Oh let's go back to the start

1 Capitulo 1 - O Reencontro de duas amigas


Notas iniciais
Olá, olha eu aqui, uma fanática por Clarick, vim postar uma fanfic em homenagem aos dois, porque eles merecem, espero que gostem.

Depois de fugir do hospício dentro do caixão de sua amiga, Beatriz, Clara luta para sair de dentro dele e se salvar, subindo em cima da tampa do caixão para flutuar, e ali ela adormece, cansada de tanto nadar. Um tempo depois, Clara acorda e avista uma embarcação e pede por socorro.

Clara: Socorro... socorro... — acenando com os braços para que a vissem.

Fernando: Danilo, acho que tem alguém na água, parece ser uma moça, olha lá. — apontou para a frente.

Danilo olha para a água.

Danilo: Você deve estar vendo coisa, alguém na água? — rindo e duvidando do amigo. — Aonde? — se aproximando mais da ponta do barco para tentar ver. — Agora eu to vendo la. Toca em frente, tenta chegar mais perto.

O pescador aproxima o barco para mais perto de Clara, logo depois um deles pula na água e tira Clara de lá, ajudando-a a subir no barco e a salvando.

Danilo: Calma, ta salva, encosta ela aí.

Os pescadores colocam Clara no chão do barco.

Danilo: Peguem um cobertor e uma bebida para ela, deve ta com muito frio moça.

Clara: Obrigada.

Danilo: Como você chegou aqui moça? Bebe aqui. — oferecendo a bebida para ela.

Clara agradece e pega a bebida dando um gole e cuspindo logo depois.

Danilo: Eu vou levar você pra casa de uma amiga, tenho certeza de que lá você vai ficar bem.

Clara: Obrigada.

Danilo leva Clara até a casa de Duda.

Duda: Oi, Danilo? Entra, que isso? — vendo o amigo empurrar Clara para dentro da casa dela.

Danilo: Tirei ela de alto mar, estava quase afogada.

Duda: Meu Deus. — achando estranho como uma moça iria parar no mar.

Danilo: Achei melhor trazê-la pra cá.

Duda: Senta aqui, você deve estar morrendo de frio. Vou pegar uma toalha pra você, espera só um minuto querida.

Duda vai até o quarto, abre a gaveta, pega a toalha e volta a sala, secando os cabelos de Clara. As duas se olham, e se reconhecem.

Duda: Eu acho que eu conheço você.

Clara: Acho que eu também conheço você.

Duda: Bom, depois você me conta como foi parar em alto mar, agora é melhor você tomar um banho quentinho, tirar essa roupa molhada, antes que pegue uma pneumonia. — levantou, foi até uma gaveta e pegou roupas limpas e secas pra Clara, logo entregou a ela.

Clara: Obrigada.

Clara toma um banho quente, muda de roupa e penteia os cabelos com a escova de Duda, enquanto Duda cozinha algo para Clara comer, e faz perguntas a ela.

Clara: Eu tava num passeio turístico.

Duda: Não ouvi nada por aqui, estranho, nesse lugar tudo vira motivo de falatório.

Clara: Tava numa outra ilha. — tentou desconversar enquanto comia.

Duda: Mas, a gente não ta numa ilha. — estranhou

Clara: Eu quis dizer que eu vim de outro lugar. — afirmou e logo tentou mudar de assunto. — Mas, eu me lembro quando te conheci, nunca vou me esquecer esse dia, foi num shopping no Rio de Janeiro lembra? Eu tava recém casada, não sabia fazer compras, você que me ajudou a escolher tudo.

Duda confirma com a cabeça, se recordando de sua vida daquela época, quando ela tinha dinheiro, era bem vestida, e dos momentos que passou depois daquele dia.

Clara: Eu lembro que a minha sogra adorou tudo que você escolheu, você era elegante, rica, diferente, mas era mesma pessoa, tenho certeza. Como é seu nome mesmo? Era... — tentou se lembrar. Porém Duda foi mais esperta e a interrompeu antes que Clara pudesse recordar o verdadeiro nome dela.

Duda: Meu nome é Duda, Maria Eduarda na verdade. Mas o nome não importa nem o meu passado. Mas lembro de você. Você é do Tocantins? Eu também, acho que foi por isso que a gente se identificou assim a primeira vista.

Clara: A gente gostou logo uma da outra sem nem saber porque.

Duda: Clara não é esse seu nome?

Clara: É. Clara.

Duda: Então, não quer me contar o que aconteceu com você? Como você foi parar no meio do mar a essa hora da noite... salva de afogamento...

Clara escuta novamente a sirene do hospício.

Clara: Eu não se deveria, mas pra você vou falar a verdade. Eu fui internada sim, no hospício, contra a minha vontade, eu era casada com um homem que me batia, ele era ciumento, muito violento, eu não podia ter nem um celular, ele achava que eu ia traí-lo com qualquer outro, e minha ex sogra descobriu que nas minhas terras tem uma mina esmeraldas e arrumou um jeito de me interditar. Ela me internou nesse lugar horrível, eu fiquei presa por uns 10 anos lá, esse lugar onde a sirene toca. Graças a uma falecida amiga eu consegui manter meu equilíbrio. Eu lutei muito pra sair de la. Hoje eu vi a morte de perto. Você vai me denunciar? — perguntou com medo de ser mandada de volta para o hospício, olhando para Duda.

Continua...

Notas finais
Esse foi o primeiro capítulo, espero que tenham gostado, deixem comentários e me digam o que acharam, a opinião de vocês é muito importante para mim, pois logo irei postar o segundo capítulo. Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.