Onde Tem Ódio Tem Amor

34 Uma promessa a ser cumprida


Notas iniciais
Hey! Tudo bem com vocês, meus lindos leitores? Espero que sim : ) Então... demorei um pouquinho para postar, né? É, diríamos que ultimamente minha vontade para escrever anda meio baixa. Mas aqui está o novo capítulo :D Então vejo vocês ali em baixo e: Boa leitura! Ah, e o capítulo não está betado novamente. Se encontrarem erros (o que provavelmente vai acontecer) me avisem, ok?

― Ahh, droga. Por que você não me acordou?!

― E eu por acaso sou sua babá? Além do que, você deveria estar ciente de suas responsabilidades e acordar no horário.

O rosado balbuciou algo incompreensível, irritado, enquanto tentava tomar café e abotoar a camisa ao mesmo tempo. Não demorou a perceber que tendo apenas duas mãos essa era uma tarefa realmente difícil.

Logo no primeiro dia de retorno das aulas após todos os infortúnios que atrapalharam o período letivo ele acordara tarde demais, e culpava Lucy por não tê-lo acordado. Claro! Afinal, o que custava ela chamá-lo, já que havia despertado tão mais cedo do que ele?!

Ele definitivamente não podia ter perdido a hora, cedido ao sono e dormido mais do que deveria. Definitivamente não. O diretor Makarov deixara bem claro enquanto voltavam da viagem que não toleraria atrasos após tantos dias sem aula. E o pior: Dissera isso olhando fixamente para Natsu, como se dissesse “Estou de olho em você, moleque”.

― Droga! Droga! Droga! ― Murmurava, tentando limpar a mancha em sua camisa causada por uma gota de café que havia derramado na pressa de fazer tudo a tempo. Lucy apenas ria do desespero do rosado. ― Pare com isso! É uma situação trágica, ok?

― Natsu ― o chamou, ainda rindo. ―, você sabe que seu relógio está adiantado, não sabe?

― E-Está? ― Perguntou Natsu, finalmente parando para respirar e olhar para Lucy com um olhar confuso.

― Está. ― Lucy respondeu, se perguntando como aquele garoto podia ser tão relapso. ― Francamente, o que seria de você sem mim? Não se lembrava nem disso! Eu é que tenho que lembrá-lo, e olha que não sou eu quem dorme naquele quarto todos os dias.

― Eu só estava... nervoso com a volta das aulas, por isso não percebi.

― Sei, claro. ― disse de modo sarcástico.

― Então... quanto tempo eu tenho DE VERDADE? ― Perguntou sem jeito, constrangido por ter se atrapalhado com o horário daquela maneira.

― O suficiente para tomar o café e se arrumar com calma.

― Mas... se temos tempo de sobra, por que você já está pronta para sair de casa?

― Porque eu não sou como certas pessoas que deixam tudo para ser feito em cima da hora e assim podem acabam pensando que estão atrasados.

Lucy lançou um sorriso brincalhão para Natsu antes de ir para o seu quarto, deixando o rosado sozinho ali, ainda tentando decifrar se a pessoa a quem Lucy se referia era ele. Bem, Natsu realmente não era o ser mais inteligente do mundo às vezes. Ou quase sempre

Ruas movimentadas, pessoas andando a passos acelerados para conseguir chegar em tempo ao seus trabalhos, e, no meio de tudo isso, dois jovens empolgados caminhando até um Fairy Tail High School recém reformado. Ok. Uma jovem empolgada. O segundo quase precisava ser empurrado pela calçada para se manter andando.

― Ahh, tudo estava tão perfeito. As reformas não podiam durar por mais algum tempo? ― Reclamou o garoto de cabelos rosados.

― Pare de ser tão preguiçoso, Natsu. ― disse Lucy. ― Ei, isso não te lembra os primeiros dias de aula?

Para a garota, era quase como se aqueles fossem seus primeiros dias. Com o tamanho do seu azar, com os problemas que tivera no começo do ano havia frequentado aquele colégio por pouquíssimos dias.

― Um pouco. É nostálgico. Você me xingava a cada cinco minutos. Agora progredimos para intervalos de dez minutos.

― Isso porque você era um completo idiota. Ainda é, se quer saber. ― Natsu riu. ― O que foi?

― Sabe, Lucy, as pessoas costumam dizer que o ódio anda ao lado do amor. Isso quer dizer claramente que você me A-M-A. Admita. ― O garoto comentou vitorioso, carregando um sorriso irritante no rosto.

― Que besteira!

― Não negue a verdade, loirinha.

― Ah, é? Então se alguém odeia outra pessoa, no fundo a ama? ― o rosado assentiu sem olhar para Lucy. ― Oh, interessante. Então está dizendo que você ama o Loke.

― Ei! ― Exclamou, virando bruscamente o pescoço para fitar Lucy, enquanto ela apenas ria.

― Você mesmo se atrapalhou com suas palavras, Natsu. Não negue.

― Cada caso é diferente, ok? Estou dizendo que no seu caso, essa teoria se encaixa perfeitamente. Você me ama em segredo enquanto diz que me odeia. Caso encerrado.

― Vai sonhando.

― O que? Então está dizendo que não me ama? ― O rosado perguntou, olhando para Lucy.

― É exatamente o que eu estou dizendo. Não amo e isso nunca irá acontecer. Seria azar demais alguém amar um idiota como você.

― Há! ― Natsu exclamou, deixando a garota confusa. ― Acaba de se entregar novamente, senhorita Heartfilia, pois não existe ninguém no mundo mais azarada do que você.

Lucy bufou, desistindo de continuar aquela discussão. Sabia que o rosado não iria desistir nunca, assim como ela também nunca admitiria algo como aquilo, afinal, nem ela mesma tinha clareza de seus sentimentos, nem ela tinha plena certeza sobre o que sentia por aquele garoto irritante de cabelos exóticos. E não havia mentido quando disse que seria muito azar alguém se apaixonar por ele. Porém Natsu também tinha razão: Lucy era a garota mais azarada do mundo, o que tornava muito possível que aquilo acontecesse consigo. E, sinceramente, ela temia que realmente acontecesse.

O silêncio se estabeleceu por alguns passos. Já estavam próximos ao colégio ― que após a reforma havia se tornado ainda maior e mais bonito ― quando Natsu tornou a falar.

― Lucy, conheço uma música que combina perfeitamente com você.

― Que música? ― A garota perguntou.

― “And if you ask me if I love him… I’d lie”, “E se você me perguntar se eu o amo... eu mentiria”, exatamente como você, Lucy. ― Disse o rosado rindo.

― Ah, cala a boca, Natsu.

Bem, aquela era realmente outra verdade, afinal. Pois mesmo se a perguntassem se ela o amava, e ela tivesse certeza disso, mentiria. Não queria e não se apaixonaria por Natsu. Era uma meta pessoal. Era uma pena já a estar descumprindo tão facilmente...

Mais alguns passos e estavam em frente à portaria lotada de alunos esperando para entrar no prédio, onde Gray, Erza e Levy também os aguardavam. Não fazia muito tempo que os três haviam chego, mas o moreno, nem um pouco paciente, já reclamava da demora de Natsu e Lucy, dizendo que o tempo que estavam perdendo ali os esperando podia estar sendo melhor gasto na cantina do colégio.

Assim que os outros dois se juntaram ao grupo o sinal bateu, indicando o início do dia letivo. Mal tiveram tempo de se cumprimentarem, apesar de isso não ser tão necessário. Não faziam nem vinte e quatro horas desde a última vez que se viram.

Durante a aula, para alívio total de Lucy, certo garoto de cabelos rosados não a incomodara. Natsu estava preocupado e ocupado demais tentando acompanhar o conteúdo ― que de forma alguma entrava em sua cabeça, mesmo que aquele ainda fosse o primeiro dia de aula após as “férias fora de período” ―. Os professores não estavam pegando leve. Após todo o tempo perdido isso não podia ser feito. Tinham que correr em ritmo aceleradíssimo para colocar o conteúdo de três meses em dia. Para os alunos, aquele tempo sem aula podia ter sido muito bom, mas já estavam se arrependendo de tê-lo tido após a volta ao colégio.

Para alunos como Lucy, Levy, Erza, Jellal e Loke, aquilo não fazia diferença alguma. Os alunos mais inteligentes dentre os melhores. Já haviam previsto o que aconteceria assim que a reforma acabasse e não perderam tempo durante o recesso, todos os dias lendo e estudando sobre conteúdos que para os outros seriam novidade, jogados sem piedade sobre a mente dos alunos. Já para Natsu, Gray e Gajeel, a situação estava realmente feia. O rosado receava, logo no primeiro dia, não conseguir de forma alguma colocar aquelas coisas em seu cérebro. Teria que arranjar um jeito, ou definitivamente não conseguiria.

Ao final da terceira aula, o pequeno e velho senhor Makarov, conhecido como o pervertido e “divertido” diretor da Fairy Tail High School, bateu na porta da sala, desejando falar com os alunos do 5ºB. Após a professora de história autorizar, entrou e subiu em uma das cadeiras, possibilitando a todos os alunos enxergarem-no.

― Humhum ― Pigarreou para chamar a atenção dos jovens. ― Sejam bem-vindos de volta. Finalmente voltamos a nossa rotina normal. Porém, como já devem ter notado não foi somente o prédio que recebeu mudanças após o infortuno que nos atingiu há três meses. Perdemos um precioso tempo, que não poderia ter sido perdido, e faremos o máximo para recuperá-lo. Para isso, a primeira medida será estender as aulas para período integral. Exato, passarão a manhã e a tarde aqui. ― como já esperado pelo diretor, após visitar a maior parte das salas do colégio, um tumulto de alunos reclamando se formou. ― Silêncio! Foi uma decisão unânime tomada pelo corpo docente, não há nada que possam fazer.

Após seu breve pronunciamento, o diretor se retirou da sala, recomeçando as reclamações por parte dos alunos, que logo se calaram após o pedido da professora.

***

― Qual é, Lucy! Você precisa me ajudar!

― O que eu ganho te ajudando?

― Minha eterna gratidão?

― Me parece que esse é um pagamento de valor muito, muito baixo. Totalmente insuficiente.

Após cinco longas aulas, finalmente haviam parado para o intervalo para o almoço. Trinta minutos. Um tempo tão curto, porém tão desejado pelos alunos. Horário também em que Natsu decidira colocar seu plano para não acabar repetindo o último ano naquele colégio em prática: Lucy. Apesar de que aquilo não estava correndo tão bem quanto havia planejado.

― Ter minha gratidão não é pouca coisa, ok? E você me deve alguns favores.

― Esquece, Natsu. Eu não vou te ajudar a estudar.

― Por que não?

― Porque é mais fácil ensinar álgebra a um cachorro do que a você!

― Agora me ofendeu, Lucy. ― fingiu o rosado. ― Assim como você, eu também estudo no melhor colégio do Japão, ok? Sou inteligente.

― Você estuda aqui porque é bom em esportes.

― E porque sou inteligente. Eu não teria conseguido chegar ao quinto ano se não fosse. Teria saído logo no primeiro. Só que agora os professores resolveram pegar ainda mais pesado, e você, como a pessoa mais inteligente que eu conheço, poderia me ajudar a conseguir acompanhar. O que eu tenho que fazer para você me ajudar, hein?

― Implore. ― A loira respondeu sorrindo, com os braços cruzados.

Natsu suspirou. Ele realmente precisava de ajuda. Uniu as mãos e as colocou em frente ao rosto

― Ok. Por favor, Lucy, me ajude. Eu imploro.

― De joelhos. ― Lucy disse, ainda sorrindo.

― Tá falando sério?

― Pareço estar brincando?

O rosado suspirou novamente, se ajoelhando no meio do refeitório. Humilhante, mas necessário.

― Por favor, Lucy! Me ajude!

Acompanhada por alguns dos estudantes ali presentes, a loira começou a rir. Não achava que ele fosse mesmo ter coragem de fazer aquilo.

― Pode se levantar, Natsu. Eu ia te ajudar de qualquer maneira, mas tenho que admitir, você implorando foi hilário.

― Isso foi cruel, Lucy. ― Natsu disse enquanto se levantava. ― Vai me ajudar mesmo?

― Vou. Você tem razão, te devo alguns favores. Só queria ver até onde ia para conseguir minha ajuda. Agora vamos almoçar, eu estou com fome.

Natsu novamente suspirou. Teria sido tão mais simples se ela tivesse apenas dito sim. E muito menos vergonhoso, com certeza. Pagaram por seus almoços na cantina e se juntarem a Erza, Jellal, Gray, Juvia, Levy e Gajeel em uma das mesas.

Tudo estava muito calmo, até que próximo da mesa onde estavam um garoto do primeiro ano esbarrou em um dos membros do time de Rugbi, aluno do quinto ano. Péssima coisa para o mais jovem, que estava prestes a entrar em uma briga com alguns dos alunos mais fortes do colégio.

O grupo até então apenas observava a confusão que estava prestes a se formar ali.

― Ei, Natsu, vá ajudá-lo. ― Disse Lucy para o rosado assim que percebeu que aquilo definitivamente não acabaria bem para o novato, mesmo após ele ter se desculpado.

― E por que eu deveria ir lá? ― Natsu questionou.

― Porque aqueles caras são uns ignorantes, e porque se não for não te ajudarei a estudar.

― Isso é jogo baixo, sabia? Decida-se logo se vai me ajudar ou não! E foi o novato que procurou por confusão. Ele deveria saber que deve respeitar os veteranos.

― Ele já se desculpou! O que mais deveria fazer? Anda, vá ajudá-lo, Natsu!

O rosado bufou, se levantando.

― Ahh, tá, eu vou.

Bem em tempo. Natsu conseguira chegar a tempo de segurar a mão de um dos membros do time no ar, evitando que o garoto do primeiro ano levasse um soco.

― Sai da frente, Dragneel. ― Disse o rapaz loiro, livrando sua mão.

― Ele já pediu desculpas, cara. Deixe-o em paz.

― Sai. Da. Frente. ― Disse pausadamente.

― E se eu não sair?

Não demorou até que o rosado recebesse a resposta daquela pergunta. Levara o soco no lugar do novato. E com toda certeza não deixaria aquilo barato. E daí que aquele cara era do mesmo time que ele? Estava cansado de saber o quão idiota ele era e há muito tempo segurava a vontade de descontar o que sentia nele. Aquela com certeza não deixaria passar. Desferiu um soco em seu rosto e outro no estômago, dando-lhe também logo em seguida uma joelhada. Rápido demais para que o outro pudesse se defender.

― Vão deixar o garoto em paz ou não? ― Natsu disse. Os membros do time rapidamente saíram dali, sem quererem ser os próximos. Natsu era conhecido por lutar bem, perceberam logo que o melhor a fazer era não desafiá-lo, após o que acabara de acontecer a seu amigo.

― O-Obrigado. ― Agradeceu sem jeito o garoto do primeiro ano. Não era muito alto, devia ter por volta dos quinze anos; magro, cabelos curtos e óculos. O rosado se sentou novamente no banco, nada satisfeito. Aquele soco lhe renderia um belo olho roxo.

― Agradeça a Lucy, não a mim.

O novato ficou por alguns segundos observando Lucy, enquanto a loira sorria para ele, antes de sair apressadamente, parecendo um tanto envergonhado.

― Graças a você, ganhei um soco, sendo que eu nem fazia parte daquela confusão. ― disse Natsu a Lucy, tentando fingir um tom de irritação.

― Obrigada! ― A loira disse, apoiando as mãos no ombro do garoto e lhe dando um beijo na bochecha. Ele merecia.

― Pelo jeito que aquele garoto ficou te olhando, parece que você ganhou um admirador, Lucy-san. ― Juvia comentou, fazendo Lucy corar.

― Ah, eu não faria isso se fosse ele, tentar algo com essa loirinha aqui. ― começou Natsu. ― Porque se tentar será ele quem vai ganhar um soco da próxima vez.

― Parece que tem alguém com ciúmes aqui. ― Gray provocou.

― Por que vocês dois não assumem logo esse romance, hein? ― Levy comentou.

― Como assumir algo que não existe, Levy? ― Disse Lucy.

― Ei! Eu estava só brincando. Vocês não tem senso de humor, não? Não sabem nem interpretar uma brincadeira.

― Sei, brincadeira. ― Erza se juntou à conversa.

Lucy se levantou.

― Temos ainda dez minutos livres, então acho que vou dar uma volta. Até mais tarde, pessoal.

― Eu vou junto. ― O rosado prontamente se ofereceu para acompanhá-la.

― E lá vai o cachorrinho com o rabo abanando atrás de sua dona... ― Gray provocou o rosado novamente, recebendo de volta apenas um olhar irritado de Natsu.

***

― Eu não me lembro de ter pedido sua companhia.

A loira se sentou ao pé de uma árvore na sombra, com Natsu ao seu lado. Ali era um bom lugar para relaxar, longe do barulho dos alunos e com uma boa vista. Ou seria um bom lugar, se ela não tivesse a companhia do garoto irritante pelo qual talvez estivesse apaixonada.

― Eu tenho livre arbítrio. Se quero vir junto eu venho.

Lucy não debateu, apenas ficou observando o lugar, a floresta que havia ali perto do colégio; as flores que começavam a desabrochar; as nuvens naquele belo dia, espalhadas pelo céu de uma maneira quase perfeita, em equilíbrio com a imensidão azul e sem bloquear os raios solares.

Passaram um bom tempo em silêncio, o que definitivamente era estranho considerando que Natsu estava ali.

― O que aconteceu? ― A loira perguntou repentinamente.

― Por que algo deveria ter acontecido? ― Natsu rebateu.

― Porque você está muito calado.

Passou-se alguns segundos até que o rosado tornasse a falar.

― É só que...

― Que... ?

― Nesse sábado é aniversário de óbito deles, sabe?

― Dos seus pais? ― Natsu assentiu. ― Ei, se de lembra quando fomos a Nagoya e você me disse que nunca havia visitado o túmulo dos seus pais, depois me prometeu que iria visitá-los quando voltássemos?

― Sim, eu me lembro. O que tem isso?

― Vamos visitá-los juntos nesse sábado.

― Eu não tenho certeza se essa é uma boa ideia, Lucy.

― É claro que é. Além do mais, você prometeu.

Mesmo contra sua vontade, o rosado assentiu. Não sabia exatamente o que esperar daquilo. Estava sentindo-se ansioso. Talvez com medo. Medo de encarar aquele fato do seu passado. Medo de não ser forte o suficiente para isso.

Nenhum ser humano está ileso ao medo, porém nem todos tem a coragem de enfrentá-lo. E era isso que ele temia. Temia não ter coragem suficiente para enfrentar os seus medos.

Notas finais
Primeira pergunta: Alguém se assustou com o título? Pensou que se tratava do capítulo em que a garota da promessa do Natsu apareceria? Eu acabei pensando nisso quando pensei no título, rs. Não foi intencional, juro o/ É que não consegui pensar em um título melhor. Agora um pequeno aviso aos meus leitores de outras fanfics: Provavelmente elas entrarão em hiatus e eu continuarei postando apenas em OTOTA. Acho que essa é uma melhor decisão do que demorar vários meses para postar um capítulo. Quando OTOTA acabar eu continuo as outras fics. Escolhi OTOTA para ser minha única fic em andamento temporariamente por ter muito mais leitores aqui. 221, mais precisamente. Terceiro: Pessoal, eu imploro assim como o Natsu: Comentem! Vocês não tem ideia (ou tem, não sei) do quão decepcionante é escrever para 221 pessoas e apenas aproximadamente pouco mais de 30 leitores não são fantasmas. É horrível. Faz você se perguntar se 1- ou o que você escreve é tão ruim assim que quase ninguém se dá ao trabalho de deixar uma palavra sobre o que achou, um "gostei" ou "não gostei", ou 2- A estória é tão ruim que 190 pessoas pararam de ler. Não sei qual das duas é pior, mas prefiro pensar que a segunda é a verdadeira. Então, por favor, eu realmente imploro de joelhos, digam o que acharam, não importa o tamanho do review, só me digam, ok? É isso, qualquer dúvida ou qualquer coisa que quiserem perguntar, dizer, etc: Twitter: https://twitter.com/Raquel_Moriconi Ask: http://ask.fm/GreenTop Facebook apenas por MP :)