Okay? Okay.
17 E... menino ou menina?
Notas iniciais
Pov.Augustus
Bom, eu esperava que ela chorasse, se desesperasse, gritasse de dor, implorasse para morrer ou mesmo rir da morte e dizer "Entre mim e meu herdeiro, que fique o herdeiro", mas nunca que ela, como uma criancinha assustada iria apontar para o parapeito da janela e gritar.
Emily/Sra.Grace entrou, temerosa, dentro do quarto, e olhou para onde Hazel apontava. Depois se curvou, as duas mãos sobre a barriga, e começou a rir.
Sim, meu povo, a rir. E Hazel gritou porque viu um gafanhoto.
–Sério isso? -Perguntei.
Mas ela não respondeu, estava ocupada, se encolhendo. Eu revirei os olhos e dei um peteleco no inseto. Ela, muito devagar, foi se acalmando. Depois se cobriu com o lençol de vergonha.
A sra.Grace parecia não conseguir se controlar, e ria desesperadamente.
–Certo, o que está a vendo? -Perguntei de novo.
Hazel respondeu, a voz abafada.
–Eu tenho fobia a insetos. Qualquer inseto.
Então eu tive de começar a rir também. Meu Deus, que leseira.
(Três meses depois)
–Hazel, quer que seja menino ou menina? -Perguntou a enfermeira.
Hazel sorriu, animada.
–Menina.
–E você, Augustus? — A Sra.Grace perguntou para mim.
–Menino. -Respondi.
Hazel revirou os olhos. Estávamos a poucos minutos de saber a verdade. Os minutos se arrastavam, e o médico estava calado. Um a imagem distorcida apareceu na tela. Mas dava para ver um mini humano flutuando lá.
O médico sorriu, finalmente e disse:
–É... menino!
Sorri, vitorioso. Seria um menino. Meu menino.
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Leiam as notas finais!!! Enqueteeeeeeeee!
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