Notas iniciais
Começando pelo prologo...

É muito complicado saber como começar a escrever sua história, pensei em começar pelo dia que nasci, mas depois decidi que essa não seria a melhor ideia. Acho que nunca vou saber a linguagem e a pontuação correta e eu nunca estou satisfeita com o que crio. Eu escrevo muito com alguns amigos e leio livros de quinhentas paginas em cinco dias. Para falar a verdade eu leio tanto que me imagino em um mundo completamente diferente do que vivo, um mundo que sempre acaba quando eu leio a última frase.

Às vezes eu queria entrar no corpo de outra pessoa ou perder a memória, para sentir a emoção que tive ao ler aquelas páginas pela primeira vez, algo impossível, por isso sempre estou sendenta por mais histórias.

Apesar de gostar de ficções e de ações, o que mais me impressiona são os romances. Como alguém consegue ser tão intenso ao descrever um beijo? É um amor que eu não conseguia entender, até no momento em que eu senti.

O que me deixa mais nervosa é quando alguém julga as escolhas impossíveis de um personagem, afinal, porque são impossíveis? Eles viveram ou souberam de alguém para julgar ou saber se aquelas escolhas podem ser feitas por uma pessoa comum?

Eu tenho uma mania absurda de dar palpite em tudo o que falam sobre livros, existe gosto para tudo e acho que ninguém tem o direito de julgar.

Bom... Acho que já falei muito, era para ser uma pequena introdução sobre a autora, ou seja, eu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.