Notas iniciais
Ollá, essa história trara um outro lado dos psicopatas, talvez você possa até ficar do lado dele.

Amarrando bem as cordas, deixei ela pendurada, inconsciente, sua respiração estava devagar, deve ser por causa das batidas de ferro em seu corpo, nada que eu me arrependa.

Com a faca em mãos, passei levemente por cima de suas roupas, cortando e tirando-as rapidamente. Aquelas roupas íntimas eram lindas, vermelhas com rendas, nada que me atraia também. Sexo para mim não era lá grande coisa, preferia não me envolver, pois só gostava de velas gritando.

Me virei de costas e olhei meu celeiro, estava procurando minha fita adesiva, para selar seus lábios antes que ela acorda-se. Andei até a um móvel velho e marrom, que continha várias ferramentas, para pegar a fita, só que ela não estava lá. Levei minhas mãos a cabeça e passei-as no meu cabelo preto e liso, comecei a ficar irritado, por má sorte daquela menina, ela resolveu acordar naquele exato momento e disparar a gritar.

Ela gritou tanto a nome de Deus que o celeiro já estava parecendo uma igreja. Irritado, pedi para ela parar, pois eu não queria ter de mata-la agora, mas parece que isso a deixou mais estérica, me obrigando a pegar a minha marreta. Sinceramente eu não pretendia fazer nada com ela ainda, só estava atrás da fita, talvez se ela ficasse quieta e deixa-se eu achar a fita, ela não teria que sofrer as consequências.

Engraçado, sempre quando eu chego perto delas com a minha marreta, elas gritam mais, só que o diferente nesses gritos é que elas fecham seus olhos. Levantei a minha mão direita para tirar seu cabelo do rosto e ela gritou :

—NÃO TOQUE EM MIM ! — Bradou.

—Hum. — Arrumei seu cabelo.

—VOCÊ ME DA NOJO!!! — Respirou fundo. — Eu confiei em você, achei que éramos amigos de verdade, achei que queria me ajudar, e vejo que a única coisa que queria — Seu tão de voz Começou a aumentar — ERA ME MATAR !!! — Gritou.

—Menina, eu não planejava isso não — Olhou para o lado — Ainda. — Com um som sarcástico. — Mas você fez eu me apressar logo e cá estou. — Segurei a marreta com ambas as mãos.

—NÃOOOO !!!! POR FAVOR !!! — Seus gritos foram tão agonizantes quanto o de uma menina levando um susto de uma assombração.

Com golpes fortes e rápidos, ela não gritou mais. Cheio de sangue, aproveitei para desamarra-la. Ela caiu no chão igual um abacate maduro, peguei ela e a joguei nos ombros, assobiando abri a porta do meu porão. Desci a longa escada e lá estava aquela linda e bela, lareira. Grande e bem larga, acendendo escuto algo caindo no chão, quando me viro, era o olho dela caído, normal, pois as batidas deformaram o rosto.

Como fogo bem alto, a jogo nele, me abaixo e pego seu olho, e o jogo também. Observando a menina loira queimar, ouço meu estômago roncar, olho no relógio do porão era 18:00 da noite

Deixei ela lá em baixo e fui limpar a minha sujeira, peguei panos e baldes, algumas flanelas também. Limpei tudo e estava perfeito, bonito como celeiro deve ser, fui até do lado de fora e peguei o feno.

Depois de deixar bem organizado, fechei a porteira e fui para minha casa, aonde eu era uma outra pessoa, daquela porta para dentro eu era Felipe Willians.

Notas finais
Acho que já deu para ter uma ideia de como a história vai se desenrolar. Obrigado desde já.