Once Upon a Time
9 Cada vez mais...Problemas!
Notas iniciais
POV. Denise
Acordei com uma tremenda dor de cabeça.Tentei me levantar mas não consegui. Olhei para o lado esquerdo, e lá havia um menino Loiro, deitado sobre a cama ao lado. Quem era ele? Espera,Onde eu estou?Não me lembro de nada.
POV. Monica
Assim que acordei chamei a Magali, o Cebola, e o Cascão, Para irmos ver como a Denise e o Franja estavam. Afinal, estávamos todos preocupados.Pois já havia 2 dias que estavam desmaiados. Mas antes de irmos pedi para um de meus anões para levar um café para eles no quarto, eu tinha quase certeza que eles já tinham acordado.
Os guardiões, tinham ficado em minha casa todo esse tempo. Porque estávamos esperando O franja e a Denise acordarem, para colocarmos nosso plano em prática. O próprio, era de buscarmos o grupo The Big 8.Mas vamos esquecer um pouco essa parte. Já estávamos na frente da porta do quarto em que eles estavam.
POV. Franja
Quando acordei a primeira coisa que veio em minha cabeça foi: Como está a Denise?. Tentei me levantar, para procura-la,mas não precisou, ela estava na cama ao lado da minha.Aí me despreocupei um pouco, mas veio agora outra coisa: Quanto tempo eu dormi?
Sai de meus pensamentos, quando ouvi alguém batendo na porta.
—Pode entrar!-Gritei ainda dentro do quarto.Ai me pergunto, se eu estou doente,e porta está só encostada, precisa bater? Esquece.Deve ser a Monica e o pessoal.Tirei a Duvida, era eles.
—E ai bela adormecida! Como você está?-perguntou o Cascão.
—Nossa! dormi tanto tempo assim? Espero que não tenha sido mil anos! HA HA HA-Brinquei, e eles riram.
—Boa noticia! não foi mil anos como o da Bela adormecida! E má noticia, Foram dois dias!-disse o Cebola. De primeira pensei que ele estava brincando. Mas então vi que ele falava sério.
—Eita lasqueira! Tudo isso! Por isso que estou com tanta fome!- eu disse, e sim eu estava com fome mesmo.
—Daqui a pouco você come! Mandei um de meus anões lhe trazer um café bem reforçado!- disse a Monica.
—Obrigada!-eu respondi.
—Você acordou a muito tempo?-perguntou a Magali.
—Faz pouco tempo!- respondi e dei uma olhada para a Denise.-E a Denise? será que ela está bem?-perguntei me preocupando.
—Não sei! Também não acordou nenhuma vez depois que você a trouxe!-respondeu a Magali.-Mas tenho certeza que ela está bem! A Denise é forte!-disse ela me acalmando.
—Mas afinal! Onde você encontrou ela?-perguntou o Cebola.
—A beira de um precipício!-falei e o semblante deles mudou totalmente.-Se eu não estivesse lá, não sei o que teria acontecido!- eu terminei.
—Como assim Franja?- perguntou a Monica.
—Ela desmaiou, a beira de um precipício! Acredita?- terminei totalmente em trigado. Eu a salvei. Percebi que eles ficaram pasmos.E não falaram mais nada.
POV. Denise
Quando percebi que o menino loiro tinha acordado, eu feixe meus olhos rapidamente, para parecer que eu estava dormindo.Depois chegaram mais pessoas dentro do quarto. Eles falaram sobre muitas coisas. Até sobre uma tal de Denise que o menino loiro salvou. Me parece que o nome dele é Franja, nome engraçado. Quando percebi que eles ficaram em silencio, eu fingi estar acordando. Quem sabe assim eles me explicam quem são eles, e porque estou nesse muquifo.
—Denise? Olha gente ela está acordando! Como você está Denise?-perguntou uma menina alta dos cabelos longos e preto. Depois vi que chegou mais 4 pessoas, um deles era o Franja. Fiquei muito confusa, com todas essas perguntas. E porque estavam me chamando de Denise. Pelo que eu saiba, Denise é a menina que eles acabará de falar, que tinha desmaiado a beira de um precipício.
—Ai minha cabeça dói!- eu disse , afinal a unica coisa que sabia era que minha cabeça estava doendo.
—Calma Denise! Não se esforce!- quem falou agora foi uma menina um pouco mais baixa que a outra. Do cabelo curto e preto. E lá vem eles me chamando de Denise de novo.
—Que diabos é Denise?-me estrecei e não aguentei.Mas isso só piorou minha dor de cabeça.-Ai minha cabeça!-falei quase gemendo.- Quem são vocês? e onde eu estou?- eu perguntei de uma vez. e todos ficaram em silencio, mas dava de perceber o olhar de desespero deles.E porque estavam daquele jeito.E quanto mais eu me pergunto as coisas mas minha cabeça dói. — Ai minha cabeça! Que dor insuportável!
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