Odiado Diário.

9 Bem vinda de volta.


Notas iniciais
Oiiii. Quem sentiu minha falta? Poxa, ninguem? Beleza né...kk. AAAHHH obrigada a todos pelos "parabéns" desejo tudo de bom pra vocÊs também. kkkkkkk. Quem quer fazer o trabalho de Português pra mim? Alguem ai sabe diferenciar texto noticia, de poesia, de poema e de sei la o que? Help me? e quem quer pesquisar sobre um tal de Luiz... Gonzaga(?) é, minha vida nao é facil. Mal terminei dois trabalhos tenho outro. ¬¬' Eu to até que postando mais cedo, acho que vou dormir. Ser uma das... nao, ser a UNICA, da ESCOLA (alem do professor é claro) que fala ingles quase-fluente, não é legal, sabe? Too mundo fica... Te sufocando na hora das atividades. grrrrr. Bom, pessoal. É isso, vou parar de enrolar. Boa Leitura.

Três dias depois.

Pov. Damon.

Ela longe fazia falta. Não tinha ninguém pra irritar, não tinha mais um motivo pra eu poder ir pra escola. Pois eu ia pra irritar ela. Brigar com ela. Hoje eu não estava a fim de ir pra escola. Bella e Katherine tinham fugido e tudo que falavam era disso.

Eu me sentei na cama e fiquei olhando pro nada, pensado em... nada.

–-Damon.—minha mãe chamou, entrando em meu quarto. Olhei pra ela.

– Oi, mãe.

– Você está bem? – Se sentou na beira da cama, eu sorri.

– Estou ótimo! Aquela praga sumiu da minha vida.

– Assumi que está triste. – Eu fiz uma careta. Nunca vou assumir que estou com saudade de ver aquela praga. Nunca, nunca, nunca.

–-mãe, sempre a quis longe de mim. Porque ficaria triste quando ela finalmente vai?

–-porque você gosta dela. Querendo ou não.

–-mãe, eu a odeio.

–-eu sei que não.— Sorriu carinhosa para mim. – Seu café está pronto, venha.

Eu a segui até a cozinha para tomar o café da tarde.

(...)

Já estava de noite quando eu entrei em casa. Tinha voltado da casa de Jasper, após ficar a tarde toda jogando vídeo-game com ele, e depois futebol. Percebi uma movimentação na casa de Bella. E percebi que ela tinha voltado, pois Charlie a abraçava. Apesar de que ela não retribuía. Fiquei de longe, observando ela. Ela finalmente tinha voltado pra eu poder ter algo pra me tirar do tédio. Irritar ela.

–-entra.—ouvi Charlie dizer. Eles entraram, Emmett se aproximou de mim.

–-hey, Damon.— Emmett me cumprimentou.

–-hey. Que bom que sua irmã voltou. Quero dizer, bom pra você e ruim para mim...

–-ela voltou?—arregalou os olhos. Assenti e ele saiu correndo. Dei de ombros e entrei em casa.

–-que sorriso é esse?—perguntou minha mãe.

–-que sorriso?— Perguntei confuso.

–-esse que estava em seu rosto.—falou colocando as mãos na cintura.

–-eu estava sorrindo?

–-o que te deixou feliz? – Ela sorria animada agora. Eu dei de ombros.

– Ham... nada, me deixou.. ah, estou magoado. – dei de ombros.

– Por quê?

–-- A praga da Swan voltou...

– Agora entendi o porquê do sorriso.—disse se afastando de mim, indo pra cozinha. Revirei os olhos. Minha mãe via coisas que não existia isso sim.

Fui pro meu quarto e fiquei olhando pra janela dela. Passou um tempinho e a luz do quarto dela acendeu. Ela parou na frente da janela e olhou pra mim. Acenei pra ela. Ela fez o mesmo e saiu de frente da janela. Depois eu fui tomar outro banho, já que estava sujo por causa do futebol.

Pov. Bella.

Ele me abraçou.

Ele disse que sentiu minha falta quando me viu.

Da pra acreditar que isso veio do meu pai? Ele disse pra mim não o assustar mais, que ele tinha medo de me perder. Eu não acreditei na hora. Mas até que tudo estava bem. Ele disse que quer ir jantar comigo amanhã. Ele pediu desculpa por me tratar diferente. E falou que vai tentar ser um pai melhor.

Da pra acreditar nisso? Eu estou tão feliz com isso. Mal da pra acreditar nisso.

Só espero que essa felicidade dura.

Fechei o diário e me deitei, com um sorriso no rosto. Finalmente em casa. Tinha que tomar banho antes de dormir.

(...)

–-espero que entenda.—Charlie disse. Continuei paralisada.—você se parece com ela e... Mas não quer dizer que eu não sou seu pai que eu vou te deixar. Eu vou continuar com você.—Uma lágrima escorreu por meu rosto.—filha...

–-Eu...

–-não foge.—pediu.—você não sabe como é horrível ficar sem você.

–-eu não vou. Só preciso pensar.

–-vamos terminar de comer? É noite de pai e filha.

–-você não é... meu pai.—falei com dificuldade.

–-eu cuidei de você desde que você estava na barriga da sua mãe, mesmo você não ser minha filha, eu te amo como tal. Eu te considero minha filha, nunca neguei você.—falou, segurando minha mão por cima da mesa.

Era confuso pra mim, ter que aceitar que não sou filha de Charlie. Muito confuso. Mas eu tinha que fazer isso, não? eu suspirei, e dei um sorriso pra ele.

–-vamos terminar de comer.— Falei enquanto secava minha lágrima e voltei a comer.

Ao contrário do que pensei. Não ficou um clima estranho, ficou um clima bom demais. Não tinha mentiras ali. Eu estava aliviada por estar perto do meu pai.

Depois do jantar fomos pro parque que tinha ali. Ele me fez sentar no balanço e me empurrou. Ficamos andando pelo parque, rindo, fazendo palhaçada, falando de coisas que eu fazia quando era bebe. Nos divertindo um monte. Até que depois começamos a andar devagar, e eu olhava pra lua cheia.

–-quem é meu pai? Você sabe?—perguntei. Ele suspirou.

–-ele... Não acho que você queira ver ele.

–-ele já veio atrás de mim alguma vez?

–-sim. Varias vezes. Mas eu o mandei embora.

–-porque?—perguntei olhando pra ele.

–-não queria te perder.— Disse baixo, quase inaudível.

–-quem é ele?

–-o nome dele é Phill Simpson.

–-sabe onde ele está agora?— A esperança brilhou em mim. Sorri animada.

–-da ultima vez que eu soube, ele estava no Japão.

–-eu quero... O conhecer. – Isso o deixou incomodado.

–-podemos pensar nisso depois?—perguntou. Eu assenti e voltei a brincar com ele no parque.

(...)

Odiado diário.

Hoje foi um dia bom. Mas foi um dia de descobertas também.

Eu não sou filha de Charlie.

Da pra acreditar nisso? Ele disse que sou parecida com minha mãe, me contou que não sou filha dele, não esta mais namorando a vacanessa, e foi uma tarde tão legal de pai e filha. mesmo que eu não seja filha biológica dele. eu nunca fiquei tão feliz assim.

Mas eu quero ir atrás do meu verdadeiro pai. Phill Simpson. Charlie não vai querer falar muito sobre isso, acho que vou ter que me virar nisso. Vou pedir umas informações amanhã, e vou atrás do meu pai biológico, que como o Charlie me disse, ele já veio atrás de mim varias vezes. Mas Charlie o mandou embora, com medo de me perder. Meu pai... eu estou tão feliz!

Vi Damon quando voltei pra casa. Ele estava na varanda dele. eu estava rindo da piada do meu pai. E quando vi o olhar dele sobre nos, vi que ele estava triste. Entao parei de sorrir. Ele deveria estar triste porque viu a felicidade que eu tenho com meu pai, e ele não tem pai. Então pra não faze-lo sofrer, me controlei pra rir na sala, fiquei seria depois. Meu pai entendeu o que era e parou de rir também.

Não sei... se fosse ao contrário, Damon se divertindo com sua mãe, ele faria questão de esfregar na minha cara que tem mãe e eu não. ele já fez isso, várias vezes. Mas acho que... eu não consigo. Sei a dor que é fazer isso e eu não queria o magoar.

Amanhã é segunda, e eu tenho aula. Odeio a escola. ¬¬’

Parei de escrever porque meu celular tocou. Peguei-o da mesinha. Era uma mensagem. De Katherine.

E ai? Se divertiu no jantar com o pai?

Eu sorri e respondi.

Sim, descobri que não sou filha dele. Amanhã eu te explico. Se divertiu no jantar em familia?

Esperei ela responder. Logo o celular vibrou.

Fugir nos fez bem. Eles precisavam nos perder por um tempo pra ver como é viver sem nos. Eles estavam tão felizes!

Eu sorri novamente com isso. E respondi.

Isso é bom. Te vejo amanhã na escola.

Dois minutos, e ela respondeu>

Claro. Quer que eu passe pra te buscar?

Era melhor, eu não queria ir a pé.

Por favor! Kk’ até amanhã de manhã.

Deixei o celular na mesinha e voltei a escrever no diário.

Acabei de receber uma mensagem de Katherine. Ela disse que estava feliz, com o jantar em familia. Ela tem razão, fugir nos fez bem. Só espero que essa felicidade dure tempo suficiente pra mim apreciá-la.

Bom, eu vou dormir diário otário. Amanhã tem aula, e quero começar logo as investigações sobre meu pai.

Boa noite, caderninho idiota mas... Importante em minha vida.

Fechei o diário, e dei um beijo na sua capa feia também. Eu odiava e amava meu diário. Assim como odiava e amava meu cabelo. A maioria das coisas que eu amo, eu odeio. E que eu odeio, eu amo. Menos com Damon. Ele é uma exceção. Eu o odeio e é só ódio.

Notas finais
Oi de novo. Buaaa, to com raiva. Quem mora em São Paulo sabe que esta frio, e aqui caiu chuva, eu fiquei na chuva porque o filho da puta, cujo nao sei se a mãe é puta, do motorista desgraçado arrombado dos infernos me deixou no ponto de onibus. Velho, eu tinha acabado de chegar, ele estava saido, do terminal lá, que eu pego.. Meu, ele estava SAINDO. custava abrir a porta pra mim? Não, sabe o pior? Ele só virou, e ainda dava pra ver pela maldita grade. UMA MULHER VADIA DOS INFERNOS QUE USAVA UMA CALÇA QUE LEVANTAVA A BUNDA DE SILICONE E UMA CAMISETA QUE DEIXAVA OS PEITO PRA FORA COM UMA CARA DE PUTA LAVADA DEU SINAL FORA DO PONTO DE ONIBUS E O DESGRAÇADO DEIXOU ELA ENTRAR!! velho, eu estava mais perto, e ele nao deixou! Só porque eu sou baixa (porque me chamam de gnomo de jardim e ajudante do Willy Wonka?) e me visto de preto com um capus? ah fala serio, preconceituoso. Argh. minha vontade de matá-lo foi forte por que ele quase bateu o onibus. UUUH SOU FEITICEIRA! kkkk. ok,parei. Então;.... Reviews? Por favooor. Mais uma recomendação??? Comentem, por favor. Na... quinta, eu posto. Beeijos.