Okairi
12 Capítulo 12
Notas iniciais
A tensão voltara pela terceira ou quarta vez no cômodo, o corpo de Lizzy jazia no chão frio da biblioteca, mas ninguém se importara afinal ninguém mais achava que ela era parte da família. Mesmo assim teriam que descartar o corpo com certo cuidado, pois a garota tinha virado neta da rainha.
-Parece que nos reencontramos novamente não? Madame Red disse.
-Parece que sim. O conde respondeu
Madame Red andou (lê-se correu) na direção do Conde, desviando do maior como se não quisesse confusão e chegando ao destino abraçou o menor como se não ouvisse amanhã.
-Senti sua falta Ciel! Não via a hora de te reencontrar. A Madame dizia.
Os dois demoram um tempo para processar a informação, enquanto isso Madame Red tinha um ataque de olha-como-meu-precioso-sobrinho-é-muito-fofo-e-dá-vontade-de-apertar-até-as-tripas-sairem-pela-boca-dele.
-Tia Ann. Está machucando! O Menor avisou fazendo madame se aquietar assim que ela fez isso o menor continuou. Você sabe algo sobre o novo caso de Jack o Estripador?
-Não, desde que virei um akuma terminei com esse tipo de ato... Ela disse mas antes de dar explicações mais detalhadas balançou a cabeça como se precisasse tirar isso da cabeça. Não estou aqui por isso, tenho algo importante para te avisar: Tome cuidado, você correrá grande perigo em breve.
Dito isso o mestre e o mordomo se encararam mostrando olhares um tanto preocupados, se antes mesmo desse aviso o destino já fizera questão de mandar vários obstáculos para os dois superarem imagina agora?
-Bom vou indo tenho outros assuntos a resolver. Madame Red disse enquanto saia por uma janela próxima.
Os próximos dias que se sucederam foram certamente mais tensos que o normal; explosões, objetos se estilhaçando, coisas pontiagudas caindo, etc; ficaram bem mais freqüentes como se algo ou alguém quisesse matar alguém.
Passaram-se sete dias que madame tinha visitado o Conde; que agora estava admirando as suas queridas rosas brancas em seu jardim as fitava de longe em um banco no jardim interno; Sua atenção passou para seu anel de pedra azul movendo o anel para que ficasse visível a gravura na prata: Potentia Regere*, logo sua atenção passou para o Anel de pedra roxa nele estava gravado outra inscrição Votentiu Renere* , “bem a cara de Sebastian” pensou Ciel enquanto contemplava o anel, ambos os anéis eram muito importantes para o pequeno conde um presenciara seu declino e sua ascensão o outro era a prova da relação do mestre e do mordomo, Sebastian saira para pesquisar mais sobre o caso de Jack.
Ciel começou a adentrar no labirinto de rosas brancas que, exalavam um cheiro doce, começou a ir cada vez mais fundo até que chegou à parte original do labirinto (uma pequena parcela do jardim milagrosamente conseguira sobreviver às chamas escarlates) chegando ao coreto de mármore aonde sua família se reunia.
O local se encontrava bem cuidado mesmo que, não fosse usado a muito tempo após algum tempo vislumbrando o lugar Ciel viu um brilho prata refletindo no teto: Pegou o revolver que sempre levava na blusa e atirou numa fina linha fazendo o objeto cair no chão.
O conde o pegou no chão: era uma chave de prata, porem nunca tinha a visto (e nem o mordomo já que estava ai) novamente tinha os dizeres: Potentia Regere e havia também uma mensagem prendida em uma fita: para Ciel Phamtonhive. Ciel procurou pela mansão a fechadura da chave tinha tentado praticamente todos os cômodos até que se lembrou da fechadura do candelabro. Foi correndo para o escritório e tirou o lustre revelando o buraco finalmente iria descobrir o que havia no outro lado da fechadura...
Notas finais
*Votentiu Renere: Do latim Para desfazer orações
Ok eu sei que o capitulo ficou pequeno mas prometo que o próximo será maior que deve sair terça que vem...
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