Olá, meu nome é Nathalie

5 Um lugar não tão estranho assim...


Notas iniciais
Desculpe pela demora (de novo), é que é muito difícil pegar a internet aqui onde eu estou... Bom, espero que gostem.

Acordei, minha visão estava embaçada e eu estava caída no chão, esfreguei os olhos um pouco e olhei onde eu estava.

Eu estava naquele beco, porem o beco estava diferente, as paredes pareciam um tanto (destruídas) deterioradas, tinha umas plantas crescendo nas paredes.

Depois de ver isso eu levantei, fiquei um pouco tonta e quase caí.

Saí do beco e olhei em volta, a cidade estava deteriorada, dos muitos prédios que tinham ali (ou seja, quase metade da cidade) só restavam escombros.

Ao ver isso fiz a primeira coisa que apareceu em minha mente, corri para casa.

A casa estava em péssimo estado, porem ainda estava inteira (não tinha desabado, ainda), entrei, comecei a andar na casa até que alguma coisa refletiu nos meus olhos, fui ver o que era. Era uma adaga.

Peguei e coloquei na minha bolsa, continuei andando pela casa.

Peguei uns livros que eu via minha mãe mexer (ela nunca me permitia poder pegar os livros).

Continuei andando pela casa até que eu ouvi um barulho, fui ver o que era.

O barulho vinha do meu quarto, tirei a adaga da bolsa e fui para lá cautelosamente.

Entrei no meu quarto, vi algo se mexer perto do lugar onde minha cama ficava, mas como estava escuro não deu para ver direito. Sem querer eu fiz um barulho, vi algo se aproximar, saí do quarto, lentamente.

Algo pulou em cima de mim.

Algo não, alguém, era um garoto, aparentava ter mais ou menos quatorze anos, ele era loiro e tinha olhos azuis, a maior parte de seu cabelo estava coberta por um capuz branco com umas “orelhas”, ele usava uma camiseta azul.

–Sai de cima de mim! – gritei. Ele olhou para mim, ele se espantou, ficou um pouco pálido e ses olhos se arregalaram.

–V-você é... é... – ele gaguejou, enquanto saía de cima de mim.

–Sou o que?

–Você é humana? – ele perguntou, eu estranhei a pergunta, mas respondi:

–Claro que sou humana – falei, levantando do chão – o que mais eu seria?

–Um ser do povo peixe?

–Ser do povo peixe? Isso existe?

Ele não me respondeu, apenas olhou o meu pescoço.

–Prazer, eu me chamo Finn, o humano, mas me chame apenas de Finn. Qual o seu nome?

Lembrei do que Rafael me falou e olhei na minha bolsa, o papel estava lá, eu li, estava escrito:

"Nathalie, não invente nada, muito menos diga que é princesa, apenas diga seu nome, ok? Bom, essa pode ser a ultima vez que nos encontramos então saiba que... Eu te amo, Nathalie"

Guardei o papel na minha bolsa e disse:

–Meu nome é Nathalie, mas, me chama de Nath, se quiser.

–Ok, quer conhecer o Jake?

–Quero.

–JAKE! – ele gritou – vem aqui agora!

Um buldogue venho correndo pra cá, eu teria achado esse cachorro normal se não fosse uma coisa, ele veio andando nas patas traseiras, como se fosse uma pessoa.

–Que foi Finn? – ele falou antes de me ver, assim que me viu ele falou – quem é ela?

–Ela é uma humana, Jake.

–Mas você não era o ÚNICO humano de toda a terra de Ooo? – eu interrompi:

–De toda oque? E como assim “o único humano”?

–Bem... Vamos explicar tudo depois, primeiro vamos te levar ao Reino Doce. – Finn falou, eu perguntei:

–Vocês vão me explicar toda essa loucura numa padaria?

–Não, nós vamos te levar há um lugar feito de doces... – ele viu que eu ainda estava confusa e falou – Bem, suba no Jake.

Jake ficou de quatro, igual a um cachorro normal, e eu subi nele, quase caí quando ele aumentou de tamanho, fazendo com que eles rissem um pouco.

No caminho eu fiquei perdida em pensamentos, tanto que mal notei as coisas ao redor.

Notas finais
Bem, esse foi um pouco mais longo, espero que tenham gostado :3