Once Upon a Time - Frozen -

13 Capítulo 13 - O encontro de Emma -


Notas iniciais
Atualmente em Storybrook.

Estava um dia quente e agradável em Storybrook, cujos habitantes estavam preocupados com o paredão de gelo. Emma dirigia seu fusca amarelo com Henry no passageiro. Ela estacionou em frente do restaurante da vovó e desceu do carro sendo acompanhada por seu filho. O jovem a tinha aconselhado a sair com Gancho, apesar de não ser muito a favor de sua própria ideia queria que a mãe feliz. Deu um pequeno empurrão nas costas da loira que seguiu sozinha para dentro daquele estabelecimento vasculhando pelo pirata. Killian encontrava-se jogando dardos atrás de algumas mesas ao final do salão. Ela caminhou até ele que a questionou se a Rainha de Neve havia aparecido e ela negou. Emma contou que havia refletido sobre o que ele havia dito para ela na noite anterior, sobre ser um sobrevivente e queria convida-lo para sair, para um jantar. O pirata estranhou a atitude da jovem e falou que deveria ser ele a convidar a dama para um jantar — e não o contrário -. Ela disse que imaginou que seria antiquado ele convidar e o questionou se tinha por acaso trezentos anos, no tempo dela não era só os homens que convidavam as damas para sair. Hoje em dia uma jovem pode convidar um rapaz para um jantar. Ele aceitou o convite com uma condição, ele iria organizar o encontro. Ela era boa em caçar um monstro e ele em planejar um encontro. O rapaz disse que a encontraria hoje à noite. Emma deu meia volta e seguiu para seu carro, Henry já havia saído para seguido para escola, ao caminhar para o lado do motorista notou que o carro estava sobre uma enorme poça de água que não estava ali antes. Ela suspeito de uma pessoa, a Rainha de Neve. Aquele era um sinal para ela.

Na casa de Mary Margaret, a nossa destemida, trabalhadora e nova prefeita, empilhava os registros do censo de Storybrook com seu marido David Nolan em busca de ajudar Elsa a encontrar suas irmãs. A morena informou para a Rainha de Arendelle que aqueles eram os registros de cada ano das maldições. Se Anna ou Elliot estivessem em Storybrook estariam registradas ali. A Rainha estava surpresa com tantos livros. Mary a alertou que ali era só até a letra "E", David trouxe outra pilha de livros colocando-os em cima da mesa. Aqueles três possuíam um trabalho enorme em mãos.

O sol já tinha se despedido e a meia lua saudava os habitantes no alto do céu estrelado e sem nuvens. Emma estava arrumada para o seu encontro com Gancho, vestindo um elegante vestido claro até a altura dos joelhos. Pediu a opinião de seus pais e sua nova amiga, Elsa.

– Quero opiniões sinceras — disse ao girar mostrando o vestido. — E então?

– Uau! — exclamou Mary sendo seguida por David. Elsa a indagou que aquela era só anágua onde estava o resto do vestido? E Emma contou que aquele era o resto do vestido. Mary estava animada com o encontro da filha e resolveu tirar até uma foto, o que deixou Emma constrangida. Alguém havia depositado batidas na porta e era Gancho com um visual mais moderno, com jaqueta de couro daquela época — ele realmente sabia ser elegante sem fazer esforços -. Ela o achou divinamente lindo com aqueles trajes. O mesmo entrou e com a mão que deveria ser o gancho estava uma mão de verdade, a sua mão, contendo uma rosa vermelha. Mary chamou a atenção de Emma para a "novidade" de Killian. O fato é que hoje cedo ele fez um acordo com o velho Rumplestiltskin, para devolver sua mão em troca de seu silêncio em relação a adaga falsa que ele dera para Bella. O senhor das trevas aceitou, mas o alertou que aquela mão iria trazer o pior dele, o que ele já foi um dia, um pirata! Killian omitiu para Emma o acordo feito com o senhor das trevas, ele apenas contou que o velho crocodilo havia mudado mesmo e lhe concedido esse pequeno desejo.

– Tudo bem, então do que posso te chamar agora? — inquiriu Emma.

– Killian serve.

– Muito bem Killian, vamos embora agora antes que o David dê um sermão de pai protetor. — disse Emma o que fez Killian pedir para David não começar, pois a filha dele estava em boas mãos.

– É exatamente isso que me preocupa, já que agora você tem as duas. — David falou cruzando os braços em uma atitude nada cortes. Ele se ofereceu para dar uma carona o que foi negado por Emma já saindo com Killian. O pai se virou e olhou para as duas mulheres atrás dele. — Eu não fui muito duro, fui?

– Deveria ter visto Elliot e eu quando o Kristoff começou a sair com a Anna, foi a primeira vez que fizemos alguém transpirar.

– A primeira vez que conheci a Elliot, ela também me fez isso. A primeira vez foi com a atitude dela e a segunda foi com o seu treinamento pesado, até hoje possuo um trauma da palavra "De novo" — Elsa sorriu junto com ela e Mary Margaret que depois sugeriu que continuassem a olhar os registros.

O encontro com Killian já fora bastante promissor por não ser no restaurante da vovó. O rapaz a conduziu para outro naquelas redondezas. Porém para surpresa de Emma, Will Scarlet estava ali e na tentativa de fugir acabou fazendo o garçom derramar um líquido no vestido da jovem Swan. Killian o segurou com a sua nova mão, ele parecia diferente, um pouco mais hostil, poderíamos assim dizer. Agarrou a gola da camisa do rapaz ordenando que ele pedisse desculpa a dama. Ela o alertou que estava tudo bem e deixou o jovem ir embora, fugir para ser mais exata. Emma o deixou ir, afinal aquele era o seu primeiro encontro com o capitão gancho, ou ex-gancho estava um pouco confuso em sua mente de como deveria chama-lo.

Enquanto isso Regina e Henry tentavam encontrar uma cura para o feitiço de Marian. O garoto analisava cada ingrediente para se fazer uma poção. Havia, asa de morcego, calda de salamandra, verruga de sapo e questionou qual daqueles ingredientes iriam descongelar a Marian e a mãe falou ao folhear um livro que nenhum ajudaria. Ela não conseguia encontrar algo mais forte para combater a magia da Rainha da Neve. O garoto a olhou e a perguntou se isso tinha a ver com o fato do Robin ainda ama-la. Regina estava surpresa, como o garoto sabia disso? Ele confessou que sabia disso, porque entendia como aquilo funcionava e o beijo do amor verdadeiro não funcionou, porque ele ainda amava ela.

O encontro com Killian fora maravilhoso, apesar do pequeno incidente, o resto havia sido incrível. Ele a trouxe para casa subindo as escadas até a porta do Hall de entrada. Emma o convidou para entrar para tomar um café com seus pais, um bebê e uma maquina de gelo humana, sussurrou que deveria ter o canto dela. O rapaz sugeriu que eles deveriam esperar pela próxima vez e ela o inquiriu se haveria uma próxima vez. Ele disse que sim, mas que dessa vez ele iria convidar. Ela aproximou dele encerrando aquele encontro com um beijo que ele retribuiu docemente. Depois, ela se despediu dele dando-lhe boa noite e entrando dentro de casa.

Emma fora surpreendida por Mary a interrogando de como havia sido o encontro, qual restaurante foram se teve beijo de boa noite e ela contou algumas coisas das quais umas David não gostaria de saber, como por exemplo o beijo que deram no final. Ele era um pai super protetor. Emma se despediu dos pais subindo as escadas para se deitar.

Indo de volta para casa, Killian passou perto da torre do relógio que ficava na biblioteca de Storybrook, ele avistou aquele mesmo rapaz que derramou vinho no vestido de Emma, o rapaz chamado Will Scarlet. Ele presenciou o jovem tentando abrir a fechadura da biblioteca e aparentava estar bêbado. Killian tentou alerta-lo que não deveria fazer isso e que o rapaz deveria ir para casa. Will se desvencilhou das mãos do pirata que o surpreendeu com dois socos fortes no olho do garoto que caiu espantado.

– Qual é o seu problema? — Bradou Will.

– Se contar isso para alguém você morre! — Killian saiu dali atordoado, o crocodilo estava certo afinal, a mão trouxe o seu pior lado.

Gancho seguiu para a loja do senhor Gold esperando que ele saísse. Quando o velho entrou em seu carro, Killian abriu a porta do passageiro de forma abrupta e sentou ao seu lado e informou que o velho Gold estava certo. O senhor das trevas mandou ele sair do carro, mas Killian não o fez. Ele queria retirar aquela mão dos infernos que estava possuindo sua mente. Gold o repreendeu ao dizer que ele deveria tê-lo o ouvido. O rapaz o ameaçou dizendo que Bella iria saber a verdade sobra a adaga, porém, Gold o informou que depois da última extorsão ele colocou a adaga verdadeira de volta e a ameaça dele não havia mais nenhum poder. Ele não quis acreditar no que aquele velho dizia. Gold sugeriu fazer um acordo, que para ter o seu gancho de volta ele teria que fazer algo para o senhor das trevas. O rapaz tentou não concordar, mas Gold soube persuadi-lo muito bem, informando que ele poderia ferir alguém e os danos poderiam ser irreparáveis. O pirata aceitou o acordo e combinaram de se encontrar amanhã nas docas da cidade.

Quando amanheceu Killian esperava o senhor Gold deitado em um dos bancos de madeira do estaleiro. O senhor das trevas fez surgir uma vassoura que criou dois braços e andava.

– Vá na frente. — Disse Gold para o jovem que se levantou irritado seguindo a vassoura andante. Eles caminharam por vários minutos e o jovem questionou para onde a vassoura os estavam levando. Eles se deparam na frente de uma casa e Gold respondeu: — Para alguém que foi injusto comigo a muito tempo. — O senhor das trevas tocou a campainha que foi aberta por um senhor de barba farta e com uma calvice que começava a se alastrar, era o aprendiz. Gold ordenou a Killian para que sentasse o anfitrião. Eles estavam na sala do aprendiz e o jovem gancho segurava os ombros do aprendiz, enquanto Gold estava a sua frente com uma caixa dourada, a mesma caixa que aquele velho protegia a anos atrás. Ele a colocou no chão e retirou sua adaga abrindo a caixa que fez surgir o chapéu mágico.

– Está com você. — Disse o idoso para Gold.

– Não diga que duvidou de mim. — Gold disse e o aprendiz o alertou que todos os senhores das trevas tentam, mas todos falham. — Talvez seja a hora de mudar as coisas. — O velho o informou que ele poderia ficar com o chapéu, mas que ele não iria ter poder o bastante. — Vou conseguir, mas infelizmente você não estará aqui para ver. — Gold apontou o chapéu em direção ao aprendiz, uma luz surgiu do chapéu sugando aquele homem para dentro. Killian ficou surpreso inquiriu para onde o velho tinha ido e Gold só disse que ele foi para um lugar onde ele precisa que ele esteja.

Emma dirigia pelas redondezas da cidade ouvindo o rádio de seu carro com o locutor informando a temperatura de 21º graus em Storybrook. Tudo parecia está indo bem até perder o controle de seu carro que saiu derrapando em uma pista de gelo. Ela freou e observou que a Rainha da Neve a encarava do outro lado da rua próxima a uma loja. Emma desceu do carro e retirou sua arma questionando a mulher porque ela estava a seguindo. A mulher só caminhou se escondendo e Swan correu atrás dela seguindo a trilha de gelo que seu vestido havia deixado, ao final da trilha ela havia sumido. A xerife praguejou e atendeu seu celular que vibrava em seu bolso, era Bella chamando-a na biblioteca da cidade, o ladrão Will Scarlet estava deitado no chão com uma garrafa de Smirnoff dormindo tranquilamente.

Gold e Killian haviam voltado para o antiquário e o rapaz havia conseguido seu "gancho de volta" e informou que o contrato estava terminado e que ele não iria mais fazer nada para Gold. Só que o velho ainda tinha uma carta na manga. O crocodilo havia uma fita cacete que mostrava a pequena visita ao senhor de hoje cedo e Gold apagou os registros de que ele havia estado lá. Aquela fita poderia incriminar o jovem sozinho e deixa-lo na lista negra da jovem xerife. Gold também contou que ele estava certo, o senhor das travas mente, pois enganou Killian a respeito de sua mão, ela não estava amaldiçoada, ele apenas deu permissão para o jovem ser o que sempre fora, um pirata impiedoso e que não poupa nada para conseguir o que quer. Killian o ameaçou dizendo que poderia ir atrás de Bella e ele retrucou ao falar que se ele fosse atrás de Bella, ficaria sem o amor dele e por ameaçar a única luz da vida dele, o jovem estava com uma dívida enorme.

Na delegacia de Storybrook Elsa continuava a ler os registros e maldições daqueles cadernos e Swan acordava o seu novo prisioneiro, Will Scarlet. A senhorita Swan o inquiriu porque havia invadido a biblioteca e o rapaz respondeu de forma irônica ao falar que achava ser um bar com pouca variedade. Ela o mostrou que o jovem carregava um livro de "Alice no país das maravilhas" e um recorte de um desenho que estava em seu bolso, indagou se significava algo para ele e o mesmo negou. Emma o perguntou se ele ao menos lembrava de quem o havia esmurrado, naquele exato momento Killian havia entrada e o jovem o olhou nitidamente, mas negou saber quem havia feito isso com ele. Ela caminhou na direção do pirata e percebeu que o mesmo estava sem sua mão. E ele apenas revelou que a mágica do senhor das trevas não era muito boa. David que também estava observando os registros chamou a filha, informando que o nome que a Rainha de Neve usa em Storybrook, Sara Fisher, não aparece em nenhum lugar do censo, ou seja, ela não veio em nenhuma maldição. A grande pergunta para Emma era como ela havia chegado em Storybrook e o que queria com ela.