Notas iniciais
Eu acho que não tem nem desculpa eu ter ficado tanto tempo sem escreve e.e

As coisas aconteceram rapidas de mais. Antes que Oliver tentasse fazer qualquer coisas galhos saíram da cadeira de Elizabeth e se enroscaram em no meu "coleguinha" e o prenderam

– Me ajude Sandra! — Gritava ele

– Me desculpe, mas eu não posso. — minha voz deichava fugir uma pequena tristeza. — Estive esperando por isso a minha vida toda... Os meu poderes... É por isso que eu os tenho... É o nosso destino.

– Não fale bobagens. — Continuava berrando Oliver com raiva. — Se você não vai me ajudar eu vou fugir sozinho.

Meus pelos eriçaram-se e o ar ficou com grande tensão. Raios começaram a sair dele, mas logo em seguida o soldado de roupa amarela colocou a mão com a luva sobre ele e drenou toda a sua energia, Oliver desmaiou (como sempre).

– Apronte-se Sandra, a localização da pedra do choque é na Austrália. — Falou Diogo. — Vamos sair daqui a trinta minutos, se tiver que fazer algo faça logo.

– Eu não tenho nada para fazer, só tenho uma pergunta. — Falei . — Por que mandar duas crianças para Austrália, vocês tem vários soldados, por que não mandam eles?

– Já tentamos. — falou Diogo triste. — A pedra da eletricidade esta com a organização inimiga, eles conseguem desativar qualquer meio de transporte em um raio de 500 quilometros, e ainda tem as quimeras.

– Quimeras? — questionei

– São monstrinhos, você vai ver. — Ele falou. — Enfim com o Oliver teremos uma chance do avião não ser desativado.

– Entendi. — Falei um pouco triste.

– Os nossos soldados vão leva-los até o avião. — Falou Diogo. — Preciso ir vejo você daqui a alguns dias

Ele saiu andando, e me deixou com Elizabeth, Oliver e os soldados.

– Chegue mais perto. — falou a velhinha

Eu me aproximei tomando todo cuidado com aquela cadeira mágica que solta galhos e prendem as pessoas. Ela me entregou um frasco de tamanho mediano contendo um liquido verde dentro.

– Use quando estiver ferida. — Falou ela. — Ai tem três cargas, seja sabia na hora de usa-lo

– Obrigado. — Falei calmamente.

O soldado amarelo tirou Oliver dos galhos que o prendiam e o carregou por cima do ombro como um peso morto. Ele foi a frente mas o soldado de azul me esperou. Então nos dirigimos para o setor de antes onde estavam as aeronaves e os materiais bélicos.

– Ali. — apontou o soldado de azul apontou para um jato de cor cinza e compacto. — Lá dentro vocês encontrarão duas mochilas com o suprimento de vocês

Entrei no jato mas os dois soldados não. O "Senhor não tenho senso de moda" jogou Oliver em meus braços, mas ele nem chegou a entrar no jato. Logo a seguir a porta fechou, me deixando com um garoto semi consciente e alguns bancos vazios.

Joguei Oliver em um banco qualquer, e sentei no assento mais proximo. Depois de pouco tempo uma voz saiu de um alto falante que ficava perto das nossas cadeiras dizendo:

Queridos passageiros, neste exato momento estamos saindo da cidade do Rio de Janeiro, com destino a Sidney Austrália, chegaremos dentro de dois dias. Por favor vista seu uniforme que esta dentro da mochila para sua proteção. Agradecemos a preferência.

– Eles no capturam de forma brutal e ainda tem coragem de dizer "Agradecemos a preferência" — Pensei. — Idiotas

Andei pelo jato a procura das mochilas e achei elas em dois bancos logo a frente. Elas eram pretas, grandes e pesadas. Abri elas e encontrei o uniforme, ele era preto, totalmente preto. Eu não iria usar aquilo, parecer um projeto de soldado andando pelas ruas de Sidney, com um calor de matar estava fora dos meu planos. Joguei o uniforme em qualquer lugar do avião e continuei a mecher na mochila. Havia agua, um comunicador, bombas, um teaser — não havia muita necessidade daquilo, pois... Bem já tínhamos o Oliver — e uma corda. Coloquei o frasco que Elizabeth me deu dentro da mochila e fechei.

Sentei-me ao lado de Oliver, havia jogado as duas mochilas em seu colo e agora eu observava o jato, era comprido, com vários bancos brancos e um pequeno corredor. O silêncio era absoluto, e ate que eu gostava disso. Lentamente fui me ajeitando no banco e acabei dormindo.

–SANDRA, SANDRA! Acorda. — gritou Oliver com toda sua força. — o jato está caindo vamos morrer!

Havia sentenças de soldados correndo de um lado pro outro, o que era estranho pois eu não tinha visto nenhum deles antes. Um barulho metálico começou a reverberar pelo jato. Até que houve uma explosão na parte de trás do avião e fomos sugados para fora do avião

Estávamos despencando em queda livre, o céu estava escuro e a única coisa que eu ouvia era um barulho de um pássaro – por que um pássaro? -. lá embaixo havia a vastidão do oceano atlântico, faltava pouco pra eu me esborrachar.

De depende bati em algo, ou melhor em alguém, era Oliver. Ele pronunciou algumas palavras mas tudo o que eu ouvi foi: gelo...gelo...gelo

Não entendia nada, e não via quase nada. Com o mar cade vez mais perto a morte parecia iminente naquele momento.

Então eu ouvi Oliver falando comigo:

Se você não usar seu poder de gelo vamos morrer!

Eu nunca havia tentado fazer isto mas tinha que tentar. Fechei o olhos e me concentrei, deixei o poder fluir, como nunca havia feito antes, me sentia cada vez mais fraca, então devia estar funcionando. Abri os olhos e percebi que estava dentro de uma pedra de gelo junto com Oliver, que ia em direção ao mar