Oh shit! I'm in love whith a Lily
9 Vamos rir de nossas palhaçadas!
Notas iniciais
P.O.V. Pulguento
Depois que saímos do trem rindo muito do Veado, seguimos para a carruagem que nos levaria ao castelo.
– Hey Pulguento! Já sabe sua fala né? – Frank perguntou maroto.
– Cara, você já perguntou isso umas vinte vezes e... Meio que tá chato. – Respondi cansado. – Além disso, eu cato minhas pulgas tá legal? – Disse ofendido.
– Sirius, você poderia ao menos matar suas pulgas não acha? Eu já encontrei umas no meu pelo. –Lupin murmurou. – MAS, OK! – Ele gritou de repente nos assustando. – Vamos apenas torcer para que James não demore pra limpar aquela bagunça. Ainda precisamos aprontar com a McGonagall.
– Aquele BOSTA resolveu fazer BOSTA enchendo a cabine de BOSTA e a BOSTA da quase namorada dele viu a BOSTA toda e fez aquele BOSTA limpar toda a BOSTA que ele fez. – Eu gritei obviamente puto da vida.
– Nossa! Quanto ódio no coração, cara. – Frank exclamou assustado.
– Ah vai catar bambu pandinha assustado. – Respondi ríspido... Ele fez cara de triste, virou um panda e saiu pra floresta... Estranho...
– Cara, o que você realmente acha do Prongs com a Lil’s? – Lupin me questionou de súbito.
Eu ergui uma sobrancelha. – A pimentinha vai por fogo no James. – Eu disse rindo sozinho do meu trocadilho infeliz.
Lupin me encarou com um olhar do tipo “What a fuck are you saying dude?”. – Ah! Qual é cara! Pimenta é quente, e vermelha, a Lil’s é ruiva (N/ James: E gostosa) Entendeu agora? – Eu expliquei. A pior coisa que existe é explicar uma piada.
– Sirius, essa não foi a sua melhor, cara! – Ele respondeu de forma fraternal.
– Vai se fuder! – Xinguei fazendo um gesto obsceno. – Não é culpa minha se seu cérebro é rápido como uma lesma.
– Mais rápido que o seu, tartaruga. – Lupin respondeu rindo da própria piada.
– Sabe... Eu não tenho uma contra- piada para sua piada. – Eu tentei argumentar fazendo com que Moony sorrisse como se tivesse ganhado uma bala. – Mas você ainda é um babaca peludo. Mas enfim... Por que você perguntou?
– Sei lá. Só não quero perder nosso amigo pra uma vaca ruiva qualquer. Você sabe que a Lily nos odeia... Tenho medo de ela afastar o James de nós.
– Cara, não se preocupa... O James tem a incrível habilidade de convencer qualquer um de que nós somos legais.
– E a Lily tem a incrível capacidade de resistir a isso.
–ARGHT! Tô cansado desse assunto... Vamos falar de coisa boa! Vamos falar da pegadinha da Minnie!
########
Já faz meia hora que entramos no salão principal e nada do James e da Lil’s chegarem. – Porra cara! Será que os dois pombinhos não chegarão nun... – Parei a frase quando uma ruiva entra pela porta seguida por um James de cara inchada.
O que merdas será que ele fez? Dane-se... James se sentou e nos explicou rapidamente a origem dessa cara. – Quase beijei a ruiva e levei alguns muitos tapas.
– Trouxa – Remus disse
– Burro – Frank continuou.
– SEU BABACA! – Eu berrei.
– Calem-se que a tia Minnie está entrando. – James sussurrou para que apenas nossas pessoas pudessem ouvir.
– Ok galera... Se preparem. – Eu falei sorrindo. – Apenas esperem ela chegar bem na nossa frente. No três... Um! – Encabecei a contagem.
– Dois! – Remus continuou sacando a varinha (Não pensem bobagens seus pervertidos).
–Três! – James exclamou.
– SONORUS! – Nós gritamos ao mesmo tempo fazendo com que todos olhassem pra nós.
– TIA MINNIE SUA LINDA! –Frank disse com a voz amplificada.
– VEM NI MIM SUA DILIÇA! – James continuou quando todos começavam a entender a situação.
– EU TE AMO SUA TESUDA! – Quando eu disse isso ela já começava a ficar vermelha.
– CASA COMIGO PERFEIÇÃO DA MINHA VIDA! – Remus exclamou fazendo falsa voz de emoção. Depois disso nem mesmo os sonserinos seguraram o riso.
Fizemos uma reverencia um tanto quanto exagerada e apontamos as varinhas para nossas gargantas (Mais uma vez sem besteiras!) dizendo o feitiço “Silencio”. Depois soltamos fogos que formaram as palavras “Boas aulas alunos de Hogwarts” e logo depois “Menos aos sonserinos pois eles fedem”.
O resto da cerimonia se passou tranquilamente então fomos para os dormitórios e dormimos como os anjos que não somos.
Fale com o autor