Olhos Negros.

1 Capítulo 1 - Unico


Notas iniciais
Para maior imersão ao conto ouça a musica "Dark Eyes do Red Army Choir"

Irei me identificar como Yure, eu trabalhava em um escritório no Lubianka com o cargo da contabilidade lia e fazia novos documentos, enviava dinheiro para os fundos de ciências, armas e da espionagem, minha mesa ficava virada para porta, eu girava minha cadeira e de la via os flocos do inverno caindo sobre a Mãe Russia.

Meu trabalho era essencial, mas isso era só faxada, meu verdadeiro trabalho era descobrir novos traidores ou infiltrados americanos ou de outras nacionalidades, colada embaixo de minha mesa tinha uma pistola PSS, arma para defesa e ataque pessoal, altamente furtiva usando as balas de calibre 7.62 SP-4, eu nunca os matava em minha sala isso entregaria a minha função os matava no estacionamento apos semanas de estudos, para que mata-se sem qualquer erros, a unica que matei em minha sala, foi uma mulher que tinha o mesmo nome da princesa Anastásia, ela era loira dos olhos negros como a noite sem as luzes de Moscou tinha um corpo que daria inveja a qualquer outra mulher russa, oque mas me deu de raiva de mata-la era saber que ela era legitimamente uma mulher russa, nunca gostei de matar companheiros das mesma Pátria, sem escolhas e oportunidades tinha que mata-la, ela se encontrava com um espião americano caucasiano, dois dias antes de matar Anastásia matei este homem, eu pude ver os olhos dele suplicando por clemencia, o sangue do americano sujou minha roupa, sorte eu estar de sobre tudo, o tiro do meu Nagant M1895 fez um estardalhaço, mas matou o americano com um único só tiro na garganta, dei outro tiro no seu peito por precaução, e o roubei para que tudo se parece-se com o famoso roubo seguido de morte.

O dia D então chegou, Anastásia estava desnorteada, sabia que a morte do americano não tinha acontecido por um assalto, estava com medo era possível ver isso nos teus olhos lindos negros, a chamei para minha sala, e pelo vidro havia chegar com dificuldade pois as persianas me tiravam boa parte da visão, ela vinha graciosamente em câmera lenta ate a minha sala com uma pasta com vários documentos que nunca seriam lidos, pois eram mais fajutos que ouro de tolo, ela abriu a porta, coloquei a mão embaixo da mesa, a pedi que antes de me entregar as pastas fecha-se as persianas, e encosta-se a porta, pós ia lhe contar perguntar sobre atividades suspeitas no escritório, eu precisava de uma desculpa e essa era ótima, quando ela então se dirigia a minha mesa, puxei o PSS me levantei, os olhos dela mostravam todo o terror, ela não soube oque fazer, ficou parada aceitou a sua morte, os quatro tiros que lhe dei em seu peito a afastaram sujaram sua blusa branca, fizeram os papeis voar, o seu cabelo esvoaçou, seu corpo caiu morto no chão e seu sangue fez uma possa na minha sala, o cheiro da pólvora impregnou o local, me sentei na minha cadeira, puxei a gaveta peguei meu esqueiro e meu cigarro, acendi, peguei o telefone e liguei para o ramal 354.
Esta feito Dimitri, Anastásia esta morta.
Fumei e esperei meus superiores chegarem ate sala, receber elogios, e pedir dois dias de folga.

Notas finais
Um pequeno conto que estava em minha mente a muito tempo.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!