One Destiny, One Choice, One Curse

6 Capítulo 5- The Legend Of The Headless Horseman


Notas iniciais
Olá amores da minha vida!

Antes de mais tenho a dizer que estou bastante triste com a falta de leitoras e incentivo.

Vocês sabem como isto dá trabalho e como temos que nos dedicar... a única coisa que pedimos é que leiam e deixem review! será que é pedir muito??

Meninas conto convosco! apareçam!

Daniela amoree lindo do meu coração, não sei o que seria de mim sem ti! obrigada mesmo! por tudo! adoro-te linda!

Tenho que te pedir desculpa pela demora... a verdade é que estamos sem motivação para postar, não temos leitoras! Tu és a única que leste o 4º capitulo!

Estava a ver se mais alguém vinha ler por isso demorei um pouquinho... mas ninguém veio! enfim... o site também esteve fora do ar então só estou a postar hoje... Daniela desculpa a demora! Espero que o capitulo compense!

Eu não sei se o capitulo está grande coisa... com a falta de leitoras e de reviews não andamos muito inspiradas.., mesmo assim a minha querida Daniela tem nos apoiado imenso e não merecia continuar à espera do capitulo...

Linda espero que gostes!

Mais uma vez obrigada por tudo! Pelo apoio, dedicação e incentivo... és a única que nos dá força a continuar!

A Cátia também te agradece muito!

Hum... e tenho uma novidade! Temos uma surpresa pra ti, tal como a Cátia tinha prometido.... espera e depois veráso que é.... espero que gostes! (tenho quase a certeza que sim)! espero que não penses que exageramos.... somos um pouco exageradas mas vais gostar! não falo mais senão digo tudo e é suposto ser surpresa... lool

Resta-me agradecer a todas as pessoas que vieram ler:

Mah_Cardeal, Dany Faria, Stefaniemarie, Kris Black e claro Daniela Twilight!

Espero não ter esquecido ninguém... é que é tardissimo e já não digo coisa com coisa!

Muito obrigada meninas!

Amo vocês! ♥

Boa leitura!

Capítulo 5- The Legend Of The Headless Horseman (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça)

Recomenda-se:

Nome do filme: Sleepy Hollow.

Realizador: Tom Burton

Actores: Johnny Depp (Ichabod Crane); Christina Ricci (Katrina Van Tassel); Miranda Richardson (Lady Van Tassel/Crone); Michael Gambon ( Baltus Van Tassel); Casper Van Dien ( Brom Van Brunt); Jeffrey Jones (Reverendo Steenwyck); Christopher Lee (Burgomestre); Christopher Walken (Cavaleiro); Martin Landau (Van Garrett).

Site: http://www.youtube.com/watch?v=-HpCt0jhav4

O Death

(Ó morte)

http://www.youtube.com/watch?v=SXpnI52cLEc

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

Won't you spare me over another year?

(Porque não me poupas só mais um ano?)

But what is this I can't see

(Mas o que é isto que não consigo ver)

Witch ice cold hands taking hold of me?

(Com mãos frias como gelo a envolver-me?)

When God is gone and the Devil takes hold

(Quando Deus desaparece e o Diabo toma a poder)

Who'll have mercy on your soul?

(Quem terá piedade da tua alma?)

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

No wealth, no ruin, no silver, no gold

(Nem riqueza, nem ruína, nem prata, nem ouro)

Nothing satisfies me but your soul

(Nada me satisfaz a não ser a tua alma)

O death

(Ó morte)

Well I am death, no one can exel

(Eu sou a morte, ninguém pode escapar)

I'll open the door to Heaven or Hell

(Abrirei a porta para o Céu ou o Inferno)

O death

(Ó morte)

O death

(Ó morte)

My name is death and the end is here

(O meu nome é morte e chegou o fim)

Conta a lenda que o Cavaleiro sem cabeça era um mercenário insano, que foi enviado por uma princesa Germânica para manter os americanos sob o domínio da Inglaterra, mas este era diferente dos seus compatriotas, que vieram pelo dinheiro, o cavaleiro veio pelo prazer da morte. Quando havia uma batalha lá estava ele no seu cavalo negro, este chama-se Devil. Era conhecido por cavalgar rápido numa batalha e o cavaleiro com a sua espada afiada cortava as cabeças de seus inimigos num só golpe. Este afiou os seus dentes para demonstrar o quanto aterrador ele era. Ele só encontrou o seu fim em 1779 numa das matas da Pensilvânia quando fugia dos soldados americanos até que seu cavalo foi atingido e este teve que fugir a pé, até que dentro da mata encontrou duas meninas que apanhavam lenha. Ele pediu para que estas não fizessem barulho, mas uma delas quebrou o silêncio que provocou a morte do cavaleiro. A sua espada afiada serviu para lhe cortarem a cabeça. Enterraram os seus membros debaixo de um carvalho. Após 20 anos, este voltou sem a cabeça, galopando no seu Devil negro com a sua espada afiada em punho e quem se atravesasse em seu caminho era decapitado. Este levava como recompensa as suas cabeças.

- Que horror! Dizia Patty chocada.

- Tens a certeza que o caso coincide com esse livro? Perguntou Dean.

- Sim. O caso dos cinco jovens que foram decapitados na mata em Queluz, tudo indica o que o livro diz. Afirmou Sam.

- Também concordo com o Sam, pois os 5 jovens estavam com os corpos intactos. Os seus objectos como as suas tendas não tinham sido remexidos mas as suas cabeças desapareceram. Disse Kat.

- A polícia disse que foram encontradas pegadas e que eram de um cavalo. Falou Patty.

- Bem é melhor dividirmo-nos, uns vão à polícia saber ao certo o que se passou, enquanto o outro grupo passava pela medicina legal para ver os corpos. Resolveu Sam.

-Nós vamos à polícia. Afirmaram Kat e Patty.

- Hum… não me digam que têm medo de ver uns corpos decapitados?! Dizia o Dean a rir.

-Achas! Disseram elas em simultâneo.

-Não é o que parece! Gozava Dean.

- Dean já chega! Tu próprio disseste que tínhamos que nos dividir em dois grupos, qual é o mal de irmos nós? Não me digas que estás com medo! Dizia Sam a rir agora.

- Ah, não tem mal nenhum…só perguntei. Respondeu ele.

- Pois sim, a menina está com medo….é melhor levares uma chupeta e uma frauda….podes precisar. Dizia Kat a torçar dele.

Sam e Patty riram-se com o que a Kat disse, fazendo Dean ficar vermelho como um pimento e irritado ao mesmo tempo com o comentário.

********

Então Kat e Patty seguiram para a polícia local num Lotus Evora vermelho, novinho em folha os irmãos se dirigiram para o instituto de medicinal legal no seu Chevy Impala de 1967.

Lotus Evora Vermelho

http://lh6.ggpht.com/_LC5_VdGvMuI/TGuxtBwWiyI/AAAAAAAAGvo/Mzvq7elBu9I/Lotus-Evora-1781010915274981600x1060_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800

Chevy Impala de 1967

http://2.bp.blogspot.com/_TdTaN0nOUjE/TNbfngUjyoI/AAAAAAAAADg/juyspAdYtDM/s1600/chevrolet_impala_01.jpg

- Bom dia! Gostaríamos de falar com o responsável pelo caso dos cinco jovens decapitados. Disse Patty.

-Bom dia. Quem são vocês? Perguntou o Chefe do Departamento.

- Sou a Jessica Palmer e esta é a minha colega, Marie Spender do FBI. Informou Kat.

- Peço desculpa mas já vieram cá do FBI e já lhes disse o que tinha a dizer. Afirmou ele prontamente.

- Pois mas vai ter que voltar a esclarecer tudo de novo, pois nós é que ficamos com o caso. Dizia Patty tentando com que o homem falasse.

- Entrem no meu gabinete e lá conversamos mais à vontade. Dizia ele. — Sentem-se. Antes de mais eu chamo-me Ross e sou o chefe.

- De que necessitam saber? Inquiriu ele.

- De saber tudo. Respondeu Kat.

- Os vossos companheiros não partilharam os pormenores com vocês? Perguntou ele.

- Não. O FBI não é nenhuma comunidade, além do mais eles ficaram chateados com o facto de nós lhe tirarmos o caso. Disse Kat.

Então o chefe Ross explicou o ocorrido, o estado em que os jovens foram encontrados e claro a história local.

- Obrigada pelo seu tempo. Disse Patty ao sair do escritório.

- Espero que tenham ficado esclarecidas sobre o assunto. Disse ele sorrindo para elas.

- Esclarecidíssimas! Melhor era impossível! Afirmou Kat.

********

No Hospital de medicina legal Dean e Sam descem pelo elevador para chegarem à morgue, já que esta se situava no último piso.

- Hum aqui está um frio. Dizia Dean arrepiado.

- Frio?! Isso é só impressão tua. Não me digas que estás com medo? Perguntou Sam.

- Claro que não estou. Eu sou um Homem! Afirmou Dean com convicção.

- Tens a certeza? É que tens os cabelos todos eriçados. Mas deve ser da minha visão. Dizia Sam rindo.

- Claro que tenho a certeza que sou um homem ou estás a duvidar aqui do Dean?! Dizia ele.

- O que estou a pôr em causa não é a tua sexualidade mais sim o medo que tens e não o admites.

- Está bem! Eu admito…não gosto nada da morgue….dá-me arrepios…Pronunciou Dean com medo.

-Ahahahahahahaha! Bem que a Kat tinha razão. Disse Sam.

- Bem tu não lhe vais contar nada. Ouviste? Afirmou Dean chateado.

- Porque não queres dar parte fraca? Inquiriu ele, sem perceber.

- Não é bem isso… é que ela depois goza comigo…e não quero causar má impressão à Patty. Esclareceu Dean a arrastar a voz

- Está bem…. maninho. Queres colo? Perguntou ele a rir.

- Fogo! Ninguém pode abrir a boca para nada. Declarou ele irritado.

-Bom dia! Eu sou o Dr. Philip, o responsável pelo caso dos cinco jovens decapitados.

- Bom dia. Responderam os dois em simultâneo.

- Bem eu sou o Carlos Vasquez e este é o meu colega Tito Marques e somos do FBI. Disse Dean sorrindo.

- Tudo bem rapazes, sigam-me. Disse o Dr.

- Tito? Marques? Este é um nome de gay!

- Oh maninho… não havia outro nome…além do mais não havia muita escolha. Dizia este a rir. — Cá se faz, cá se paga. Ou pensas que me esqueci do Tupac?! Gozava ele a rir.

-Dean! Exclamou Sam irritado.

Então o Dr. Philip começou a retirar os cinco corpos dos 5 jovens, enquanto descrevia, que eram duas raparigas e três rapazes.

- Todos os jovens foram decapitados por algo afiado, como podem ver. Mostrava o médico. – A arma do crime é um objecto afiado. — Eu diria que é de uma espada e os cortes são precisos. — Quem os decapitou, não fez o mínimo esforço. Relatava o médico.

Os irmãos Winchester foram ter com a Kat e a Patty ao café Donnis, este vendia comida rápida.

- Boa tarde! Já escolheram? Perguntou o garçon.

- Eu quero um cheeseburger com batata frita e uma salada e para beber pode ser uma coca- cola. Disse kat.

- Quero o mesmo que ela. Afirmou Patty.

- Eu quero uma pizza individual com batata frita e uma cerveja. Pediu Sam.

- E o Sr. vai desejar algo? Perguntou o garçon virado para Dean.

- Só um copo de água, por favor. Respondeu ele meio enojado.

- Que foi Dean? Não me digas que estás mal disposto. Perguntou Patty a rir- se para Dean.

- Não. Só não tenho muita fome. Respondeu ele.

- Se tu o dizes. Disse a Patty, encerrando o assunto.

Então chegaram os pedidos e Dean olhava para aquilo como se fosse a carne que estava nos frigoríficos da morgue, fazendo-o ter náuseas e quase vomitar durante o tempo em que eles comiam.

- Não queres mesmo Dean? Insistia Patty.

- Não. Obrigada. Agradeceu ele.

**********

No quarto do motel traçavam uma linha temporal com nomes das famílias dos 5 jovens, com fotografias e várias informações, mas faltava algo naquele esquema.

Alguma coisa que ajudasse a desvendar aquele mistério, todas as famílias eram ricas, não tinham inimigos mas algo de muito obscuro escondiam, nem com os poderes da Kat conseguiram desvendar a tramóia. Então decidiram ir à mata de Queluz em busca de algum indício. Mas estes não podiam levar o carro, tiveram que optar por um novo modo de locomoção, ou seja a pé.

- Ai o meu bebé vai ficar aqui sozinho?! Não o podemos levar connosco? Tens a certeza? Questionava Dean para a Sam.

- Sim Dean pela milésima vez já disse que não o podemos levar porque aquilo são trilhas perigosas e não é seguro levar o carro. Além disso não cabe em alguns dos caminhos por onde vamos pasaar. Informou Sam cansado com a insistência.

-És um insensível Sam! Não vez como o teu irmão é apegada ao carro? Podias ser mais sensível com o caso. Dizia Patty a defender Dean. — Dean, tiras uma foto dele e pelo caminho vais vendo, assim nem sentirás muita falta. Dizia ela tentando confortá-lo.

- Massss não é a mesma coisa. Pronunciou ele triste por deixar o seu “bebé” ali sozinho.

- Xau bebé! Até já, o pai já chega. Despediu-se do seu carro.

- Ahahahahah! Bebé? A que pontos chegou o mundo. Inplicava Kat com Dean.

- Kat não sejas má para ele. Defendeu-o Patty novamente.

-Tu estás a defendê-lo por causa de um carro? Ai essas influências com o Dean andam a deixar-te “atrofiada” da cabeça. Dizia Kat para Patty.

- Não estou a defendê-lo, só estou a apoiar o seu sofrimento. Respondeu ela.

- Apoiar?! Ahahahaha….está bem eu finjo que acredito nisso. Dizia esta a rir.

- Dean trouxeste o mapa? Inquiriu a Patty.

- Claro linda. Respondeu ele.

- Está aqui! Afirmou.

-Então guia-nos. Por onde vamos? Perguntava Sam esperando pelas orientações já impaciente com tanta demora.

- Ah, por aqui… Todos os seguiam…

- Penso eu….não é por aqui tenho a certeza…não esperem! Acho que viramos naquela direcção. Disse apontando para o nada.

- Afinal é para ali. Informou na direcção de um novo caminho tentando disfarçar que estavam perdidos.

- Meu… estamos perdidos! Afirmava Sam.

-Não é por aqui. Dizia Dean confiante.

-Dá cá o mapa totó. Patty tirou o mapa a Dean frustrada com a situação.

- Não percebo nada do mapa. Não sei onde estamos. Declarou ela chateada.

-Dá cá. Deixa-me ver. Pediu Sam.

- Bem ninguém sabe onde estamos. Certo? Sempre o mesmo Dean! Se não sabias ler mapas deixavas outro fazer esse trabalho. Dizia agora Kat furiosa.

- O mal já está feito. Não vale a pena deitar as culpas para cima dele. Voltou a Defendê-lo Patty.

- Não sabia que agora viraste defensora dos pobres e oprimidos. — Mas tudo bem! Afirmou Kat chateada.

Durante horas estes caminharam pela mata sem rumo, nem uma simples alma penada aparecia. Até que avistaram no meio de uma encruzilhada uma caverna que parecia do tempo pré-histórico. Surgiram uns sons esquisitos do interior da caverna e isso foi o que lhes chamou a atenção. As raparigas ficaram aterrorizadas com o som e também pelo facto de estar a escurecer. Os irmãos Winchester tentavam acalmá-las mas ao mesmo tempo também tinham receio do que lá poderiam encontrar. O Dean mostrou ser o mais corajoso e tomou a iniciativa de entrar primeiro na caverna, enquanto os outros seguiam atrás dele com algum receio.

A caverna repleta de teias de aranhas, com morcegos aprisionados em jaulas, patas de coelho que serviam de espanta espíritos, peles de animais penduradas a secar, um grande caldeirão. Este deveria servir para” grandes jantares”, ouviam-se sapos e um barulho fê-los estremecer a todos. Aí reparam numa mulher com o cabelo desalinhado, devia ter uns 60 anos, mas estava bem conservada, tinha unhas muito grandes, utilizava um longo vestido rasgado de cor suja a combinar com um véu negro que tapavametade do seu rosto.

- Desculpe estar a invadir o seu território mas estamos perdidos. Será que nos pode ajudar? Perguntava Dean recioso.

- Dean…. Deixa a velha quequetica e vamos embora daqui. Sussurrava Kat aterrorizada.

- Acho que é melhor irmos embora antes que sirvamos de jantar para a família. Este lugar dá-me arrepios. Dizia Patty assustada e muito pálida.

-Nem pensem nisso agora que estamos aqui vamos até ao fim. Disse Dean destemido.

- Dean….acho melhor seguirmos o conselho delas. Sussurou agora Sam para Dean.

- Sam deixa de ser menina. Referiu Dean ao irmão.

Como Dean não obteve resposta por parte da senhora decidiu tocar-lhe de forma a atrair a sua atenção. Esta se voltou-se rapidamente o que os fez gritar de medo.

- Muitas almas inocentes morrerão se não agirem rapidamente. Disse ela. — Sentem-se! Ordenou a senhora.

Só existiam duas cadeiras para se sentarem, sendo as raparigas a cederam os lugares aos rapazes preferindo ficarem de pé. A senhora sentou- se à frente deles, colocou umas correntes nos pulsos dela, esta testou – as de forma a ver se estava bem presa, depois pegou numa tigela e colocou uns ingredientes que eles não conseguiram identificar.

- Para quê tudo isto? Perguntou Dean.

-É para ele. Afirmou ela.

- Para ele? Quem é ele? Perguntou Sam tentando obter alguma informação.

- Isto tudo é para ele me possuir. Para que tenham as informações necessárias para quebrar o feitiço que o cavaleiro está sujeito. Respondeu.

-Eu bem disse que era um feitiço. Disse Dean.

-Está bem. Falou Sam.

- Eu tinha razão….e vocês não….ahahahahaha. Gritava Dean eufórico.

- Silêncio! Aconteça o que acontecer não me toquem nem me chamem. Avisou a senhora

- Está bem! Disseram todos em coro.

Então a mulher começou para lá a falar numa língua desconhecida e depois apagou.

- Olha bateu as botas. Declarou Dean.

- Cala-te Dean. Dizam elas. – Não é altura para brincadeiras.

- E que língua era aquela? Será que era Chinês? Pelo menos suou a tal coisa. Continuou ele.

-Queres estar calado?! Não ouvistes o que ela disse? Articulou Sam irritado com o falatório.

- Oh se eu fosse a ligar a tudo o que me disessem ainda era virgem! Afirmava Dean.

-Nem tentes! Avisou Patty ao vê-lo a aproximar-se da senhra.

-Oh …não sejas desmancha-prazeres. Só quero ver se ainda respira. Respondeu ele com um sorriso fazendo-a derreter.

- Oh defunta acorda! Gritava ele aos berros.

Quando Dean se aproximou a mulher atirou-se a eles, mostrando o seu rosto aterrorizador. Saiam cobras pela boca e pelos seus olhos e mostrava o seu ar feroz e aterrador perantes aqueles seres humanos indefesos.

Estes aterrorizados caírAm da cadeira gritando com o susto.

- Sigam o caminho para o lado do índio, onde o sol se põe e depois caminhem até a árvore dos mortos lá encontram a verdade. -Falou uma voz do outro mundo.

A mulher acabou por desmaiar em cima deles. Eles conseguindo se desenvencilhar da mulher fugiram da tal caverna correndo os quatro feitos tolos sem rumo. Até que apareceu o coveiro à frente deles e levou-os de volta à cidade no carro da funerária.

- Vês como podem passar carros. Dizia Dean chateado.

Todos olharam para ele com cara de incrédulos. Como podia ele pensar no carro numa hora destas?!

- Como podes pensar no teu carro depois do que acabou de se passar? Perguntou Patty chocada.

- Se eu morresse já imaginas-te o que lhe acontecia? Dizia ele voltado para Patty.

- É uma herança de família e só de pensar no que o Sam podia fazer ao meu bebé. Ele não o sabe consertar. Já imaginas-te o estrago! Em vez do impala andar sobre quatro rodas, andava só com três ou menos. Constatou ele tentando mostrar a importância que o Impala tinha na sua vida.

-Pá tu precisas de te tratar. Dizia Kat.

- Já pensas-te em ir a algum psicólogo? Acho que te fazia bem. Pronunciou Patty a rir.

-Oh, mas só vou se for uma psicóloga bem gira e atraente. Respondeu com ar de safado.

http://lh6.ggpht.com/_LC5_VdGvMuI/TGuxtBwWiyI/AAAAAAAAGvo/Mzvq7elBu9I/Lotus-Evora-1781010915274981600x1060_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800

- Tu não tens jeito. Disse Sam.

De volta à cidade aproveitaram para descansar e colocar as ideias no lugar tentando perceber o que a tal mulher disse. Na manhã seguinte procuraram um guia, que os levasse à tal árvore dos mortos. Mas todos tinham medo de andar na mata por causa do cavaleiro sem cabeça, pois enquanto estes andavam a investigar mais uma família ficou destroçada. Então tiveram que voltar à mata sozinhos, mas agora não era Dean que os guiava, eram as irmãs pois elas dominavam a matéria e sabiam interpretar muito bem mapas deixando-os muito orgulhosos, mas não o demonstravam por puro orgulho. Passados algumas horas depararam-se com um grande carvalho ensanguentado, ao lado encontrava-se uma lápide antiga. Dean e Sam como eram mais fortes e robustos, cavaram a tal cova enquanto elas analisavam a misteriosa árvore.

- Vocês não vão acreditar. Diziam eles.

- O que não vamos acreditar? Perguntaram.

- Olhem com os próprios olhos. Disse Dean.

-Onde está a cabeça? Inquiriu Patty.

- Exacto! Agora já começo a perceber tudo. Confessou Kat pensativa.

- O cavaleiro matava as pessoas pensando que estas tinham a sua cabeça. Mas uma coisa não entendo. Como é que ele escolhia as famílias? E sabia das suas localizações? Alguém está por trás disto. Afirmou ela.

- Brilhante! Exclamou Dean nem eu cheguei lá tão depressa.

- Hum acabei de ganhar um elogio do Dean Winchester! Está para cair alguma coisa no céu. Dizia Kat.

- Pois mas não te acostumes. Repicou ele.

-A árvore….é lá que ele guarda as cabeças. Dizia Raciocinou Patty agora.

- Bem agora tenho duas Einsteins. Elas então a nós passar a perna Sam. Constatou Dean.

- Faz sentido. Respondeu Sam.

Apareceu a Marisa Fernando, a herdeira de um grande império, este construído com o sangue de muitos inocentes. Há alguns anos atrás Marisa e a sua irmã Elena apanhavam lenha até que se depararam com o insano cavaleiro. Elena fugiu enquanto Marisa ficou assistindo à morte do cavaleiro, gravando na sua memória a localização da cova dele. Quando as raparigas tinham cinco anos os pais dos cinco jovens tiraram tudo da família, mataram o pai por acolher em seu seio uma bruxa, acabando por deixá – las órfãs e na penúria. Marisa bem como a irmã tornaram-se umas excelentes bruxas mas a Marisa queria vingar-se de todos aqueles que tiraram tudo dela. Esta como sabia da localização do cavaleiro cavou a cova e retirou a cabeça dele, lançando-lhe um feitiço para que este fizesse tudo o que ela desejava. Assim escreveu uma lista de algumas pessoas que poderiam ter a sua cabeça, então o cavaleiro decapitava as pessoas de forma a encontrar a parte fundamental do seu corpo, a cabeça.

- Então tu fizeste tudo isto por vingança? Inquiriu Sam estupfacto.

-Sim. E tu não o fazias? Perguntou ela sarcasticamente.

- Não matando pessoas inocentes. Respondeu-lhe.

- Mas eras capaz? Não eras? Insistiu ela.

- Tu não nos compares com a tua laia, oh bruxa. Dizia Dean irritado.

- E tu onde escondes-te as cabeças? Questionou Dean.

- Eu não escondi nada o cavaleiro é que as depositou na árvore. Argumentava ela a rir.

-É pena que vocês não vão estar aqui para contar a ninguém. Ahahaahha Dizia ela se gabando.

- Cavaleiro Mata-os! Ordenou ela.

Então o cavaleiro seguia na direcção deles, mas Sam e Dean prontificaram-se que ele não chegaria à beira delas.

- Saiam daqui. Mandou Dean.

- Vão enquanto nós o seguramos. Falou Sam.

- Nem pensem nisso agora somos uma família. Afirmou kat.

- Uma família luta em conjunto. Disse Patty apoiando a irmã.

- Mana ocupa-te da bruxa. Ela tem um saco na sua mão direita e aposto que é a cabeça do cavaleiro. Tens que a tirar e a mostrar ao cavaleiro. Referiu Kat.

- E tu? Perguntou ela.

- Eu vou salvar as donzelas. Dizia Kat a rir.

A Kat utilizou os seus poderes de forma a manter os manos Winchester a salvo. A Patty aproveitou a oportunidade surgida pela irmã e correu na direcção da bruxa lutando com ela de forma a conseguir tirar o saco com a cabeça do cavaleiro.

-Kat… cuidado! Gritaram os manos.

- Eu sei tomar conta de mim. Disse ela a torçar deles.

- Partam a árvore ao meio de forma a se verem as cabeças. Pronunciou Patty ofegante.

Então eles pegaram nos machados que estavam dentro do Impala, e começaram a cortar a árvore. Enquanto golpeavam a árvore de forma a esta quebrar-se saltava sangue de dentro dela como se a árvore chorasse. A Patty finalmente conseguiu derrubar a bruxa e mostrou ao cavaleiro a sua cabeça, este seguiu em sua direcção e colocou a sua cabeça.

-Foi ela que te tirou a cabeça para tu servires os seus caprichos. Referiu Patty apontando para a bruxa.

O cavaleiro pegou na bruxa ao colo e subiu com ela o seu destemido Devil. Depois olhou para a sua formosa bruxa e lhe deu um beijo longo, no fim com os seus dentes lhe cortou a língua. Depois ele cavalgou com ela no seu cavalo para dentro da árvore, ficando lá presos para o resto da eternidade.

- Bem isto deu trabalho mas conseguimos. Constatou Dean orgulhoso.

- Pois é, sem vocês não tinhamos conseguido. Declarou Sam sorrindo para Kat.

-Não, nós conseguimos. Diziam elas em coro gabando-se.

- Em família conseguimos sempre tudo desde que estejamos unidos. Afirmou Patty.

-Eles queriam armar-se em príncipes encantados, daqueles que salvavam as donzelas em perigo. Articulou Kat a rir para a irmã.

- Vocês não perdem nenhuma oportunidade de se gabarem! Exclamou Dean.

- Pois os melhores são para serem conhecidos não recordados! Afirmou Patty.

- Concordo plenamente. Concordava Kat.

- Hum …que faço eu contigo! Referiu Sam.

-Ama-me, beija-me e seduz-me! Pronunciou Kat provocando Sam.

-Bem arranjem um quarto! Replicou Dean.

-Dean deixa de ser ciumento! Constatou Patty.

-Eu ciumento por eles?! Já te tenho a ti amorzinho. Declarou ele depositando-lhe um beijo.

-E agora para onde vamos? Inquiriu Dean.

-Texas City! Hiahh. Respondeu Kat.

*******

Dance With The Devil

(Dança Com O Diabo)

http://www.youtube.com/watch?v=IFVUe9QO62U

[Verse 1]

Here I stand, helpless and left for dead

(Aqui eu estou, abandonado e deixado para os mortos.)

Close your eyes

(Feche seus olhos)

So many days go by

(Muitos dias se vão.)

Easy to find what’s wrong

(Fácil encontrar o que é errado,)

Harder to find what’s right

(Mais difícil encontrar o que é certo.)

[Verse 2]

I believe in you

(Eu acredito em você)

I can show you that

(Eu posso te mostrar)

I can see right through all your empty lies

(Que eu posso ver através de todas as suas mentiras vazias.)

I won’t stay long, in this world so wrong

(Eu não ficarei por muito tempo, neste mundo tão errado.)

[Chorus]

Say goodbye

(Diga adeus)

As we dance with the devil tonight

(Enquanto nós dançamos com o diabo hoje à noite.)

Don’t you dare look at him in the eye

(Você não ouse olhar ele no olho)

As we dance with the devil tonight

(Enquanto nós dançamos com o diabo hoje à noite.)

[Verse 3]

Trembling, crawling across my skin

(Tremendo, rastejando através de minha pele.)

Feeling your cold dead eyes

(Sentindo seus olhos frios e mortos)

Stealing the life of mine

(Roubando a vida dos meus.)

I believe in you

(Eu acredito em você)

I can show you that

((Eu posso te mostrar)

I can see right through all your empty lies

(Que eu posso ver através de todas as suas mentiras)

I won’t last long, in this world so wrong

(Eu não durarei por muito tempo, neste mundo tão errado.)

Repeat the [Chorus] (2X)

**********

Notas finais
Amoree... se veio ler o capítulo por favor deixe review!

Eu estou doida para postar o capítulo 6 que já está pronto mas para isso quero pelo menos 3 reviews... nem peço muito, só 3... não custa nada, né?!!

Bjus no cuore...

Patty *-* e Kat!!