Notas iniciais
Oi, olha eu aqui com mais um capitulo.
Aproveitem

02 — 15 de julho de 1992

Phoenix

– Fique a vontade — a jovem disse meio caindo enquanto dava lugar para o rapaz entrar em seu apartamento.

Não demorou muito e os dois ja estavam se agarrando aos beijos enquanto trombavam no que estivesse no caminho até a cama, isso causava risadas, boas risadas que assim como os beijos não seriam lembrados no outro dia apagados pela ressaca.

– Espera espera espera, você não mora com sua tia?- Edward perguntou deitado em cima da pequena garota.

– Sim, mas não se preocupe, ela não dorme muito aqui — rolou ficando em cima dele com as pernas uma de cada lado enquanto beijava o pecoço dele.



–-



– Sabe que esse pensamento é um equivoco, não passa de uma ilusão.

O casal se espremia em uma pequena cama de solteiro no pequeno apartamento de sua tia Aretha Swan, tinha ido morar com ela quando entrou para o Ensino Médio, isso causou trsiteza ao seu pai, mas esse sabia que ir para uma cidade grande era o melhor para sua filha, embora soubese que a irmã Aretha era meio desajuizada confiou na seriedade da filha. Isabella nesse momenro de se sentia um pouco culpada por toda a confiança que o pai colocava nela. A moça estava bastante êbada para não ligar do que o rapaz acharia da bagunça de seu quarto. Os muitos livros jogados no chão em uma pilha que chegava longe de ser arrumada, tudo isso por falta de um lugar para guarda-los o guarda roupa de duas portas preto com um espelho embutido que agora estava meio aberto pelas roupas empurradas lá de última hora. Havia mais latinhas e sujeira espalhada que ela não conseguia ver no momento.

– Não estou falando de mudar o mundo — Isabella se mecheu — não precisa nem ser o mundo inteiro. Só inspirar e ajudar quem está ao nosso redor. E isso não é uma ilusão.

Edward continuava a beijando com fervor o que fazia a confusa mente de Isabella rodar e rodar e rodar além do normal depois de uma noite de bebedeira.

– Você não acha q isso é um pouco...

– Batido?

– Exatamente, é o que todos dizem hoje. Começe com os que estão perto, assim mudara o mundo.

– Sei disso, mas é verdade, é o que eu sinto ...

– Lá no fundo a maioria das pessoas não sabe nem por onde começar e em outras pessoas isso é mentira. — interrompeu Edward

– Quero inspirar as pessoas a saberem o que querem ser da vida. Mas também não sei exatamente por onde começar. — levantou a cabeça para olhar no rosto do rapaz — Presumo que você não precise disso. Ja deve ter a vida totalmente planejada.

– Até parece.

– Então, o o que pretende fazer da vida Edward ?

– Hm, vou ficar em Londres por um tempo. Depois provavelmente para França, aquela terra é inspiradora...

– Realmente, depois?

– Quero ir pra China, India, saber como andam as coisas lá. Viajar, aprender novas culturas.

– Que previsivel, viajar — ela suspirou.

– O que há de errado em viajar ? — indagou.

– Só que é a sua cara, fazer a vida adulta esperar enquanto roda o mundo.

– Vou estar sozinho por conta, quase própria. — disse antes puxar a garota para cima e beija-la docemente sentindo o gosto de alcool e chiclete.

– O que você quer ser daqui a 20 anos? — Isabella perguntou de repente.

– Rico — ele rio — essa vale ?

– Não estou falando nesse sentido, isso todos querem. — revirou os grandes olhos cor de chocolate. — Como você se vê daqui a 20 anos ?

– Famoso. Eu quero ser famoso. Mas não consigo me ver daqui a 20 anos

A garota sentou com as pernar em cima das pernas dele, sentia os dedos dele passeando por cima da meia calça cor de pele que estava rasgada perto das nadegas.

– Eu consigo te ver daqui a 20 anos — ela disse maliciosa — você vai estar indo visitar seus pai com seu conversivel e oculos escuros, ao seu lado sua terceira ou quarta esposa não sei. Você está sobrio e ri enquanto sua terceira ou quarta esposa loira sorri pra você com um milhão de dentes brancos. Vocês estão indo para Miami no seu conversivel passar o feriado — ela diz rindo daquele jeito que fazia Edward querer rir também, pois era muito diferente das risadas que estava acostumado.

– Parece vazio. Não tenho filho né ?

– Não, não teve muito tempo pra isso, afinal de contas tirar fotos de modelos em cima de carros dá muito trabalho. A sua terceira esposa é ex modelo, e você vai olhar para ela e tenta não pensar no fato de vocês dois não terem nada pra conversar.

Isabella parou de repnete, "estou dizendo bobagens, para de dizer bobagens".

– Pelo menos não estou tentando mudar o mundo — disse olhando-a de rabo de olho.

Ela riu, todos ultimamente tem agido assim com essa idéias, como se fosse algo utopico, e talvez fosse mas Isabella não era uma pessoa que desiste tão facilmente.

– Claro, ser famoso é uma otima idéia, posso ser famosa daqui a 20 anos. Mas ainda quero inspirar alguém. — retrucou.

Observou Edward levantar e pegar um cigarro, enquanto estava escorado no parapeito da unica janela de seu minusculo quarto ele parecia meio... bom bonitão. Claro Edward Cullen poderia ser mais que isso. Estava só com uma calça dins e o que vinha antes disso era uma amostra muito boa da vida de alguém que gostava de esportes ao ar livre, não tinha sido capitão em nenhum time do colégio pois só havia entrado lá a dois anos depois de repetir o penultimo ano, mas lembrava de te-lo visto jogando basquete e ficara sabendo que gostava de escalar. O rosto era algo realmente notavel com olhos muito verdes e cabelos em uma coloração confusa que algora no escuro parecia castanho mas tinha certeza que chegava perto do loiro ao sol com um pequeno topete no topo da cabeça que ela achou meio ridiculo, tinha um ar felino com a sombrancelha fina e os labios grossos. Os olhos agora estavam fechados e é claro sabendo que estava sendo observado.

Ele solta a fumaça pelo naris e levanta um pouco mais a cabeça com um meio soriso. Sim Isabella pensou, ele é lindo muito muito lindo. E o que estava fazendo ali com ela? A sim, ela o atacou quando o viu sozinho e estava com a grande coragem que o alcool lhe proporcionava.

Sentiu um gosto estranho na boca. Merda, não estava mais bebada e odiava esse gosto de ressaca.

– Vou ao trono, pode esperar ai ? — perguntou se levantando.

– Ao trono ?

– È, você sabe. — viu ele se jogar na pequena cama.

– Não não faço a minima idéia Bella.

– "Bella", quem é "Bella"?

– Você, quer dizer, você não é a Bella ?

– Não meu nome é Isabella. — sorriu voltando a se sentar ao lado dele.

– Mas vejo seus amigos te chamando de Bella, não sou seu amigo ?

Aquela risada de novo, Edward tentava entender aquilo era como se ela não quisesse mostrar muitos os dentes e ao mesmo tempo que era algo sarcastico era também muito sexy.

– Vai sonhando Ed — se inclinou para beija-lo. — Não vai fugir daqui não né ?

– Não.

Edward ouviu a a porta do quarto bater, estava olhando para janela devia ser umas cinco da manha e ele deveria estar londe dali. Se levantou rapidamente, tinha que ir embora o mais rápido possivel. Estava com Isabella a cinco horas e nada tinha acontecido além dos beijos, era melhor sair agora sem ela ver pois tinha certeza que nunca mais iria se encontrar com a morena de novo. Essa decisão poderia magoa-la ou não, ele não sabia mas se por acaso se encontrassem em alguma reunião daqui alguns anos poderia resultar em algo realmente constrangedor.

Se abeixou olhando debaixo da cama, pegou uma caixinha preta e abriu. Camisinhas e um maço de cigarro, além de um bolo de notas de 50 dolares não muito grande. Poderia até imaginar alguma diversão depois que viu as camisinhas. Pensava que ela era algo como uma puritana.

Ouviu o barulho de uma descarga e empurrou a caixinha pra debaixo da cama com o pé, ainda envolto em uma grande duvida.



Isabella parada em frente ao espelho jogou um pouco de água na cara, parecia tão palida. Limpa os vestigios de colgate no canto da boca e tenta ver que estava começando uma nova era pra ela. Mesmo que sempre tenha sido meio adulta encarar isso tão de frente dava um frio na barriga, um frio bom como quando Edward a beijava. Ela riu balançando a cabeça e tentanto não se deixar levar para um lado romântico. Penteou os cabelos com os dedos e voltou para o quarto com uma decisão.



Edward ainda estava se decidindo quando Isabella apareceu vestida apenas com a beca por cima das roupas íntimas.

– Que bom que você ficou. O que achou ?

– Ficou bom em você.

Viu ela se sentar e contra a luz tirar a beca. Viu sua silhueta pequena e seus movimentos que o aqueceram de tanta sensualidade, viu também ela colococar uma grande camisa preta que deveria ter algum pensamento filosofico estampado que quebrou toda aquela aurea de sensualidade. Ela se expremeu ao lado dele na cama.

– Ed, tudo bem se ficarmos só abraçadinhos ?

– Claro se é o que você quer — embora tenha respondido isso nunca entendeu qual o sentido de dormir abraçado, isso era pra avós e ursos de pelucia. Deveria ir embora, mas ela estava com a cabeça em seu ombro e seria indelicado empurra-la, talvez quando ela dormisse...

– Nem acredito que falei abraçadinho, foi horrivel ...

– Tudo bem, pelo menos não foi aconchegado.

– Ou juntinhos.

– È juntinhos é beeem pior. Vamos prometer nunca ficar juntinhos ? — perguntou e se arrependeu na mesma hora. Ela e Ed juntos era algo inimaginavel.

Observaram em silêncio a chuva que começou cair do lado de fora da janela e Edward se perguntou de novo porque estava ali. Olhou para o rosto dela e tentou se lembrar dela no colégio. Claro, ela era um prodigiu diferente dele, ela era adiantada um anos por isso se formou com 17, ele repetiu um ano e se formou com 19, ela recebeu honras na formatura e lembrou de não conseguir tirar os olhos dela naquele dia. O rosto era claro, como se ela fosse albina o que contrastava com o cabelo quase preto que ia até os ombros, a boca era bem feita e carnuda, o olhos, lembrava que eram grandez mas não se lembrava da cor. Ela era muito bonita e não sabia disso, escondia os olhos por traz de grandes oculos de armação preta. Olhou de novo o belo rosto, se fosse embora agora nunca mais veria aquele rosto, mas tinha certeza que encontraria muitos rostos bonitos ainda pela frente

– Então qual a sua conclusão Ed ? — perguntou com um sorriso ainda com os olhos fechado.

– Sobre o que Bel?

– Eu e você, acha que é amor ?

– Vê se dorme tá.

– Então para de olhar para o meu naris — abriu os olhos, castanhos cor de chocolate — que dia é amanha?

– Você quer dizer hoje?

– Hoje, um dia radiante a nossa frente.

– Sexta, aliais é dia de São Swithin.

– O que isso quer dizer ?

– Uma tradição que se chover hoje chovera pelos proximos quarenta dias, sempre chove no tumulo de São Swithin ele está enterrado perto da catedral de Winchester. — Eward tinha vindo da Inglaterra, Isabella lembrou de repente.

– Como você sabe disso tudo.

– Etudei lá.

– Ed? e se não chover hoje ? O que você vai fazer mais tarde ?

"Diga que vai estar ocupado"

– Nada especial — respondeu.

– Então vamos fazer alguma coisa? Quer dizer nós dois? — perguntou sonolenta.

"Espere ela dormir e saia de fininho"

– Sim tudo bem, vamos fazer alguma coisa — concordou.

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Notas finais
Foi muito bom, realmente muito bom escrever esse capitulo estou muito entusiasmada com isso.
E então gostaram? Comentem isso ajuda e muito!
Até a proxima.
P.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.