One Destiny, One Choice, One Curse
3 Capítulo 2 - Pesadelos
Notas iniciais
Capítulo 2 – Pesadelo em Elm Street
All I have to do is dream
(Tudo que tenho que fazer é sonhar)
http://www.youtube.com/watch?v=YKn6h2x5IcY
Dream dream dream dream dream dream dream
(Sonhar, sonhar, sonhar, sonhar , sonhar, sonhar)
when i want you
(Quando eu te quero)
in my arms
(em meus braços)
when i want you
(Quando eu quero)
and all your charms
(você e todo o seu charme)
whenever i want you all i have to do
(Sempre que eu quero você, tudo que tenho que fazer)
is dream...
(é sonhar)
when i feel blue
(quando me sinto triste)
in the night
(na noite)
and i need you to hold me tight
(e eu preciso que você me abrace)
whenever i want you
(sempre que eu quero você)
all i have to do is dream...
(tudo o que eu tenho que fazer é sonhar...)
i can make you mine
(eu posso te fazer minha)
taste your lips of wine
(sentir o gosto de vinho nos seus lábios)
Caroline sentia as suas pálpebras cada vez mais pesadas e cansadas, o corpo estava dorido por se encontrar sempre na mesma posição, corpo esse privado de sono, há já muito tempo. As olheiras e palidez que a envolviam eram desconcertantes.
Sentia-se aterrorizada com a simples ideia de adormecer… tinha medo que aquela terrível criatura que outrora lhe apareceu em sonhos atacando-a furiosamente sem dó nem piedade voltasse a aparecer-lhe no sono.
Desde esse dia, há mais de uma semana que Caroline tentava desesperadamente não adormecer, optando por tomar comprimidos, queimando-se de forma a sentir dor, ouvindo música ensurdecedora, ou qualquer outra coisa que a mantivesse desperta.
A mãe de Caroline estava a ficar preocupada com o estranho comportamento da filha mas esta nada dizia acerca do que a atormentava para não a preocupar.
Mais um dia se passava e Caroline continuava, com grande esforço sem dormir, não se deixando vencer pelo cansaço.
- Caroline já chega! Dizia a mãe desesperada. – Conta-me o que te está a deixar desta forma e talvez te possa ajudar. Confia em mim, filha.
- Mãe, já te disse que está tudo bem. Não há nada para contar.
- Eu posso não saber do que se trata mas não sou burra. Algo se passa e eu exijo saber o que é. Dizia a mãe já sem saber o que fazer.
- Mãe por favor não insista nesta conversa sem pés nem cabeça. Se eu precisasse de alguma coisa dizia.
- Lamento que já não confies em mim. Gostava tanto de poder ajudar-te. Caroline diz sinceramente há quantos dias não dormes e ficas aí sentada nessa cama com cara de zombie… filha estou mesmo muito preocupada. – Já vi que não me vais responder. -Quero-te imediatamente a dormir.
Caroline tinha receio que aquele ser maléfico voltasse a aparecer mas dada a insistência da mãe e o cansaço que a dominava deixou-se finalmente dormir.
*****************
- NÃÃÃÃÃOOOOOOOO!!! Gritava desesperada.
- Pooorrr faaavor não me faças mal. Porquê a mim? Gaguejava aterrorizada.
Ouviam se nitidamente as garras afiadas a rasgar o papel das paredes daquele lugar aterrador.
Caroline já não conseguia mover-se do lugar em que se encontrava e sentia a criatura cada vez mais próxima.
- AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! Pára… por favor não me magoe mais.
Aquela terrível criatura desfigurada puxava-lhe os cabelos, arrastando-a pelo chão violentamente. Ela debatia-se, em vão, já completamente esgotada e sem forças para lutar.
Este ignorava completamente a rapariga e continuava as suas terríveis acções.
- Calma Carol, minha pequenina! Só estamos a brincar… como acontecia no passado. Lembras-te minha pequenina? Sempre foste a minha preferida. Eras tão doce e sensível.
- Do que estás a falar? Por favor deixa-me ir. Conseguiu ela sussurrar com a voz trémula e a falhar tal era a sua fraqueza.
Nisto ele prendeu-lhe os braços nuns ferros velhos e enferrujados que se encontravam naquela cabe aterrorizante, húmida e negra.
- Vamos brincar um bocadinho. Dizia a criatura.
Com as suas garras começou a dilacerar o corpo da rapariga, já ensanguentada e muito fraca.
Com um gesto rápido e feroz espetou uma das garras no pescoço, arrancando-lhe a cabeça, causando assim a morte da jovem.
********
No quarto a mãe da jovem assassinada assistia aos ataques completamente aterrorizada e devastada, vendo assim o trágico fim da filha. Depois de ser dilacerada e decapitada, esvaziando-se em sangue.
***********
Na Florida
Dean, Sam, Patty e Katie tinham viajado até à Florida e aguardavam notícias do anjo Castiel.
Estavam num quarto de hotel. Decidiram alugar o mesmo quarto por questões de segurança, caso algo acontecesse.
Patty e Kat dormiam juntas. O mesmo não se passava com os irmãos Winchester, pois Dean achava que dividir a cama com um homem (mesmo sendo o seu irmão!) é coisa de gay.
- Eu não sou “bicha”. Afirmava Dean irritado com a insistência delas.
- Dean sempre pensamos que tivesses uma mentalidade mais aberta. Dizia Kat a provocá-lo.
- Eu cá até acho sexy. Dizia Patty.
- Sam, tu ficas no sofá e não há mais discussão. Depois podes trocar e ir tu para a cama. Só não quero cá misturas.
- Está bem. Também não me apetece muito dividir a cama contigo! Podes agarrar-te a mim a meio da noite enquanto sonhas com a Patty…
- Sam!! Não te estiques, ou queres que eu conte o teu pequeno segredo à Kat?? Dizia Dean divertido.
- Que segredo? Agora quero saber. Perguntou Kat.
- Não te atrevas a abrir a boca. Dizia Sam envergonhado para Dean.
- Que tal deixarem de discutir como crianças e calarem a matraca. Afirmou Pat já farta da discussão.
No dia seguinte, Sam e Kat acordaram mais cedo e resolveram ir buscar o pequeno-almoço, enquanto Pat e Dean dormiam.
Pat acordou mais cedo e ficou a ver o Dean a dormir.
- Tão lindo que ele fica a dormir. Parece um “anjinho”. Desde o primeiro dia em que o vi, numa das minhas visões do que ia acontecer, que não consigo deixar de pensar nele. Aqueles olhos lindos, aquele sorriso encantador, aquele jeito Durão que me deixa doida. Aquela voz rouca e sexy que me faz vibrar… o seu corpo bem definido e o seu cheiro hipnotizantes deixam-me …. Ai, Patty vê se ganhas juízo. Ele é um deus grego, mas é um mulherengo… e tu já tens problemas que cheguem! mas quem sabe se as coisas não mudam… Pensou Pat enquanto o continuava a observar atentamente.
All I Ever Wanted
(Tudo o Que Sempre Quis)
http://www.youtube.com/watch?v=P3CxhBIrBho
[Verse 1]
All I ever wanted
(Tudo o que sempre quis)
Was to see you smiling
(Foi ver você sorrindo)
I know that I love you
(Eu sei que eu te amo)
Oh baby, why don't you see?
(Oh baby, por que você não vê?)
[Chorus]
All I ever wanted
(Tudo o que eu sempre quis)
Was to see you smiling
(Foi ver você sorrindo)
All I ever wanted
(Tudo o que eu sempre quis)
Was to make you mine
(Foi fazer você ser minha)
I know that I love you
(Eu sei que eu te amo)
Oh baby, why don't you see?
(Oh baby, por que você não vê?)
That all I ever wanted
(Que tudo o que eu sempre quis)
Was you and me (2x)
(Foi você e eu (2x))
[Verse 2]
I'm so alone
(Estou tão sozinho)
Here on my own
(Aqui comigo mesmo)
And I'm waiting for you to come
(E eu estou esperando você chegar)
I want to be a part of you
(Eu quero ser uma parte de você)
Think of all the things we could do
(Pense em todas as coisas que poderíamos fazer)
And everyday
(E todos os dias)
You're in my head
(Você está na minha cabeça)
I want to have you in my bed
(Eu quero ter você na minha cama)
You are the one
(Você é a única)
You're in my eyes
(Você está em meus olhos)
All I ever wanted in my life
(Tudo o que eu sempre quis em minha vida)
Repeat the [Chorus] (2x)
(Are you ready?)
(Você está pronto?)
Repeat the [Chorus]
All I ever
(Tudo o que eu sempre quis)
- Que calor… Sussurrou ela sem esconder a admiração.
-Que tal tomares um banho de água fria? Perguntou Dean pervertido.
Pat ficou corada com tantavergonha que estava a sentir… Dean aproximou-se dela lentamente. Esta sentiu as pernas bambas enquanto se tentava afastar daquele deus grego, acabando por se desiquilibrar. Antes que caísse no chão, Dean agiu rapidamente segurando-a pela cintura. Olhava os seus olhos verdes e hipnotizantes e sentiu um calor que o puxava para os seus lábios rosados, húmidos e suculentos… sem perder mais tempo puxou-a contra o seu corpo beijando-a ferozmente. Tornou-se um beijo calmo mostrando o amor e desejo que estavam sentindo…
Quando se afastou Pat não conseguia controlar a respiração e o seu coração batia acelerado.
- Então precisas de outro para controlar a respiração? Perguntou-lhe ele divertido.
Ela abanava a cabeça afirmativamente, sem conseguir falar nada, mostrando a sua vontade de o sentir novamente dentro da sua boca.
- Então interrompemos alguma coisa? Perguntaram Sam e Kat já a entrar no quarto.
- Não. Responderam automaticamente um pouco constrangidos.
- Já viram as notícias? Perguntava Sam.
- Não. O que se passou?
- Uma jovem de 15 anos chamada Caroline Forbes morreu dilacerada e decapitada. A mãe foi internada num hospício em Santa Ana, por afirmar que algo sobrenatural aconteceu. A polícia afirma que esta podia ter sido autora do crime.
- Que horror! Dizia Pat chocada.
- Isto tem de ser investigado. Falou Kat
- Concordo. Reflectiu Sam.
- Eu e a Kat vamos ao hospício tentar falar com a mãe da vítima enquanto vocês podem pesquisar sobre casos recentes e igualmente estranhos na mesma zona. Encontramo-nos daqui a 2 horas na casa da vítima.
- Divirtam-se. Disse Kat enquanto saía do quarto.
Já na entrada da casa dos Forbes reuniam as informações conseguidas.
- Não conseguimos nada. Contava Sam. – E vocês?
- Encontramos um caso muito parecido, ocorrido na semana passada com um miúdo chamado Taylor Smith igualmente com 15 anos. Parece que isto acontece enquanto as vítimas dormem. Isso é um indício do que se passa. Afirmou Patty.
Entraram e dividiram-se em dois grupos à procura de pistas que indicassem algo sobrenatural.
Depois de jantar ligaram a Bobby que também estava a investigar o assunto, pois aconteceram casos parecidos em 1984.
- Tudo começou com a morte de Freddy Kruger. A polícia suspeitava que tivesse morrido num incêndio de uma fábrica nesse mesmo ano, no entanto o corpo nunca foi encontrado. Estava a ser acusado de abusar de crianças. Os pais das crianças ficaram de tal modo perturbados com a situação que o caso acabou por ser arquivado. Relatava Bobby pelo telefone. – Tenho uma lista com os nomes e endereços dos pais que o acusaram.
- Dividimos a lista e vamos investigar estas famílias. Resolveu Sam
- Nós vamos as duas. Disse Kat
- Tens a certeza Kat? Os maninhos podem precisar dos nossos poderes para lhe salvar o couro. Disse Patty divertida.
- Hum, maninha…já vi que a influência do Dean te está a afectar o juízo. O que tu queres sei eu… afirmou Kat a provocar.
Todos seguiram o seu caminho.
Mais tarde reuniram-se para revelar o que tinham descoberto. Kat e Pat nunca mais apareciam e os irmãos começaram a ficar preocupados.
Dean, já impaciente resolveu telefonar para Pat.
- Então? Ainda demoram? Foram ao SPA ou ao cabeleireiro pelo caminho? Já viram as horas? Perguntava Dean farto de esperar.
- Bem… não foi bem isso… eu e a Kat nem sequer chegamos a começar.
- O quê? E o que estiveram a fazer tanto tempo?
- A tentar encontrar a casa da primeira família… dizia Pat envergonhada.
- Rararararararara! Rararararara! Ria Dean descaradamente. – Nem com GPS? Rararara Ria agora Sam.
- Ou vocês se calam ou quando chegarmos acertamos contas. Ameaçou Kat.
- Desliga a “M” do telemóvel.
- Chegamos. Disse Pat mais tranquila.
Saíram do carro e dirigiram-se para a porta dos Roberts. Após a primeira casa depois foi fácil encontrar as seguintes. Na última casa havia um rapaz chamado Jackson de 15 anos que se encontrava na mesma situação que a dos outros casos.
Será que eles já descobriram a verdade sobre o que nós fizemos ao Freddy Kruger? Eles têm que entender que o que fizemos foi para proteger os nossos filhos. Pensava a mãe de Jackson.
-Bem nós sabemos que vocês tiveram culpa do desaparecimento do professor Freddy. Disse Kat.
- Como o fizeram? E não tente mentir pois será pior.
Brenda começou a chorar …dizendo que a ideia não fora sua. Os pais das cinco crianças que foram vítimas do professor, foram procurá-lo para tirar satisfações.
- Como ele fugiu, fomos todos atrás dele…
- Continue. Disse agora Patty.
- Fomos atrás dele, mas ele trancou-se dentro de uma fábrica antiga….e o Charlie o pai de Caroline, ateou fogo com a esperança que ele saisse de lá. Mas isso não aconteceu… Entramos em pânico, e arranjamos um álibi para todos nós. Mais tarde os nossos filhos começaram a ter pesadelos dizendo que o Freddy aparecia neles e que fazia coisas más com eles. Então fomos a uma bruxa local e esta fez um feitiço para não se lembrarem das suas infâncias nem como se conheciam uns aos outros. Mas havia um preço muito caro a pagar, pois ao fazer isso, deixamos a vida dos nossos filhos em perigo. E o espirito de Freddy ficou mais enraivecido com a nossa intervenção.
Depois da breve confissão de Brenda ligaram aos rapazes para estes irem ter com elas.
- Após uma longa espera chegaram as donzelas.
- Então têm a certeza que é esta a casa? Sabem como nem com o GPS deram com elas…nunca se sabe. – Dizia Dean
- Oh! Meu ….
- De repente ouviram gritos vindos do interior da casa…. E entraram de imediato!
Dean e Patty foram os primeiros a chegar à beira do rapaz que se debatia no chão, estes ao tocarem nele acabaram por ficarem presos no sonho com o Freddy.
*********
Na fábrica Dean tentava afastar Freddy de Patty e Jackson, estes aproveitaram a distracção do monstro para fugir.
Jackson conseguiu acordar e Patty foi em socorro de Dean. Quando lá chegou Freddy usava as garras em Dean e este tentava-se defender. Patty ao ver Dean em perigo utilizou a invisibilidade e com a ajuda de um ferro bateu na criatura, conseguindo arrastar Dean para longe dele.
Aquele homem completamente desfigurado, sem olhos, com roupas rasgadas de cor vermelha e um chapéu causava-me um medo terrível…. Utilizava como utensílio de ataque umas grandes e afiadas garras inseridas em seus dedos. Fiquei com medo de perder o Dean, senti o meu corpo a desfalecer e fiquei com receio de nunca mais o ver. Pensava Patty.
Ganhou coragem e o atacou violentamente.
- Deeeaaaannnnn… estás bem? Gritava desesperada
- Eu estou bem. Mas para onde é que ele foi? Perguntou Dean incrédulo.
Freddy apareceu e amarrou no braço da Pat e a atirou contra uma parede, esta ficou inanimada. Dean perante esta situação atirou-se ao monstro com tudo o que tinha, mas de nada adiantou, indo parar à beira de Patty.
O monstro, agora estava à frente de Dean e quando ia utilizar as garras, para o matar começou a arder, acabando por desaparecer.
Voltaram ambos ao quarto de Jackson onde todos olhavam preocupados mas ao mesmo tempo aliviados para eles. Olhavam para a posição de Dean, muito protetor. Este agarrava com os seus longos, fortes e musculados braços em torno de Patty.
- Como é ele desapareceu? Perguntou Dean curioso.
- A Sr. Brenda tinha o diário de Freddy em sua posse e queimamo-lo. Disse Kat.
- Dean obrigada por me teres protegido. Disse Patty
- De nada. Eu nunca deixaria que ele te machucasse. Admitiu Dean.
Já no Hotel
- Bem, nós vamos tomar café. Querem vir? Perguntou Sam.
- Não. Ainda tenho dores nas costas e tenho que fazer uns pequenos curativos no Dean. Respondeu Patty.
- Hum …mana não sabia que agora viras-te enfermeira. Dizia kat a rir-se.
-Não. Eu só sou veterinária. Respondeu Patty inocente.
- Hum então toma lá conta do teu cão. Afirmou kat ao sair com o Sam.
- Ah é…. Eu sou o teu animal de estimação? Inquiriu Dean.
-Só se quiseres! E olha que trato muito bem dos meus animais de estimação. Disse Patty sorrindo.
Dean levantou-se e caminhou em direcção de Patty, que já estava outra vez a hiperventilar e lhe deu um selinho, depois pediu permissão para entrar em sua boca e poder saborear cada canto de sua boca quente e deliciosa, deixando-a a gemer de desejo…- Hum Deannn.
Apareceu Castiel e interrompeu o beijo caloroso.
- Meninos interrompo alguma coisa? Perguntou Castiel.
- Sim. Disse Dean frustrado.
- Bem lamento mas vocês vão ter que partir ainda hoje para outro local, pois os demónios enviados por Lúcifer já sabem do vosso paradeiro e já não é seguro continuarem aqui.
Assim que Sam e Kat chegaram foram informados das ordens de Castiel e mudaram-se novamente para protecção das irmãs.
Fale com o autor