Once Upon A History of Love

1 Aquilo que você mais ama


Notas iniciais
cada cap um dos nomes da temporada uma ideia louca que surgiu primeira fic swan queen entao........ espero que gostem

Emma não queria ficar sozinha em seu aniversário de vinte e oito anos e assim que assoprou a vela de seu pequeno bolo, sua campainha toca anunciando uma visita. Henry Mills, um pequeno garoto de oito anos anuncia à Emma que ele é seu filho biológico. Algumas horas depois a mulher está em frente a porta da casa da mãe adotiva de Henry, Regina Mills.

Toda a história de personagens dos contos de fadas para Emma era loucura do pequeno, mas depois que o garoto fora entregue, ela postergava todos os dias sua volta à Boston. Aos poucos Emma havia se habituado a cidade, naquela loucura de Salvadora e de que ela era a responsável por trazer os finais felizes de novo. Henry tentava a todo custo fazer com que a mãe biológica acreditasse nele, coisa que parecia cada vez mais impossível.

Os embates com a prefeita era cada vez constantes e fora as ameaças que a morena fazia para a loira, aclamada, então, a segunda xerife da cidade, junto de Graham. As coisas parecia bem, até que o pequeno Henry, para provar algo para sua mãe e seu psicólogo entra em uma mina que estava desabando. Como de praxe, a prefeita e a segunda xerife da cidade discutiram sobre quem resgataria o garoto que já estava há algumas horas sumido após mais um tremor da mina, acontece que a situação só piorou depois que a entrada foi bloqueada por pedras grandes.

Regina, em desespero comedido, aproximou-se de Swan, ao que a loira a encarou. Graham estava ao lado das duas, mas como todo homem, não reparou no clima que ali havia rolado.

"Salve meu filho" foi o que a prefeita disse para Emma. Após o resgate com sucesso, as coisas que para Emma devia melhorar só piorou. Graham, que estava ganhando o coração da loira aos poucos, morrera antes mesmo de poder dar-lhe um beijo. A prefeita sentiu o sentimento do rapaz mesmo ele estando sem coração, e em seu momento de fúria esmagou o coração do homem, não deixando que ele se aproximasse de Emma, afinal, o que a prefeita não queria era alguém prendendo a loira na cidade, ela queria que Swan fosse embora logo.

Os dias se passavam, as semanas iam se passando e Emma ia cada vez mais ficando suas raízes na cidade do interior do Maine, Storybrooke. Emma não entendia porquê ela nunca conseguia ir embora, tudo bem que ela fez mais amigos naquela cidade do em toda sua vida em Boston, mas ainda assim, em seu interior, ela não sabia porque não conseguia deixar a cidade. Ok, Henry era um dos motivos, sabia que Regina nunca faria nada para machucar o garoto, não fisicamente e isso já era um bom motivo para ficar por perto. Branca era uma ótima amiga, muito amoroso e acolhedora, tivera sorte de tê-la encontrado. Mas a prefeita também a intrigava, queria saber quem era realmente aquela mulher, e o que aconteceu a ela para que o garoto achasse que sua mãe, quem realmente cuidou dele desde bebê, fosse a Rainha Má; queria entender porquê... Regina Mills era um enigma para a xerife, mas ela ia decifrá-la, porque no fim, Emma sabia que a prefeita queria o que todos buscam: o amor.

***

Já tinha se passado um bom tempo desde que Emma estava na cidade, mas ela não estava aguentando as brigas com a prefeita

"Toda vez que sua mãe e eu brigamos, algo de ruim acontece com alguém, Henry" Naquele dia Emma estava disposta a ir embora e ela ia, mas Henry viu a torta de maçã e sabia que estava envenenada, Emma morreria se desse uma única mordida. O garoto, para provar a sua mãe que ele estava certo, mordeu a torta, desmaiando logo em seguida.

Como tudo era desesperador, Emma leva Henry às pressas para o hospital, antes de Regina chegar, a Salvadora passa a acreditar em Henry, e ela começa a se lembrar, ao pegar o livro do garoto que ela era a salvadora e fruto do amor verdadeiro, mas todos ainda estavam amaldiçoados, Regina entra na sala aonde o garoto está, e Emma ao vê-la puxa para a sala mais próxima a elas.

"É verdade?" gritava a xerife.

"Sim, era." as duas mulheres estavam brigando, até que Emma a encosta na parede a prende.

"Henry comeu a torta que você me deu, Regina"

"Era para você comer, não o Henry"

E como mágica, a partir daquele momento, as duas começaram a agir não no singular, mas no plural, deixando de lado o "eu" e acrescentando o "nós" naquele momento, então, o amor verdadeiro começou a ser construído, porque mesmo Regina sendo a Rainha Má, a Salvadora confiava nela.