Oh, My Sweet Amazon...
9 Encantada pelo Buda... Sheily POV
Notas iniciais
“Foi por pouco.” Suspirou Shaka.
“Nem me fale... Mais um pouco e sobraria pra você.” Ri.
“Eles não seriam loucos, Sheily.” bradou, estreitando o olhar.
“Calma, Shaka. Foi só uma hipótese...” sorri de sua cara fechada.
“Uma hipótese muito provável.” Devolveu.
“Deixe isso pra lá... Para onde estamos indo?” mudei de assunto.
“Para o meu templo. Gostaria de tomar um chá?” convidou-me.
“Claro.”
“SHEEEILYY!” gritou Rose, da porta do templo de Peixes.
Shaka ficou tenso, provavelmente pensando que seríamos arrastados de volta para a baderna. Virei-me com calma, sendo acompanhada pelo virginiano.
“O que houve, Rô?”
“Deba vai botar umas músicas odaliscas! Você tem que vir dançar!” pediu, em tom de ordem.
“Odalisca?” intrigou-se o loiro.
“Isso mesmo. Sheily sabe dança do ventre! E é muito boa nisso!” sorriu a morena.
“Verdade?” virou-se para mim, interessado.
“É verdade.” Fiquei vermelha escarlate ao imaginar minha irmã me arrastando para dançar pros dourados.
“E aí? Você vem?” disse, com uma carinha pidona.
“Fica pra próxima, Rô. Shaka me convidou pra tomar chá.” Falei, torcendo para ela desistir da ideia.
“Tudo bem, mana, eu danço por você! Cuida bem do Buda!” deu uma piscadinha.
“Olha os modos!” bronqueou Shaka.
“Desculpe, Sunbae.” Pediu, retirando-se.
“Achei que ela fosse nos arrastar” suspirei aliviada.
“Eu também.”
“Espero que me perdoe pela inconveniência.” Ri, lembrando do modo como minha irmã se referiu ao loiro.
“Tudo bem, mas da próxima eu vou tirar seus sentidos...”
“Não sabia que era vingativo.”
“E não sou. Estou apenas impondo respeito.” Explicou-se.
“Pode ter certeza que você já impõe muito respeito.” Deixei a frase no ar, dando margem para duplo sentido.
Chegando em Virgem, o cavaleiro me indicou a mesa, para que eu me acomodasse, e foi preparar o chá. Conversávamos pouca coisa, mas pude perceber a indignação do Buda com as perversões dos amigos. Senti que ele estaria mais revoltado se não fosse pelo assunto dança do ventre, o qual chamou totalmente sua atenção desde as escadarias de Peixes.
“Espero que Mu não tenha cedido a insistência dos demais.” Retrucou.
“Relaxa, Shaka... Acha mesmo que ele cederia?” levantei a sobrancelha, divertida.
“Espero que não. Que pelo menos ele tenha juízo!”
“Camus também parece ter juízo...” comentei.
“Sim, só que Milo tem seus métodos para convencê-lo.” Observou.
“Sendo assim, pode ser até que Mu também ceda.”
“Não diga bobagens.” Fechou a cara.
“Foi só uma hipótese...” murmurei.
“A senhorita anda cheia de hipóteses hoje...” comentou.
“Desculpe, só não entendo qual o problema do Mu tirar a camisa também.” Franzi o cenho.
“Se ele tirar, o próximo a infernizarem serei eu.” Explicou, seco.
“Faz sentido... Sendo assim, espero que Mu resista!”
Continuamos com pouco assunto, o chá foi servido e ficamos em silêncio. Shaka parecia tranquilo, compenetrado em algum pensamento. Não ousei perturbá-lo, beberiquei o chá, saboreando-o calada.
Alguns minutos depois, ele terminou sua bebida, depositando cuidadosamente a xícara na mesa. Fitou-me, inexpressivo, antes de começar a falar.
“Você... sabe mesmo dançar?” perguntou, hesitante.
“Sei.”
“Interessante.” Murmurou, mais para si. “Gostaria de ver, algum dia desses.”
“Mesmo?” assustei-me. Só de imaginar ter que dançar para o Shaka, meu rosto foi em brasas!
“Sim. Por que não amanhã depois do treino?” propôs.
Engasguei na hora, confesso que meus pensamentos não foram dos melhores. Dignos do Milo, se assim posso dizer. Shaka arqueou a sobrancelha, não entendendo minha reação. Provavelmente, me pediu aquilo sem segundas intenções, mas como a Rose mesmo diz: Sabe de nada, inocente!!
“Bem... Tenho que avisar mestre Saga primeiro. Não sei dos planos para amanhã.”
“Acho prudente da sua parte, e concordo. Converse com seu mestre primeiro, se estiver livre amanhã à tarde me avise.” Sorriu.
“Combinado!” afirmei, apressada para sair dali.
Depois de me despedir do virginiano, pensei em ir para gêmeos, mas sabia que se ficasse sozinha lá não teria sossego, eu precisava conversar. Fui para Aquário, chamando minha irmã pelo cosmo. Ela teria um bom palpite da situação e me aconselharia.
Chegando no décimo primeiro templo, tudo parecia normal, tirando o fato de minha irmã não estar lá me esperando como fora combinado. Sentei no sofá, fitando a mesinha de centro de modo aflito, ela não era de se atrasar. Cinco minutos se foram, quando senti o cosmo gélido se aproximar.
“Nossa! Cheguei depois de você! Mil desculpas, é que você me chamou na hora que o Camus estava quase dando o braço a torcer!” disparou, se acomodando ao meu lado.
“Convenceu o pinguim a tirar a camisa?” perguntei, incrédula.
“Não, o Saga me atrapalhou!” murmurou, fazendo bico.
“Que pena.” Disse, rindo.
“Pois é... Por que me chamou?”
“Quero conversar! É importante!” falei, nervosa.
“Algo me diz que o Buda está envolvido nisso...” riu, maliciosa.
“E algo me diz que se não me deixar falar eu te jogo na outra dimensão!” ameacei.
“Não está mais aqui quem falou...” levantou as mãos, rendendo-se.
“Certo... Aconteceu o seguinte: durante o chá, nós conversávamos sobre banalidades, mas percebi que Shaka tinha se interessado pelo que você disse mais cedo, sobre eu dançar dança do ventre. No meio da conversa, acabou que o assunto foi esse, e o loiro me pediu para dançar para ele.” Desabafei de uma vez. “O que acha?” perguntei, receosa.
Rose carregava uma expressão perplexa, seu queixo imediatamente caiu e a cara ficou pálida. Comecei a me preocupar com seu silêncio e prendi a respiração, esperando por respostas.
“Uau.” Disse, por fim. “Que situação ein? Não esperava por isso... Me diz você, vai dançar pro Buda né? Claro que vai!!”
“E minha cara, fica aonde?”
“Para de graça! Não me diga que vai perder a oportunidade de ter os olhares de Shaka só pra você!!” frisou.
“Eu vou ficar nervosa, Rose!” rebati.
“Isso é fácil de resolver.” Levantou-se, indo buscar alguma coisa em seu quarto.
Cruzei as pernas, me ajeitando melhor no sofá. Pela cara, já posso imaginar que ela estava tramando alguma.
Menos de dois minutos depois, Rose estava de volta com uma garrafa em mãos. Acomodou-se no sofá, jogando o objeto no meu colo.
“Tá aí sua solução.” Sorriu.
“Vinho?” arqueei a sobrancelha.
“Fique sóbria e mande a vergonha pro espaço! Você vai chegar lá, divando, toda poderosa e boazuda...” levantou-se, indo para o meio da sala, encenando a situação.” Vai soltar o corpo e hipnotizar o Buda só com os quadris. Daí, quando o gostosão bobear, créu nele!” pulou em cima de mim.
“Tá maluca!! Eu vou dançar, e não estuprar o Shaka!” reclamei.
“Mas bem que queria né?” riu, debochada.
“Eu te mato, isso sim! Mas você tem razão...” pensei alto.
“Vou te matar de raiva e concordar com você.” Sorriu. “Já pensou que roupa vai usar?”
“Não.” Respondi no automático, pois ainda estava pensativa.
“Irmã, eu amo a sua companhia, mas faz o seguinte: vai pra casa, toma um banho bem relaxante e pensa no assunto. Vocês ficaram de marcar o dia pra isso?”
“Ele perguntou se poderia ser amanhã.” Respondi, sem me dar conta do impacto.
Rose quase engasgou com a própria saliva, parecia que ia empacotar. Segurou meus braços e, por algum milagre, conteve a vontade de me sacudir, respirando fundo logo em seguida.
“Ok... Calma, tem jeito pra tudo... Faz o que eu te disse. E não me mata do coração, por Athena! Está muito perto, temos que ver sua roupa. Se decidir aceitar, me avisa, prometo te ajudar!” sorriu, tenra.
“Está bem, irmã. Muito obrigada pelos conselhos.” Retribui o sorriso.
Fui para Gêmeos, encontrando o templo vazio, o que era bom porque eu precisava espairecer. Peguei umas roupas no quarto e fui direto para o banho, faria exatamente como minha irmã pediu.
No dia seguinte, os gêmeos acordaram de ressaca. Qualquer barulho seria um convite para conhecer a outra dimensão. Tomamos café em silêncio, o pouco diálogo que existia era feito em sussurros quase inaudíveis. Eu estava mais calada, pensativa. Kanon também estava com os pensamentos distantes, enquanto Saga filosofava para um pedaço de pão.
Devido às condições, meu treino foi cancelado até segunda ordem. Arrumei a cozinha e fui para a sala ver TV. Ao chegar no cômodo, me deparei com uma caixa branca, cuidadosamente embalada, com um laço azul adornando.
Os gêmeos, esparramados no sofá, ao perceberem minha presença esticaram o pescoço, me encarando.
“É pra você.” Disse Kanon, curioso.
A passos largos, me aproximei do objeto, reparando num pequeno bilhete, aonde estava escrito meu nome. Curiosa, abri o invólucro, encontrando uma bela roupa de dança do ventre em seu interior. Fiquei boquiaberta, era lindo! Cheio de adornos, brilhos, a saia era em camadas e muito charmosa.
Quando dei por mim, os Gêmeos já estavam ao meu lado, intrigados e admirando a roupa. Saga me encarou, como quem exige explicações.
“Rose me deu. Ela tem bom gosto.” Respondi, rápida. Não queria levantar suspeitas.
Se eles soubesse do convite de Shaka, certamente surtariam. Devo comentar, minha irmã foi muito esperta e eficiente, acertou na mosca! Sensual sem ser vulgar! Sorri com o pensamento, eu ficaria bonita para Shaka.
O resto do dia foi tranquilo. O templo de Gêmeos nunca estivera tão silencioso, o que era bem anormal. Entretanto, aquele momento de sossego veio a calhar, afinal, eu precisava pensar bem no que fazer. Estava decidida a ir, depois de ver a roupa então, aí é que me empolguei!
Não foi muito difícil convencer mestre Saga a me deixar jantar com Shaka. Fui até o geminiano, preparada para encarar um possível ataque de pelanca ou uma demonstração de ciúmes mestre-discípula galopante, mas acabei sendo surpreendida. Saga não se importou nem um pouco, disse sim com a maior naturalidade.
Ao final da tarde, fui me arrumar, escolhendo um vestido simples e um par de rasteirinhas nos pés. Coloquei a roupa para a dança numa bolsa não muito chamativa. Os gêmeos enfartariam se eu inventasse de sair com ela. Ri ao imaginar a cena...
Quando entrei no templo de Virgem, o cheiro agradável da comida invadiu minhas narinas e, imediatamente, fiquei com água na boca. Shaka me recebeu educado, e não pude deixar de reparar no quanto ele estava bonito naquele sari.
“Fico feliz por aceitar meu convite. Espero ter acertado na roupa.” Disse, com um sorriso tímido.
“Foi você?” espantei-me.
“Sim, por que? Não está do seu agrado?” perguntou, preocupado.
“Pelo contrário, eu adorei.” Respondi, tímida.
“Se não se importar, eu gostaria que a dança não ficasse para depois do jantar. Certamente não lhe faria bem exercitar-se assim logo depois de comer.” Disse, preocupado.
“Muito bem, então... Pode ser agora?” fui direta. O álcool estava fazendo efeito.
“Pode. Acompanhe-me.” Seguiu em direção à uma porta. “Pode se trocar aqui, estarei te esperando na sala de visitas. Segunda porta à esquerda.”
“Tudo bem.” Sorri, entrando.
Apesar do nervosismo, reparei no banheiro. Modesto, bem organizado, em tons de azul piscina. Troquei de roupa em pouco tempo, com medo do efeito do vinho passar logo. Saindo do recinto, segui para o cômodo indicado. Respirei fundo antes de abrir a porta.
A sala estava toda arrumada, com um toque indiano. No centro, um belíssimo tapete persa se estendia, dispondo de várias almofadas encima, que se concentravam no canto mais próximo da parede. Nas janelas, as cortinas chamavam atenção com seus detalhes, e no teto um lustre caia graciosamente. Haviam vasos decorando o lugar, juntamente com quadros de Buda e uma mesinha com um aparelho de som em cima.
Shaka estava sobre as almofadas, na famosa posição de lótus. Deu um mínimo sorriso ao perceber minha presença e abriu os olhos.
“Está graciosa, Sheily.” Elogiou, me fazendo enrubescer.
“Obrigada.”
“O controle do som está naquela mesinha.” Apontou. “Quando quiser...”
Andei lentamente até o local, segurando o controle com as duas mãos contra o peito por alguns segundos. Era a hora... Apertei o play e direcionei-me ao centro do cômodo, bem no meio do tapete.
A música começou envolvente, soltei meu corpo, ondulando meus quadris e fechei os olhos para me concentrar melhor. Shaka me fitava, atento a cada movimento, e seu olhar me deixaria nervosa. Meus braços gesticularam ao ar, joguei minha cintura para frente, balançando as medalhinhas da saia.
Meu corpo se soltava cada vez mais a medida que a música me envolvia. Ousei abrir os olhos e fitar Shaka, o qual encontrava-se totalmente hipnotizado pelos meus movimentos. Um sorriso apossou-se de meus lábios e meus movimentos tornaram-se mais ousados.
Peguei o véu, que eu tinha deixado no chão numa posição estratégica, e continuei meus movimentos, tremulando com o véu frente ao meu corpo. Minhas mãos elevaram-se no ar, juntas, e meus quadris ondulavam mais rápidos, provocando o barulho sedutor das medalhinhas.
O pano só deixava meus olhos visíveis, então os abri, encarando as orbes fascinadas do loiro. Com mais alguns movimentos, rapidamente tirei o véu da minha frente e virei-me de costas para meu espectador. Estiquei meus braços, segurando aquele tecido fino atrás das costas, enquanto jogava meu corpo para trás, ondulando ao ritmo da música. Novamente, abri os olhos, vendo o rosto loiro de ponta a cabeça.
Fechei os olhos, carregando um sorriso no rosto. Nem percebi que tinha me aproximado dele ao realizar os movimentos, e se tivesse me inclinado mais nossos rostos ficariam à mesma altura. Aos poucos, fui revertendo a pose, enquanto mexia os ombros e ondulava o véu.
De pé, virei-me, na intenção de me afastar, mas acabei deixando o pano cair. Shaka estava parado, o corpo quase colado ao meu, a face bem próxima a minha. Surpresa com o ato, meus olhos pararam em sua boca.
O loiro enlaçou minha cintura, me puxando para um beijo. Os lábios se uniram devagar, começando uma dança sensual. Enlacei o pescoço alvo com os braços e aprofundei a carícia. Toda aquela adrenalina de dançar para ele me deixou atiçada e, somado ao beijo, me deu coragem para começar a avançar.
Minhas mãos deslizaram devagar pelas costas másculas, arranhando levemente. Shaka arfou, segurando meu pescoço para aprofundar o beijo e me forçando a abaixar, jogando o peso do corpo por cima de mim. Logo, me vi deitada, sob o corpo forte do virginiano.
Nos afastamos para respirar, encarando um ao outro. Senti meu rosto queimar, e Shaka não estava muito diferente. Com um pouco de atrevimento, concedido pelo álcool, comecei a tirar o sari, enquanto beijava seu pescoço e ombros. As carícias foram descendo, tomando conta do peitoral e abdômen definidos, provocando suspiros ao loiro, que a essa altura já tinha deitado de lado.
Aproveitando a deixa, tomei posse de seus lábios, passando a perna em sua cintura e ficando por cima. As mãos dele avançaram por minhas coxas, indo de encontro a minha cintura, a qual envolveu com força, me puxando para si. Com uma delas, desfez-se do meu top, e pouco depois separou o beijo para apossar-se de meus seios desnudos.
O nome dele escapou num gemido, a sensação de seus lábios era uma doce tortura. Seus movimentos pareciam seguir uma ordem, a língua passeava de modo coreografado, primeiro timidamente, e logo depois, conquistava mais volúpia. A caricia se repetiu no outro seio, da mesma forma, e desse jeito, Shaka aos poucos conseguiu me deitar de lado e voltar a ficar por cima.
Continuou explorando meu corpo, descendo até o umbigo, aonde enfiou a língua sensualmente, dando um beijo estalado. Fiquei tão distraída com a visão do loiro tomando posse da minha barriga, que nem percebi quando ele arrancou minha saia.
“Você quer continuar com isso?” sussurrou, provocante, com os lábios ainda rentes ao meu corpo.
“Quero... me possua, Shaka.” Minha voz saiu rouca, desejosa.
“Como quiser...” sorriu.
Shaka deitou o corpo no chão e me puxou, tirando minha peça íntima antes de me colocar sentada em seu colo.
“Vou deixar você conduzir...” sorriu de canto, enquanto abaixava sua cueca.
Retribui o sorriso, segurando seu membro e me ajeitando por cima. Fui sentando aos poucos, acomodando todo o seu tamanho. Shaka me segurou pelas coxas, me ajudando a manter o equilíbrio e o ritmo. Joguei a cabeça para trás, estava muito bom.
“Sheily, consegue jogar o corpo para trás?”
“Como?” perguntei, diminuindo os movimentos.
“Incline o corpo para trás e se apoie com as mãos.”
Assenti com a cabeça, obedecendo. Shaka continuou me segurando, para me dar melhor apoio. Tive ímpeto de fechar as pernas, me senti muito exposta naquela posição, mas a ideia logo foi pro espaço quando senti os toques ousados do virginianos no meu ponto de prazer.
O loiro projetou a cintura pra frente, dando leves estocadas, enquanto com uma das mãos massageava-me e com a outra continuava a segurar minha coxa. Nós arfávamos, tentando abafar alguns gemidos, soltando outros. Os corpos começaram a suar, e os movimentos ficaram mais intensos.
Senti o clímax chegar e, instintivamente, encarei as orbes azuis. Pelo seu olhar, ele também estava quase, mordi o lábio. Atingimos o orgasmo juntos, os olhares ainda fixos um no outro. Sorrimos, antes de deixar os corpos cansados se juntarem, abraçados de conchinha no chão.
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