One More Day

1 Odeio Jogos De Verdade Ou Desafio


Notas iniciais
Oi Pessoal ^-^
Bom, essa one vai pra um grande amigo que esta fazendo aniversario hoje, vive pegando no meu pé, fazendo coisas malvadas para a minha pessoa e sempre me deixa feliz com nossas conversas que às vezes não fazem sentido ^,^
Feliz aniversario Alucard Leo, meu malvado favorito *-* Espero que goste da one... Enjoy...

POV Percy

Tudo estava tranquilo no acampamento depois que ocorreu a derrota de Cronos. Já haviam se passado um ano desde a segunda grande guerra contra os Titãs e como havia feito no ano passado, Quiron estendeu o período para quem quisesse ficar aqui no acampamento, mas agora era para a gente relaxar.

Obvio que eu fiquei. Isso significava mais tempo com Annabeth, minha namorada. Eu seria um completo louco e idiota se não aproveitasse essa oportunidade já que quando estávamos em Nova York tinha escola, trabalho, reforma no Olimpo e monstros que diminuíam e muito o nosso tempo juntos.

Aqui no acampamento poderíamos ficar tranquilos. Bom, a gente poderia, mas outros casais de meio-sangues não tão tranquilos quanto nós. Alguns meio-sangues, vulgo filhos de Hermes e alguns de Afrodite, pegaram a mania de ficar a espreita de casais com uma câmera fotográfica digital em mãos.

Eles tiravam varias fotos e no dia seguinte as fotos mais constrangedoras do casal apareciam em cartazes espalhados por todo o acampamento e os casais flagrados tinham um bela reunião com Quíron e o sr.D.

Pela cara que eles saiam dessa reunião dava para notar a léguas que não foi uma conversa muito boa que eles tiveram. Uma vez uma garota saiu chorando da Casa Grande depois de conversar com eles sendo consolada pelo namorado.

Uma semana atrás os paparazzi de casais, como estavam os chamando, flagraram Clarisse e Chris em um momento intimo e tiraram algumas fotos. Obvio que os garotos que tiraram essas fotos na enfermaria nesse exato momento. Clarisse não pegou leve com eles.

Se eles já tentaram pegar Annabeth e eu em algum momento constrangedor? Não.

Digamos que quando tudo isso começou Annabeth já sabia quem era que fazia as fotos e teve uma conversa com eles e então a gente não corre esse risco. Não quero nem saber o que ela fez para eles não virem atrás da gente.

–Você deveria parar com isso. – disse alguém ao meu lado me assustando.

– Nico. – falei por entre os dentes, bravo com o filho de Hades.

Estávamos no refeitório na hora do jantar. Eu já tinha terminado o meu, só estava esperando Annabeth que conversa animadamente com seus irmãos na mesa de Atena e estava demorando. Logo todos terminariam e iriam para a fogueira, mas Annabeth e eu tínhamos outros planos para hoje a noite.

Iriamos ficar na praia antes do toque de recolher e quem sabe ficar um pouco mais.

– Todos nós já sabemos que você é bobo. – continuou ele com um sorriso no rosto se sentando ao meu lado. – Não precisa ficar com essa cara de bobo o tempo todo.

Quíron e o sr. D não pareciam incomodados com o fato de Nico ter se sentado em uma mesa que não pertencia ao seu pai Olimpiano. Ultimamente eles estavam bonzinhos em relação a isso, principalmente com aqueles que ficavam sozinhos em suas mesas.

– Vai se catar, di Angelo. – rolei os olhos virando o rosto e um sorriso se abriu em meu rosto quando eu vi uma certa garota. – Na verdade, porque não vai catar a filha de Perséfone ali. – apontei para a mesa da cabine de Perséfone a onde havia somente uma garota.

Essa garota era Ashley Baron. Seu pai se chamava Anthony Baron e era um professor de historia de uma universidade, eu acho. Ela mora em Nova York e é seis meses mais nova que o Nico, ela tem 12 anos e meio.

Não sei por que, mas ela gosta de enfatizar sua idade quando esta perto de Nico.

Instantaneamente Nico ficou com o rosto corado ao olhar em direção à mesa de Perséfone e eu não aguentei, e para falar a verdade eu nem queria, comecei a rir dele.

Era hilário ver ele assim com vergonha por causa de uma garota, principalmente depois de tantas piadas sem graças que ele fez sobre eu ficar com o rosto corado perto de Annabeth quando começamos a namorar.

– Percy, faz um favor à humanidade e cala essa boca, ou eu mesmo dou um jeito de você nunca mais falar. Morto, ou vivo. – disse Nico por entre os dentes me olhando mortalmente.

Levantei as mãos em forma de rendição me segurando para não rir. Nico realmente cumpre o que fala. Ano passado, no final das férias, ele mandou um filho de Ares fazer uma visitinha para o tio Hades depois que ele jurou que se o filho de Ares não largasse do pé dele ele o faria.

Não se tem mais noticias desse filho de Ares desde então.

– Ei, calma priminho. Em vez de ficar assim você deveria criar coragem e se declarar para ela.

– Eu não vou me declarar para ninguém. – disse ele emburrado. – Não tem nada que declarar também. Acho que você perdeu alguns parafusos, Percy.

– Ninguém é cego, Nico. – Grover vinha em nossa direção com uma lata de refrigerante pela metade na mão. – Você pode negar o quanto quiser, caro filho de Hades, mas todos nós já reparamos nós olhares que você e Ashley trocam.

– Não trocamos olhar nem um. – disse Nico por entre os dentes. – Todos estão cegos.

– Sempre a negação. – falei chacoalhando a cabeça negativamente desanimado. – Ela sempre esta ai e nunca serviu para nada. Para de negar e se declara logo.

– Devia escutar o que Percy disse. – Grover se sentou a minha frente. – É difícil ele dar um conselho tão bom assim. – disse ele sorrindo divertidamente.

– Ha ha há. – ri forçadamente. – Você é hilário, Grover.

– Ele é hilário e tem razão, convenhamos Percy. – disse Nico rindo da minha cara. Agora eu realmente estava rindo, mas do meu querido primo. – Que bom, agora o Percy delirou. Rindo de uma piada sobre ele.

– É sobre você Nico. – disse eu entre as risadas. Nico me olhou como se eu fosse um lunático. – E não é uma piada de você e sim uma confissão que pela sua cara você nem percebeu.

– Ele tem razão, Nico. – Grover sorria para Nico que franziu o cenho confuso.

– Vocês dois estão loucos. – disse Nico levantando do banco. – Melhor eu sair daqui antes que isso se torne algo contagioso. Deveriam consultar o sr. D. loucura é a especialidade dele.

– Ele realmente não se deu conta do que tinha falado. – disse Grover olhando um Nico não muito feliz sair do refeitório. – Mas um dia ele segue o nosso conselho. Você e Annabeth estão juntos, então muitas coisas são possíveis de acontecerem.

– Ei. – reclamei indignado e ele riu antes de dar a ultima dentada em sua lata.

– É claro que vocês estarem juntos não foi por iniciativa sua. Já que você é muito lento para pensar nas coisas e pensar em garotas então, até um bicho preguiça é mais rápido que você.

– Qual é, não foi assim. – resmunguei e Grover arqueou uma sobrancelha.

– É, não foi assim mesmo. – disse ele de forma sarcástica rolando os olhos.

– Ah Grover, cala a boca... – falei por entre os dentes bravo olhando mortalmente para o garoto bode que só sorria. – ... as coisas não foram bem assim mesmo.

– Nossa. Quando amor entre vocês dois. – a voz de Annabeth me fez voltar toda a minha atenção para a direção de onde a voz dela vinha. – O que fizeram com Nico aproposito? Ele saiu bravo resmungando coisas que deixou muitos com calafrios de medo.

– A gente não fez nada. – dissemos Grover e eu juntos dando de ombros. Um movimento tão bem sincronizado que fez nós dois rirmos.

– O que deu em vocês? – perguntou Annabeth olhando atentamente para mim e Grover.

– Deixe pra lá. – Grover levantou do banco. – Vejo vocês amanhã. Boa noite, pombinhos apaixonados. – se despediu Grover saindo do refeitório.

– Pombinhos. – resmunguei. – Péssima referencia. Além do mais poderiam ter escolhido um outro animal, ave, mas não. Tinha que ser justo o animal símbolo de Afrodite.

– Cabeça de Alga. – disse Annabeth de forma repreensiva. – Não comece a falar assim de Afrodite. Lembra do que aconteceu da ultima vez? – perguntou e eu fiz uma careta, como se tivesse bebido suco de limão direto da fruta.

Limão é fruta não é? Enfim.

– Eu não quero nem me lembrar. – falei chacoalhando a cabeça para impedir que as lembranças desse dia viessem a minha mente. – Vamos sair daqui. Estou a tempo de mais nesse refeitório para o meu gosto.

Peguei a mão de uma Annabeth risonha e fomos em direção à praia enquanto os outros campistas que terminavam seu jantar iam em direção à fogueira.

A maré estava calma, quebrava em pequenas ondas até chegar à areia. A lua emitia um brilho fraco, mas era possível enxergar tudo contando que não estivesse muito longe, que em contraste com o mar proporcionava uma visão linda.

Sentei na areia a poucos metros de onde a agua chegava. Annabeth sentou entre minhas pernas e se aconchegou em meu peito. Seu cabelo loiro bateu levemente em meu rosto me inebriando com o cheiro delicioso dele. O suave cheiro de limão que se tornou a coisa mais viciante para mim.

O cheiro, não o sabor.

O som das ondas se quebrando, a musica que vinha da contaria do chalé de Apolo na fogueira e a brisa refrescante que vinha do oceano era tranquilizador e ter Annabeth em meus braços é a melhor sensação do mundo que me fez me perder em pensamentos.

A risada contida de Annabeth chegou aos meus ouvidos me fazendo voltar à realidade.

– O que é tão divertido? – perguntei rente ao seu ouvido. Sorri ao ver que ela tinha se arrepiado com isso e me inclinei um pouco beijando seu pescoço.

– Somente uma coisa que me ocorreu. Me lembrei de uma frase de um livro. – Annabeth se desvencilhou de meus braços e virou de frente para mim. – O que me levou no que eu estou pensando em fazer agora.

Ela me empurrou me fazendo deitar areia e subiu em cima de mim sentando em cima da minha barriga com uma perna de cada lado do meu corpo.

– Só pensando em fazer? – perguntei. Minhas mãos foram para as suas coxas, expostas pelo pequeno shorts jeans que ela estava usando.

Com um sorriso no rosto Annabeth abaixou o rosto e capturou com fervor meus lábios com os seus. Apertei suas coxas com um pouco de força antes de inverter nossas posições.

– Sempre querendo ficar no controle. – disse ela mordendo o meu lábio inferior e invertendo novamente nossas posições ficando por cima.

– É, Sabidinha. Sou eu que sempre quero ficar no controle. – comentei sarcasticamente. Levei minha mão a sua nuca e a puxei para mais um beijo.

Não sei por quanto tempo ficamos assim, trocando beijos e carinhos, mas o som de passos e vozes chamou nossa atenção nós fazendo, infelizmente, parar e nós levantarmos com rapidez olhando em direção de onde vinham as vozes.

Annabeth ajeitou o cabelo e tirou um pouco da areia que estava em seu corpo. Eu fiz o mesmo e estava amaldiçoando os infelizes que vieram interromper nosso momento.

– Falei que eles estavam aqui. – disse Nico entre os sete campistas que vinham em nossa direção. Clarisse e os irmãos Stoll estavam entre eles também. Os outros três, dois garotos e uma garota, eu não sabia quem eram.

– Nada de desistir, em Adrian. – disse Connor Stoll com um sorriso travesso no rosto.

– Você é um filho de Apolo. Vai fazer isso sem problema nem um. – incentivou Travis dando amistosos tapinhas nas costas do tal Adrian, mas o sorriso malandro que Travis tinha no rosto não era algo muito incentivador seja lá para o que esse garoto iria fazer.

– Eu queria ter esse desafio. Ela é uma gata. – disse um outro garoto.

– Pode ser, mas e o Percy? – perguntou a garota e o outro menino só deu de ombros.

– Oque vocês querem aqui? – perguntei confuso com o que eles estavam falando.

– Vai lá Sunshine. – disse Clarisse cruzando os braços em frente ao peito.

– Hurum. – o tal Adrian pigarreou e olhou para Annabeth. – Annabeth pode vir aqui um momento, eu tenho que te perguntar uma coisa. – Os outros riram enquanto Annabeth e eu franzimos a sobrancelha confusos. – Por favor? – pediu. – É importante pra mim.

Annabeth estreitou os olhos em direção ao garoto e depois olhou para Clarisse e os outros. Ela deu de ombros e se aproximou do filho de Apolo ainda desconfiada. Algo dentro de mim dizia que eu devia partir a cara desse cara e eu devia ter escutado.

Assim que Annabeth se aproximou dele o filho de Apolo segurou os braços dela rente ao corpo e a beijou. Minha boca se abriu e meus olhos se arregalaram com a tamanha ousadia dele.

Antes que eu pudesse fazer alguma coisa Annabeth fez. Ela acertou uma joelhada numa parte bem sensível dele e quando ele a soltou ela desferiu um soco na cara do defunto filho de Apolo que caiu como uma fruta madura no chão.

– Ficou maluco? – gritou Annabeth passando a mão na boca vendo o garoto cambaleando e sentindo muita dor se levantando do chão. Avancei em sua direção com as mãos fechadas em punho. Não iria deixar essa passar.

– Eu vou te matar, filho de Apolo. – gritei empurrando-o e desferindo um soco na cara do defunto que ousou beijar minha namorada e na minha frente ainda.

– Ei, calma ai Percy. – disse o garoto se afastando de mim com uma mão em suas partes baixas e as risadas dos outros se misturaram com o barulho das ondas e a musica da fogueira.

– Foi só um desafio. – disse Nico aparecendo ao meu lado sorrindo e me empurrou para trás. – Não o mate só por causa de um jogo de verdade ou desafio. Ele só cumpriu a parte dele.

– Ha ha ha. – olhei cético para o filho de Hades. – Jogo de verdade ou desafio? Algo me diz que você tem haver com isso, Nico di Angelo.

– Eu nada. – disse ele se fazendo desentendido dando as costas para mim indo até o filho de Apolo que estava caído no chão e pelo movimento do peito dele ele ainda não tinha virado defunto. – Connor me ajuda aqui. Ele desmaiou.

– Sonha que ele vai sair daqui vivo. – falei raivoso, mas antes que pudesse ir em direção a eles senti dois braços me abraçarem por trás.

– Deixa, ele já teve o que merece. – disse Annabeth perto do meu ouvido.

– Vamos voltar para o nosso jogo. – disse Clarisse risonha dando meia volta e indo pelo caminho que tinha vindo. Uau, frase incrível.

– Esperam que tenham camisinha ai com vocês dois e cuidado com as harpias. – gritou Travis e os outros saíram rindo.

– Odeio jogos de verdade ou desafio. – resmunguei sentindo os braços de Annabeth em torno de mim me abraçarem com mais força.

– Vem. – Annabeth me puxou em direção a agua. – Logo vai dar a hora de recolher, vamos ficar no mar para as harpias não nos verem quando passar a hora.

Assenti pegando ela no colo. Ficar no mar e com Annabeth junto melhoria muito meu humor.

Criei uma bolha de ar em torno de nós dois e aproveitamos muito o tempo em baixo d’água. Tudo estava perfeito até que uma náiade aparece nós interrompendo. Me desculpe, senhor, mas seus amigos estão na praia e querem falar com você. A voz da náiade tremeu o tempo todo que ela falou e assim que me passou o recado simplesmente desapareceu.

– O que será que fizeram com ela? – perguntei.

Voltei a superfície com Annabeth e fomos até a praia a onde estavam Nico e os outros novamente, menos o miserável do filho de Apolo.

– Da licença. – disse a garota vindo em minha direção com um sorriso triunfante no rosto. – Vou cumprir meu desafio e voltamos para o jogo.

–Corajosa. – ouvi Nico murmurar.

– Sugiro que escolha o castigo por não cumprir o desafio. – disse Annabeth mordaz se colocando entre a garota e eu.

– Qual é, Annabeth. É só um beijinho no mané que ela tem que dar. – disse Clarisse com um sorriso cruel no rosto. – Já é um desafio e uma punição para a pobre filha de Afrodite aqui.

Clarisse realmente me ama, sarcasmo. Eu adoraria jogar o amor dela ralo a baixo.

– Sabe, eu tenho um nome. – disse a menina jogando o cabeço sobre os ombros. Olhando emburrada para Clarisse que fez uma careta para ela. – E é muito lindo. Dorot...

– Se chegar perto dele vou te torturar até que morra e garantir que sofra eternamente no inferno. – disse Annabeth a interrompendo olhando mortalmente para a filha de Afrodite que tremeu toda de medo quando Annabeth tirou sua faca de bronze celestial da cintura.

– Certo, acho mais seguro eu pegar um dos bobes que Quíron vai estar usando agora. – disse a menina antes de sair correndo em direção à Casa Grande.

– Estou avisando também. – disse eu tirando contracorrente do bolso e a destampando. Minha espada de bronze celestial se formou em minha mão. – Se não deixarem a gente em paz, o numero de campistas esse ano vai diminuir consideravelmente.

– Vocês sabem como é, meio-sangues morrem o tempo todo. – disse Annabeth friamente “brincando” com sua faca. Um sorriso torto em seu rosto.

– Um trágico destino. – completei olhando seriamente para eles.

– Eu acho que eu vou dormir. – disse Connor e bocejou esticando os braços. – Bateu um soninho agora. Melhor não desperdiçar essa chance.

– Tem. Toda. Razão. Irmão. – disse Travis entre os bocejos e assim os irmãos Stoll saíram correndo em direção à ala dos Chalés.

– A gente também vai. – disse um garoto e saiu correndo atrás dos irmãos Stoll. Nico simplesmente sumiu entre as sombras.

– Covardes. – grunhiu Clarisse, mas ela também seguiu os outros.

– Eu também estou começando a odiar esses jogos. – disse Annabeth jogando sua faca no chão que cravou na areia ficando de pé.

– E eu ainda quero transformar aquele filho de Apolo em um defunto. – falei cravando minha espada ao lado da faca dela.

– Outro dia você faz isso. – disse Annabeth passando as mãos obre os meus ombros indo até o meu cabelo arranhando de leve meu coro cabeludo. – Acho que devo deixar algumas marcas em você para saberem que tem dona.

– Isso vai ser difícil. – comentei sem contar um sorriso malicioso que tomou conta do meu rosto lembrando que por causa da maldição de Aquiles eu não ficava com marcas pelo corpo.

– É, eu adoro fazer coisas difíceis. – disse ela antes de me puxar para um beijo cheio de luxuria.

Notas finais
Bom, espero que todos tenham gostado da one. Reviews e recomendações me fariam muito feliz se quiserem me mandar ^-^
Novamente, feliz aniversario meu malvado favorito. Que venham muitos aniversários pela frente. Espero que tenha gostado da one.
Muito obrigada a todos que leram essa one. Bjs ^.^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!