Once Upon a Time - Frozen -

18 Capítulo 18 - A Rainha da Neve -


Mais um dia havia se passado em Storybrook. Os habitantes não se apresentavam na autoestrada naquela manhã cinzenta. Ingrid estava diante da torre do relógio onde embaixo localizava-se a biblioteca. Aproximou lentamente daquela construção e seguiu a caminho do antigo elevador. Era um local rústico, com grandes grades a frente, talvez uma engenhoca dos anos de 1912. Ela subiu as escadas de ferro da torre, onde havia a parte mecânica do relógio e em frente a uma parede negra fez um gesto de mão fazendo surgir um espelho.

Na sua cripta Regina continuava a ler alguns de seus livros de magia. Não percebera quando Robin adentrou aquele lugar encarando-a. Ela o notou e pediu para ele se afastar, a única forma palpável da Marian viver é que ele dê um beijo de amor verdadeiro. Ele sabia disso, mas não sabia porque estava ali na cripta com Regina. Seus pés o conduziram para lá, seus pés, seu coração, seu corpo. De forma inconsciente ele fora para lá. Aproximou-se da morena que recuou um passo para trás. Ele tentou explicar que a mente estava na floresta, mas o coração dele o trouxera ali. Regina tentou explicar que deveria salva-la, porque ouvir sobre o seu coração em conflito era uma tortura para ela. Ele pediu desculpas, estava angustiado, mas não conseguia voltar a amar a Marian com Regina na sua vida. Ela retrucou que por isso mesmo ele deveria se afastar dela. Mas mesmo assim, ele não sabia o que deveria fazer, qual decisão tomar, A morena o aconselhou que deveria começar a pensar mais em Marian, ela afastou-se dele, contornando-o. Robin a olhou partir com uma tristeza no olhar.

Enquanto isso na delegacia, Emma mostrou um livro com um feitiço que Bella havia encontrado, ele seria útil contra a Rainha da Neve, Elsa a questionou se esse feitiço seria para mata-la. A xerife explicou que não iria matar Ingrid, ele servia para neutralizar os poderes dela. A Rainha de Arendelle entendeu o plano e queria saber se Emma conseguia ler aquilo, Ela brincou ao dizer que não sabia ler Elfíco, não havia assistido o "Senhor dos Anéis", uma piadinha infame da qual a loira não compreendeu muito bem. A jovem Bella havia traduzido e naquela outra folha dizia como deveria ser aplicado o feitiço. Elsa leu aquele papel que informava que com as duas mãos segure a vela e quando você a assoprar, Emma concluiu que ela voltaria a vender sorvetes, ao menos por enquanto. Elsa sugeriu que talvez se a Rainha da Neve estivesse sem os poderes poderiam encontrar respostas. Emma tocou no assunto ao lembrar de Elliot e os poderes.

– Não entendo porque ela me quer se sua outra irmã, a que vimos naquele dia possui poderes.

– Acho que ela quer você por ter poderes mágicos, Elliot não possui magia. Talvez seja por isso que também não quis a Anna.

– Você deve estar certa. — Elsa a inquiriu se alguém da família de Emma havia poderes. — Não, ninguém além de mim. — A Rainha de Arendelle dialogou se era difícil quando olhavam diferente para ela? Elsa sempre teve os olhos protetores de Elliot, mas os olhos temerosos dos seus pais quando Elliot partiu, ela sabia que eram olhares de medo. Emma afirmou que eles não olhavam diferente, a loira ficou feliz pela amiga, pela grande sorte que ela teve. Resolveram tentar o feitiço com a vela, Emma segurou a vela e assoprou na direção de Elsa, mas havia falhado. Elsa queria saber se poderia tentar novamente, mas a xerife precisava cuidar do pequeno Neil hoje. Elsa entendeu e resolveu continuar lendo em busca de descobrir mais alguma coisa, sua mente estava focada em salvar as duas irmãs.

Mary Margaret e suas amigas estavam em um círculo de mulheres grávidas de primeira viagem, em busca de acalmar os bebês para dormirem e algumas dicas. Emma chegou procurando por sua mãe, mas ainda conseguiu ouvir as canções alegres e sorriu. Mary foi na direção dela com Neil no colo, a loira queria saber se ele estava pronto. E Mary mostrou que estava tudo ali, o carrinho, fraldas, leite na mamadeira, o que fora dado na mão da loira que achou que era muita coisa para um bebê só. Ashley ao avistar Emma fora até seu encontro dar um forte abraço na amiga, a xerife a inquiriu se era isso que ela fazia ali, dava dicas para os nenéns dormirem, cantava e a jovem Ashley falou que era algo mais, elas eram como um grupo de apoio e que ser mãe pela primeira vez não era fácil. A expressão de Emma mudou de suave para um franzir de cenho, mãe pela primeira vez? Mary Margaret era sua mãe e não era pela primeira vez... Isso a deixou um pouco incomodada, afinal, ela não havia tido aquele calor materno desde o berço. Mary explicou que não era a primeira vez que ela era mãe e a jovem retrucou que era mais ou menos ela só havia colocado um bebê no mundo e posto ele em um armário mágico. A xerife estava entendendo, era novo para Mary ter todas as fases do bebê, deveria ser emocionante. As mulheres ao lado de Mary observaram que a mamadeira com o leite do Neil nas mãos de Emma começou a borbulhar, como um leite fervendo. A loira não entendeu aqueles olhares para si e inquiriu o que estava havendo, Ashley apontou para a mão da loira que percebeu o que estava fazendo com o leite e devolveu para o carrinho tentando explicar que aquilo fora a magia que estava praticando para capturar a Rainha da Neve, não era nada de mais. Emma tentou pegar o Neil para irem para casa, porém Mary se esquivou. A olhava desconfiada, no mesmo instante seu aparelho celular tocara, era David informando que havia algo de errado com a torre do relógio e continha uma trilha de gelo que subia, mas não descia. Ela falou que estava indo para lá. Alertou a Mary que o serviço de babá iria ter que ser adiado.

Emma reuniu Elsa, Gancho e David. Subiu aquela escada de ferro em espiral e chamou a atenção de Ingrid que jogou neve sobre ela que desviou, Elsa alertou para Emma que deveria usar a vela naquele momento. A loira segurou e soprou a vela que guiou até Ingrid prendendo-a como duas algemas de fogo, apagando suavemente até virar uma algema normal. Elsa sorriu ao parabenizar Emma por ter conseguido. De volta a delegacia, Ingrid estava na sala de interrogatório com Emma e Elsa. A Rainha de Arendelle questionou onde estava a Anna e ela ouviu o coração dela, sabia que estava viva e o que ela tinha feito com Elliot deveria ser desfeito. Ingrid fitou Elsa e questionou repetindo a sua fala "Ouviram o coração dela?" Elsa afirmou que sim, pelo cajado da Betty. Ingrid disse que o que fez com Elliot não fora nada de mais, ela estava do seu lado porque queria estar e em breve Emma e Elsa também estariam. Ela mesmo havia procurado a tia. E sobre Anna, Elsa não deveria se importar tanto com a caçula já que a mesma havia a colocado naquela urna. Não entendia porque queria encontrar alguém assim disse a tia. Elsa a respondeu que elas eram suas irmãs e não fariam o que ela mandava. Ingrid a retrucou dizendo que ela era sua irmã, mas que não conseguiu aguentar o que elas eram. A Rainha de Arendelle estava perdendo a paciência com Ingrid, Emma pediu para que ela esperasse lá fora, a Rainha da Neve estava manipulando-a e a loira estava deixando as emoções falarem mais alto, ela iria conversar com Ingrid a sós, Elsa cedeu e fora para fora.

– Muito bem agora sou só eu. — disse a xerife ao olhar a mulher a sua frente.

– Ótimo. Era com você que eu queria falar. — Emma se sentou na cadeira fitando-a, informou que já sabia sobre isso. A Rainha da Neve a queria para ser sua irmã, amiga ou qualquer coisa, informou que não estava interessada. Ingrid alertou que ela estava orgulhosa da loira. Emma tentou se esquivar, sabia que elas haviam tido um passado juntas, mas ela não iria engana-la. A Rainha da Neve informou que se ela achava que era mentira, poderia usar seus poderes nela e arrancar a verdade.

– Como sabe disso? — inquiriu Emma ao franzir o cenho. Estava de certa forma surpresa por Ingrid saber de algo tão íntimo dela. — Quem te falou?

– Você me contou a muito tempo atrás — explicou. — Que bom que a conheci naquela época, que boa criança você era.

– Fala como se fossemos amigas. — Retrucou Emma.

– Não somos amigas Emma, somos família.

– Eu sei o que você quer, mas independente do passado que você roubou de mim, eu sei o bastante para dizer do futuro. Quanto ao que você quer, não vai acontecer!

– Vai sim! você vai ver no final que tudo o que eu estou dizendo é verdade. E você fará a última coisa no mundo que você poderia imaginar.

– É? O que? — Emma cruzou os braços com uma expressão incrédula a respeito daquele assunto com a Rainha da Neve.

– Você irá me deixar sair daqui. Muito bem... Sobre o que quer conversar?

"Só pode ser brincadeira. " Pensou Emma ao ouvir o que Ingrid falava.

Em sua casa, Regina folheava o velho livro chamado "Once Upon a Time" aquelas imagens de todos felizes para sempre fazia a questionar quando teria o seu final. Parou em uma das folhas que continha Robin e Marian se olhando. Henry havia chamado-a para que ela ajudasse a por a sua gravata. Ela o inquiriu que ele estava todo arrumado e qual seria a ocasião. Ele contou que iria se casar, brincou com a mãe. Explicou que Gold era o único vilão que ele conhecia que havia conseguido o final feliz, então esperava descobrir algo para ser útil para a mãe conseguir o seu final feliz, mas para isso... Trabalhar na loja do avô significava vestir roupas sociais. Era a única exigência do Sr. Gold. Regina o ajudou com o nó da gravata e retornou para sua poltrona. Henry a inquiriu o que estava acontecendo, ela o contou que nada. Mas ele sabia que havia algo, pois ela estava fitando o livro com o olhar maquiavélico dela. Regina abriu o jogo, ela iria desistir, o que eles haviam tido no passado estava acabado. Precisava deixa-lo ir. A mesma alegou que da próxima vez que a felicidade bater em sua porta iria agarra-la e não iria ser detida por aquele livro idiota. A partir daquele momento a operação para encontrar o autor, seria seu foco principal.

Emma serviu um copo com água para Ingrid e a questionou que era o feitiço da visão quebrada que estava tramando. A Rainha da Neve disse que não importava mais, ela a havia detido. A xerife pôs as cartas na mesa ao dizer que sabiam o que ela era, sabiam o seu plano e sabiam que ela as queria por um motivo distorcido para substituir as irmãs. Ingrid exclamou que já como sabia de tudo se ela poderia ir para a cela agora. Mas Emma queria saber algo mais, porque Ingrid a perseguiu a vida toda? Por quê?

– Não entende que eu estava tentando te proteger?

– Era isso que você fazia no lar adotivo? Me protegia? Por quê apagou minhas memórias? Eram muito boas?

– Cada família tem seus altos e baixos — explicou Ingrid.

– Você e eu não somos uma família. Eu tenho uma e se estende por três gerações em quatrocentos anos.

– Família não é questão de sangue, é um vínculo muito mais forte do que mera genética. Elsa e eu, somos a sua família, porque somos como você e devemos ficar juntas.

– E porque está com a irmã da Elsa? a Elliot. Ela não é como nós?

– Elliot também é diferente e faz parte da família, mas não possui as mesmas habilidades que temos. A família que você acha que tem, pode até te amar, mas também tem medo de você. — Emma negou, a sua família não tinha medo dela. — Estremecem diante do seu poder, nunca viu uma ponta de medo por trás de seus olhos, nenhuma vez? Eu acho difícil de acreditar. — Aquelas palavras a fizeram lembrar de hoje de manhã, o olhar de Mary Margaret com medo de que Emma colocasse as mãos em seu pequeno Neil e o fervesse como aquele leite.

Ingrid sabia que havia tocado em um ponto delicado.

– Me amam por quem eu sou. Inclusive por meus poderes. — Ingrid confessou que já pensou assim uma vez.

Na torre do relógio Gancho, David e Elsa observavam aquele espelho. Ele não parecia tão ameaçador, deveria está fazendo algo, tremendo, quebrado, algo de suspeito. Elsa concordou, também não sentia que ele fosse uma grande ameaça. Bella subia as escadas detendo um livros em suas mãos, olhava fixamente para ela quando reparou que os três amigos fitavam o espelho. Ela rapidamente ordenou para que não olhassem para ele. Lembrou que a irmã de Elsa havia mandado a mesma coisa para ela, o espelho iria fazer eles verem o pior de cada um. Gancho informou que ele deveria estar quebrado, passou o dia olhando e só se convenceu de que estava mais bonito. Bella encarou com maior atenção aquele espelho e falou que ele não era o verdadeiro. Era uma réplica! O verdadeiro espelho nunca esteve lá. Elsa a questionou porque a Rainha da Neve colocaria uma réplica ali? Gancho e David se entreolharam e afirmou que ela queria ser capturada, para está só com Emma. Enquanto Emma não se encontrava na sala de interrogatórios, Ingrid congelava ao redor do prédio, portas, janelas, qualquer passagem para entrada ou saída. Os quatro retornaram para o departamento de xerifes de Storybrook e notaram a porta do hall congelada. Bella, David, Elsa e Gancho, decidiram ir para a loja do Gold, onde Henry estava limpando os móveis na parte de trás. Eles queriam ajuda para descongelar o departamento de polícia onde Emma estava sozinha com a Rainha da Neve. Bella o implorou o que ele não poderia negar disse para eles irem na frente. Gancho fora o único que ficou ainda na loja observando o crocodilo. Killian queria saber qual era o seu segredo, todos os últimos vilões que vieram para Storybrook tentaram mata-lo. E ele não parecia tão preocupado com a Rainha da Neve, pareciam que haviam tido um passado juntos. Senhor Gold retrucou que o passado dele era cabível somente a ele.

Ingrid fitou Emma que andava de um lado para o outro na sala, parecia chateada. A xerife retrucava que ela havia tirado um ano da vida dela. Ingrid contou que quando elas haviam morado juntas a pequena tinha raiva dos verdadeiros pais por terem-na deixado. A loira rebateu que fora por um bom motivo. A Rainha da Neve explicou que aquilo não mudava o fato de terem deixado ela por vinte e oito anos e eles poderiam ter ficado com ela, poderiam ter dado um jeito, sempre havia uma escolha. Emma contou que eles fizeram de tudo para salvar todo o reino, a loira estava ficando aborrecida com aquele assunto. Ingrid estava pondo sal naquela ferida, ela contou que ela era a filha do Encantado com a Branca de Neve e mesmo assim eles a usaram para quebrar uma maldição e ainda a usam, com os poderes dela. Quantas vezes Emma os salvou, quantas vezes fora mais salvadora do que filha e bastava um deslize qualquer e os poderes da loira passavam de salvação a um grande e tenebroso pesadelo. Emma afirmou que os pais a amavam e Ingrid retrucou que não se poderia amar alguém que não se entende, as pessoas a começavam a vê-la como um monstro. Emma começava a fazer o copo com água sobre a mesa borbulhar. Um buraco fora aberto na parede era Elliot encarando a tia e Emma que batera na mesa tão forte fazendo a vampira se afastar, fora uma rajada forte de poder, pela primeira vez fez a vampira cuspir sangue, as veias do rosto da vampira começaram a saltar sobre a pele, sua pupila afinou como a de um gato e ela regenerou o ferimento rapidamente. Emma estava aturdida por ter feito aquilo e observou a vampira com o lábio ensanguentado, mas na mesma hora já estava de pé. Suas mãos estavam sem controle, brilhavam sem parar.

– O que você fez comigo?

– Eu só mostrei quem você realmente era.

– Faça parar já!

– Não posso, é tão lindo — Elliot se aproximou da tia.

– Está pronta para ir? — indagou a sobrinha para a tia.

– Sim, já fiz o que tinha que ser feito — as duas sumiram em volta daquela fumaça branca dos poderes de Ingrid, Emma estava descontrolada.

Gancho, Elsa, David, Bella, Mary Margaret e o senhor Gold foram em sua direção. Ela pediu para esperarem, não sabia se poderia controlar aquilo. Gancho questionou o que Ingrid havia feito com a delegacia, Emma contou que havia uma grande parcela dela naquele desastre. Eles alertaram que poderiam ajuda-la, Gancho tentou tocar na sua mão, e a loira afastou ele com uma lufada de poder descontrolado. Um poste estava prestes a cair sobre Killian e David o salvou afastando-o, porém ele fora acertado. A xerife ao ver tudo aquilo estava descontrolada, correu para seu fusca amarelo e saiu dali.

Regina estava em sua cripta retornando a leitura quando Robin retornou com uma bolsa em mãos. O inquiriu por quê estava ali novamente quando ela já o pediu para se afastarem. Ele disse que estava ali porque a sua vida toda seguiu um código, roubar dos ricos para dar aos pobres, ser honesto e bom. E sempre viveu sobre aquele código todos os dias e hoje não era um daqueles dias. O Rei dos ladrões tomou a morena em seus braços depositando-lhe um apaixonado beijo naquele lábios macios. Regina não teve como recusar, envolveu seus braços sobre as costas largas de Robin e apertou firme, sentia aquele corpo quente perto do seu, parecia um sonho.

A noite já havia caído e ninguém conseguia encontrar Emma, David, Elsa e Gancho retornaram para casa onde Mary havia acabado de colocar o pequeno Neil para dormir. Os rapazes não haviam tido muita sorte com a busca e só significava uma coisa, Emma não queria ser encontrada. Elsa contou já ter passado por isso e viu a mesma expressão nos seus pais, assim como a Emma viu, ela viu medo. Mary suspirou sabia que havia errado só naquele dia duas vezes. Ela alertou para o príncipe Encantado que haviam falhado hoje, quando a filha mais precisavam deles, ela olhou nos olhos dos pais e tudo o que viu fora medo.

Naquela noite Ingrid decidiu ir na loja do senhor Gold para fazer o acordo que ele tanto falava. Ela o questionou que queria as suas fitinhas de volta. Tais fitas que foram das suas duas irmãs. Gerda e Relga. Quando eram crianças aquelas três fitas amarelas simbolizavam sua amizade, o segredo de Ingrid e a fraternidade que ambas tinham uma pela outra. Aquelas fitas foram perdidas em um acordo com o velho Rumples em troca da urna mágica. Aquela urna seria capaz de impedir os poderes de Ingrid. A mesma o procurou com suas duas irmãs, pois ela tinha medo de machucar Gerda e Relga. Um dia o namorado da sua irmã Relga tentou cortejar Ingrid o que foi recusado pela mesma, Relga havia presenciado a cena e o velho duque de Wesalton mentiu ao dizer que Ingrid que o estava cortejando. Relga ficou do lado da irmã, dizendo que não acreditava naquele duque maldito e o provocou ao chama-lo de "Wizeton". Ele queria ferir Relga quando Ingrid tentou impedi-lo lançando uma rajada de gelo que acidentalmente pegou na irmã. Relga virou um bloco de gelo e se desfez. O duque fugiu a chamando de monstro. Gerda procurava as duas irmãs quando viu Ingrid ajoelhada sobre um bloco de gelo chorando. Ela contou o que havia acontecido e a irmã se afastou a chamando de monstro e pegando a urna, fora ai que Ingrid ficou presa naquela urna mágica. Gerda procurou Pabbie para lançar um feitiço em todos de Arendelle para nunca recordarem de Relga ou de Ingrid.

Rumples ainda havia guardado aquelas três fitinhas amarelas, mas ele só as dariam se ela o trocasse com algo. Ingrid informou que para se livrar da adaga precisava de algo mais, ela já havia tido aquele chapéu por mais tempo que o senhor das trevas e aprendeu o que faltava para o quebra-cabeças., sussurrou algo para o senhor das trevas que sorriu satisfeito. Ele mostrou a caixa de madeira retangular que continha as fitas. Ingrid sabia o plano do senhor das trevas, queria sair de Storybrook com sua Bella e seus poderes. Storybrooke seria de Ingrid e o resto do mundo Gold poderia fazer o que bem entendesse.