Once upon one pirate and one princess
3 So, you've heard about me?
Notas iniciais
POV EMMA
Já estou neste lugar a um tempinho e estou com muita fome e sede, será que se eu gritar alguém vem aqui? Não custa tentar né?
POV KILLIAN
Estou de boa no mastro do navio e escuto uns gritos, só pode ser da bendita princesa, o que será que ela quer? Desço até o quartinho onde fica o porão e abro a porta. Uau! Que olhos lindos que ela tem.
— Olá, não sei quem é você, mas eu ordeno que me solte — arrogante ela né? Também achei.
— Olá — fiz um sorrisinho sínico -você não me ordena de nada não, o sua mimada.
— Não precisa ser grosso. Então,
Aposto que você que me raptou, não é?
— Sim.
— Quanto você vai pedir de resgate?
— Ainda não decidi. Mas vai ser uma boa quantia, sei que sua família é rica e pode pagar, e VÃO pagar se gostarem um pouquinho só de você.
— Hum, eu estou com fome e com sede — fez uma cara séria e como se eu fosse seu inimigo.
— Vou mandar trazerem algo para você, Vossa Alteza. — ironizei.
— EI — ela me gritou e eu virei — posso pelo menos saber quem é o bandido que me sequestrou?
— Bandido? Não sou bandido, amor. Sou um pirata, é diferente. Sou o capitão Gancho.
— Capitão gancho — ela fez uma cara de assustada — ah ta — engoliu em seco.
— Então já ouviu falar de mim né? Vou providenciar seu alimento, senhora. E sem mais perguntinhas sobre mim ou sobre qualquer outra coisa, isso foi tudo que precisa saber.
Sai dali e pedi para o cozinheiro do navio fazer qualquer coisa pra ela e depois pedi para que Smee levasse para ela. Quanto menos eu ir lá falar com ela, melhor.
POV EMMA
Depois de um tempinho gritando, escutei alguém entrar no quartinho onde eu estava e então parei. Abriram a "porta" ou sei lá o que aquilo é e me deparei com o par de olhos mais bonitos que já vi em toda a minha vida, aliás com o homem mais bonito que já vi em toda a minha vida.
— Olá, não sei quem é você, mas eu ordeno que me solte — tentei ser o mais arrogante possível.
— Olá — ele fez um sorrisinho sínico — você não me ordena de nada não, o sua mimada.
— Não precisa ser grosso. Então,
Aposto que você que me raptou, não é?
— Sim.
— Quanto você vai pedir de resgate?
— Ainda não decidi. Mas vai ser uma boa quantia, sei que sua família é rica e pode pagar, e VÃO pagar se gostarem um pouquinho só de você. — é claro que vão pagar, meus pais me amam.
— Hum, eu estou com fome e com sede — fiz uma cara séria, afinal ele me raptou e me tirou do meu castelo.
— Vou mandar trazerem algo para você, Vossa Alteza. — senti uma ironia aí, que imbecil.
— EI — eu gritei e então ele virou de volta para a minha direção — posso pelo menos saber quem é o bandido que me sequestrou?
— Bandido? Não sou bandido, amor. Sou um pirata, é diferente. — Pitaras e bandidos são a mesma coisa queridinho — Sou o capitão Gancho.
— Capitão gancho — tá, agora estou assustada! Capitão gancho é o pirata mais temido de todos. — ah ta — engoli em seco. Era só o que me faltava. Além dos meus pais arranjarem um casamento para mim contra a minha vontade, ainda sou raptada pelo o pirata mais temido dos sete mares.
— Então já ouviu falar de mim né? Vou providenciar seu alimento, senhora. — senhora??? Quantos anos ele acha que tenho? — E sem mais perguntinhas sobre mim ou sobre qualquer outra coisa, isso foi tudo que precisa saber. — GROSSO!
Esse cara aí é um idiota e arrogante. O famoso bonitinho mas ordinário. O que me resta agora é dormir né?
—quebra de tempo_
— Moça? Moçaa, você tá bem? — escuto uma voz e abro os meus olhos, é um cara baixinho, gordinho, com uma pequena barba e uma touca vermelha — sou Smee, um marujo aqui da Jolly Roger, que é o navio onde você está — ah, claro, estou num navio. Como não adivinhei antes? — trouxe a sua comida e uma limonada, que o senhor mandou que preparassem para a senhorita — até que eu gostei dele — aqui está — ele me entregou uma bandeja com uma gororoba e um copo meio sujo com o que deveria ser uma limonada, como o próprio Smee disse — com licença. — ele fechou a portinha novamente e saiu.
Sério que vou ter que comer isso? Eu posso passar mal com essa comida. Eu reclamo de ser uma princesa, mas já estou com saudades das mordomias, vou confessar.
—quebra de tempo_
Comi tudo, por pura necessidade, pois estava horrível. Aposto que ele mandou fazer uma comida assim para mim de propósito. Esse homem parece ser um mulherengo e um imprestável!
Pena que é tão lindo... Foco, Emma!
Estou me sentindo mal, este lugar é frio, sujo e muito desconfortável, acho que estou com febre.
POV KILLIAN
Já estamos no reino de Andalasya, ainda bem! Agora vou lá ver se a mimadinha está bem, não que eu me preocupe com ela, mas é que ela precisa estar perfeita e inteira quando eu a entregar para sua família. Entro no quartinho, abro a porta e ela me olha com um olhar muito frio, ela está pálida e não parece estar nada bem.
— Você está bem, mimada?
— O que pa-parece?
— Não precisa ser irônica, você não pode ficar doente, se você morrer todo o meu trabalho vai ser em vão. Vem, vou te levar para um lugar mais confortável. — a peguei no meu colo e a levei para a minha cabine.
A deitei na minha cama e ela me olhou intrigada.
— O que foi? — perguntei sem entender esse olhar.
— Por quê me trouxe para cá?
— Porquê está doente, e precisa melhorar, já disse!
— Hum — ela pareceu meio chateada.
— Por quê? Queria que fosse por um outro motivo? — a olhei com o meu olhar cheio de 2ºs e 3ºs intenções.
— Credo! Prefiro morrer naquele porão frio e imundo. Eu estou um pouco enjoada, queria tomar um ar livre.
— Como quiser, você me ordena né, amor?
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