Okairi
2 Boas-Vindas não tão boas
Notas iniciais
O Veiculo andava rapidamente, faltavam poucos quilômetros para chegarem ao seu destino; os residentes da Mansão não saibam o que os aguardava...
Logo a carruagem parara; Ciel acompanhado por Sebastian foram à direção do jardim, que estava até estava bem cuidado pensando que fora Finnan que o tinha mantido; Logo após a rápida expedição foram olhar a parte da casa onde os túmulos ficavam, passaram pelo de Vincent e Raquel, andaram pelos túmulos e viram um magnífico: Encima dele avia uma estatua do conde ao seus exatos treze anos, seu anel fora colocado nela; aquele que pertencia somente a ele e a mais ninguém, escrito sobre a pedra avia os seguintes dizeres “Ciel Phantomhive Amado mestre” e sua suposta data de morte. Ao seu lado um mais simples porem com o mesmo esplendor; nele estava escrito: “Sebastian Michaelis Fiel servo, eternamente” e novamente com a suposta data de morte. Os dois riram afinal a inscrição gravada no segundo tumulo era pura verdade.
Ciel tirara o anel da estatua e colocara no mesmo dedo onde antigamente ficava, mas em sua mão esquerda; em sua direita ficava o anel de namoro que Sebastian o dera. Logo que entraram na casa os empregados correram para ver quem eram os intrusos, mas ao contrario disso reconheceram o Mestre e o Mordomo. Inicialmente acharam que era algum tipo de ilusão isso acontecia freqüentemente Meirin limpara as lentes dos óculos; aos poucos a ficha foi caindo que eles realmente aviam voltado
-Boochan! Sebastian! Gritaram praticamente correndo.
-Hora hora; animados como sempre. Dizia Sebastian.
Quando chegaram a certa distancia se curvaram fazendo reverencia e disseram:
-Okairi!
Todos estavam com lagrimas nos olhos até mesmo o chibi tanaka; não haviam mudado muito, com exceção de Finnan afinal quando se viram pela ultima vez tinha a mesma idade de Ciel.
-CIEELL. Disse uma voz muito conhecia por todos. Era Lizzy que também mudara bastante. Correu em direção a pessoa mencionada e deu um abraço que quase teria o matado se ainda fosse humano.
-Lizzy me solte, está me sufocando. Ciel falou, percebendo que sebastian tinha uma aura assassina em volta dele; a garota subitamente o soltou. Olhou-o de cima para baixo.
-Nee Ciel; deixe-me ver seu anel? Ela dizia apontando para o anel roxo no dedo de Ciel.
Ciel ficou pensativo, mas negou o pedido com a cabeça da ultima vez que a garota tocara em um anel seu, ele foi quebrado não se agüentaria se algo acontece com esse nem Sebastian.
-Mas por quê? Elizabeth perguntara.
-Porque não. Ciel respondia não dizeria o motivo a ela.
Elizabeth pegou o anel de Ciel de sua mão e olhou-o calmamente.
-Esse anel é tão feio. Elizabeth dizia, na verdade ficara com inveja do anel, Ciel não se apegava muito a coisas matérias; queria dizer que o objeto era realmente algo muito importante para ele, se alguém tivesse o dado significaria que a pessoa teria seu amor. Você deveria jogá-lo fora.
— Por favor, Devolva Lizzy. Disse Ciel secamente chegou a assustar a garota; a seu lado sebastian novamente se encontrava com a áurea assassina. Esse anel é muito importante não ligo se ele é feio ou não.
Lizzy não se pronunciara. Algumas lagrimas se formavam no canto de seu olho.
-Lizzy; o devolva! Ciel repetira sabia que se a pressionasse demais a cena que tanto queria que não se repetisse acabaria acontecendo.
Elizabeth continuava chorosa irritando ambos: mestre e mordomo.
-Devolva-o! Ciel agora quase gritava.
-EU ODEIO ESSE ANEL. Elizabeth dizia enquanto tacava o anel; alguns segundos depois, foi possível ouvir o tilintar do anel se partindo. Ciel ficara com um ódio da garota era tanto que seus olhos ficaram vermelhos, mas logo tentou se acalmar.
Sebastian estava a ponto de avançar na menina e a matá-la osso por osso aquele anel era realmente especial para os dois; quando começou Ciel o interropeu e pegou o anel do chão e saiu da sala junto com Sebastian sem pronunciar nada deixando uma Elizabeth chorando. Os criados a olhavam com desprezo em vez de acalmá-la.
Já no escritório sebastian se pronunciou:
-Boochan por que não me deixou acabar com ela?
-Não podíamos teríamos testemunhas e a ultima coisa que queremos é que descubram o que somos. Mas não se preocupe eu ainda a farei pagar por quebrar esse anel. Dizia Ciel com um sorriso cínico. Logo sua atenção foi ao anel quebrado. È possível concerta-lo Ciel o fitava com um olhar triste.
- Acho que sim. Dizia Sebastian também voltando à atenção para o anel; o pegou-o nda mão do menor e colocou em sua palma; logo em seguida fechou-a para abri-la denovo.
Estendeu a mão com o anel recém concertado para Ciel que colocou no dedo onde estava. “Sebastian quero que consiga algumas informações sobre minha noiva quero “jogar” com ela o mais rápido possível” Ciel dizia. O maior tomou a boca do menor rapidamente; desde que chegara a mansão não conseguiu ter um tempo com seu amado; e se fora para cumprir a ordem de Ciel
Assim que Elizabeth saiu o Conde desceu. Pegando s três empregados estavam conversando, mas não pareciam muito felizes. Ciel resolvera saber por que.
-Não estão felizes com minha volta a mansão? Dizia Ciel em seu tom abitual.
-Boochan! Meirin se pronunciara. Não é isso estávamos falando sobre Lady Elizabeth.
-Oh, então me conte mais.
Os três empregados falaram sobre sua noiva; o conde descobrira que ela estava bem diferente do que ele imaginou que estaria: Elizabeth se tornara uma pessoa usurpadora, alem disso o trairá e tentara até mesmo conquistar Finni.
Ciel estava no quarto quando Sebastian chegou com um envelope nas mãos; Tinha um sorriso mais cínico do que o normal. Logo ele entregou a carta para o menor que leu e deu um sorriso idêntico ao do maior.
-Iremos acertar as contas amanhã, o que acha Sebastian? Dizia o menor.
-Uma ótima idéia, agora precisa ir boa noite boochan. Falava o citado enquanto saia do quarto. Mas Ciel o interrompeu.
-Não, hoje você irá ficar aqui comigo.
Dito isso o maior tirou os sapatos e se deito do lado do menor que se aconchegou nele; não que eles precisassem dormir, mas Ciel gostava de ficar assim. Sebastian começará a acariciar os cabelos de Ciel calmamente e assim ficaram a noite inteira.
Fale com o autor