Okairi
8 O Jantar com a rainha
Notas iniciais
-Não se preocupe com isso; boochan me desculpe pelo atraso. Sebastian aparecera fazendo uma reverencia.
-Não se preocupe com isso agora, só me tire aqui. Ciel disse.
-Está bem. Sebastian disse, logo os outros estavam dormindo o shinigami, continuava observando. Após isso o akuma maior bateu fracamente no vidro que se despedaçou.
-E você o que está fazendo aqui? Dizia Ciel enquanto saia da cabine.
-Não é obvio? Estou recolhendo almas. Volta e meia alguém se suicida aqui, todas as histórias são parecidas são raptadas, aos poucos entram em depressão e depois se suicidam; odeio ver esse drama por nada. Mudando de assunto tenho pena de você Sebastian, não aquentaria nem um dia com esse pirralho me dando ordens. Greil respondeu
-Não se preocupe afinal; nossa relação mudou significativamente. O mordomo dizia se adiantando e abraçou o menor por traz
-Hai. Dizia o menor com um sorriso divertido no rosto por ver o shinigami vermelho pasmo.
-Se nos der licença temos que ir. Sebastian colocou o Ciel no colo e saiu do cômodo por uma janela. Logo voltaram à mansão; Pareciam que tinham voltado aos velhos tempos: Meirin tinha quebrado mais de metade dos pratos, Bard queimado não só a cozinha, mas parte do jardim também, que estava praticamente destruído.
-O que aconteceu aqui? Parece que um furacão passou. Dizia Sebastian já irritado, descendo Ciel de seu colo. Os empregados iriam receber uma bronca demoníaca mais tarde.
-Quem sabe, só quero tomar um banho. O menor respondera.
Assim que Ciel saiu de seu banho junto com Sebastian; Foram ao escritório, havia pilhas e pilhas de cartas, chegava a ser irritante ver que tinha tanta gente desocupada, tinha no mínimo, uns trinta convites pra bailes, uns dez para jantares, uns 15 para reuniões sócias, e muitos outros, porem um chamava atenção: tinha o selo real nele, Sebastian pegou a carta e com o assentimento de Ciel começou a ler:
“Para meu caro menininho;
Não tive mais noticias suas desde o baile. Como você está?
Irei te visitar; em breve para ser mais especifica na próxima tarde; tenho assuntas a tratar com você, mas como é extremamente importante manter sigilo irei lhe falar pessoalmente.
Espero que seja bem-vinda, de Vossa Majestade Rainha Vitória”
Os dois se entreolharam para a Rainha vir pessoalmente à mansão do Conde alguma coisa não estava indo bem.
-Com sua licença boochan eu tenho que ajeitar tudo antes da chegada da Rainha. O mordomo disse e Ciel concordou com a cabeça.
Sebastian saiu do cômodo apressadamente para ajeitar a bagunça, não sabia como aqueles três tinham conseguido fazer uma bagunça desumana na mansão em um pouco mais de um dia; feito isso deu uma bronca infernal a eles fazendo cada um ganhar um sorvete luxuoso em suas cabeças com o acréscimo de mais uma bola.
Dado o horário da visita Ciel foi receber a rainha; ela mantinha uma cara séria. Foi uma surpresa para o mestre e o mordomo quando viram a sua neta Annabeth a acompanhando o que a garota viera fazer aqui? Dirigiram-se à sala de jantar aonde sebastian serviu a comida, o lugar estava tenso até que Annabeth quebrou o silencio:
-Ciel, quero me casar com seu mordomo.
Se a sala se não estava com um clima suficiente tenso antes estava agora, será que era por isso que a rainha veio? O conde assim como a rainha ficara chocado; por dentro parecia que estava queimando uma raiva quase incontrolável o maior percebendo soltou uma pequena risada.
— Princesa Annabeth; creio que isso não será possível, primeiramente pelo o casamento ser proposto pelo homem da relação e também por ele não ser nobre. O conde gesticulou, a rainha parecia um pouco aliviada.
-Hump. A garota bufou e voltou a falar. Então Ciel o que acha de você ser meu noivo?
Dessa vez foi à vez de Sebastian ficar com raiva, ou melhor, ódio. Estava com seu habitual sorriso cínico, mas o menor podia ver como estava se forçando pra não fazer “acidentalmente” a garota cair numa faca 53 vezes seguidas e acabou sorrindo levemente.
-Creio que não, meu ultimo noivado não deu muito certo, não quero que isso aconteça novamente; quero um tempo para eu organizar a minha companhia, talvez mais para frente. Ciel dito isso fez com que o mordomo se sentisse aliviado.
Fora essa breve conversa não ouve mais discussão na mesa; o silencio chegava a ser incomodo. A Rainha fez menção de se levantar, fazendo com que o conde empurrasse sua cadeira para traz.
-Creio que Vossa Majestade gostaria de me acompanhar escritório, a senhora tem assuntos a tratar comigo não? Ciel gesticulou.
A Rainha assentiu com a cabeça, e ambos foram para lá deixando; o mordomo e sua neta que esboçava um sorriso mais que malicioso, fazendo com que Ciel tivesse uma aura assassina a sua volta.
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