Odiado Diário.
17 Just Tonight
Notas iniciais
Pov. Bella.
Como eu tinha previsto, o baile era entediante. Todo mundo estava dançando, me deixaram aqui sozinha. Até Rebeckah estava com Tyler! E eu tomando a bebida fraca daqui. Bem que Carlisle poderia ter deixado um pouco de bebida pra nos né. Mas como não sou burra, trouxe minha própria garrafinha.
Vinho não deixava a pessoa bêbada, tinha um gosto delicioso, um cheiro delicioso. Minha garrafinha estava cheia de vinho. Eu fiquei de pé, saindo do ginásio, onde acontecia o baile, e indo para o refeitório. Sentando-me em uma mesa e olhando pro nada.
Damon já tinha aparecido, não dava pra negar que o demônio estava lindo. Mas tentei ficar longe dele. Era pra ser um baile legal, não era? Mas estava entediante. Entediante demais. E eu ainda queria matar Damon Salvatore. É claro que ele já chegaria me irritando.
“(N/A: gente, é uma pequena lembrança de como Damon e Bella se encontraram no baile, foi feito pela L. (eu quero chamar de L, viu? E vai ser L! kk) amiga da Bletts, ela ainda não tem uma conta aqui no nyah, mas ela TEM que fazer. (é uma ordem? TeLoveL, e Bletts é claro) Eu gostei tanto deste trechinho que ela (a L.) fez, que eu decidi por aqui. :D
– Até perdi a conta de quantas coisas Katherine passou na minha cara... — comentei emburrada para Rebeckah, que estava em minha frente, discutindo sobre minha maquiagem.
– Sério? — trinquei os dentes ao ouvir a voz de Damon atrás de mim. Lá vinha ele falar merda... — Deve ser porque elas sabem que você precisa.
– Repita isso falando na minha cara. — Me levantei e o encarei.
– Elas teriam vergonha de sair com você para o baile se não estivesse entupida de maquiagem.
Apertei os lábios. Quanto é a pena por afogamento? Estrangulamento? Esfaqueiamento? Eu tenho dinheiro para fiança?
– Hoje você morre...—murmurei, fui fingir que ia atrás dele, eu realmente ia. Quem sabe bater a cabeça dele no chão umas... Cem vezes? Posso dizer que foi um... Acidente.
–-então Bells, continua dizendo o que a tarada da Katherine fez.—Rebeckah puxou assunto. Eu respirei fundo, controlando os pensamentos homicidas.
Tomei metade da garrafa do vinho. Era uma delicia, queria ter trazido a garrafa toda. Ouvi a porta do refeitório abrir. ninguém deveria estar aqui, apenas eu! Só espero que não seja meu irmão, ou minhas amigas, pra vim com aquele papo de “você precisa de um namorado, isso sim”
Mas ao olhar pra ver quem era, preferi mesmo que fosse minhas amigas, ou meu irmão. Até mesmo um ladrão velho! Bufei e olhei pra frente. Eu não sairia daqui, ignoraria completamente.
–-sozinha também?—perguntou se sentando do meu lado.
–-melhor só do que mal acompanhada. Mas você acabou com meu momento.
–-quer?—perguntou oferecendo algo da garrafa dele. Mostrei a minha.—é o que?
–-vinho.
– O meu é uísque... – Sorri e tomei a garrafinha dele.
Ficamos em silencio e encarando o nada. Alguns minutos depois surgiu a grande ideia de apostar quem piscasse primeiro.
Era idiota, mas eu estava mesmo com tédio, la dentro estava chato e eu estava sem carro pra voltar pra casa. Fiquei encarando ele, tentando não piscar. Mas estava ruim, em segundos meus olhos já começaram a arder e... Merda, pisquei.
–HÁ! Ganhei.— Gritou animado.
–-o que você quer?—perguntei com raiva.
–-uma dança.[
–-não vou dançar com você.
–-mas eu ganhei. Foi o acordo.—Bufei de novo. Ele ficou de pé me estendendo a mão. Ignorei a mão dele e fiquei de pé, passando reto por ele e voltando pro ginásio.
Ele me seguiu, deveria estar com o sorrisinho idiota dele. eu não acredito que perdi a aposta mais idiota do mundo. Tá, foi uma das mais idiotas. Ele puxou meu braço pra pista de dança. A musica animada chegou ao fim, e veio uma lenta.
–-pode ser a próxima?—perguntei com manha. Odiava música lenta.
–-não.
–-porque ta dançando comigo?—perguntei ainda Sem dançar.
–-eu vou dançar com você, se você parar de ser chata.—Pegou minha mão e colocando a outra em minha cintura.
Foi a música inteira a maior tortura e o maior prazer. Damon dançava bem. Não tinha dois pés esquerdos. Quando a música finalmente acabou eu me soltei de Damon e corri pra longe dele. Indo pegar outra garrafinha de vinho na bolsa de Katherine. Virei tudo de uma vez.
–-eu to sonhando ou vi mesmo você dançando com Damon?—perguntou Alice se aproximando de mim.
–-me viu dançando com Damon.— Soltei um resmungo.
– E o motivo deste milagre é...
– Perdi uma posta, ele pediu a dança. Fim.
– E parece que ele gostou... – piscou com um sorriso malicioso e saiu de perto. Damon se aproximou de mim.
–-o. que. Você. Quer?—perguntei lentamente, com raiva.
– Só encher o saco... Sair do tédio.
Eu acabei ficando conversando com ele. Fazendo apostas idiotas, olhando os outros casais dançar. É claro eu falava mal dele e ele me xingava. Mas até que estava legal ali. Uma música animada, sensual, começou a tocar. Eu gostava tanto daquela música, e queria dançar. E não teria tanta graça sozinha. Olhei em volta mas não tinha ninguém solteiro. Bufei e decidi chamar Damon.
– Ok, ok, vamos dançar.
– Olha quem quer dançar comigo... – Ele apertou minha mão.
– Estou com tédio, um pouquinho só bêbada e muito animada, e então... Venha. – Ele sorriu e me acompanhou.
A música era animada. Rihanna, Where have you been, nem liguei da forma que eu dançava, ainda mais que era Damon comigo. Queria me concentrar na música e esquecer que eu odiava Damon, só por alguns instantes...
–-você esta provocando.—disse em meu ouvido, segurando minha cintura. Me afastei um pouco pra poder encará-lo melhor.
– Só estou dançando... Sou inocente. – Sorri.
Era um jogo um tanto perigoso. Eu o provocaria o tempo todo, queria deixá-lo bem excitado e sair de perto dele. Me virei de costas pra ele. Me encostei nele enquanto dançava. Ele segurou minha cintura, me fazendo colar nele. Ele já estava excitado. O que me fez sorrir de vitória.
Joguei os braços pra trás, enquanto ele subia e descia a mão por meu corpo. Eu sabia que tinha pessoas encarando, porque quando olhei pra frente, encarei os olhos confusos de Emmett. Mas não liguei para o que eles pensavam e continuei dançando com Damon.
Damon escondeu o rosto em meu pescoço, enquanto passava a mão por meus braços, descendo por meu corpo, passando pela laterais de meus seios, apertou minha cintura mas desceu a mão, até minha coxa. Depois subiu a mão, subindo um pouco do meu vestido. Ele apertou minha cintura.
Coloquei minhas mãos por cima da sua, empurrei um pouco meu corpo pra trás, o fazendo gemer baixo. Estava na hora de soltá-lo, e deixá-lo assim. Mas eu não conseguia.
Isso não daria coisa boa.
Entrelacei nossos dedos, fui descendo um pouco o corpo. Até que ele me puxou de volta, me virando pra ele. A expressão em seu rosto demonstrava o quanto ele estava excitado. Fiquei encarando ele, a musica acabou.
Continuei encarando ele, com um sorriso travesso. Outra musica começou. Eu gostava dessa também. The Pussycat Dolls Bottle Pop. Me virei de costas pra ele, me afastando um pouco enquanto dançava.
Comecei a cantar baixinho pra ele. Coloquei a mão no cabelo, enquanto eu dançava, de costas. Ele não resistiu muito antes de colar seu corpo no meu. Me fazendo arfar. Nem deixou eu terminar a musica.
–-você esta brincando com fogo. Vai se queimar.—ele sussurrou no meu ouvido.
–-duvido. Sei me cuidar.
– Vai se dar mal...
Ele me puxou pra longe de todos, saindo do ginásio. O corredor estava vazio. Ele me encostou na parede, ficando em minha frente.
– Foge agora enquanto tem tempo...
– Não quero fugir. – Mordi os lábios, sua mão subiu por minha coxa, me deixando arrepiada.
Eu me arrependeria depois.
Mas só depois.
Enrosquei meus dedos em seus cabelos, o puxando com força pra me encarar. Acho que ele nem notou a dor. Beijava-o ou não? Decidi que... Prazer primeiro, arrependimento depois.
O beijei, soltando um suspiro ao sentir os lábios dele nos meus. Fechei os olhos enquanto sua língua adentrava minha boca. O apertei mais em mim. Ele se separou de mim.
– Aqui não... – Mordeu meu ombro. Soltei uma risada por causa das cócegas.
– Minha casa está vazia.
– Ah, vamos nos odiar depois...
–-prazer primeiro, arrependimento depois.— O beijei mais uma vez antes de ser puxada para o estacionamento.
Antes de entrar no carro ele me prensou na porta, me beijando enquanto procurava a chave e tentava abrir o carro. Eu ri enquanto ele desistiu de fazer duas coisas ao mesmo tempo e se concentrou em abrir a porta do carro. Coloquei a mão por dentro de sua camiseta.
– Provoca menos... – Entrei no carro, ele tropeçou no meio do caminho e me deixou gargalhando.
Eu tentei não me concentrar que deveria esquecer isso, que deveria mandar Damon para a casa dele. Mas eu o queria. Não queria outro, era Damon Salvatore que eu queria...
Não deixei que Damon me tocasse até estar segura dentro de casa. Eu puxei sua camiseta pra cima e beijei seu ombro, ele estremeceu. Suspirei e deixei que ele arrancasse meu vestido. Ouvi o barulho do tecido se rasgando.
– Alice vai te matar, ela adora este vestido. – Ele mordeu meu pescoço. – Não deixa marca.
– É claro que vou deixar. – Resmunguei enquanto ele deixava um chupão em meu pescoço. Eu ri enquanto sua mão descia por minha bunda. Puxei o rosto dele para cima e o beijei de novo.
– Meu quarto... é lá em cima.
– Vamos mesmo fazer isso?
– Não daria conta, Salvatore? – Ergui as sobrancelhas. Ele me puxou para as escadas até o quarto. Assim que chegamos na porta de meu quarto, eu larguei os sapatos e tirei o cinto dele.
Tranquei a porta do quarto e o joguei na cama, ele terminou de tirar a calça e tirou a carteira do bolso. Ele se enrolou todo e quem abriu o pacote foi eu.
– Vai querer pôr em mim?
Eu me ajoelhei no chão em frente dele.
– Nem precisei pedir... – Disse sorrindo. Revirei os olhos e segurei seu membro e o massageei devagar, Damon gemeu alto quando o coloquei na boca.
Quando me afastei, ele resmungou, mas me puxou para cima dele.
– Não devia ter parado. – beijou minha barriga. Eu ri e o puxei pra cama, ele sorriu.
– Sabia que mulheres são as que mais gemem no sexo? – se ajeitou entre mim, eu revirei os olhos.
– Fingidos, normalmente. Vai ficar falando?
Ele beijou meu pescoço, apertou meus seios várias vezes até se agachar completamente entre minhas pernas. Soltei um suspiro alto quando seus dedos começaram a brincar lá embaixo. Controlei-me ao máximo para não gritar, mas era difícil. Ele sabia exatamente onde me tocar.
Expulsei os pensamentos de “Também, depois de várias em sua cama” e me concentrei no que ele fazia em mim. Antes que eu chegasse ao clímax, ele subiu em cima de mim e colocou a camisinha.
Suspirei enquanto ele entrava devagar, o beijei e joguei a cabeça para trás e soltei um gemido enquanto ele beijava meu pescoço.
– Foi fingimento? – Perguntou enquanto arfava, eu beijei seu ombro.
– Obvio... que não. – O mordi. Ele riu e puxou minha perna mais pra cima.
Foram os minutos mais gostosos da minha vida. Damon ia muito bem. Fiquei completamente esgotada depois.
– Não vai embora? – Perguntei enquanto ele ia se ajeitar no banheiro. Depois ele se deitou ao meu lado e me puxou pra perto. – Eu estou cansada...
– Eu preciso dormir... Não quero ir pra casa.
Empurrei Damon, mas acabei o beijando antes de me virar para o lado e adormecer.
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