On The Road

6 The airs getting cold


Notas iniciais
Oi pessoas!!!!! Sentiram minha falta? ( ) Sim ( ) Não ( ) Pode ir em bora não gostamos mais de você ( ) Nunca mais ouse fazer isso!!! Bom eu tenho vários motivos para ficar essas 2 semanas (5 contando com as que não dava para acessar o Nyah!) O primeiro e mais importante de todos, meu namorado. Sabe, ele é meio inconveniente, aparece quando você menos precisa dele, e quando você chama ele praticamente nunca vem. Na verdade ele está aqui comigo agora. Mas eu ainda amo ele. O que eu faria sem você... Sono!!!!!!! O segundo, meu teclado estragou. Meu "r" e outras letras estão totalmente bugadas. Só com muito esforço eu consigo digitar bem. Existem outros motivos também, mas se eu fosse listar todos e cada um ia demorar de mais, então, o cap:

Think the clouds are clogging up my brain

Like the weather drain same as the tears on my face

And I'm stuck up in the storm

I, I guess I'll be alright

Oh (uh oh uh oh)

Oh oh (uh oh uh oh)

Then it hits me like

Oh (uh oh uh oh)

Oh no (uh oh uh oh uh uh oh)

Amy

– Certo Kabra, conseguimos confundi-los. Temos meia hora para nos esconder no compartimento de carga do avião para Rússia com ponte na Alemanha...

– Confundir quem? Por que temos que nós esconder no compartimento de um avião? Por isso compramos paraquedas e tudo aquilo? E, um avião para a Rússia? Temos que ir para a Suíça...

– É aí que entra o paraquedas.

Bem, talvez eu deva explicar por que estávamos prestes a nos esconder no compartimento de carga de um avião, para podermos pular de paraquedas em um outro país.

Tudo começou quando saímos do Rosecrans e começamos a discutir sobre aquela pista, Primeiro verso. Num lugar de Janus, achem um Lucian que reinou absoluto. Abaixo dele, a mensagem, assim como tela sob óleo

– Estou dizendo Ian! tem alguma coisa a ver com o Rei Luís...

– Bem, talvez. Mas pode ser outro primeiro verso, o primeiro verso de um poema.

– Mas "Lucian que reinou absoluto"? Luís XIV era absolutista...

Foi aí que eu percebi. Um carro preto exatamente idêntico a um dos que estava estacionado no cemitério estava um pouco atrás de nós. Mas eu não liguei muito, afinal, aquela caça era inofensiva certo? Meu primeiro erro.

– Enfim, — continuei como se nada tivesse acontecido — pode ser que esteja no castelo dele.

– No palácio de Versalhes? É provável...

O carro preto continuava na nossa cola. E, eu quase não consegui ver, mas pintado de um preto um tom mais escuro, o carro tinha um grande V.

V de Vesper.

– Ian, o que você acha de conversar no hotel? — disse tranquilamente, se tinha um carro ali, era para nos vigiar — Lá é muito mais calmo. Dá para pensar melhor não acha?

Eu tinha certeza absoluta que no hotel tinha uma escuta. Agora eu só precisava convencer o Ian.

Andamos pelas ruas da Califórnia em um silencio no mínimo desconfortável. Quer dizer, aqui estávamos eu, a tonta que se apaixonou e o garoto que a enganou para conseguir uma coisa, bem na cidade em que esse tipo de filme adolescente acontece.

O típico clichê de garota nerd se apaixona pelo popular, ele "corresponde" logo antes de uma prova ou teste, e depois a icônica frase: "Você achou mesmo que eu gostava de você"? Só que esses filmes tem finais felizes, a vida, principalmente a minha vida, nem tanto.

Finalmente chegamos no hotel. Então Ian foi para o quarto dele e eu fui para o meu. Coloquei outra roupa e peguei uma folha de papel. Tinha que pensar...

– Ian eu já sei para onde temos que ir!

– E para onde Cahill?

– Bem se insiste Kabra, temos que ir para a Suíça. É lá que está a próxima pista. Quer dizer, eu acho que é uma pista. Mas enfim, está na Suíça eu tenho certeza!

– Por que?

– Por que não é nada do que está dizendo. A pista significa voltar para o último lugar que você estava. E o ultimo lugar em que eu estive foi a Suíça!

– Isso não faz nenhum sentido Cahill, e os outros participantes? Acho que a maioria deles não esteve na Suíça.

– Acho que as pistas são diferentes, lembra do Hamilton falando sobre o portão?

Ele continuou me olhando desconfiado.

– Olha, eu conheço meu tio está bem?

– Tudo bem, vamos para o aeroporto particular...

– Não, acho que prefiro ir em um voo comum... Mas antes temos que comprar umas coisinhas...

Dan

– Daniel Cahill!!! Já disse que não é hora de brincadeiras. Passamos dias sem chegar perto de decifrar a pista e o que você faz? Troca meu shampoo por tintura barata!!!

Meu Deus, que stress...

– Primeiro, eu troquei seu shampoo por agua oxigenada. Foi seu condicionador que eu troquei por tinta. E acredite em mim, nenhum dos dois foi barato. Mas ficou legal assim!!! — não ficou nada legal — E segundo, Natalie foram só dois dias, e pelo que sabemos todos ainda estão na Califórnia, nós já vimos. Eles estão só... Andando por aí, assim como a gente.

– Na verdade nem todos. — Ela fez uma cara estranha, uma mistura de raiva e preocupação — Amy e Ian. Eu não os vi. E perguntei "casualmente" para os outros. Eles sumiram do mapa.

Minha cara deve ter ficado como a dela. Eu entendia. Amy era minha irmã, por um lado eu estava com raiva, afinal queria ganhar. Mas por outro...

– Mas você disse que tinha visto a Amy ontem, naquele bairro com nome de carro... Belo Ar?

– Bel Air. E, eu menti. Sei como irmãos são com irmãs e não quis te preocupar.

Natalie poupando alguém? Não é preciso ter, sei lá... Um coração que não é feito de gelo, ou pedra para fazer isso?

– Você acha que... — comecei — Que alguma coisa pode ter...

– Claro que não Daniel!!! É só uma brincadeira inocente certo? Quer dizer, o que vamos ganhar no final? Um chocolate? Eles devem ter descoberto a próxima pista e só.

Mas o tom dela parecia... não, não podia ser. O tom dela parecia inseguro.

– Não importa ok? Vamos ver aquela pista de novo! Minha irmã nunca ia deixar algo acontecer, ela é esperta demais.

– Aposto que você nunca diria isso na frente dela. Tudo bem, eu também nunca diria isso para meu irmão. Mas eles devem estar bem. — e então mudou seu tom "garota sensata e tranquilizadora" para um "menina malvada e sarcástica" de dar arrepios — E isso por que? Ah, sim, por que eles desvendaram a pista! Coisa que nós não fizemos!

– Bem, então se queremos derrotar nossos irmãos, precisamos descobrir o que essa pista significa.

– Bem, é fácil falar... Por onde começamos?

Eu juro que estava pensando. Eu estava mesmo, mas era um tênis tão... diferente eu tinha que perguntar.

– Por que esse tênis é diferente?

– Diferente? Como assim?

– Seu tênis, tem uma parte branca e uma preta. E está escrito "Okay" nas duas. E tem essa coisa escrita atrás...

– É de um livro. Chama "A Culpa é das Estrelas" Atrás está escrito "A culpa meu caro Brutus não é das estrelas" e no outro "Mas de nós mesmos que consentimos em ser inferiores". O filme acabou de lançar. Eu queria assistir...

– Então vamos! Parece ser legal. Tipo Guerra nas Estrelas não é? Você me surpreende cada dia mais! Achei que você gostasse desses romances em que alguém morre! — quando eu disse isso ela deu uma risadinha, não entendi por que — Vamos hoje que tal? Afinal, estamos perto de Hollywood, aposto que tem um cinema em cada esquina.

I'm boarding up the windows

Locking up my heart

It's like everytime the wind blows

I feel it tearing us apart

Everytime he smiles

I let him in again

Everything is fine

When you're standing in the eye of the hurricane

Here comes the sun, here comes the rain

Standing in the eye of the hurricane

Here comes the sun, here comes the rain

Standing in the eye of the hurricane

Notas finais
E então? Gostaram? Odiaram? O que vocês acha de eu postar toda sexta a partir de agora? Só mais uma coisa, a coisa de se esconder em no compartimento de carga? Acho que vi muito "Marvél Agents of Shield". Alguém mais está mais que doida para ver A Culpa é das Estrelas ou só eu? Bom, pô-pô-por hoje é só pe-pe-pessoal