Okairi

21 The Spider Game


“-Bem-vindo Sebastian!, agora podemos começar nossa festa, todos os convidados chegaram. –Disse à pessoa que menos gostaria de rever no mundo: Alois trancy com sua voz altamente energética ecoando pelo cômodo-”

–Agora devo começar com quem? –disse Alois com um sorriso bobo no rosto, se olhar matasse, Alois já estaria morto faz tempo, O mestre e o mordomo não se pronunciaram fazendo a bipolaridade do Loiro ser despertada.

–Ótimo então vamos do meu jeito -Trancy disse, pegando um chicote que estava dentro do cômodo e abrindo a sela do Conde Phantomhive que ainda não demonstrava qualquer tipo de reação- vamos ver como você reage a isso Ciel.

Alois começou a chicota-lo, mas não obteve resultado: o menor não deu nem um gemido de dor. “Se não vai assim vou precisar usar outro jeito” Alois disse se abaixando e pousando seu rosto bem próximo do de Ciel.

“Não, não, não! Ele não vai fazer isso!” pensava Ciel não aflito, mas raivoso, ele achava que nem mesmo Alois seria baixo a esse ponto, mas achar não é poder ou no caso achar não é saber. O loiro juntou os lábios dos dois recebendo uma profunda mordida no lábio inferior como resposta a sua ação, “essa é a gota d’água” Alois disse enquanto Ciel cuspia seu sangue.

–Parece que você precisa de uma lição Ciel. -Alois respondeu em tom cínico- E eu te darei uma. –O loiro completou-

Alois começou a mordicar o pescoço de Ciel que tentava resistir ao máximo, sentia nojo a ter o outro fazendo isso. Sebastian que estava na outra sela já queria assassinar o loiro, mas tentar se soltar de lá só daria a Alois o gosto da vitória de ver ambos: mestre e mordomo, a mercê de seus desejos e isso era a ultima coisa que queriam.

Claude (que estava na sala desde o começo) assistia a cena com desgosto, certamente o único que se divertia com isso era seu Danna-sama. “Depois de tudo ele nunca foi mais o mesmo” pensou suspirando.

–Pervertido. –provoca Ciel tentando inutilmente se soltar, por mais que quisesse as algemas não deixavam-

–Você não sabe quanto – Alois rebateu-

Alois continuou com a tortura, tirando toda a roupa do Cão de guarda da Rainha e pegando uma faca (sei lá da onde, talvez o quinto dos infernos) e perfurando a pele pálida do mesmo, Ciel reprimiu um alto gemido de dor, o loiro apenas riu em resposta.

O sangue caia em gotas no chão da masmorra, Alois olhava a cena com ar de superioridade, o loiro contemplou Ciel nesse estado antes de continuar, começou a beliscar os mamilos do Conde Phantomhive com grande força fazendo o mesmo sofrer com uma forte dor. Alois não se contentou com apenas isso, tirou suas roupas e penetrou sem preparo em Ciel que dessa vez não conseguiu segurar seu forte grito de dor que ecoou varias vezes no cômodo. Sebastian, que estava vendo tudo de “camarote” tentava se desvencilhar das algemas causando, não apenas marcas vermelhas e sim cortes profundos, o sangue já saia das feridas em seus pulsos, mas mesmo assim o mordomo continuava com a ação.

“É humilhante, não? Ser fodido assim” disse Alois com um sorriso no rosto; às lagrimas rolavam nos rostos do mestre e do mordomo, não por causa da humilhação, akumas não ligam para isso, mas por causa da situação: ambos não podiam fazer nada somente ver o desespero um do outro.

Claude não mostrava mais a cara de indiferença que sempre mostrava era fácil ver nojo contido em seus traços, “aquela puta realmente o mudou” pensou o mordomo dos Trancy.

Alois finalmente derramou-se dentro de Ciel, que se sentiu sujo, para ser exato extremamente sujo, seus olhos que estavam opacos ganharam mais uma vez o brilho, em seu peito um sentimento adormecido acordou: o ódio, ódio de tudo e de todos, mas acima de tudo do akuma loiro na sua frente; faria Alois pagar por aquilo, disso o conde não duvidava.

Sebastian que estava na outra cela se afogava no ódio que (também) adquiriu por Alois. A atmosfera da sala se tornou tensa, era possível sentir o ódio emanando dos presos. Mesmo assim o loiro não se intimidou, continuou sua ação se dirigindo para a cela de Sebastian.

–Nee, Sebastian que tal eu brincar com você agora? -O loiro disse com seu sorriso cínico no rosto, o mordomo dos Phantomhive só ficou calado diante da provocação-

Novamente a bipolaridade do garoto se manifestou. Aproveitando que a faca ensangüentada ainda estava em sua mão, a cravou no peito do maior, que contorceu (silenciosamente) a cara por causa da grande dor provocada, em outra situação isso não faria a menor diferença, mas Sebastian ainda estava abalado mentalmente com o recente estupro de seu amado Boochan.

Alois saiu do cômodo para entrar de novo alguns segundos depois com o chicote nas mãos. Não é preciso ser vidente para saber o que ele fez após isso: começou a chicotear Sebastian, mas somente onde a faca havia sido cravada, fazendo a dor ser mais incensa a ponto do fazer o akuma maior morder seus lábios fazendo-os sangrarem.

O loiro continuou com a tortura, pegando novamente a faça e a cravando em diversos lugares: na coluna, pernas, braços, até mesmo na cabeça, o sangue já se acumulara em grandes poças no chão da sela, mas Alois ainda não se sentia satisfeito, subiu para a mansão em cima da masmorra e pegou um frasco com um liquido incolor e um pano, no qual despejou a substancia do mesmo.

Sebastian gritou com a dor que sentiu quando o pano tocou um de seus ferimentos: o conteúdo era água benta (N/A: que cai entre nós nem sei como Alois conseguiu, pois demônios não podem entrar em igrejas), grandes queimaduras surgiram no lugar aplicado e o ferimento já antes horrendo ficou com uma aparência pior ainda.

Alois continuou a passar a substancia pelo corpo do maior, dando atenção especial para seus ferimentos. Na outra cela já era possível ver a carne esporta nos pulsos de Ciel por sua determinação a sair da mesma, mas ela não adiantava em nada: as correntes continuavam firmes e fortes. Mestre e mordomo trocaram olhares aflitos, como se quisessem ir reconfortar um ao outro, porem não podiam.

De repente tudo se aquietou, só foi possível ouvir o som do farfalhar das folhas de uma árvore próxima. Esse silêncio foi rapidamente preenchido com uma gargalhada espalhafatosa de Alois, o garoto parecia ter enlouquecido. Após se recuperar do ataque o loiro se levantou saindo da sala, mas sem antes dizer:

–Espero que tenham se divertido, voltarei outra hora para “brincarmos” mais -Os rostos de Ciel e Sebastian se deformaram em raiva antes do garoto continuar- Claude me acompanhe quero tomar um banho.

O Mordomo de Alois apenas assentiu com a cabeça, saindo do cômodo com sua cara inexpressiva, mesmo que por dentro sentisse um nojo enorme do garoto. Não sabia o porquê de simpatizar com Alois no passado. Passado?! Há sim claro ele ainda não era uma boneca do ser que em sua opinião era o mais desprezível do mundo: Hanna...

Notas finais
é engraçado pois quando fui ver o calendário me lembrei que hoje é sexta feira 13, parece que Ciel e Sebastian são muito azarados né? Eu tremi e chorei de raiva quando estava escrevendo esse capítulo, tinha que parar de escreve-lo por um tempo se não minha mãe iria achar que eu virei uma bomba relógio. Não tenho palavras para descrever esse capitulo e também prevejo as minhas queridas leitoras me xingando, mas acho que algumas lindas palavras de cheshire ajudem a expressar como eu me sinto: "É MELHOR VOCÊ NÃO ENCOSTAR EM NENHUM DOS DOIS DE NOVO SE NÃO EU VOU PEGAR UMA GARRAFA DE ÁGUA BENTA E TE ESTUPRAR COM ELA E COMO O GRAN FINALE VOU TE FATIAR E TE SERVIR DE SUSHI!" bom parece que minha mãe se enganou sobre a ETEC deve ser mês que vem ou novembro (valeu mãe eu estou quase morrendo de estudar por causa disso ¬¬) desculpem pelo texto do tamanho de meio mundo que escrevi aki, o próximo capitulo deve sair sexta que vem, Kissus para minhas leitoras queridas!