Oh, My Sweet Amazon...
12 Pelos Deuses!
Notas iniciais
A jovem deusa estava recolhida em seus aposentos. Durante toda a tarde ficou pensando na tal missão de suas amazonas, e só conseguiu escolher um cavaleiro para acompanhá-la ao Olimpo. Faltava mais um...
“Com licença, Athena.” Shion entrou, fazendo uma respeitosa reverência.
“Entre, Shion. Estou precisando de sua ajuda.”
“Em que posso ser útil?” perguntou, sentando-se na poltrona à frente da Deusa, que estava sentada confortavelmente em sua poltrona preferida.
“Eu ainda não escolhi a dupla de cavaleiros para a missão. Fiquei esse tempo todo, mas só consegui pensar em um... Me ajude a escolher a dupla.”
“Quem sugere, senhorita?”
“Afrodite... Reparou que ele não disse uma palavra sequer durante o almoço?”
“Sim, reparei.”
“Queria saber o que ele acha disso tudo. O pisciano tem uma percepção aguçada quando o assunto é amor, seria bom ter ele por perto para o sucesso desta missão.”
“Concordo. Quer que eu vá chamá-lo?”
“Por enquanto não, quero discutir sobre as opções... Quem devo escolher como dupla de Afrodite?”
“Senhorita, eu havia pensado em Camus e Saga para essa missão, mas vejo que mesmo não aparentando, os dois são bem ciumentos em relação às suas pupilas. Kanon, então, está fora de cogitação.” — explicou — "Sem falar que ouvi rumores de que Saga pediu uma estátua de Sheily em tamanho real pra adornar o templo de Gêmeos, e o Milo já veio reclamar do Camus estar insuportável ostentando a Rose como semideusa na cara dele." — riu, imaginando o quanto o ego dos dourados estava inflado.
“Concordo. Sendo assim, já excluímos Camus, Saga, Kanon e Máscara da Morte. Existe mais algum cavaleiro a acrescentar nesta lista?”
“Aiolia e Milo. O leonino também é estourado, e o escorpião tem a língua solta.”
“Quem sobrou?”
“Sobram: Mu, Aldebaran, Shaka, Dohko, Aiolos e Shura.”
“Sinto dizer, Shion, mas por motivos óbvios seu pupilo e Shaka não são boas opções.”
“Entendo...” suspirou, pesaroso.
“Ficou: Aldebaran, Dohko, Aiolos e Shura.” Disse, pensativa.
Athena sorriu de repente, deixando o grande mestre assustado.
“Já me decidi! Shion, por favor, convoque uma reunião com os dourados amanhã pelas oito!” ordenou.
“Sim senhora.”
“Está dispensado.”
Enquanto isso, na casa de Gêmeos...
“Pelo amor dos deuses, Kanon! Como você pode perder o pingente, sua anta?” exclamou um irritado geminiano enquanto revirava a sala.
“E eu vou saber? Se eu perdi foi culpa sua!” defendeu-se.
“Minha culpa nada, você que tá ficando velho e esquecido!” rebateu.
“Vai tomar no rabo, Saga! Não viu que eu estava sóbrio? Ninguém mandou me dar o pingente pra guardar, deveria ter guardado você mesmo.”
“Culpa sua inventar de beber.” Defendeu-se.
“Tá falando o santo, né?” debochou.
“Ora, cale essa boca e me ajude a procurar...” voltou a revirar a estante.
“Tá bom.” Sentou no sofá com as pernas pra cima.
“O que diabos está fazendo?” fitou-o de rabo de olho.
“Te dando apoio moral... Procure, meu escravo, tá indo bem...” sorriu, debochado.
Na casa de Aquário...
Camus fitava um pequeno objeto em sua mão. Foi até a cidade na companhia de Shura para procurar o tal artefato e voltara satisfeito por encontrar o que queria. Guardou-o numa pequena caixa de veludo, observando seu brilho incomum devido ao cosmo que colocara ali.
“Saudades da pequena...” murmurou, fechando a caixa. Seu rosto esboçou um sorriso.
No dia seguinte, como ordenado, Shion convocou os cavaleiros para uma reunião logo de manhã. As meninas estavam recolhidas dentro do templo, meditando e treinando com Gaia.
Os cavaleiros logo chegaram ao templo, formando uma fila na ordem zodiacal. Camus e Saga procuravam suas discípulas, enquanto Kanon estava inquieto. Pouco depois Athena entrou no recinto.
“Bom dia, cavaleiros. Serei breve!” disse, apressada.
“Bom dia, Athena.” Responderam.
“Já escolhi os cavaleiros para esta missão. Aldebaran e Afrodite, vocês vão comigo para o Olimpo.” Sorriu.
Como a deusa estava apressada com seus afazeres, nem reparou nos cochichos e ‘mimimi’s que se seguiram e dispensou os dourados. Seguiu em direção ao seus aposentos, aonde iria terminar de resolver uns assuntos referentes à missão, quando Camus e Saga se intrometeram no meio da passagem.
“Com licença, Athena...” começou Camus.
“Gostaríamos de lhe fazer um pedido.” Completou Saga.
“Claro, meus cavaleiros. Se eu puder ajudar, me digam...” disse com a voz suave.
“Se fosse possível, nós queríamos nos despedir das meninas antes de partirem em missão.”
“Fiquem tranquilos, esse desejo será concedido. Poderão se despedir amanhã cedo, durante o café. Pedirei a Shion para avisá-los.”
“Muito obrigado, Athena.” Sorriu o aquariano.
[Sheily POV]
Hoje era o dia... Nós duas estávamos muito ansiosas. Passamos boa parte da noite em claro, então arrumamos nossas malas com bastante calma. Athena providenciou roupas ao estilo da antiga Grécia para nós, pois deveríamos nos vestir de acordo e nos misturar.
“Ficou bom?” disse a morena, ajeitando a túnica.
“Ficou... Está bonita, vai arrasar corações.” Impliquei.
“Vira essa boca pra lá!” espantou-se, me fazendo rir.
“Vou me arrumar agora...” falei, entrando no banheiro.
“Quanta animação, senhorita Sheily.”
“Como se você também não estivesse desanimada.” Comentei.
Pouco depois, fomos até a sala de jantar, fazer nosso dejejum. Para nossa surpresa, tinham dois cavaleiros nos esperando.
“Mestre?” sorri ao ver Saga, este sorriu de volta.
“PINGUIM!” gritou Rose, correndo e se atirando nos braços de Camus. “Ah, como senti falta de implicar com você...”
“Viemos para nos despedir.”
“Não fale assim, mestre! Parece até que não vamos mais voltar.” Bronqueei.
“Não custa nada dar alguns sermões de última hora, certo?” Camus veio em socorro do amigo.
“Relaxa, eu prometi que vou me comportar.” Riu.
“Mesmo assim, Rose... Gostaria de te dar uma coisa.” Mostrou uma caixa de veludo.
“Sheily, gostaria que isso ficasse com você.” Mestre Saga me entregou uma caixa parecida.
Quando abria a caixa, vi um pingente com o símbolo de gêmeos.
“Obrigada, Saga.”
O pingente de Rose tinha o formato da ânfora de aquário.
“Não precisava se incomodar, Camus.”
“Isso é um objeto de proteção meninas.” Comentou o grego.
“Ahn?” falamos juntas.
“Foi ideia do Camus...” riu. “Estes pingentes contém nossos cosmos. Caso vocês se metam em algum problema, basta liberar o cosmo destes pingentes e saberemos aonde encontrá-las.” Explicou.
“Será interpretado como um pedido de socorro.” Completou o francês.
“Obrigada pela preocupação, rapazes. De verdade, mas... Vamos em missão de paz, não é como se fosse estourar uma guerra do nada.”
“Sheily... Esses deuses são pirados, então nunca se sabe. Por favor, prometa que vai usar o pingente.”
“Prometo, mestre.” Abracei-o.
“Rose...?”
“Fica tranquilo, mestre. Eu vou usar o pingente e não vou brigar com o Thanatos.” Sorriu.
“Só pra deixar claro, só retirem o cosmo do pingente em caso de emergência!” frisou o aquariano. “Até porque, se formos atrás de vocês não iremos sós.”
“O que quer dizer?”
“Simples, se o Camus sair correndo ao seu socorro vai levar de brinde um furioso Mu junto com ele, e se eu for ao socorro da sua irmã... Bem, só o Kanon me acompanhando já seria problema, somando isso ao Buda irritado...”
“Não vai prestar.” Concluiu Camus.
“Entendemos. Só vamos fazer em emergências!”
“Prometemos! Obrigada pela preocupação rapazes!” sorriu.
Antes de nos despedirmos, colocamos os pingentes. Eu coloquei na minha pulseira, Rose preferiu em sua gargantilha. Abraçamos nossos mestres por um tempo, escutando os últimos sermões, seguidos de um “boa sorte na missão”.
[Rose POV]
Duas horas depois do encontro com nossos mestres, partimos. Athena ia na frente, escoltada por Aldebaran e Afrodite, Gaia estava logo atrás, seguida por mim e minha irmã. Houve uma pequena mudança de planos, iríamos para o Olímpo primeiro, encontrar alguns deuses e de lá, seguiríamos para os Campos Elíseos, aonde eu ficaria.
Athena parou em frente a sua enorme estátua e mandou todo mundo ficar junto. Ela e Gaia acenderam seus cosmos, nos envolvendo. Senti meu corpo mais leve, como se estivesse flutuando, e pouco depois estava em outro lugar.
“Bem vindos ao Olimpo!” disse Athena.
À nossa frente, algumas escadas levavam até uma construção aos moldes gregos, em tons de branco, adornadas por pilastras gregas suntuosas. O solo batido contrastava com a rica vegetação ao redor do monumento.
Subimos as escadas, entrando na construção, que seguia um formato de corredor. Chegamos ao final, encontrando uma grande praça, com vários caminhos e acessos, além de outras construções. Tinham animais mitológicos e Deuses transitando naquele espaço, minha atenção logo se prendeu no centauro que passou ao meu lado.
Athena seguiu até um pequeno grupo que conversava entre si. Entre eles, haviam três homens e duas mulheres. Um dos homens era mais alto, porte atlético, olhos verdes bem clarinhos, cabelos pretos bagunçados, barba por fazer e túnica mostrando parte do peito. Do lado dele, havia um homem de aparência austera, cabelos cinza e olhos avermelhados, tinha o corpo definido e usava uma túnica maior, com um adereço em formato de relâmpago preso no ombro. Entre as duas mulheres, estava o terceiro homem, também musculoso, cabelos vermelhos, levemente ondulado, barba por fazer e olhos negros. Entre as mulheres, a mais baixa tinha longos cabelos róseos e olhos de um azul profundo, o corpo era bem delineado e sua túnica ia até os joelhos. Entre os homens, a mulher de aparência imponente possuía cabelos loiros ondulados até a metade das costas, os olhos de cor verde intensa, o corpo também aparentava ser sinuoso e a túnica era mais longa, indo até os tornozelos.
“Bom dia a todos.” Cumprimentaram Athena e Gaia ao mesmo tempo.
“Bom dia.” Responderam.
“Finalmente veio visitar o pai.” Comentou o de cabelos cinza, ao que Athena sorriu.
“Gaia, quanto tempo não te vejo!” o ruivo aproximou-se para abraçá-la.
“É uma alegria imensa revê-lo, Eros!” sorriu.
“Athena!” a loira correu para abraçá-la.
“Quanto tempo, Hera!” sorriu, retribuindo o abraço.
“Sentiram falta da minha beleza, não foi, meninas?” sorriu o de olhos verdes.
“Dionísio, convencido como sempre.” Comentou a de cabelos rosa, revirando os olhos.
“Para de implicância, Afrodite!” deu um sorriso sapeca.
“Certo... Está tudo muito emocionante, mas queremos saber quem são eles.” Apontou para nós.
“Zeus, esses são meus cavaleiros e minhas amazonas de ouro. Aldebaran, Afrodite, Sheily e Rose, por favor, cumprimentem os Deuses.” Athena pediu.
“Sou Aldebaran de Touro.” Reverenciou.
“Afrodite de Peixes.” Imitou o gesto.
“Sheily de Gêmeos.” Curvou-se.
“Rose de Aquário.” Imitei-a.
“Sejam bem vindos!” sorriu Hera.
“Sintam-se em casa.” Dionísio piscou para Sheily.
“Explicou como aqui funciona?” indagou Zeus para sua filha.
“Ainda não... Quer dar as honras?”
“Claro.” Riu. “Muito bem, cavaleiros, o Olimpo é dividido em templos. Cada construção que veem é um templo e cada templo pertence a um Deus. Por exemplo, aqui a nossa esquerda tem o templo de Hefesto, se seguirem a leste vão encontrar o templo de Selene, a nossa esquerda tem o templo de Ares, mais à frente o de Apolo... Enquanto permanecerem aqui no Olimpo, podem transitar livremente aqui pela praça e pelos jardins. Se quiserem, podem ficar comigo, meu templo fica perto daqui.” Ofereceu.
“Obrigada pela oferta, Zeus, mas por hora vamos ficar em nossos próprios templos. Sheily ficará comigo e os cavaleiros ficarão com Athena.” Explicou.
“E a mocinha ali?” Hera apontou pra mim.
Gaia e Athena entreolharam-se.
“Ela é a pretendente.” Athena respondeu desanimada.
“Fizeram uma bela escolha.” Sorriu Eros. “Se ela tiver um pouco de paciência com Thanatos, não teremos trabalho algum.”
“Aquele rabugento está com sorte.” Dionísio comentou, ainda secando minha irmã.
Sheily agarrou no braço de Aldebaran, incomodada com os olhares. O brasileiro deu um discreto sorriso, comentando pelo cosmo: “deixa o Shaka ver isso...” A geminiana ficou escarlate.
“Não pretendem interferir, certo?” repreendeu Gaia.
“Não está nos planos...” respondeu Zeus, dando meio sorriso.
“Rose, querida...” Afrodite segurou minhas mãos. “Esperamos que você consiga conquistar o coração do Thanatos.” Sorriu.
“O-o que?” a voz saiu num fio, olhei desesperada para Gaia e Athena.
“Algum problema?” Hera aproximou-se.
“Eu não contava com isso, achei que ia apenas me apresentar e não tentar conquistá-lo.” Desabafei.
“Oh, minha cara... Ele é rabugento, mas não morde. Eu te garanto!” reconfortou-me Afrodite.
“Podemos ir aos Elíseos agora?” interrompeu Athena, aflita com a situação.
Concordaram. Zeus indicou o caminho, e seguia na frente, com Athena e Hera. Gaia me deu o braço e seguiu ao meu lado, reparou que eu tinha ficado muito abalada e tentou me consolar. Atrás de nós vinha Afrodite, Eros e o cavaleiro de Peixes, conversando, e mais atrás, Sheily estava agarrada ao braço de Aldebaran, tentando evitar conversa com Dionísio.
Eu acharia graça da situação se não estivesse triste com a expectativa dos Deuses. Aldebaran estava entre Sheily e Dionísio, passando a maior saia justa enquanto o Deus grego tentava puxar conversa com a geminiana, que por sua vez esforçava-se em ignorá-lo.
Entramos num jardim muito bonito, que me lembrava muito ao jardim do Shaka. Paramos embaixo de uma enorme cerejeira, e o grupo novamente se juntou. Sheily arrastou Aldebaran para perto de onde eu estava, ficando entre o Taurino, eu e Gaia. Olhei para Deba...
“Que saia justa, meu amigo...” disse por cosmo.
“Nem me fale...” riu.
Pouco depois, o cosmo de Athena e Zeus nos envolveram. Outra vez senti meu corpo mais leve, e quando dei por mim, estava na porta do inferno. Deba e Afrodite ficaram tensos, Sheily e eu nos arrepiamos.
“Podem ficar tranquilas, já comunicamos a visita à Hades. Ele está de acordo com nossas ideias...” tranquilizou Hera.
“E apoia a decisão.” Disse uma mulher, vindo em nossa direção. Tinha longos cabelos pretos, olhos da mesma cor, vestida numa longa túnica preta.
“Perséfone, querida!” cumprimentou Hera.
“Hera, quanto tempo!” abraçaram-se.
“Como vai o casamento?”
“Em cinquenta tons de inferno, e você?”
“Como numa montanha russa!” riram.
“Trouxemos a candidata a esposa.” Zeus me empurrou até a mulher.
Reverenciei Perséfone com cordialidade, estava sem jeito com a situação.
“Fizeram um bom trabalho. Creio que desta vez Thanatos desencalha...” riu.
“Já estava na hora, esperei décadas pra ver isso...” riu Afrodite, frisando bem o numeral.
“Vocês três, vamos parar de fofoca, que tem trabalho a ser feito.” Reclamou Eros.
“Ô impaciência...” bufou Hera.
“Homens...” comentou Perséfone, revirando os olhos.
Afrodite, Athena e Gaia soltaram um risinho. Olhei para o cavaleiro de Peixes, que também estava sem entender a situação.
Partimos rumo aos Elíseos. Perséfone, Hera, Afrodite e Gaia, mais à frente, conversando. Zeus, Athena e Eros logo depois, reclamando da conversa das mulheres. Olhando para trás, vi o pobre Deba no meio dos esquemas do Dionísio outra vez, pedindo “me ajudem” com o cosmo. Afrodite também olhava a cena, encarou-me e, entendendo o recado, segurei em seu braço e apressei o passo, tentando ficar perto de Athena.
“Amigos da onça!” reclamou o taurino, por cosmo.
Compadecendo-me do brasileiro, cutuquei Dite.
“Devemos ajudar?” fiz cara de cachorro abandonado.
“Athena, dai-me forças...” resmungou Dite, soltando meu braço e se preparando para acudir Aldebaran.
Fui em socorro de Sheily.
“Irmã, me falaram que o Shaka é um pedaço de mal caminho!” fingi começar uma fofoca qualquer.
“Mas o que?” respondeu irritada, prestes a me lançar em outra dimensão.
“Ué, você não gosta de loiros?” desconversei, piscando.
“Ahh...” segurou o riso, percebendo minhas intenções. “Claro, isso mesmo. Nossa, que homem...” abanou-se com a mão.
Enquanto isso, Dite tentou afastar Dionísio.
“Então, Dionísio, Afrodite me contou que você está pra se casar... É com alguém do Olímpo?” alfinetou sutilmente.
Aldebaran, que estava do lado deles, segurou o riso. Sheily e eu fomos apertando o passo.
Em frente ao muro das Lamentações, o grupo parou, ainda conversando.
“Todos vão até os Elíseos?” Perséfone perguntou à Athena.
“Sim, deixamos Rose lá e depois voltamos.”
“Eu pretendo ficar por um ou dois dias, quem sabe.” Eros comentou, pensativo.
“Posso ficar para fazer companhia.” Ofereceu Zeus.
“É melhor que nesses primeiros dias Rose e Thanatos possam ficar sozinhos.” Interveio Gaia, pressentindo algum esquema entre os dois.
“Concordo, deixem os pombinhos se conhecerem.” Animou-se Afrodite.
“Digo o mesmo.” concordou Hera.
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