Notas iniciais
Uma maldição pior do que a que Regina pusera em Storybrooke está á caminho da pequena cidade em Maine... e ninguém estará preparado para o que acontecerá. Quando o mundo real e o mundo mágico se colidem, ninguém mais está á salvo. A Batalha Final entre o bem e o mal começa aqui.

ONCE UPON A TIME: MAGIC IS HERE

PRÓLOGO — COLISÃO

[Storybrooke]

Maleficent balançou sua mão com um leve gesto, e rapidamente a última cúpula de um poste em uma rua de Storybrooke quebrou; deixando o local escuro. Ela deu uma gargalhada maléfica, olhando para o Capitão Hook. O vestido longo e roxo de Maleficent arrastava-se pela rua... Passando pelos cacos de vidro quebrados do poste.

— Quem abriu o portal para cá? — perguntou Hook, curioso e assustado. Não queria que Maleficent estivesse ali. Não quando ele já estava na cidade á um mês com Cora. Mas Cora havia traído ele. Ela e Regina. Agora ele teria que formar novas alianças para acabar de uma vez por todas com Rumplestiltskin.

— Eu não sei meu querido. A única coisa que eu sei é que... Ninguém mais está á salvo agora. Vamos, eu deixei a garota em um local seguro. — disse Maleficent, gargalhando novamente. Um tremor no ar e Maléfica e o Capitão Gancho desapareceram — aparatando. De repente outro tremor no ar acordou a Vovó Granny na sua lanchonete. Ela abriu a persiana, quase desmaiando quando virá o que acabava de passar em frente á sua loja: um Gigante. Ruby apareceu ao seu lado, sonolenta e com o cabelo embolado. Estava enrolada em um cobertor, quando perguntou:

— O quê é isso? Você caiu Vovó?

— Não... Algo pior que isso, minha filha. — Granny estava preocupada.

— O quê houve? — perguntou Ruby, se aproximando da janela, e vendo dois caras de armaduras medievais passando em frente á loja delas.

— Alguém abriu o portal entre os dois mundos.

[Flashback — Terra do Nunca]

— Que barulho foi esse? — perguntou um dos meninos perdidos enquanto andava ao lado de Peter Pan.

— Deve ter sido um trovão. — disse Peter.

— Não parecia muito bem um... — dizia um dos meninos perdidos. Outro barulho. Dessa vez era um grito.

Peter se assustou quando reconheceu de quem era o grito.

— Wendy! — gritou ele, e rapidamente virou-se para Sininho, que sobrevoava ao seu ombro. — Pó Mágico! Rápido!

Sininho fez que não com a cabeça; obrigando Peter á balança-la contra sua vontade para jogar o pó nele. Peter começou a voar sob a copa das árvores, e em questão de segundos pairou sob sua toca. Pela janela, viu cinco dos doze meninos perdidos amarrados á um pedaço de tronco de árvore. Wendy também estava amarrada.

— Você, queridinha, não poderá mais dizer o mesmo sobre o seu futuro com aquele fedelho perdido. Mate os outros. Vamos levar a garota. — dizia uma mulher alta, com um vestido roxo e longo arrastando-se pelo chão.

— Será um prazer. — disse outra voz, essa masculina e conhecida por Peter. Hook. Era ele que ajudava a mulher. Rapidamente uma fúria incontrolável inundou-o e ele entrou pela janela, voando.

— Largue a garota, Gancho! — gritou Peter. Ele pegou o punhal preso á seu chinelo e apontou-o para a bruxa.

Ela começou a gargalhar.

— O que é tão engraçado? — perguntou Wendy, lutando contra a corda que á apertava.

— Isso. — disse Maleficent, tirando o capuz do rosto. Ela mexeu a mão e Peter foi jogado contra a parede. — Tolo. Agora vamos, Hook. Perdemos muito tempo aqui...

— Solte ela! — gritou Peter.

— Sim, eu soltarei. Em outro lugar.

— Pra onde iremos? — perguntou Hook, mexendo em seu gancho que estava frouxo.

— Uma terra sem magia...

— Não! — Peter começou a chorar.

— Onde não há finais felizes. — continuou Maleficent. — Alguém abriu o portal entre os mundos... E agora é a nossa hora de recuperarmos o que perdemos.

— Nunca! — gritou Wendy, cuspindo na cara de Maleficent.

Isso irritou-a profundamente. Ela deu um tapa que deixou uma marca na cara de Wendy, enquanto Peter não parava de chorar.

— Por favor, não... Não! — gritava Peter.

— Vamos. — Maleficent bateu sua bengala no chão. Um tremor no ar e uma mistura de cores verdes começaram a se formar. Peter caiu no chão, e Maleficent gargalhou outra vez. Entrou no portal com Wendy, e Hook era o próximo á entrar...

Quando Peter gritou outra vez, algo como “Nunca!”, agarrando o pé de Hook. Ele estava perto de ganchar a mão de Peter, quando o portal puxou os dois para dentro.

Os meninos perdidos olharam para a cena que se passava lentamente, quando um estrondo deixou um silêncio no ar. Maleficent, Hook, Wendy... e Peter Pan estavam á caminho de Storybrooke.

[Dias atuais — Aurora POV]

— As pessoas estão sumindo. — avisou um guarda á princesa Aurora.

— Como assim as pessoas estão sumindo? Estão morrendo? Oh, meu deus!

— Não, princesa. Alguém abriu o portal entre os mundos. — o guarda estava preocupado.

— Oh... Ah! — gritou Aurora, feliz. O guarda não entendeu tal felicidade da princesa, algo estava errado com ela. — Encontre-me Mulan.

— Mas... Princesa, isso é perigoso!

— Eu não ligo. Nós estamos indo buscar uma cura... Eu e Mulan acordaremos o príncipe Phillip esta noite.

[Dias atuais — Ariel POV]

Sua calda verde balançava lentamente pelo oceano quando uma luz distante quase a cegou. Um redemoinho dentro do oceano puxou vários peixes para dentro dele, levando Ariel junto lentamente. Ela gritou várias vezes e tentou chegar á superfície — mas era tarde demais quando ela bateu a cabeça na pedra. Seus cabelos vermelhos se misturaram com o sangue que ali flutuava; e lentamente o redemoinho mágico engoliu Ariel.

[Praia — Maine]

A visão de Ariel estava embaçada.

— Oi... É, meu nome é James. — disse um garoto loiro. Bem, pelo menos ela achava que ele era. — Você está bem?

— James! O que aconteceu? — gritou uma menina, ao lado de outras três que á seguiam. A visão de Ariel voltou ao normal quando ela se apoiou na pedra que estava ao seu lado. James ignorou a outra garota.

— É... — continuava o garoto, olhando para os olhos de Ariel.

— O quê foi?! — perguntou Ariel, assustada, olhando para trás.

— Você... você... está nua. — disse James, não conseguindo conter não olhar para ela.

Ariel se sentiu envergonhada quando olhou para seus seios á mostra. Cobriu-os rapidamente com seu braço, enquanto a menina loira chegava até eles.

— É só eu desaparecer por dois minutos que você já acha outra para transar na água, não é mesmo?! — gritou a garota, jogando a bebida que trazia consigo na cara de James.

— Não é o que você... — dizia ele.

— Nunca é! Não para você. Acabou... volte a ficar com a ruiva, ela está esperando! — a menina olhou para Ariel, que estava confusa e nua ao lado da pedra. A menina deu um tapa na cara de James antes de ir embora com as amigas.

— Me... me desculpe por ver isso. — disse James. — Bem, parece que finalmente terminamos.

— Me desculpe eu. — disse Ariel, olhando para os olhos azuis de James. — Sou eu quem está pelada, lembra?

James riu e se ajoelhou ao lado de Ariel.

— Qual o seu nome, mesmo? — perguntou ele.

— Ari... Ah, não! Pelos sabres de Tritão! — gritou Ariel.

— O quê foi? — James olhou para trás, assustado. — Que gíria é essa? — ele voltou a rir.

— Não... Não! — Ariel entrou em pânico. — Cadê... O que... o que é isso? — Ariel continuou gritando, olhando para suas pernas.

— É só um sangramento. — disse James, jogando água do mar na perna de Ariel. — Vai sarar rapidamente. — ele sorriu.

Ariel não entendia. O menino também tinha os mesmos dois palitos debaixo da cintura. Ele levantou, estendendo a mão para ela.

— Vamos. Eu não mordo. — ele sorriu. Ariel parou de entrar em pânico. Talvez aquele redemoinho á levara para longe de casa. Mas ela sabia que em pouco tempo alguém em Atlanta sentiria sua falta. Ou será que não? A única coisa que ela tinha certeza no momento, é que ela se sentia segura perto de James.

Ela estendeu sua mão para a de James, e ele á puxou. Ariel dobrou os joelhos ao ficar em pé. James á pegou antes de ela cair, segurando-a no colo.

— Eu te levo. — disse ele. James sorriu. Ariel parou de sorrir, estava confusa com uma coisa enquanto James á levava pelas margens da praia.

— Como vocês respiram por aqui? — perguntou ela.

James riu para ela, dizendo algo como “você é engraçada”. Perto da pedra onde eles estiveram á poucos minutos atrás, uma menina de cabelos castanhos pegou o colar que Ariel esquecerá na areia. Um menino apareceu ao lado da garota. A menina, que tinha 13 anos, passou o colar ao menino.

— Tem razão que é ela? — perguntou o menino.

— Tenho. — disse a garota, sorrindo maleficamente.

Notas finais
Espero que gostem dessa minha nova fanfic. Comentem para eu saber se já leram e confiram minhas outras fanfics ;D
Podem dar ideias também de qual personagens de contos de fadas vocês gostariam de ver na minha fanfic ;D