Once Upon a Time - Frozen -
12 Capítulo 12 - O mago Rumplestiktskin -
Notas iniciais
Quase duas semanas haviam se passado desde que Anna e Elliot desceram daquele navio a velas. A viagem atrás do mago Rumplestiltskin estava um pouco longa. O sol nascia pelas mesmas árvores e continuava a iluminar as duas jovens e o seu corcel. O ronco discreto do cavalo quebrava o silêncio da floresta, ele parecia está cansado. Fazia um tempo que cavalgava sem parar, somente a noite ele possuía o devido repouso. Elliot já não possuía as bolsas cheia de sangue e os animais da floresta pareciam ter desaparecido, o que dificultava sua situação. Anna estava montada no corcel, enquanto sua irmã caminhava segurando a rédia do cavalo. Uma brisa suave arrepiara a derme da caçula que avistou ao longe uma silhueta e apontou naquela direção.
– Elliot, veja!
Aparentemente era uma pessoa, quando aproximaram-se, de esguelha, Anna lançou um olhar atento para aquela pessoa completamente encapuzada. Suas mãos estavam cobertas por luvas, não havia uma parte do corpo a mostra. Elliot encarou aquela pessoa e tudo o que pode observar foi dois brilhos vermelhos no lugar que deveriam ser os olhos.
– Olá viajantes. O que duas jovens de linhagem nobre fazem por essa parte da floresta? — a voz cortante da mulher dirigiu-se a Elliot e Anna.
– Estamos procurando alguém. Talvez possa nos ajudar. — Elliot falou.
– Desculpe a pergunta, mas não está muito quente debaixo de todo esse pano? — inquiriu a jovem Anna.
– Não minha jovem. Eu só não sou uma apreciadora das manhãs. E a quem vocês procuram? — a encapuzada falou e Elliot estava surpresa com a semelhança de não apreciarem as manhãs.
– Rumplestiltskin... Sabe como podemos encontra-lo? — inquiriu a vampira.
– Sim. Continuem seguindo em frente. Mas adiante avistaram seu suntuoso castelo.
– Obrigado.
– De nada minhas jovens. — Elliot continuou o caminho e ao inclinar sua cabeça para trás, reparou que a mulher encapuzada havia sumido. Trincou a mandíbula como de costume. Fizeram exatamente o que a estranha informara e encontraram a construção e logo adentraram. Aquele lugar era muito suntuoso, com inúmeros quadros e artefatos preciosos. Anna chamou duas vezes pelo mago que respondeu na última vez informando que estava no final do corredor, primeira porta a direita. As duas jovens entraram observando aquele entorno com armaduras de soldados e uma tapeçaria carmim. A voz daquele homem pediu para entrarem, Elliot e Anna seguiram em direção a enorme mesa retangular e sentado na cadeira estava o famoso Rumplestiltskin.
As duas jovens encararam a pele estranha do homem, parecia ser dura, como de um crocodilo. As unhas eram negras, o cabelo desgrenhado, os dentes amarelados. Mas o que chamava atenção em Elliot era o cheiro que ele emanava, seus poros exalavam algo sombrio e um tanto familiar, sentia que conhecia aquele homem estranho. Anna o interrogou se havia algo de errado com a pele dele, mas depois se retratou e se desculpou. As duas se apresentaram como Laila e Joan. O homem se levantou e caminhou em direção as garotas e soltou algo que as chocaram. Ele disse que os nomes delas não eram Joan e nem Laila.
Diabos! Como ele sabia disso?
– Nomes são minha especialidade. E seus nomes, os verdadeiros nomes são: Elliot e Anna de Arendelle. Não há motivo para guardar segredos de mim. Eu sei mais sobre vocês do que pensam.
– Então deve saber, porque viemos. — Elliot disse olhando para o homem que respondeu que elas desejavam saber o motivo dos pais virem aquela estranha terra.
– Minha duas irmãs acham que foi por causa delas — Anna pausou e prosseguiu — Mas contei a elas que estavam enganadas. Pode nos ajudar? — Elliot suspirou queria possuir as devidas respostas.
– Vocês estão com sorte. Por acaso seus pais me visitaram durante a viagem. — Aquele homem possuía um jeito engraçado de falar, sempre gesticulando. — Parece que, quando precisam de respostas é a mim que todos procuram. — Anna o inquiriu que respostas as pessoas procuravam. Isso ele disse que não poderia dizer e contou que além de saber de nomes, tinha uma inclinação a fazer acordos.
– Um acordo? — Elliot perguntou.
"Isso aqui não está me cheirando bem", Elliot pensou. " Você sabe que pode ser um golpe."
– Exatamente. — Disse ele todo sorridente.
Anna concordou rapidamente e disse que faria qualquer coisa. Mas Elliot estava um pouco desconfiada daquele homem com pele estranha. — E você minha jovem, aceita fazer o acordo. — Elliot ponderou por algum momento.
– É claro. Faço qualquer coisa por minhas irmãs.
– Ah! Adoro quando dizem isso. — Magicamente surgiu um frasco de vidro contendo um líquido dentro. Ele contou que no pé das montanhas sombrias vive um homem muito velho do tipo espinhoso que provavelmente comia crianças no café.
– E o que quer que façamos? — inquiriu Elliot. Ele respondeu que queria que colocassem aquele líquido no chá dele.
– E o que vai acontecer? — fora a vez de Anna de questionar. Rumplestiltskin disse que não poderia contar, porque não fazia parte do acordo. Ele ergueu a mão e surgiu um enorme manuscrito como um contrato. Ele mandou as duas garotas assinarem e diria porque os pais foram vê-lo.
– Você é bem preparado. — Disse Elliot, Anna estava assinando e logo a vampira fez o mesmo. Aquela situação a incomodava, causava-lhe um calafrio na espinha.
As garotas seguiram para as montanhas sombrias e quando chegaram deram de cara com uma casa de pedra. A fumaça se formava no alto da chaminé, mostrando que o homem velho estava em casa.
– Será que estamos fazendo a coisa certa Anna? — Elliot a inquiriu antes de bater.
– Eu também não sei Elliot. Precisamos da informação daquele homem.
– Vamos bater. — Elliot bateu na porta e um senhor com barba farta e aparentemente calvo abriu a porta perguntando se poderia ajudar.
– Eu espero que sim. Podemos entrar? — Disse Anna que continha o frasco que Rumplestiltskin havia dado.
– Acabei de por um bule no fogo, juntem-se a mim a um chá com biscoito. — As garotas entraram e Anna perguntou se ele não comia criancinhas no café? — É isso que falam de mim hoje em dia? — Anna concordou e depois se desculpou com o senhor. — O que trazem duas jovens a essa parte da floresta.
– Estamos em busca de nossa outra irmã. — Falou Anna.
– Mas... Acho que acabamos nos perdendo.- Continuou a vampira observando o local simples do senhor. Ele disse que poderiam ficar o tempo que desejavam. Anna se aproximou da fogueira e Elliot tentou distrair o senhor que varria sua casa. A jovem estava receosa entre colocar ou não aquele líquido, depois de ponderar bastante jogou na fogueira e não cumpriu o acordo. Quando voltavam para a casa do mago, Elliot questionou para irmã se ela havia colocado e Anna negou.
– Vamos mentir para Rumplestiltskin está bem? Diremos que colocamos e ele nos dará o que queremos. — Falou a vampira.
Elas estavam novamente naquele salão com o mago de pele estranha segurando o pequeno frasco vazio. Ele questionou se o velho no alto da montanha havia tomado tudo. Ambas garotas concordaram em coro.
– Isso é bom, então ele viverá. — Falou o mago e ambas questionaram ele.
– O que quer dizer com viverá? — Rumple contou que o velho viverá porque bebeu o antídoto que ele preparou para o velho e contou que o ele estava envenenado. Aquela informação fizeram as garotas admitirem que não haviam dado o "antídoto" para o velho e sugeriu para ele fazer mais e elas levariam para ele.
– Ah. É tarde demais para isso minhas queridas. — Ele mostrou na bola de cristal que o velho havia se transformado em um rato. — Deveriam ter me ouvido quando tiveram a chance.
As duas jovens correram novamente para a casa do velhinho procurando-o. Elliot farejava o pequeno rato.
– Você está vendo ele? — questionou Anna.
– Não, ele pode está em qualquer lugar, escondido nas vigas, nos buracos. Sinto o cheiro dele por toda a casa, isso dificulta rastreá-lo e há outros animais, aranhas, formigas. — Elliot olhava ao redor junto com Anna quando foram surpreendidas por Rumple.
– Cuidado para não pisar nele.
– Temos que encontra-lo e transforma-lo de volta.- Anna disse para Rumple que negou não poder trazer ele de volta. — Mas, por quê não?
– Porque eu não quero.
– Como assim você não quer?! Você que fez isso com ele não foi? — Elliot ficou na frente da irmã e aderiu uma postura defensiva para proteger Anna.
– Sim, por que ele protegia uma coisa que eu preciso. — Disse Rumplestiltskin.
– Se você o envenenou, por quê nos mandou até aqui com o antídoto? — Anna perguntou.
– Não se tratava dele, foram por causa de vocês. — Anna e Elliot perguntaram se fora tudo um teste. E ele confessou que sim e que elas haviam se saído muito bem. — Até mesmo você minha cara vampira. — Ele se referiu a Elliot.
– Como sabe que eu sou uma vampira?
– Eu disse que as conhecia bem. Mais do que podem imaginar — Ele contou que o velho era só a primeira parte do quebra-cabeça, o que ele protegia também é protegido por um encantamento. Um feitiço que só pode ser quebrado por alguém seduzido por seu lado obscuro e dado as costas a ele. Anna falou que era uma pessoa boa e nunca foi seduzida pelo seu lado obscuro e talvez nem o tivesse. Elliot permaneceu em silêncio, obscuridade a fazia recordar de momentos não muito agradáveis. Rumplestiltskin continuou a falar que sabia que as garotas não fariam isso que elas veriam o lado bom daquele idoso. Anna e Elliot contaram que não iriam machucar um idoso só para conseguirem o que queriam. — E bom queridinhas eu espero que sejam do seu agrado passar o resto de suas vidas presas em minha torre. Fazia parte do nosso acordo.
– Eu e minha irmã não iremos a lugar nenhum com você. Precisamos voltar para nossa irmã. — Elliot disse.
– Então não deveriam ter saído de casa. Imagine a culpa que ela sentirá quando vocês não voltarem de sua jornada. Uma jornada que fizeram para você — apontou para Elliot. — e para ela. Ela finalmente se tornará aquele monstro que todos temem que ela seja. AH! acho que dois casamentos acabarão. — Ele começou a rir.
– Eu sabia que você não cheirava bem. — Disse Elliot raivosa. — Como ousa falar assim da minha mulher! — Elliot o segurou pelo pescoço e Anna pegou uma espada que havia encontrado.
– Rasgue isso! Rasgue esse contrato agora! — bradou Anna .
– Rasgue ou eu matarei você! — Elliot o estava enforcando.
– Não posso fazer isso. — Ele disse sufocando e estalou os dedos aparecendo do outro lado da sala. Elliot o encarou e se postou do lado de Anna que segurava a espada apontando para ele. — Vocês só escaparão de seu destino me matando.
– Eu terei o maior prazer em fazer isso pele de cobra! — disse Elliot.
– Mas ai não terão as informações que querem. O que escolherão? — Rumplestiltskin estava próximo da lamina da espada que Anna segurava. Elliot estava em seu lado ponderando seus pensamentos, aquele mago era muito astuto. — Nós três sabemos que sua irmã aqui é muito boa. Vamos Anna me mate. — Anna estava com a lamina sobre o peito dele. — Vamos lá enfia essa espada no meu peito. — Anna baixou a lamina e se agachou no chão chorando, Elliot a segurou estava furiosa com aquele mago. — Podem não ter pensado em envenenar aquele velho, mas ambas pensaram em me matar. — Ele colheu em sua adaga a lágrima de Anna e desceu para o porão do velho. Ele possuía a lágrima de alguém que acabara de encarar o seu lado obscuro e se afastou. Elliot abraçava Anna tentando conforta-la. O senhor das trevas pegou a caixa que continha um chapéu mágico que era protegido por aquele idoso que mais tarde as garotas viriam a saber que era o aprendiz. O mago voltou com sua adaga na mão e uma caixa redonda dourada na outra. As garotas se postaram de pé o encarando.
– Ajudamos você a conseguir a sua caixinha preciosa, agora cumpra sua parte do acordo e nos dê o que queremos! — Elliot dizia ao franzir o cenho com um olhar violento.
– Bem, o Rei e a Rainha de Arendelle bateram na minha porta com dois probleminhas, Suas irmãs. Eles queriam algo que tirassem os poderes de Elsa pra sempre. E quanto a você... — Apontou para Elliot. — Eles temiam a fase de sua transição. O bilhete de sua mãe biológica dizia que a linhagem dela era "pacífica", mas ela havia mentido. Sua mãe biológica vinha da linhagem mais assombrosa que há. Sua mãe era uma vampira como deve imaginar e seu pai um desconhecido demônio. O que faz de você, o monstro mais tenebroso da terra, seu sangue é o mais raro que um vampiro pode ter e eles buscavam algo para acabar com o seu lado diabólico de uma vez por todas.
– Nossos pais amavam muito a Elsa e a Elliot. — Disse Anna. A irmã estava em estado catatônico ao ouvir aquelas palavras do crocodilo.
– Parecia mais que temiam suas irmãs. É uma linha tênue muito fácil de cruzar. Vocês deveriam saber que eles sempre quiseram que a Elsa fosse normal. E quanto a você eles não tinham muita escolha, você nunca foi a filha biológica deles.
– E eles encontraram o que procuravam? — Anna o inquiriu.
– Infelizmente não. Ninguém podia colocar as mãos naquele tipo de magia até agora. — ele mostrou a caixa para as garotas.
– É para isso que a caixa serve? — Elliot finalmente falou.
– Não a caixa, o conteúdo dentro da caixa, um chapéu. Feito por um bruxo a muito tempo com um único proposito, roubar poder mágico. Foi guardado por todos esses anos por seu aprendiz. E quando o chapéu tiver todo o poder coletado eu serei invencível. — Anna falou que achava que o senhor das trevas já fosse invencível e ele respondeu que havia limites embora fossem pequenos.
– Limites? — Elliot o inquiriu. Anna falou que o aprendiz dedicou a vida dele para não deixar aquele artefato cair em mãos erradas de alguém como ele.
– Mas ele não esta aqui para me deter.
– Acho que você está totalmente enganado. — Elliot disse ao apontar para cima e um rato saltar sobre o rosto de Rumple, o arranhando. — Agora Anna. — Elliot retirou a adaga das mãos dele, enquanto Anna retirava aquela caixa dourada. — Sabe o que mais eu gosto? Quando o jogo se inverte. — Elliot sorriu sinistramente ao mostrar suas presas. — Acho que esse é o limite que você fala não é?
Rumplestiltskin encarava as garotas com uma expressão azeda e confirmou a pergunta de Elliot.
– Você é controlado por essa adaga — confirmou Rumple. — que pura ironia. Então quer aquilo para se libertar não é?
– Sim e para continuar com meus poderes. Lembre-se minha cara, não terá essa adaga para sempre.
– Posso não ter a adaga, mas não irei deixar que encoste na caixa. Eu ordeno que você envie minha irmã, a caixa e eu para casa, para Arendelle e que jamais nos faça mau. — Anna sussurrou no ouvido de Elliot a fazendo lembrar de algo. — Ah e transforme o aprendiz em homem de novo.
Rumple revirou os olhos. — Como quiser minha cara. — Uma fumaça roxa cobriu as jovens e a fizeram desaparecer, a adaga caiu no chão da casa do aprendiz e Rumple ficou furioso.
Elliot e Anna estavam de volta em Arendelle.
– Você vai ver o Kristoff agora? — Elliot a inquiriu.
– Sim, avisarei que chegamos.
– Diga que mandei um oi para ele. Eu estarei com a Elsa, é melhor você guardar essa caixa. Não quero que ela veja isso agora.
– Eu também concordo.
– O que diremos a ela?
– Eu ainda não sei.
– Eu poderei persuadi-la até você voltar. Estou indo vê-la. — Anna foi para o celeiro do castelo e encontrou o seu noivo alimentando Sven que não queria comer. A jovem sugeriu que ele deveria está com saudade dela. Anna contava sobre a viagem e o que Rumplestiltskin havia falado sobre as irmãs. Kristoff perguntou se elas sabiam como iriam contar para Elsa, ela negou não saber.
Enquanto isso Elliot viu sua esposa em um dos cômodos do castelo, estava com seu antigo vestido de coroação, o vestido azul com o acabamento dos ombros de tonalidade preta. Seu cabelo estava em um coque preso com a franja caída sobre a têmpora. Possuía um floco de gelo nas mãos como se tivesse treinando seus poderes. Um sorriso doce nasceu nos lábios da vampira que bateu três vezes na porta de mogno.
– Toc, Toc. — disse a vampira e Elsa virou abruptamente sorrindo ao ver a esposa de volta. Elas se abraçaram rapidamente. — Eu senti tanta saudade.
– Eu também! Vocês saíram as escondidas! Me deixaram preocupada.
– Eu sei amor, sinto muito ter saído sem avisar. — Elliot levantou sua mão e roçou com as pontas dos dedos uma parte da bochecha de Elsa, ela sentiu aquele toque gelado como sempre era, mas aquele simples toque gelado causava uma reação alarmantemente quente em sua pele. Seus olhos estavam tão gentis e amorosos. Elsa adorava aquele vermelho, eles sempre a encaravam com ternura. Aquele toque ruborizou as maçãs de seu rosto, o que fez nascer um sorriso naquele rosto anguloso da vampira, seu sorriso aumentou, fazendo os dentes brilharem quando a Rainha aproximou seu corpo para junto do seu. A vampira enlaçou com a outra mão livre a cintura da Rainha e aproximou seu rosto do dela, roçando seus lábios macios nos da loira. Elsa levou suas mãos ao redor da nuca da mais alta e acariciou seu cabelo curto, sua pele era tão gelada como os de seus blocos de gelo. Ela sentia a respiração gelada da vampira perto de seu rosto, o aroma inebriante da vampira a fazia deseja-la ainda mais. O beijo fora consumado, a língua quente da vampira vasculhava sua boca timidamente aumentando o ritmo após alguns minutos. A mão apertava sua cintura cuidadosamente trazendo-a para mais perto de si. Ela retribuía aquele beijo apaixonado com a mesma intensidade lasciva que a vampira. A Rainha interrompeu o beijo em busca de ar para seus pulmões. Elliot a encarava com uma expressão cuidadosa e tênue.
– Eu achei que nunca mais ia ver você outra vez. — Disse a loira em um sussurro sem se afastar, sua expressão era de angustia.
– Eu jamais iria deixar você, esqueceu que estou presa a você? — Elliot mostrou o colar antigo que a loira havia lhe dado a anos atrás.
– Nunca esqueceria. Onde está a Anna?
– Ela foi avisar ao garoto do gelo que chegou, já deve está voltando pra cá. Por falar no garoto, ele cuidou bem da minha Rainha?
– Fez uma boa companhia. Então descobriu porque nossos pais fizeram essa viagem para a Floresta Encantada? — Elliot suspirou. Suas expressões ficaram rígidas e austeras. — O que foi Elliot? O que vocês descobriram? — inquiriu a loira.
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