Okairi

6 Um baile aparentemente normal


Notas iniciais
hey gente voltei! estou bem melhor agora >.< nada melhor do que uma boa noite de sono pra sumisso de depressão. aqui está o capitulo demorei um pouco porque passei o dia inteiro fora indo no medico.

O dia do baile finalmente chegara, Ciel estava mais rabugento do que de costume, ainda era de manhã, mas chegou a praguejar dez vezes, responder umas 20 e uma aura mais que demoníaca o acompanhava. Os empregados da casa se assustarão nunca virão o Conde com tanta raiva; até mesmo o mordomo nunca tinha o visto assim ele tentava acalma-lo.

Saíram à tarde para o baile, ambos trajados a vigor, Ciel não via a hora de o baile acabar, alem de seu mau humor sentia que algo ruim vai acontecer. Entraram no castelo real, Era magnífico: Uma grande mansão detalhadamente esculpida adornada por um incrível jardim.

Logo os dois foram recebidos pelo mordomo da rainha, depois disso entraram no salão que estava cheio de nobres; Ciel sentou-se numa cadeira o mais longe possível de todos se antes já era insuportável agora com garotas olhando para ele e o mordomo cochichando histéricas estava pior.

-Conde Phantomhive como vai? Dizia um nobre de aparência velha com uma voz grave.

-Bem, e o senhor? Dizia Ciel fingindo estar se divertindo, em suas mãos havia um grande livro o que não passou despercebido pelo outro.

-Bem também, o que o senhor está lendo? O velho tentava puxar assunto.

-Não é nada de muito importante são só algumas fabulas japonesas.

-Hum, é um pouco forte para sua idade não acha? Dizia o velho mal sabendo com o que estava se metendo Ciel odiava ser comparado com uma criança mais do que tudo no mundo; Ciel não respondeu então o velho tentou puxar assunto. Soube o que aconteceu com sua noiva, você tem minha pena.

O.k. com isso são mais dois calos o mordomo contava em sua mente afinal o menor também odiava ser dono de pena.

-Não se preocupe; estou bem melhor. O Conde dizia se segurando para não fazer algo ao velho. Acho que foi melhor assim ela realmente fez coisas horríveis.

-Concordo; se me der licença irei ver minha esposa. Dizia o velho percebendo que o Conde já emanava uma aura assassina considerável.

Assim que o velho se afastou o suficiente Sebastian se pronunciou.

-Boochan, Por que está tão mal humorado hoje?

-Porque acordei com “Fome” e ficar perto desses snack’s não ajuda em nada. Sebastian compreendeu o que o menor quis dizer; ele mesmo odiara o menor (temporariamente) quando descobriu que não iria ter a tão esperada refeição depois de todo seu esforço; moral da história: akumas levam a refeição a sério e quando estão incrivelmente com fome é melhor correr pras colinas.

Nesse meio tempo uma das garotas histéricas risonhas vinha na direção do conde; estava com um sorriso tão grande que dava para assemelhar com o de Cheshire (o gato) de Alice no País das Maravilhas.

-Boa noite conde Phantomhive; Sou Juliet Randall filha de Arthur Randall, meu pai fala muito do senhor muito prazer. A garota fez uma reverencia.

-O prazer é meu. Ciel se esforçou para falar e fez uma reverencia; a garota realmente era do mesmo barco de Lizzy, Mesmo sabendo da relação entre seu pai e o Conde ela ainda tentava se engraçar com SEU boochan (Sebastian pensou). Sei muito bem o que seu pai fala de mim, Lady, ele não iria querer que sua filha conversasse com esse “corvo” então se me der licença tenho coisas mais importantes para resolver do que ficar falando com sua filha.

Ambos foram na direção oposta do salão, deixando a garota com cara de tacho no mesmo lugar petrificada; mesmo que há muito tempo não usasse sua língua afiada, não perdera o jeito.

O Conde foi cumprimentar a Rainha, conversaram por um tempo até ouvirem um anuncio:

-Apresento a vocês Lady Annabeth Terceira, neta de sua rainha.

Uma garota apareceu no final da grande escada que ficava no meio do salão; Usava um vestido longo de cor vermelho forte adornado com fios de ouro, também usava uma coroa e jóias de diamantes, seus cabelos eram ondulados loiros prendidos em um coque que contrastavam o verde de seus olhos; ouviu-se um cochicho maldoso no pequeno grupo das garotas Histéricas.

Desceu as escadas rapidamente e cumprimentou a todos; só depois foi para a companhia de sua avó.

-Annabeth minha querida; quero que conheça meu menininho. Disse a Rainha apontando para Ciel.

-Muito prazer. Disse Ciel à moça que lembrava muito com certa pessoa estendendo a mão para a mesma; Sebastian que estava logo atrás tinha uma aura (mesmo que pouco perceptível) assassina o envolvendo.

-O Prazer é meu. Dizia a garota estendendo a mão ao conde que (com muito nojo) beijou sua mão.

Após um tempo conversando Ciel vai novamente para um lugar calmo (como se achasse) para ver se conseguia ficar em paz; mas novamente alguém o interrompera.

-Como vai conde Phantomhive? A pessoa que o Conde menos queria encontrar no mundo perguntou.

-Visconde de Druitt, Estou bem e o senhor? O.K. já era demais pra um dia só.

-Ótimo, não vão querer comer algo? Druitt perguntara para os dois.

-Não obrigado. Ciel respondeu.

-Tem certeza (Adiantou um dos dois pratos de bolo que carregava) ? A comida está está divina como... Antes que acabasse Ciel o interrompeu.

-Se insiste tanto aceito. Ciel pegou um e foi para longe antes que perdesse a paciência.

-E você mordomo não vai queres experimentá-la? Me lembra da vez que...

-Claro que vou, se me der licença vou acompanhar meu amo. Pegou o outro prato e deixou o visconde no meio do saguão falando com o nada.

Sem mais nada para fazer os dois experimentaram o bolo estava horrível para seus paladares: muito açucarado e ao mesmo tempo salgado, sem falar que a massa estava com um gosto muito forte e o chantili muito espumoso.

-Acho que vou lá fora Sebastian. Falava o conde.

-Então te acompanharei.

Saíram do salão e foram para o jardim, quando finalmente estavam fora da vista de todos Sebastian abraçou Ciel por traz e disse:

-Está vendo não foi tão ruim assim, a festa está acabando e você continua intero.

-Hum. Ciel respondeu emburrado.

-Hora, hora o que temos aqui? Dizia uma voz vinda de algum lugar. Os dois não deveriam estar tão próximos...

-Quem está ai? Sebastian falara enquanto abraçava mais forte Ciel como se sua vida dependesse disso.

-Sou só eu. Logo o Visconde se aproximou. Como está a festa? Não está sentindo nada de diferente?

-Não... Mas antes de Ciel terminar a frase se sentiu fraco amoleceu no braço do mordomo; Logo os dois viram o gato que vivia entrando na mansão.

-Mas que diabos... Antes de terminar a frase também se sentiu fraco e caiu; agora ambos estavam no chão enquanto a visão tremulava, antes de desmaiarem a ultima coisa que ouviram o visconde dizer “boa noite”.

Notas finais
Espero que tenham gostado :3 achei que ficou muita enrolação mas prometo que amanhã não vai ter isso, Kissus e até a próxima!