Olhar
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Bom gente essa é minha 2° fic no Nyah, era uma fic que estava esquecida no Pc que eu resolvi postar do nada então pode ser que não esteja tão boa... então sejam bonzinhos comigo(≧▼≦;), espero que gostem da fic Haaa e fic não betada então todos os erros são meus (;¬_¬).
Hyoga POV
Era divertido.
Fingir que não percebia, ignorar os olhares constantes ou pegá-lo no flagra me olhando para velo desviar os olhos.
Mas eu gostava daquilo, no começo achei que era só curiosidade, mas os olhares a me observar eram constantes. Era impossível de controlar o fato que às vezes eu fingia estar fazendo algo só para tê-los sobre mim. E com isso nasceu necessidade de descobrir o motivo para daqueles olhares. Até onde eu o sabia não me via mais que um amigo ou coisa parecida. Então decidi que tiraria essa historia a limpo.
A fim de acabar com minha curiosidade, Combinei com Shun para irmos a uma boate com o pretexto de nos divertir um pouco e ajuda-lo a se aproximar de Aiolia e como resultado ter Ikki a disposição, pois eu sabia que o moreno não permitiria que o Amamya mais novo fosse a um lugar como aquele “sozinho”.
Por fim a noite havia chegado e com ela um pouco de nervosismo, mas não podia parar, por que se para-se agora jamais teria minha resposta. Terminei de me arrumar e conferi mais uma vez no espelho, não sou vaidoso, mas eu estava lindo, coloquei uma calça de couro justa, uma camisa gola V azul escura para contrastar com azul dos meus olhos e pele clara. Estava perfeito assim desci para o hall, lá encontrei Shun junto de seu irmão. Ikki podia não achar, mas ele exalava sensualidade, ele estava com uma camisa de banda de rock com as mangas cortadas deixando a mostra os braços fortes, uma calça jeans surrada e coturnos, lhe dando uma aparecia rebelde, o admirei dos pés a cabeça fazendo nossos olhares se encontrarem constatando que assim como eu ele me observava atentamente.
Aiolia tinha ficado de passar na mansão para nos pegar, enquanto o mesmo não chegava eu conversava amenidades com o Shun enquanto fingia não ver Ikki me devorando com os olhos.
-E como é essa boate em que vamos Hyoga?
-Ela fica no centro, tem uma pista de dança grande e um bar na parte de cima – Respondi sorridente. – E salas privativas no segundo andar.
Ikki prestava atenção na nossa conversa mesmo não participando dela, isso me fazia pensar o que se passava em sua cabeça naquele momento, com essa duvida em mente o encarei por algum tempo, até deixá-lo desconfortável o suficiente para dizer algo mas neste instante o interfone toca impedindo de falar algo.
- Eu atento – Ikki atende– É o Aiolia ele esta na entrada da mansão, vamos.
O caminho para a boate foi completo silencio como se cada um pensando, planejando o que faria aquela noite. Na boate nos direcionamos ao bar, como bom russo pedi uma vodka, Aiolia e Ikki cervejas Shun disse que não beberia nada. Umas quatro doses de vodka depois decidi que já estava na hora. Começou a tocar uma musica de uma batida profunda e sensual. Assim, reuni todo a coragem que possuía e que a bebida havia me dado.
-Ikki – Me aproximei o suficiente para invadir seu espaço pessoal, fazendo-o recuar rapidamente.
-Vamos Dançar?
O Moreno piscou algumas vezes me encarando com uma expressão assustada ate cômica por assim dizer.
-Eu não...
-vamos, por favor? – Toquei seu ombro, com delicadeza. Ikki assentiu assim nos descemos para a pista, percebo que ele mantinha uma distancia segura de mim então resolvi provoca-lo. Fechei os olhos, passando as mãos pelos cabelos, ondulando os quadris, deslizando a mão pelo corpo, sempre no ritmo da música.
O som me envolvendo, meus olhos fechados, minhas mãos correndo as laterais do meu corpo, tocando com malícia, imaginando serem suas mãos.
-Hyoga...
Sua voz me fez abrir os olhos e parar de dançar, ele não estava mais longe de mim, estava de frente a mim tão próximo, senti suas mãos irem para minha cintura e me trazer mais aperto ainda de seu corpo. E eu soube que tinha atingido meu objetivo.
então a pergunta impertinente foi feita.
-Ikki por que seus olhos sempre me acompanham
-Você realmente não sabe – Sua voz era firme. – Você não tem noção do quanto lindo, do quanto você me atrai?
E eu só pude ficar surpreso, abaixando o rosto, impressionado em como – apesar de todos os anos convivendo com ele – aquela frase soava absurdamente irreal.
-Isso parece loucura, você nunca disse nada ou ...
-Por que eu não sabia como você reagiria – passou a mão pelos meus cabelos. – A maior da parte do tempo somente discutíamos ou não nos falávamos.
Rodei os olhos, isso era realmente um fato entres nós e com isso também constatei que não estávamos no local mais adequado para aquela conversa.
.
-Eu não imaginava... sei o quanto somos difícil, mas Ikki vamos para um lugar mais privado para conversamos melhor? – Disse rente ao seu ouvido
Ikki Sorriu, quase sacana. – Eu sei que tipo de conversa você quer ter.
- Como você é safado. – Retruquei me soltando de seus braços e segurando sua mão sai caminhando para a saída. Ikki vinha logo atrás de mim.
Bem, do lado de for boate, eu e Ikki estávamos em um ponto de táxi.
- Hyoga – Sua voz rouca ganhando minha atenção. – Temos que voltar com esse historia toda me esqueci do Shun.
Me virei ligeiramente surpreso, Shun havia ficado, nem me lembrado dele, mas quando estávamos indo para a pista de dança ele estava tendo uma conversa bem animada com Aiolia, parece que não fui somente eu que tive coisas boas.
-Ele estava com Aiolia a ultima vez que o vi ele ficara bem. – Respondi, me aproximando mais uma vez, acariciando os fios de seus cabelos – Nós o que faremos agora?
Ele me olhou, ligeiramente surpreso com minha atitude, mas sorriu, se aproximando de mim me deixando ver o quanto de desejo tinha em seu olhar.
-Eu tenho uma ideia, voltamos para a mansão para terminamos esse conversa e decidir o que será de Nós e você termina aquela dança.
E eu só pude lamber os lábios e concordar, tinha a resposta da minha pergunta em mãos junto com ela mais perguntas, e o que eu podia fazer se não ceder aquele olhar que estava sobre mim agora e aceitar suas condições, pois foi por causa desse olhar que tudo começou...
Fale com o autor