Olhinhos verdes - amf

28 Capítulo 28 - "Uma surpresa para vocês, papai!"


Frederico entrou em seu carro e dirigir até encontrar o local onde Rosa ficava.Quando chegou apenas bateu na porta e ela atendeu e ele olhou menino os olhos foram direto na criança.

FREDERICO ‒ Você foi até minha casa afrontar minha esposa!

O menino sorriu e correu até ele.

FREDERICO J.R. ‒ Papai, você é meu papai!Ele abraçou as pernas de Frederico.

Frederico pegou o menino no colo e segurou abraçando ele.

FREDERICO ‒ Eu sou seu pai, sim nós vamos embora hoje, você quer morar com seu pai?Você já morou um tempão com a sua mamãe, não é? Então pode morar um pouquinho com papai!

FREDERICO J.R.‒ Eu quero sim!Ele sorriu e beijou o pai.Aquela menina vai morar com a gente?Mamãe disse que ela é minha irmã!Ele falou sorrindo.

FREDERICO ‒ Ela vai sim, meu filho, a sua irmã!Você quer falar alguma coisa comigo Rosa?Porque se não quer apenas arrume a bolsa do menino!Eu vou levar comigo!

ROSA ‒ Você não vai levar meu filho, Frederico!Não vai levar ele!Se pensa que vai está enganado!Muito enganado!Me de ele aqui!

FREDERICO ‒ E você quer fazer o quê com ele?Você não veio aqui para dizer que ele é meu filho!Se ele é meu filho vai ficar comigo!

ROSA ‒ Não vai levar ele!Eu quero que você o assuma!

FREDERICO ‒ Eu estou assumindo ele, estou levando ele embora mesmo sabendo que você está mentindo, eu não vou falar essas coisas na frente do menino!Você pode seguir com a sua vida, você quer dinheiro?Eu posso te dar bastante dinheiro você deixa o menino comigo e segue sua vida naquela viagem que você quer fazer!falava bem baixinho porque não queria magoar a criança.

Rosalinda o olhou e sorriu irônica.

ROSA ‒ Está bem, Fredezinho!Eu vou deixar nosso filho com você um tempinho!

FREDERICO ‒ Pode fazer aquela viagem que você queria!Não precisa vir nem tão cedo o nosso filho vai ficar bem!

Ela sorriu e tocou o rosto do filho.

ROSA ‒ Meu bebê, eu volto para te ver, tá bom?Agora vai com o papai!

FREDERICO J.R. ‒ Tá bom, mamãe, você se cuida não fica sem comer, não fica sem vestir casaco!Alisou o rosto da mãe deu um beijinho ela.Eu vou sentir saudade de você!Mas eu queria muito ficar com meu papai!Ele abriu um lindo sorriso olhando para Frederico.

Rosalinda sorriu e olhou para ele.Foi fazer a mala e voltou com ela na mão entregando a Frederico.

ROSA ‒ Ai está!Eu te espero aqui!

FREDERICO ‒ Eu vou mandar trazer o que você quer!

E sem dizer mais nada ele saiu dali com tanta raiva dela e entrou no carro colocou o pequeno no cinto e o menino só sabia abraçar e beijar ele.

FREDERICO ‒ Júnior, meu filho, você está com fome?Eu não vou demorar para chegar em casa, mas se você estiver com fome papai compra um sanduíche.

FREDERICO J.R.‒ Eu queria um sorvete de morango, papai, eu gosto muito de sorvete de morango, pode ser?Ele sorriu para o pai.

FREDERICO ‒ Pode ser, meu filho, papai vai comprar para você!Ele sorriu para aquela criança linda que não tinha seu sangue mais parecia com ele. Comprou o sorvete voltou para o carro entregou ao filho e foi direto para fazenda conversando com ele.Você quer me falar alguma coisa, meu filho?

FREDERICO J.R. ‒ Eu sempre quis ter irmãos sabe!Lá só tem aquelas mulheres, lá não tem criança!As mulheres são bem bonitas, a mamãe disse que quanto mais bonitas elas são mais valem!

Frederico sentiu uma pontada no coração, uma criança nunca deveria ser exposta a algo assim.

FREDERICO ‒ Meu filho, não quero mais que você pense nessas coisas porque você vai brincar e vai na escola!Você vai ficar em casa de manhã junto com a sua irmã, com a sua nova mamãe porque você vai ter outra mamãe!Você pode chamar de mamãezinha, que é como a sua irmã chama. E a tarde você vai estudar você vai fazer coisas que outras crianças também fazem!

FREDERICO J.R. ‒ Mas por que eu vou ter outra mamãe? Por que não posso ter só a velha que eu já tinha?Se eu não quiser outra mamãe, eu tenho que ter? Mesmo se eu não quiser?

FREDERICO ‒ Você pode ter as duas!Enquanto a mamãe velha não estiver com a gente e estiver viajando você pode ficar com a nova.Você não precisa deixar de gostar da velha. Vai poder gostar dela para sempre!Mas ela precisa viajar e ficar um pouco longe e você vai ter que ficar com papai, então precisa se acostumar a outra mamãe que você vai ter e aos seus Irmãos.

FREDERICO J.R. ‒ Dois irmãos? Mas eu pensei que era só um!Só a menina princesa!

FREDERICO ‒ Você tem um irmão bem pequenininho!Você também é pequeno ainda!Eu não sabia de você por isso que eu nunca fui te ver!Você acredita que papai não sabia nada de você?

Naquele momento o coração de Frederico se partiu ao meio porque ele sabia que aquela criança não era seu filho, mas tinha esperado por ele a vida inteira.E a vida inteira de uma criança é um tempo tão longo...

E mesmo que ela tenha apenas seis anos, seis anos para ela é uma vida inteira esperando! Então, os olhos dele se encheram de lágrimas e ele sentiu um nó na garganta e pela primeira vez, homem grande que ele era sentiu medo.

Medo por ter que ser para aquela criança o pai que ele merecia e tinha esperado uma vida inteira. Naquele momento, ele pediu força Deus e agradeceu a mulher que tinha em casa preparada para receber aquela criança e amar como se fosse deles.

E toda a felicidade que ele pudesse proporcionar para aquela criança ele faria por que era uma criança exposta a tudo que nunca deveria ter visto a coisas que com toda certeza um adulto nunca tinha pensado.

FREDERICO ‒ Meu filho vou te levar para comprar um monte de brinquedos!

FREDERICO J.R. ‒ Eu sabia, papai, que você não sabia de mim a mamãe tinha me dito que era uma surpresa!Uma surpresa pra você!Ele sorriu.Mas eu esperei um tempão e nunca chegava!Ele passou a mão no banco e olhou pra frente vendo uns cavalos.

FREDERICO ‒ Pois é, meu filho, mas agora chegou!

FREDERICO J.R. ‒ Você anda de cavalo, papai?

FREDERICO ‒ Chegou esse momento e a gente vai poder fazer tudo que a gente nunca fez! Porque eu vou amar você, cuidar de você para o resto da vida!Eu tenho muitos cavalos na fazenda que eu vou te dar um, você quer um cavalo?Eu posso te dar um bem bonito da cor que você quiser eu tenho muitos!

FREDERICO J.R. ‒ Eu quero um, papai!Um branco com pintas pretas igual o cachorro do filme.Pode?Ele olhou sorrindo.

FREDERICO ‒ Pode, meu filho, você gosta de cachorro?Porque se você gosta de cachorro nós podemos ter um igual a esse que você falou.Se chama dálmata!Os cachorros dessa raça são todos brancos com pintas pretas como as zebras só que as zebras tem listras!Ele falou como se fosse um professor de ciências.

FREDERICO ‒ Ele é bem lindo, né, no filme tem um montão assim!Ele fez um gesto com a mão.E nunca, nunca para!O monte e monte de cachorros e mini cachorros!E ai eles passam uma tinta preta e ficam todos assim pretinhos!Ele sorriu.Você quer assistir ele comigo? Eu tenho ele guardado, a minha mamãe deve ter colocado na bolsa porque eu gosto muito!

FREDERICO ‒ Eu assisto sim, meu filho, nós vemos com sua irmã que ela também ama filme!Come seu sorvete está derretendo!Você vai querer que brinquedo?

Ele comeu o sorvete.

FREDERICO J.R. ‒ Eu quero um carrinho bem grandão que eu vi na tv com um chapéu de bombeiro!Eu vou ser um bombeiro quando crescer!

FREDERICO ‒ Vai, meu filho?Então, você tem que estudar muito porque bombeiro estuda muito,você precisa ter certeza disso porque eu trabalho muito difícil mas é muito bonito ajudar as pessoas.

E os dois ficaram conversando até que chegaram na Fazenda...

NA FAZENDA...

Cristina estava sentada no sofá com a filha no colo acarinhando os cabelos dela.

CRISTINA ‒ Minha princesa a mamãe tem que falar com você algo bem sério!

M. FERNANDA ‒ É mãezinha...O que é? ela sorriu olhando a mãe nos olhos.Aguma coisa aconteceu?É sobre aquele menininho que veio aqui mais cedo?

CRISTINA ‒ Você gostou dele?

M. FERNANDA ‒ Eu gostei muito dele, mãe!Ele é um galotinho legal!Eu até acei ele bonito!Ela falou rindo e olhando a mãe porque sabia que ela ia falar alguma coisa.

Cristina riu.

CRISTINA ‒ Ele é bonito, minha filha!O seu pai foi buscar ele!Ele vai morar com a gente, tá bom?

M. FERNANDA ‒ Vai morar aqui, mãe?Ela arregalou os olhinhos olhando para mãe.Você tem certeza? Ele é legal, mamãe, mas por que vai molar aqui? Não tem casa?

CRISTINA ‒ Minha filha....Cristina suspirou.O seu papai vai ser o papai dele agora!

M. FERNANDA ‒ Mas papai já tem filho!Ele não tem um papai, não?Ela começou a enrolar o cabelo com a ponta do dedo.Tem pessoas que não tem papai!

CRISTINA ‒ Não, ele não tem, filha, o único papai que ele vai ter é o seu!Ela falava devagar.E nós vamos cuidar dele e ajudar ele em tudo!Tá bom?

M. FERNANDA ‒ Mas eu tenho que ficar sem o papai para ele ter um papai?Ou a gente pode ter o mesmo papai?Ela ficou preocupada achando que perderia o pai para outra pessoa era muito nova para entender aquilo tudo.

CRISTINA ‒ Vocês não ter o mesmo papai, filha!Igual você e Daniel tem, tá bom?Todo mundo vai dividir!

M. FERNANDA ‒ Então, tá bom, mas ele vai ser igual Dani que tudo é só para ele?Porque eu não quero que papai de cavalinho só para ele!

Cristina riu olhando a filha.

CRISTINA ‒ Não princesa, vai ser para os três, ok ? Todo mundo vai ter um pouco de papai pra cada.

M. FERNANDA ‒ E o cavalinho, mamãe?Vai ter cavalinho para mim?

CRISTINA ‒ Vai sim, filha!Vai ter cavalinho para você!

Ela sorriu e disse com amor.

M. FERNANDA ‒ Vamos pegar ele, então, mãe, para ele morar logo aqui!

CRISTINA ‒ O papai foi buscar ele, princesa, papai foi la já, deve estar chegando!Ela sorriu e beijou a testa da filha.

M. FERNANDA ‒ Mãe, posso dar balinha pra ele de morango?ela sorriu e Cristina sorriu também.

CRISTINA ‒ Você e essa balinha!Se ele gostar pode, filha! Mas não muitas!

M. FERNANDA ‒ Ele vai adorar,é muito deliciosa, mamãe, quem num gosta é só malucado!

CRISTINA ‒ Só, né, filha!Então, ele vai gostar!Vai gostar muito!

Ela sorriu e naquele momento Frederico entrou em casa com Júnior no colo, estava tão feliz e tinha um sorriso e o menino vinha com ele.

FREDERICO J.R. ‒ Oi tia, Cris...ele disse todo aceso.Oi irmã...

Frederico sorriu, beijou ele e depois colocou no chão para que fosse até elas.Maria sorriu e foi até ele e se abraçaram.

M. FERNANDA ‒ Você gosta de balinha de morango? Minha mãe falou que podemos comer!

FREDERICO J.R. ‒ Eu adoro, tem aqui?ele sorriu alisando o rosto dela.Você tem muitas?

Frederico riu e seus olhos se enxeram de lágrimase ele foi até a esposa com o coração aos pulos.

M. FERNANDA ‒ Muitas, muitas e muitas!Ela fez um sinal com a mão e riu.

FREDERICO J.R. ‒ Então, eu quero!Ele agarrou nas pernas de Cristina e disse educado.Meu pai falou que posso chamar você de mamãezinha que você gosta,até minha mãe voltar...

Cristina olhou o marido e depois pegou ele e o beijou com carinho quase chorando.

CRISTINA ‒ Você pode, pode sim!Pode me chamar se quiser!Ela beijou ele mais.

FREDERICO J.R. ‒ Eu vou querer, porque eu gosto de vir aqui! Eu esperei meu pai muito tempo!ele fez um gesto lindo. ‒ Muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito tempo mesmo!

CRISTINA ‒ Agora você está aqui!ele sorriu e beijou ela.Está aqui conosco e não vai embora!Ela sorriu para ele e o apertou.Você é um menino lindo!

FREDERICO J.R. ‒ E você uma mamãezinha cheirosa e lindona!ele sorriu e Cristina o desceu de seu colo e os dois correram para cozinha.

Frederico a beijou segurando pela cintura e o beijo durou uma vida e ele sorriu.

FREDERICO ‒ Eu te amo, te amo para sempre!

CRISTINA ‒ Ele é um menino especial, meu amor!disse com os olhos cheios de amor por ela.Eu te amo, te amo mais que ontem e menos que amanhã!Ela sorriu olhando pra ele, ele era a razão do brilho em seu olhar.Eres mi amor!

FREDERICO ‒ Tu mi vida, carinho!E ele a abraçou trazendo para ele com todo seu amor.Eu quero que ele seja feliz, já estou apaixonado!Carlos vai ficar com ciúmes!

CRISTINA ‒ Não vai não, meu amor, meu irmão gosta de nossos filhos!Não vai ter ciúme!

FREDERICO ‒ Vai sim, ele me quer como pai e agora eu tenho um filho!ele riu e a pegou no colo girando na sala e sorrindo.Você pode me dar outro, amor, está na hora!ele disse com amor beijando ela.

CRISTINA ‒ Não, Frederico! Na hora? Não mesmo!Não vou engravidar agora!Não existe chance!

Ele riu...

FREDERICO ‒ Você acabou de nos arrumar um novo potrinho!ele disse sorrindo e se sentou com ela no colo.Será que vai ficar bem? Ele é só uma criança! Ele pode sentir falta dela.

CRISTINA ‒ Ele vai sentir falta, amor, é a mãe dele! Claro que vai! Mas vai ficar bem!Nós vamos fazer ele muito feliz!

FREDERICO ‒ Ele vai chorar, amor, não sei lidar com issoe se ele quiser ir embora?ele disse com medo.Não posso deixar que viva com prostitutas atendendo,ele é um menino. ‒ cheirou o seio dela.

CRISTINA ‒ Ele não vai!Nós vamos dar a ele todo o amor que ele precisa.Ela sorriu.Amor, eles estão aqui.Não faz isso!

Ele abriu blusa dela, estava sem sutiã e tomou o seio dela na boca,só um pouco eles estão na cozinha,ele sugou forte e desceu a mão entre as pernas delaesfregou mesmo com a calça ali. Esfregava os dedos sabendo que estava roçando no clitóris dela. Cristina gemeu e fechou os olhos.

CRISTINA ‒ Meu Deus, amor, não faz isso!Ela suspirou e fechou os olhos.

Ele chupou mais e alisou mais sabia que não ia terminar por isso parou e guardou o seio dela e depois a beijou na boca mas invadiu a calça dela e massageou forte e rápido,pressionou o dedo e viu ela reagir.Ela suspirou e mordeu os lábios.

CRISTINA ‒ Amor, vai, eu vou gozar...Ela falou em suspiro.

Ele sabia que ela ia gozar e por isso entrou com dois dedos dentro dela sentindo tesão com aquela cavidade molhada e bombou forte vendo ela se avermelhar,depois, ele saiu de dentro e voltou a tocar o clitóris, ela tremeu e ele sorriu porque sabia que com aquela expressão estava gozando.Não demorou ela gozou se derramando por ele.

Cristina segurou o braço dele e apertou com os olhos fechados, suspirando de tesão.

CRISTINA ‒ Eu te amo, Fred!Ela disse sorrindo pra ele.

FREDERICO ‒ Estou vendo, amor. ‒ ele sorriu e tirou a mão de dentro da calça dela e sorriu e beijando na boca. ‒ Eu preciso ir ao banheiro!

Ela assentiu pra ele, suspirando ficou ali no sofá rindo. Ele saiu e foi ao banheiro, as crianças voltaram rindo comendo balinha e ficaram brincandona sala mesmo enquanto viam desenho.Frederico voltou algum tempo depois sorrindo beijou ela e disse que ia fazer a ronda na fazenda. Ela assentiu dizendo para que ele não demorasse e o beijou com amor se despedindo... A vida, estava perfeita...