coloquei a mão na sua testa, na mesma hora pude perceber o quanto ele estava quente.
- Você está mesmo com febre, mas não parece estar muito alta – disse – Vou pegar o termômetro só para verificar a temperatura e espero que o Stef e a Car tenham algum anti-térmico por aqui.
- Desde quando você virou médica? — perguntou – Ter um namorado médico não te qualifica como uma também sabia?
- São os meus instintos maternais falando mais alto – falei – Bom, já voltou.
Fui até o banheiro da suite e peguei o termômetro e um remédio anti-térmico que também ajudária com a dor também. Quando voltei a quarto verifiquei a temperatura dele, estava com 38,5º C.
- A febre não está mesmo muito alta – avisei – É só tomar esse remédio que vai estar bonzinho em que poucas horas. Mas não pode estar de estômago vazio, você já comeu?
- Na verdade eu acordei sem fome – deu de ombros – E, como eu disse para você no telefone, não consigo levantar daqui.
- Mas você precisa comer – lembrei – Já sei, vou preparar aquela sopa de batata baroa e macarrão que você adora.
- Perfeito! — sorriu antes de tossir.
Cheguei a cozinha e comecei a cortar os ingrediente para fazer a sopa, era bem simples e em menos de meia hora já estava tudo pronto. Damon se sentou na cama e eu coloquei a bandeja na frente dele.
- Abre a boca – peguei a colher e levei até ele – Espero que esteja bom, não exagerei no sal, exagerei?
- Não, está ótimo – afirmou – Você sabe que eu adoro a sua sopa.
Ele continuou a comer a sopa e não demorou muito para o prato está vazio. Também levei o copo com água para ajudá-lo a descer o remédio.
- Muito obrigado por ficar aqui tomando conta de mim- ficou segurando a minha mão – Você não tinha obrigação nenhuma com isso, principalmente depois de ontem.
- Tudo bem, não podia te deixar aqui doente de sozinho – comentei.
- Essa é a Elena que eu conheço, sempre cuidando dos outros – deu um pequeno sorriso – Tenho certeza de que você será uma ótima mãe um dia.
- Isso se algum dia eu tiver filhos – fiquei encarando um ponto fixo no lençol que cobria a cama.
- E por que você não engravidaria de novo? — quis saber – Sei que esse sempre foi o seu grande sonho, já conversamos sobre isso várias vezes.
- Acontece que eu tenho medo de perder o meu bebê novamente – dei um longo suspiro – Não aguentaria essa dor novamente – já podia sentir algumas lágrimas se formando no canto dos meus olhos.
- Hey, não fica assim, Lena – levantou o meu rosto fazendo com que o olhasse – O que aconteceu com a Mia foi uma fatalidade e a doutora Fell já disse que não foi sua culpa. Eu realmente queria ser o pai do seu filho, mas se isso não aconteceu, espero que você e o Elijah sejam felizes.
Era muito bom vê-lo, finalmente, ouví-lo falar isso. Por outro lado, não consigo imaginar dividindo a experiência de uma gravidez com qualquer outra pessoa que não seja ele, nem mesmo com Elijah.
- Bom, acho melhor lavar as coisas aqui – me levantei, aquele papo estava começando a ficar muito estranho – O remédio deve te dar sono mesmo, é bom que você descansa.
Quando voltei ao quarto ele já estava dormindo, então eu decidi ir assistir um pouco de televisão na sala. Acabei adormecendo no meio de um filme chato e quando acordei começava a escurecer.
Decidi e ver Damon e o encontrei se debatendo e com a testa totalmente encharcada de suor. Coloquei a mão no seu rosto e estava pegando fogo, corri para pegar o termômetro, 42º C de febre, pelo jeito o remédio não tinha feio tanto efeito assim
- Lena.... Eu te amo tanto, minha Lena – ele começou a murmurar – Preciso tirá-la daquele doutorzinho... vou furar o pneu do carro assim teremos que passar mais tempo juntos.
Ele estava delirando, era a única explicação.
- Damon, eu estou aqui – murmurei tentando acalmá-lo, mas estava preocupado, não tinha a menor ideia do que fazer – Vou dar um jeito.
- Volta para mim, Lena – segurou a minha mão com força – A Mia ia querer ver a mãe o pai dela juntos.
Nesse momento meu celular começou a tocar, foi um enorme alivio ao ver o nome de Elijah no identificador de chamadas.
- Aonde você está, Lena? - ele me perguntou antes que eu pudesse falar qualquer coisa – Já tem uma meia hora que estou tentando ligar para a sua casa.
- Eu estou aqui na casa do Stefan e da Car – expliquei – O Damon está doente e eu vim aqui cuidar dele.
- Você está cuidando do Damon? — sei o que ele estava pensando, depois de tudo que falei dele hoje de manhã simplesmente vim para cá tomar conta dele – Mas ele já está bem?
- Eu achava que sim, a febre não era muito alta e eu dei um anti-térmico para ele – expliquei – Mas a febre aumentou e agora ele está delirando. O que eu faço Eliajh?
- Bom, primeiramente, fica calma – pediu – E o remédio que você deu devia ser fraco ou então estava vencido. A melhor coisa agora é aplicar um remédio injetável. Eu já estou indo para ai, enquanto isso coloca ele embaixo do chuveiro, isso deve abaixar a febre.
Desliguei o telefone e ajudei Damon a se sentar na cama. Seu corpo estava tão mole que não conseguia se sustentar sozinho.
- Vem cá, Damon, você precisa de um banho – disse fazendo com que se apoiasse em mim e caminhássemos até o banheiro – O Elijah disse que é bom para você.
- Adoro banho – murmurou – Você vai tomar banho comigo?
Ignorei e quando entrei no banheiro liguei o chuveiro e comecei a despi-lo. Era estranho tirar a roupa dele, não pelo fato de vê-lo nu, afinal já o vi assim várias vezes, mas por estarmos separados.
Durante todo o tempo em que estava debaixo d'água, Damon ficou me provocando tentando fazer com que eu entrasse com ele e por mais que fosse tentador ver aquela águas escorrendo pelo seu corpo, aquilo era para ele melhorar, além disso, meu namorado está a caminho.
Peguei um novo pijama para ele vestir e o levei de volta para cama, parecia mesmo quente do que estava antes. Logo a campainha tocou e fui atender a porta e levei Elijah até o andar de cima.
- E então, Elijah? — perguntei enquanto meu namorado examinava Damon.
- Fora a febre o pulmão congestionado ele parece muito bem – disse depois de ouvir o coração dele com o estetoscópio – Vou fazer a aplicação do remédio e tenho certeza de que ele vai estar muito melhor.
Ele abriu a sua maleta e colocou o remédio na seringa antes de aplicá-la no braço do meu ex-marido.
- Não deve dar nenhum tipo de reação – avisou – Mas é melhor passarmos a noite aqui para observá-lo, só precaução.
- Certo! — iria dizer que iria ficar ali de qualquer maneira.
- Vou ficar lá embaixo, então – avisou – Vai se juntar a mim ou prefere ficar com o Damon?
- Prefiro ficar aqui com o Damon, assim posso ficar cuidando dele melhor – respondi – Espero que não se importe.
- Claro que não me importo, Lena – deu um beijo no topo da minha cabeça – Qualquer coisa me chama.
Sentei na cadeira de balanço enquanto observava Damon dormir tranquilamente. Não demorou muito para eu sentir os meus olhos pesados e não demorou muito para eu cair na inconsciência.
Damon
Quando acordei ainda sentia uma dor muito forte no meu corpo, como se tivesse sido atropelado por um caminhão, todo o dia de ontem ainda era como um borrão na minha mente. Virei para o lado e vi Elena dormindo na cadeira de balanço e foi inevitável sorrir. Não foi um sonho, ela tinha mesmo cuidado de mim e passado a noite aqui.
- Lena! — a chamei, fazendo com que ela abrisse os olhos.
- Oi, Damon! — fez uma careta enquanto se levantava, provavelmente de dor nas costas por ficar nessa cadeira de balanço – Como é que você está?
- Bem melhor – garanti – Minha garganta ainda dói e ainda sinto vontade de tossir, mas pelo menos a febre baixou.
- Que bom! — pareceu satisfeita, embora tentasse ficar indiferente.
Sem mais nem menos ela se aproximou da minha cama e me abraçou com bastante força.
- Você não tem ideia do quanto eu fiquei preocupada – admitiu – Você me deu um susto e tanto ontem.
- Eu sinto muito por isso, Lena – passei a mão pelo seu rosto – Primeto que nunca mais farei isso.
- Acho bom mesmo – se fingiu de brava.
Ouvi o barulho da maçaneta girando para abrir a porta e Elena se levantou rapidamente se ajeitando. Elijah entrou no local, sinceramente, eu não lembrava dele ter aparecido ontem.
- Ora, você já acordou – disse antes de se virar para Lena – Como é que ele está?
- Disse que está bem e não parece estar com febre – falou – O Elijah veio aqui ontem me ajudar quando você piorou. Não sei o que iria fazer sem ele.
- Muito obrigado, doutor Mikaelson – tive que dizer.
Eele fez alguns pequenos exames em mim para verificar como estava a minha saúde e por fim mediu a minha temperatura.
- Bom, você não está mesmo com febre, apesar de seu quadro ainda ser de uma gripe – disse sem parar de olhar o termometro – Está liberado para andar pela casa, embora eu peça um repouso absoluto durante uma semana.
- Como você já está melhor eu vou embora – Elena avisou – Mas eu passo aqui mais tarde para ver como está tudo.
- E eu vou vir junto com ela – Elijah completou – Enquanto isso se alimente muito bem e beba muita água.
- Pode deixar – afirmei com a cabeça.
- Tchau, Damon – Lena acenou para mim e jogou um beijo antes de segurar a mão de Elijah, os dois saíram juntos do quarto.
Eu estava com fome, mas não tinha o menor ânimo para me levantar da cama, só que dessa vez não tinha nada a ver com a gripe. Tinha perdido minha mulher para sempre e estava começando a me tocar disso.
Notas finais
Eu a Wendy já estamos no cap 27 e já escrevemos um monte coisas legais que tenho certeza de que vocês vão gostar.
Então comentem e digam o que estão achando.
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