Once Upon a Time
33 Nova Amiga?
Notas iniciais
POV. Monica
Fomos para escola, e não trocamos nenhuma palavra durante jornada. Chegamos na escola, e eu fui junto com as meninas até a diretoria, escrever nosso nome na lista das bandas que irão se apresentar no Festival do milho. Quando terminamos fomos para a sala.
Tivemos aula de ciências, e agora estávamos indo para a quadra, pois íamos ter aula de educação física. Todos foram para o meio da quadra, e eu subi as arquibancadas, não estava com vontade de jogar. E graças a Deus o professor nem percebeu que eu ai, mas a Magali, Denise, e as esquilas perceberam que eu estava na arquibancada e foram até mim.
–Não vai participar da aula? –perguntou Magali.
–Olha minha cara de animação pra participar da aula!-eu disse.
–mas você nunca gostou de perder aula, ainda mais aula de educação física, que não tem explicação nenhuma para perder, porque é a aula mais legal que tem!-disse a Magali.
–É que eu estou cansada! –eu disse.
–Cansada de que, não faz nada da vida!-disse a Magali.
–OH, valeu pela sinceridade! –eu respondi.
–Eu não vou mentir!- ela respondeu hoje ela estava disposta a ser bem sincera.
–Da pra parar as duas! Monica, por que está cansada? Foi por causa de ontem né? Ai me conta, que eu não estou nem me aguentando de curiosidade! –disse a Denise toda animada.
–Eu fui visitar a casa do meu pai, acompanhado do meu tio! Ele me levou até a mansão onde havia várias coisas sobre as aventuras do meu pai, e ele me contou várias histórias referente ao meu pai, incluindo como ele entrou para a liga dos guardiões e como ele conheceu minha mãe! –eu disse.
–Mas espera, você não sabia como que o seu pai tinha entrado para a liga dos guardiões? –perguntou a Denise.
–Sabia, mas meu pai nunca teve muito tempo para me contar sobre essas história, então sempre as histórias ficavam pela metade! –eu disse, meio triste.
–Foi falta! –gritou uma voz feminina, que por coincidência vinha da Magali. –Juiz barrela, covarde! –ela continuava gritando até a gente colocar a mão na boca dela.
–Magali, por favor, quer que o professor nos veja aqui? –eu disse.
–Ai me deixa ser feliz recalcada! Eu em, só estou agindo como uma boa torcedora! –disse ela, agora ela está com síndrome de Denise na cabeça, nunca vi ela chamar alguém de recalcada. –Ai! –disse ela parecendo estar com dor, e colocando a mão na barriga.
–Que foi Magali? –perguntei.
–Estou com cólica! –disse ela.
–Eu sabia que esse estresse não era por qualquer coisa! –disse a Denise tirando sarro. –Dentro da minha mochila lá na sala tem remédio e absorvente, pega lá! –Terminou a Denise, agora preocupada.
–Tá, valeu! –disse a Magali e saiu correndo.
–Meninas! –gritou uma voz masculina, e olhamos para baixo. –Para a quadra, vamos ter agora uma prova de Educação física, vale nota! –disse o Professor de Educação física.
–A qual é fessor! –eu disse. E nós descemos, chegamos lá e vimos todos com arco e flecha na mão.
–Tenho certeza que você não sabe nem como colocar uma flecha no arco! –zombou Mérida, apenas a ignorei.
Todos atiraram no alvo, porém ninguém acertou. Depois de Elsa, Rapunzel e Mérida atirarem e somente Mérida acertar só sobrou eu para atirar.
–O professor eu não vou fazer isso! –eu disse, se fazendo de Rebelde.
–Pode se saber por que causa, motivo, razão e circunstância, você não quer participar? –ele perguntou.
–Simples, porque eu não quero! –eu respondi.
–Menina, ou você faz isso, ou vai ser suspensa e ficara sem nota, é isso que você quer? –ele disse, bravo. Me levantei e peguei um arco e três flechas. –Você só precisa de uma! –disse o Professor e eu o ignorei e caminhai até o primeiro alvo, onde ainda havia a flecha de Elsa.
Todos estavam pensando que eu iria errar e iria ter que usar a outra flecha, porém só eu sabia o que iria fazer. Me posicionei com o arco e a flecha, e atirei, acertando bem no meio no alvo, depois caminhei até o alvo de Rapunzel e novamente acertei. Caminhei até o alvo de Mérida e me posicionei.
–Ela não vai fazer o que eu estou pensando vai!? –disse o Jack.
–Ela não vai fazer isso! –disse Mérida, e eu mirei no alvo, todos ficaram observando qual seria o meu próximo passo. Dei uma olhadinha para Mérida e dei um sorriso malicioso. –Ou não! –terminou Mérida e eu atirei, a flecha atravessou a flecha de Mérida e atravessou o Alvo, parando apenas na parte de madeira que segurava o Alvo.
Todos ficaram impressionados e me aplaudiram, incluindo o Professor.
–Nossa, eu nunca vi uma menina tão talentosa como você! –disse o Professor, e eu olhei para Mérida que me olhava com raiva. Depois ela saiu, e eu me despedi de todos e fui atrás dela.
Procurei ela em todos os lugares mas não a encontrei, depois voltei para sala e já tinha batido o sino para a última aula. Entrei e percebi que a Mérida não participou da última aula. Quando bateu o sinal para irmos em bora fui correndo para o portão, percorri a rua em que Mérida usava para voltar para casa, e por incrível que pareça eu sabia qual era. Andei muito, até chegar em uma parte da rua que era meio deserta, continuei andando e ouvi gritos, gritos que parecia gritos de socorro. Corri até o local da onde vinha os gritos e cheguei até um beco, onde havia 3 homens armados e uma garota ruiva, Mérida. Me escondi, e escutei os bandidos falando para ela não gritar e passar tudo que ela tinha. Percebi que estava na hora de agir, e peguei um pó de invisibilidade inventado por Franja, e fui até os ladrões, a ataquei.
POV. Mérida
Estava sendo assaltada por três ladrões quando de repente eles começaram a se debater, como se houvesse alguém batendo neles, porém não havia ninguém. As armas deles foram jogadas para longe deles e eles caíram no chão. Com pouco do nada aparece uma Menina na minha frente, como num passe de Mágica, e essa menina havia me salvado. Quando fui olhar para ver quem era, percebi quem eu menos esperava que apareceria para me salvar, Monica.
POV. Monica
Como sempre a invenção do Franja não havia funcionado por muito tempo, e o efeito passou, e todos me viram. Mas graças a Deus eu já havia batido em todos os ladrões, e estavam desmaiados.
–Como você fez isso? –perguntou uma voz atrás de mim, me virei e era Mérida.
–Acredita em mágica? –perguntei. –Pois foi isso que você viu aqui! –Eu disse.
–Eu não acreditava até ver com meus próprios olhos! -disse ela, maravilhada.
—Nunca pensei que diria isso, mas, Obrigada! –ela disse.
–É o que qualquer um faria! –eu disse.
–Como sabia que eu estava aqui! –ela perguntou.
–Eu vi você saindo da aula de educação física e procurei você porem não achei, aí depois da aula eu vim pelo caminho que você percorre para voltar para casa! – eu expliquei.
–E por que você se preocupa comigo? –ela perguntou.
–Meu pai sempre disse que devemos amar nossos inimigos! –eu disse.
–Tá! Agora corta o papo furado! Você me salvou, muito obrigado, mas agora eu já vou! -ela disse, saindo. Apenas sorri e também fui para o ponto de taxi, peguei um e voltei para casa. Entrei e estava todos me esperando na sala.
–Oi família! –eu disse, eu os tratava como se todos fossem meus irmãos.
–Onde você estava? –perguntou o Cebola.
–Espera ai, quando foi que meu pai veio parar no mundo real! –eu disse, comparando o Cebola com meu pai.
–Como que é? –ele disse, irritado.
–Relaxa ai amorzinho, eu estava apenas cumprindo meu trabalho de Guardiã!
—eu disse, me jogando no sofá.
–O que você fez? –perguntou Denise.
–Salvei uma das meninas do The Big 8 de um assalto! –eu respondi.
–Um assalto?? Não sabe como isso é perigoso! –disse o Franja preocupado e praticamente me dando uma bronca.
–Exatamente, e foi com a sua poção de invisibilidade, que por sinal não funcionou muito bem! –eu disse.
–E por que não funcionou muito bem? –perguntou o Simon.
–Me deu uma dor de barriga lascada! –eu disse, brincando e fazendo todos rirem.
–Espera! Vocês estão rindo mas o negócio é sério! –disse a Magali.
–Verdade, ninguém sabe o que uma dor de barriga pode causar! –disse o Cascão fazendo piadinhas e levando um peteleco da Magali.
–Agora é sério gente! A poção não funcionou muito bem por que o efeito acabou rápido! –eu expliquei.
–Agora me diz, o que você estava fazendo com a minha poção de invisibilidade? –perguntou Franja.
–Bom, eu-gaguejei para não falar a verdade. –Eu ia usar para me vingar de vocês hoje pelo que vocês fizeram com a gente! –eu terminei.
–Como ousa? –perguntou o Cebola.
–Do mesmo jeito que vocês ousaram jogar ratos em cima da gente! –eu respondi e começou uma discussão entre mim e cebola, e os outros saíram dali e nos deixaram a sós.
–Pois agora você vai ver o que é vingança! –disse o Cebola fazendo cosquinhas em mim, até eu conseguir me soltar e sair correndo e ele veio atrás de mim, entrei correndo no meu quarto, porém não deu tempo de fechar a porta e ele entrou.
Ele me alcançou e me pegou pela cintura, me jogando em cima da cama, e ficando em cima de mim. Nossas respirações estavam juntas e nossa bocas próximas uma da outra, e um olhando fundo no olho do outro.
...
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