Notas iniciais
Hey 0/ 1/3 Acho que hoje não tenho muito o que falar nas notas iniciais. Então... Boa leitura e espero que gostem. ^_^

E de súbito seus mirantes azuis abriram, com a respiração ofegante; Emma Swan fixava seus olhos vidrados no teto branco neve do seu quarto. Vestia apenas um simples traje de dormir, as brechas entre as cortinas da janela, levavam a luz que se expandia pelo cômodo.

Ergueu seu tronco e coçou suas pálpebras, sentando-se em seguida na beirada da cama. O relógio em cima da cômoda marcava exatamente oito horas e quinze minutos. Levantou-se de vez e caminhou até o banheiro, abriu a porta e deu de cara com si mesma no reflexo do espelho. Levou a concha das mãos a sua face, tocando em cada parte, as têmporas, as maças do rosto, o maxilar, tudo. Alguma coisa estava diferente, se sentia diferente.

– Era sua aparência que estava mais jovial? Ou ela mesmo que sentia mais nova? – Pensou. Não sabia ao certo, só sabia que seu estomago roncava alto, sua fome era de alguém que não comia há dias. Alguma coisa havia despertado aquilo dela, no entanto ela não se importou muito. Apressou-se na higiene matinal, e vestiu uma regata branca e um jeans, como de costume.

Calçou suas botas e desceu as escadas apressada ao sentir um tempero invadir seu olfato, um tempero diferenciado, eram as panquecas recém saídas do forno. Sua mãe havia preparado, e junto com ela já estavam em volta á mesa, Charming e Neal.

Emma parou no último degrau por uns segundos e permaneceu estática. Era algo simples se parasse pra pensar, eram apenas seus pais ali presentes. Mas ela não sabia o que ocorreu, que a fez ter vontade de correr e abraçar-los como se não se vissem há tempos.

_Bom dia querida. – Disse Snow, franziu o cenho com aquele ato de momentâneo, Emma não era do tipo afetuosa, sabiam que ela tinha sentimentos por eles, afinal eram seus pais. Mas ela não era do tipo que demonstrava. David reagiu do mesmo modo, mas não deu muita importância, beijou seu rosto e a convidou para se juntar. Emma sorriu sem jeito por um ato que nem mesmo ela esperava, porém após depositar um beijo em Neal ela se sentou.

**

Após o café da manhã, Swan pegou sua jaqueta vermelha e entrou na viatura junto com David. Descansou seus cotovelos sob o vidro da janela e observou cada canto da cidade por onde o carro era guiado. Ao realizar o contorno de uma rua, outra coisa estava diferente e foi justamente isso que a fez despertar de seus pensamentos. O navio que costumava ficar atracado as margens do porto de Storybrooke não estava mais lá.

_Killian. – murmurou. David virou em sua direção, não entendendo muito que dizia. _Hook. – tornou a falar. O homem franziu a testa e foi ai que ela apontou para as águas vazias. Rapidamente, freou o carro e se dirigiram até lá.

_Talvez ele tenha dado um fim ou o navio possa estar sob algum feitiço de proteção e por isso não o vemos. – David tentava animar-la. Tocou delicadamente em seu ombro. _Não sabemos.

_Ou talvez ele tenha ido embora. – Rebateu. Só não entendia o porquê, o porquê de ele ter partido, o quê ela havia feito pra ocasionar isto e acima de tudo o porquê de não saber o que sentir.

David se despediu da filha e seguiu rumo à delegacia enquanto Emma foi à procura de Belle. Talvez ela pudesse ajudar-la. Atravessou o Granny’s e seguiu rumo a loja de Gold, este que cruzou com ela no meio do caminho.

_Sr. Gold.

_Mrs Swan.

Gold atravessou a rua e entrou no Granny’s, pediu algo e acomodou-se em uma das mesas do estabelecimento. Granny logo apareceu para trazer o seu pedido, o homem estranhou pelo fato que Ruby era quem desempenhava essa função. Mas este dia ela não tinha vindo trabalhar. Estranho, assim como esse dia, parecia cada vez mais monótono e ligeiramente sem vida.

_A vida continua. – ela abordou, Gold levantou a cabeça e o semblante de dúvida logo estampara seu rosto.

_Como é?

_Sua vida amorosa não anda nada bem, mas a vida continua. – ela tornou a falar. Desde quando eram amigos? – pensou.

_Não. – ele rebateu descrente. _Até você já está sabendo?

_Ouvi dizer. – respondeu. Gold levou a xícara de café aos lábios, observando atentamente tudo que dizia. _As coisas correm aqui dentro dessa cidade, se não percebeu.

_Seria muito rude de minha parte falar ‘’não é da sua conta’’? – ele retrucou sarcástico. Granny revirou os olhos por cima da lente e soltou um rápido ‘’sim, seria’’. Quando ia dar as costas e sair, ele a segurou. _Ei, Espere... – ela bufou e virou-se. _Está servindo café em xícaras lascadas agora?

_A Ruby é meio desastrada... Aquela garota nunca olha antes de pular. Mas vou falar com ela. – explicou-se, sem dar muito importância. _Algo mais em que posso te ajudar? – Gold ponderou e antes que ela pudesse de virar, ele soltou com o ar.

_Acha que ela vai me perdoar algum dia? – indagou sem ânimo.

_Se você não se acomodar ou desistir. – respondeu, ele arqueou uma sobrancelha e Granny soltou um suspiro impaciente. _O que eu estou dizendo é que, tente consertar as coisas. Saia dessa! – Disse por fim, antes de se dirigir até outra mesa com a porção de fritas, porém algo a fez parar no meio no caminho. Zelena que até então era a dona do pedido, murmurou a dor e tendo em vista seu grande volume abdominal; logo captaram o que estava ocorrendo.

**

_Belle? – chamou Emma, adentrando no estabelecimento. _Belle? – como não obteve resposta, decidiu invadir. Belle que até então se encontrava aos fundos da loja, não ouviu nenhum som de lá. Por isso assim que surgiu no cômodo avistou a loira pálida invadir de momentâneo, com o susto recuou alguns passos e soltou um grito abafado.

_Emma. – a contemplou, buscando o ar que lhe faltava.

_Você também não fica nenhuma miss pela manhã. – fingiu um tom indignado. _Principalmente, com esse visual... – franziu o cenho. _Qual é a do boné? – perguntou sorrindo de canto.

_Ah eu encontrei ali... Perdido entre os utensílios. – respondeu retirando o objeto, alguma coisa naquela peça lhe era familiar, contudo deu de ombros. _A que devo a visita? – Emma ponderou alguns instantes, ainda meio insegura pra falar, até que soltou com o ar;

_É o Killian... Eu não consigo achar-lo. – Belle também não entendia o sumiço repentino do pirata, mas ela iria ajudar, ao menos tentaria fazer Emma se sentir melhor.

_Não se preocupe. – Pronunciou. _Deve ter alguma coisa por aqui que possa te ajudar. – vasculhou alguns livros, dentro outros objetos na loja. Emma apenas assentiu, a observando em silêncio. _Hm... – murmurou algumas coisas que Swan não conseguia entender. _Aqui está.

_Conseguiu algo? – perguntou de forma abrupta.

_Mais ou menos...

_O que isso quer dizer?

_Eu achei um modo de encontrar-lo só não tenho o ‘’fator x’’ da questão... – Sua expressão mudou depois de seu comentário, seu semblante logo estampara a dúvida. _Você precisa de algo do Killian, depois é só jogar pó de fada sobre e então terá sua resposta. Sabe quem tem...?

_Regina. – as duas disseram em uníssono. Emma hesitou por breves segundos, mas era o jeito, então agradeceu a Belle e quando ia saindo topou novamente com Gold.

_Mrs Swan.

_Sr. Gold. – Ele adentrou e fitou Belle, que continuou folheando os livros sem dar muita atenção.

_É incrível como não percebemos a passagem do tempo... – Enunciou arrancando olhares curiosos para si. _Parece que foi ontem que Regina deixou Robin na linha da cidade com Marian e ele voltou com Zelena grávida. – deu um leve curvar de lábios ao se recordar. _E imagine só... Ela está tendo o bebê agora.

_Como você sabe disto? – indagou Belle.

_Quem você acha que a levou pro hospital? – devolveu o tom surpreso.

_Quem diria. – murmurou tentando soar indiferente. _As pessoas podem mudar?

_Sinceramente? Não sei. Mas sei que se pudesse voltar no tempo, eu teria sido o homem que você mereceu desde o inicio. – Aproximou-se mais de Belle que não hesitou em se afastar.

_Nunca é tarde.

**

Ruby estava saindo do hospital quando um vento frio balançou seus cabelos, abraçou seus ombros e continuar a seguir para o Granny’s. Havia acordado indisposta, passou no hospital e deduziu que era apenas uma queda de pressão. Ela andava pelos batentes de cimento tranquilamente, e assim que seus pés atravessaram a saída no hospital, encontrou Dr. Whale abordando uma paciente, ele a trazia as pressas.

_Onde está o pai dessa criança? – dizia pelos corredores, ela não podia ficar sozinha naquele estado.

_É o Robin Hood. – Respondeu Ruby. _Ele deve está na floresta caçando. Posso ir lá chamar-lo.

_Não! – Protestou o médico impaciente. _Fique aqui com ela. Eu mandarei algum dos anões.

_Eu mal a conheço. – Rebateu nervosa. _Ela pode fazer um gesto com a mão e trazer-lo pra cá. – sugeriu, trincando os dentes.

_É, mas eu acho que ela não fará isso. – Retrucou Whale com cara de poucos amigos. _Além do mais, conhecerá agora.

_Ok. – Ruby concordou e agachou ao lado da maca, segurando em seguida sua mão.

_Está doendo. – Zelena resmungou, apertou tão forte sua mão que parecia que seus ossos iam se quebrar a qualquer momento.

_Ah, não me diga. – disse Ruby. Uma lágrima silenciosa já escorria por seu rosto. O médico então começou a fazer o parto.

_RUBY! Estou sendo rasgada ao meio. – berrou. _ESTOU MORRENDO, MORRI HOJE DE MANHÃ E VOU MORRER AGORA.

_Ninguém vai morrer hoje, ok? – Proferiu com o tom calmo. _Vamos meditar. Vamos lá, inspire e solte. – Ruby ensinava a controlar sua respiração, na esperança que ela não soltasse mais. – Ai minhas patinhas de lobo. – sussurrou para si.

_JÁ DEU, NÃO QUERO MAIS. FAÇA PARAR. – esperneou pelos compartimentos do hospital. _Eu prefiro lutar com monstros a passar por isso. – resmungou entre os dentes.

_O que está prestes a fazer é muito corajoso, mais corajoso que lutar com qualquer monstro. – Disse Ruby.

_Ok. – Respirou fundo e na ênfase do momento, Robin já a aguardava na porta ao lado de Roland, ele a fitava bobo e também inerte.

_Parabéns, é uma garotinha. – Enunciou Dr. Whale entregando o bebê. _Ela tem um nome? – Zelena segurou a levando até bem próximo de seu resto, olhou para a garota e depois para um jarro de flor de lis que repousava em cima da cômoda de marfim.

_Lis. – sussurrou ao deduzir._A flor de Lis tem associação com a rosa dos ventos e que assim como ela, veio para dar um sentindo a minha vida. – Beijou sua testa e então sorriu e disse:_Oi Lizzie.

**

O vento soprou alto em seus cabelos, os fios loiros por um momento taparam sua visão, mas assim que a brisa soprou ao contrário, trouxe a vista quem tanto procurava. Regina saia de sua mansão e tinha um jornal em mãos. Emma pôde perceber que pelo horário Henry já havia ido pra escola. E mais uma vez a vontade de correr até lá já era maior que tudo. Se pegou questionando novamente seus propósitos, mas logo recuperou sua postura, balançou a cabeça, se livrando dos seus pensamentos e a observou vindo em sua direção.

_Hey. – enunciou meio sem jeito, coçando a nuca. – Porque constatava um frio na barriga, e suas pernas estavam bambas? Era só a Regina. – supôs.

_Hey! — diferente dela, exprimiu firme.

_Devo continuar a andar em sua direção? – Perguntou. Regina pensou um pouco, parou de caminhar e franziu o cenho, a encarando com uma expressão de dúvida.

_Sim... – respondeu de mediato. _Quer dizer não... – corrigiu, atrapalhando-se em seguida._Eu posso parar e você pode andar...

_Ou podemos nos encontrar no meio. – Sugeriu.

_Bem... Ok. – Regina sorriu, não entendendo bem seu gesto. Emma estava transferindo sua confusão pra ela, sorriu de volta e continuaram indo em frente.

_Pode me dizer que dia é hoje? – perguntou Emma assim que se encontraram.

_Como? – Regina encarava os olhos claros que observavam cada movimento seu, sua mente já nem raciocinava mais.

_Você está com um jornal na mão senhora prefeita. – Indicou o papel, e arqueou suas sobrancelhas.

_Ah sim... – recompôs sua postura e falou firme: _08 de setembro de 2015.

_Você devia sorrir mais. – A loira abordou, continuando sua análise. _Quer dizer, é um belo sorriso.

_O quê?

_Eu também gostei da sua camisa, ela realça o brilho dos seus olhos. – Respondeu, trincou os dentes e Mills pôde perceber que ela escondia algo.

_O que você quer Senhorita Swan?

_Quero que me ajude a encontrar uma pessoa...

_Seja mais especifica.

_o Killian.

_Porque eu faria isso? – Algo naquela confissão a incomodava, cruzou os braços, e arqueou uma das sobrancelhas, relutando em ceder.

_Porque somos amigas? – Sugeriu Emma, aumentando o sorriso em seu rosto. Mills sentiu uma agitação de borboletas em seu estomago, mal podia respirar, quem dera responder. Ponderou por algum tempo até que bufou e soltou um longo suspiro a guiando até sua cripta, o que Swan entendera como um sim.

_Está pronta? – Emma apenas assentiu. Regina pegou com desdém uma das jaquetas de couro que Emma fez aparecer, contou que Killian havia esquecido uma delas em seu quarto. O que fez Regina ter se arrependido de ter perguntado como aquela peça era a única lembrança dele. Tratou logo de jogar o pó de fada e assistiu o feitiço se expandir. Uma imagem refletiu em um dos espelhos daquele mausoléu.

_Ele não está aqui. – deduziu Mills, observando atentamente o lugar. _Está...

_Na terra do nunca. – Completou Emma. _O que ele foi fazer lá? – Demandou a pergunta com receio do que pudesse ver, e ali estava ele, dormindo tranquilamente e ao seu lado outra mulher loira. _Quem é ela?

_Tinker. – Respondeu Regina. _Eles parecem que estão...

_Juntos. – Emma balançou a cabeça e então fez um gesto com a mão pondo fim naquilo. Virou-se e ficou encarando as paredes enquanto ainda processava atônica a que aconteceu.

_Sinto muito. – Disse Regina quebrando o silêncio que se alojou.

_Não sinta. – Rebateu. _Preciso de uma bebida. Você vem? Se não quiser beber tudo bem... – Regina nada disse apenas a ouvia tagarelar pelas pilastras em volta, estranhando sua reação._No caminho podemos até passar no hospital. Ouvir dizer que Zelena teve o bebê e...

_É mesmo? – ela interrompeu, voltando com seu tom autoritário. _Não me importa.

_Não quer mesmo vê-la? – Perguntou descrente. _Ela é sua irmã.

_O que quer de mim Swan?

_Que pare de fingir que não se importa com nada.

_É o que acha? – Regina deu um passo à frente, enrijecendo seu tom de palavras. Aproximou-se tanto que conseguiu sentir sua respiração mudar. Contudo Emma também não deixou se intimidar.

_É o que sei. – Rebateu convicta.

_Não sabe de nada.

_Eu me lembro Regina... Quando Robin atravessou a linha da cidade, quando formos à Nova York, você era como eu, e agora depois que ele e a Zelena voltaram, não permite que ninguém se aproxime de você.

_Se aproximar não é? – indagou; um sorriso extremamente sarcástico e insano já pairava em sua face. _Você entende disto. Acabou de perder um namorado e não derramou uma lágrima. O seu ‘’amor verdadeiro’’ – pronunciou as palavras com um tom debochado. _Se foi e tudo que faz é se comportar como uma qualquer querendo álcool.

_Quer saber? – Emma semicerrou os olhos e cerrou seus punhos, já tinha o bastante. _Foda-se! Você não entende. – Uma veia saltava na testa de Mills, ela podia sentir seu sangue ferver assim como também sentia uma sensação de Déjà vu preencher sua mente, então ela automaticamente cuspiu as palavras.

_NÃO! Você que não entende. – Berrou. Então essa foi a deixa pra Emma desaparecer em uma fumaça, a deixando sozinha com seus pensamentos. Ela não entendia porque a ida de Swan havia causado um angustia torturante em seu peito, afinal não se importava desde então. A Regina que ficou não era apenas raiva, deslizou pelas aquelas paredes subterrâneas e se sentiu livre para expressar suas lástimas. Prontamente não estava entendendo mais nada, Emma esteve presente na maior parte do seu dia, desde que acordou do pesadelo a qual a loira estava presente e desde que a encontrou mais cedo, sentia falta de alguma coisa, mesmo quando estava com a razão disso.

Anoiteceu... E já era possível ouvir de grilos, dentre outros animais noturnos. Era noite de lua cheia, os lobos uivavam. A prefeita resolveu ir pra casa, quem sabe uma boa noite de sono não a faria mudar de idéia.

**

_Tem certeza disto? – Perguntou Kristoff ainda receoso pela decisão repentina da mulher. Não que não quisesse se casar, só não acreditava que iria realmente acontecer.

_Sim. – concordou. Depositou um beijo em seu futuro marido e rodopiou pelos cantos do castelo até encontrar sua irmã.

_Hoje foi um dia e tanto, conseguimos colocar ordem. – dizia Elsa.

_Amanhã que vai ser um dia e tanto... – Rebateu animada. _Eu me casarei com o Kristoff amanhã. – enfatizou a ultima palavra. _Yey! – Puxou sua irmã, mas ela não aparentava estar animada. _Você não parece feliz.

_Acredite em mim, eu estou muito feliz por você... – tentou sorrir para agradar-la. _É que... Acho que não é nada, só estou cansada... Preciso dormir agora. Você também deve ir, será um grande dia amanhã.

_Está bem. – Anna deu um largo sorriso, se despedindo e dirigindo até seu aposento. Elsa fez o mesmo, chegando ao seu quarto, foi até seu guarda-roupa a procura de algo confortável para vestir, movimentou os cabides e quando ia retirar a peça se deparou com algo no fundo do armário, estirou o braço e pegou o papel. Era uma fotografia, uma mulher que diferente dela dormia.

''Alguns dizem que o destino está além de nosso controle, que não escolhemos nosso sina, mas eu sei a verdade. Nosso destino vive dentro de nós, você só precisa ser valente o bastante para telo''. (Valente)

Notas finais
Espero que continuem acompanhando e me deixem saber por favor 0/ Beijos e até a próxima que não irá demorar. ^-^