Notas iniciais
^ Se não entenderem o nome, só perguntar!
Pra começo de conversa: Este capítulo foi completamente alterado, mas meus sentimentos e saudades de Patch me levaram a isso, e a leitura de '50 tons' ajudou um pouco!
Enfim, criei coragem de escrever algo deste tipo e sem vergonha na cara, porque antes quando eu postava capítulos quentes, morria de vergonha! x_x
Agradecimentos: Em primeiro especial para três leitoras que me cobraram: Viih, Stella e Nichi! Vocês forçaram, mas me animaram a escrever!
2A: à Stella, que me deu a dica de encontrar a criatividade para desenvolvimento nas músicas, que deu certo!
3A: À Andrea S. Diniz, que favoritou a estória!
Música para parte do capítulo: Your Guardian Angel
Bora ler! Chega de falar Jéss u-u

Nora
Eu só podia estar sonhando, era óbvio. O campo ao meu redor era verde e resplandecia com os resquícios de um sol ardente. Pisquei e quando retornei a abrir os olhos, o campo ao meu redor se desmaterializou. Tornou-se pó e ao meu redor tomou forma outro local que eu conhecia muito bem. Já estava ótimo ter de sobreviver aos dias sem Patch, e agora, simplesmente de um momento para outro, em sonho, eu vinha parar em seu quarto no subterrâneo Delphic. Fui tomada por um impacto formigante quando senti seu odor de menta.
A cama estava tão próxima que quase era possível sentir o seu calor de encontro a minha pele, arrepios de aprovação perpassaram inertes por meu corpo.
– Que bela visão. – A voz rouca sussurrou e em um pulo eu me virei. Encontrando quem eu queria encontrar a tanto tempo... Patch. A visão, mesmo que momentaneamente, tornou-se embaçada e quase não conseguia distinguir seus traços fortes e esguios. Eu só queria saber que ele estava ali. Eu sorri e me desvencilhei do pequeno ódio que havia guardado para um reencontro. Mas, espera aí! Aquilo era um sonho. Parei abruptamente com todas as emoções e atitudes de felicidade.
– Não tenha medo, Anjo. – Patch sussurrou lendo meus pensamentos, de alguma forma. Podia ver seu peito nu subir e descer diversas vezes, devido à respiração entrecortada. — Eu sabia que conseguiria. – Ele iniciou. – Sabia que me encontraria de uma ou outra forma.
– O que? – Indaguei ainda ao longe, lhe fitando sem pudor, eu estava com medo ou vergonha.
Ele estava relaxado, levemente apoiado na cômoda atrás de seu corpo. Ah, como era bom revê-lo.
– Isso tudo é um sonho...
– Ah, não me diga. – Eu disse levantando as laterais de meus lábios em uma tentativa frustrada de um sorriso simpático.
– Mas o sonho é real. É uma verdade paralela, que só nós conhecemos e só caídos e nefilins, muito poderosos, possuem estes artifícios. – Patch continuou com calma e, por estarmos neste ponto de intimidade, me deixei levar por sua explicação. — Sabia que você utilizaria este artifício.
Os cantos de sua boca se ergueram em um sorriso alegre.
– Já usou isto comigo? – Foi a única coisa que consegui balbuciar tendo seu cheiro tão próximo de mim.
Ele acenou em positivo, enruguei as sobrancelhas, tentando lembrar-me.
– Na verdade, usei duas vezes. – Ele disse e engoliu em seco. – A primeira foi aquele sonho antes de me conhecer e a segunda foi quando você estava nos túneis, foi a única maneira. – Decretou.
Por isso, o sonho pareceu tão real; os dois sonhos...
– Porque não usou mais enquanto eu estava nos túneis?
– Não consegui. Havia uma barreira em você. Você mesma a impôs. – Ele disse com um olhar cético.
– Tudo bem. – Balbuciei. – Mas, o que estamos fazendo no subterrâneo do salão de jogos Delphic? – Afinal, havia tantos lugares para se estar e meu próprio sonho me trouxe até aqui.
– Também gostaria de saber, Anjo. O sonho é seu. – Ele disse com um olhar quente percorrendo meu corpo. De baixo para cima. Só então me lembrei da roupa que eu estava. Ah merda, eu estava com pijamas mínimos, uma blusa de flanela e um short que quase não cobria o bumbum por completo. – E os sonhos são desejos. – Ele continuou. Pude vislumbrar seu torso se aproximar hesitantemente de mim.
Eu ainda não sabia se tudo aquilo era possível. Era tudo inexplicável, um contexto muito grande para, ao menos tentar, entender. Sem que notasse meu braço se estendeu em direção ao peito nu de Patch, e eu o toquei, coisa que não fazia com afeto há tanto tempo. Seu calor conhecido me atingiu como um soco e tive de fechar os olhos para aproveitar o momento ao máximo. A mão de Patch cobriu a minha, escaldante. Ergui os olhos e encontrei seu par de olhos negros, ainda mais negros, desejando-me.
– Estava com saudades. – Ele sussurrou. Eu sorri brevemente e meu toque de apenas um dedo se espalhou por minha mão e minha outra mão se apoiou em seu ombro. Patch não hesitou e suas mãos foram para a minha cintura. – Quer dizer que me compreende?
Acenei em positivo. – É complicado, mas estou fazendo o possível.
– Ótimo. – Decretou. Seu rosto se abaixou e seus lábios cobriram os meus em vários selinhos quentes e estalantes que correspondi. – Oi, Anjo. – Ele disse entre um selinho e outro.
– Oi. – Murmurei. Entreabri os lábios e Patch pareceu entender a deixa, pois sua boca se apossou da minha. Nossas línguas se colidiram de uma maneira excitante e revigorante. O desejo se alastrou por meu corpo e sem que eu notasse Patch já levantava meu corpo e se sentava na cama comigo em seu colo.
Minhas mãos subiram para seus fios macios. Ele estava aqui. Seu cheiro estava aqui. Ah, como eu senti falta da proteção que ele me trazia. Da força que ele abrangia. Do amor que ele tinha por mim. Patch era tão bom, era tão... Patch. Tão meu.
– Sempre vou estar aqui. – Ele disse beijando meu pescoço. Joguei a cabeça para trás, sentindo seus beijos. – Não importa se você ainda vai me querer ou não. Vou estar aqui até saber que está completamente segura.
– Quero você comigo, Patch, para sempre. – Eu disse entre suspiros de prazer. – Quero estar com você, sempre.
– Eu também, Anjo. – Ele disse e nossos lábios estampilharam-se novamente. Como se para a promessa ser selada, precisasse de um beijo tão ardente.
Nos envolvemos em braços, pernas e línguas e repentinamente, para mim, não havia mais sonho, perigo fora do sonho, medo, terror ou saudade.
Só havia eu, Patch e nosso desejo completo por uma saudade intensa. Como era bom sentir seu gosto novamente, como era bom matar as saudades de uma maneira tão íntima. Em um desejo por sonho. As mãos de Patch queimavam minha pele já por baixo do tecido da blusa. Seus dedos rudes e másculos, as mãos e o toque por qual eu procurei por tantos dias, por tanto tempo. O calor que coincide com a temperatura atual do meu corpo. Com a temperatura do meu coração.
Nossa química nunca seria abatida. Ambas se coincidiam, se completavam.
Após alguns instantes de beijo eu já não usava a blusa do meu pijama e estava nua, da cintura para cima.
Patch parou nosso beijo com força e seus olhos famintos pararam em meus seios.
– Continua linda, Tigresa. – Sussurrou. Sua voz sexy e rouca. Eu não sentia vergonha, na verdade me sentia lisonjeada por ser admirada de tal forma por Patch.
Nossos lábios se tocaram leve e novamente. Seus lábios foram para meu queixo. Depois, para meu pescoço, meu colo e enfim abocanhou um de meus seios. Sua língua fazendo movimentos circulares enlouquecedores. Eu já estava suando e me sentia excitada, molhada e pedindo – implorando – por mais. Eu precisava ter Patch... Agora.
Ele parou com seus movimentos e subiu novamente para minha boca. Senti meu gosto se misturando com o seu e sem hesitação minhas mãos foram para o botão de seu jeans, abrindo-o. O volume marcado de Patch já estava grande, abri a braguilha e as mãos de Patch desceram ao elástico de meu short junto com o da calcinha. Como seria impossível que a peça de roupa saísse de meu corpo na posição em que eu me encontrava. Patch, sem nenhuma dificuldade, me ergueu em seus braços até que meus pés tocassem o chão e assim deixei que ambos os tecidos escorressem por minhas pernas. Patch estendeu a mão para me puxar para seu colo, mas eu o levantei e agarrei a barra da sua calça Levi’s com os polegares. Patch deixou se levar pelo toque e com uma das mãos tirou meu cabelo do caminho e depositou leves mordidas na lateral do meu pescoço. Aos poucos sua calça unida a sua boxer – por fim – chegou ao chão e, agora sim, só havia corpos misturados a um puro desejo.
Os lábios de Patch subiram apressados para meus lábios, beijando-os com ferocidade. Suas mãos foram para o alto da minha coxa, na parte de trás e me ergueram, fazendo com que minhas pernas abraçassem sua cintura, sua ereção estava perigosamente próxima. Patch desceu meu torso aos poucos, apoiando minhas costas na cômoda atrás de mim. E, por fim me penetrou deliciosamente fundo. Soltei um gemido de satisfação, sentindo-me ser aberta tão facilmente por Patch, tão provocantemente. Meus lábios se entreabriram com o prazer imenso que me percorreu. Naquela situação, naquela posição, seria complicado continuar a beijar Patch. O mesmo desceu com beijos até meu pescoço, onde deu mordidas que correspondiam na virilha. Minhas mãos apoiadas em seus ombros, apertando-os, arranhando-os.
As mãos de Patch eram como fogo tocando em gelo. Ele apertava, soltava e acariciava. Suas estocadas lentas me tirando do sério.
Como que para ele ir mais rápido, comecei a mover meu quadril em direção ao seu, tentando, em vão, intensificar seus movimentos. Mas, Patch estava querendo devagar, pois não alterou seus movimentos. E mesmo que aquilo de certa forma fosse agonizante, também era ainda mais prazeroso. Para cima e para baixo. Indo e vindo. Forte e lento. Fundo e prazeroso. Ele parou e estocou ainda mais fundo, sem poder evitar soltei um gemido no pé de seu ouvido, senti seus pelos se eriçarem, minhas pernas estavam bambas e me senti fechar em torno de Patch, só então ele acelerou seus movimentos, me deixando desesperada, procurando pelo fim... pelo alívio. Senti-me nas alturas, nas nuvens e com uma estocada lenta e funda de Patch eu me derreti ao seu redor. Ele, sentindo-me em seu torno, deu uma última estocada forte e funda e por fim, chegou ao seu ápice, seu alívio.
Assim que abri os olhos, ainda fraca e sendo segurada por Patch, notei que as coisas em meu redor estavam se apagando e bruxuleando das bordas ao centro.
– Está acabando. – Patch informou. Desci meus olhos até encontrar seus olhos negros. – O sonho está chegando ao fim, Anjo.


Estas foram as últimas palavras de Patch, pois ainda sentindo-o dentro de mim eu acordei com berros estridentes e altos que destruíram meus tímpanos. Ainda me sentia fraca devido ao “alívio” e me sentia terrivelmente suada, ah sim, era real.
Ainda desnorteada me levantei em um impulso fraco da cama e notei que os berros vinham de Aphrodite – que decidiu dormir no meu quarto, depois do encontro com Daniel.
Assim que a vi notei que seus olhos, ainda fechados, estavam com uma luz interna. Ela estava suada e batia os braços. Vee também acordou coçando os olhos.
– Mas que merda... – Ela sussurrou olhando fixamente para Aphrodite.
Desci da cama em um pulo e por cima de Aphrodite comecei a chacoalhar seus ombros, para que a mesma acordasse depressa. Ela ficava desesperada com suas visões, talvez pelos acontecimentos ou pela sensação que tinha com a mesma.
– Aphrodite. – Eu berrava, enquanto chacoalhava seus ombros com fervor. Vee estava sentada no chão ao meu lado, olhando a cena sem reação alguma.
Aphrodite abriu os lábios em busca de ar e, enfim, abriu os olhos. Uma luz azul resplandeceu pelo quarto escuro e quando olhei diretamente em seu rosto, notei que a luz vinha de seus olhos. Os mesmos estavam ainda mais azuis e uma luz forte saía de sua íris.
Ela olhou ao redor; olhou para Vee; e por fim, olhou para mim parecendo um farol em busca de um barco perdido em alto mar. – Nora... – Ela sussurrou.
– Foi uma visão, não é?
Ela acenou em positivo e engoliu em seco.
– Foi com Patch. – Ela começou. Vee pareceu se interessar pelo o que estava acontecendo e se aproximou de nós, ficando abruptamente parada, imóvel.
– Pode contar. – Eu respondi.
– Tudo bem. – Aphrodite respirou fundo e umedeceu os lábios, enfim, olhando-me profundamente nos olhos, sua luz interna no olhar cessando-se aos poucos. – Ele estava só de calça e próximo a uma caverna, olhando para o céu. Depois, eu percebi que tinha um cara todo de branco, mas não consegui ver seu rosto... – Ela enrugou a testa. – Patch, de uma hora para a outra, entrou na caverna atrás de si e o rapaz que estava escondido, ficou furioso correndo atrás dele, mas parou abruptamente quando chegou próximo à entrada da caverna. Ele queria pegar Patch...
Seus olhos tornaram-se aflitos e a verdade me atingiu. Patch estava fugindo para me proteger e para se proteger...
– Todo de branco? – Vee franziu as sobrancelhas.
– É. Bem estranho. Parecia um médico. – Aphrodite disse olhando para a mesma e franzindo os lábios.
– Como o... Daniel. – Disse pensativa e olhando para Aphrodite. A mesma arregalou os olhos levemente, e notei que a luz de seus olhos havia cessado completamente.
– Realmente. – Ela disse. – Porque esse cara de branco, queria Patch?
– Como sabe disso? – Vee indagou.
– Dava para perceber que ele estava escondido e depois tentou seguir, mas parou na entrada da caverna...
– O que é bem estranho. – Comentou Vee.
Meus pensamentos iam e vinham. Do sonho ao momento. Da visão de Daniel dizendo que eu escondia Patch. Da visão de Aphrodite dizendo que um rapaz todo de branco estava atrás de Patch em uma caverna... Patch era...
– Espera. – Eu sussurrei tocando no braço de Aphrodite. – Ele está atrás de Patch. Tão desesperado. Mas, por quê?
– Os de branco da Queda, estão atrás de Jev...
– Então... Patch é Jev? – Vee indagou em voz alta. Fez a pergunta que me atormentou internamente, mas que eu não queria admitir nem para mim, quanto mais para terceiros. Aphrodite arregalou os olhos e encontrou as semelhanças.
– Só pode ser! Por isso, ele ficava tão desesperado com as histórias. Com aquele Daniel. Com Stevie ser anjo. Por isso, ele ficou nervoso com Cam...
– Ele fugiu para se proteger. – Eu matutei. – Ele está fugindo no meio tempo da Queda.
– Exatamente. – Soou Vee ao fundo.
Ele mentiu para mim, mesmo quando jurou que nunca mais faria o mesmo. Ele quebrou minha confiança, novamente. Eu sei que ele disse que não poderia contar as coisas para mim, mas não me contar sobre seu passado? Eu tentava entender, mas minha razão não dava ouvidos para meu coração. Para minha emoção.
– Sinto muito. – Disse Vee.
– Sente pelo que? – Indaguei ríspida.
– Então... Se este cara de branco, sabe onde Patch está, vai pegá-lo e leva-lo, Nora. – Vee disse com os olhos embargados.
Era verdade. E este sentimento era maior que o de repulsa. Se Patch tivesse me contado, eu teria – de alguma forma – o entregado a Daniel, mesmo não querendo que isto acontecesse.
– Tenho que mantê-lo em segurança. Ele não pode sair de lá, de jeito nenhum. – Decretei com raiva e tristeza passando por minhas veias. Raiva por algo que estava o tempo todo em baixo do meu nariz e tristeza por saber que haviam encontrado Patch, mesmo quando ele estava tão bem escondido de mim, com quem dividia o ponto de Proteção.

Daniel
O lugar era seco. E mesmo sendo um caído na fase de queda, em busca de algo maior, aquilo me incomodava. O exagero de Terra ao meu redor mexia com meus batimentos. Com aquelas sensações mundanas e estranhas, mas algo me trouxe para aquele ponto exato, longe de todos os outros onze. Aquela caverna tão bem colocada e escondida me chamou a atenção e mesmo com o sol acima da minha cabeça, me enviando pensamentos negativos, eu sabia que tinha de esperar.
Tinha de esperar por algo maior e melhor. Por algo que me motivasse a vencer, por algo que me fizesse vencer. Que me levasse à verdade.
E foi quando encontrei a resposta, mesmo com um suor ardente e incomodador escorrendo de encontro aos meus olhos e embaçando minha visão, reconheceria aquele torso esguio em qualquer forma ou corpo humano. Reconheceria sua postura prepotente e provocadora. Era Jev. Ele havia acabado de sair daquela caverna, mas como ele conseguia sobreviver ali? Aquele tempo todo? Como ele sentia-se confortável ao ponto de passar dias em baixo da Terra? Nenhum caído aguentava isto!
Eu não estava muito distante da entrada da caverna, então com um impulso involuntário comecei a correr em direção à pessoa que eu mais procurei em toda a minha vida, eu tinha de leva-lo para seu lugar. Corri com toda a força restante. Corri pela justiça de fazê-lo pagar por um erro. Para pagar sua própria prepotência. Seu próprio medo de retornar, seu próprio desejo de continuar.
Ele não havia me notado, mas depois de alguns instantes deu passos hesitantes para trás e entrou na caverna. Eu estava determinado e, nada, nem a caverna, me impediriam de pegar Jev e leva-lo para seu trono, seu topo, e que para por fim sua história me deixasse em paz. Mas, assim que cheguei próximo à soleira da entrada da caverna, meus músculos ficaram rígidos e eu parei abruptamente, sendo lançado para trás com toda a força que eu não tinha.
Eu caí e minha roupa – que já não estava muito branca – ficou ainda mais suja.
Eu cheguei tão perto de por fim pegá-lo e leva-lo embora.
Assim que o dia amanhecesse iria faltar apenas dois dias para retornar ao Céu e até lá eu deveria estar com Jev em mãos e mesmo tão próximo e de uma maneira tão simples eu deixei escapa-lo, mas a esperança é a última que morre e ele teria mais algum descuido e, dentre este descuido, eu o levaria embora daqui. Não deixaria que ele escorresse por entre meus dedos novamente, eu o levaria para o Céu, para o seu local por dever e direito.

Notas finais
Contem-me se valeu a pena esperar. Gostaram do sonho? Da música? Da descoberta? Da visão? Da falha? Até o próximo e nos vemos pelos comentários! E ah! Estou sem o link agora, mas tenho uma nova ficiton em parceria com Viih Tomlinson, o nome é Assistindo Músicas e é uma songfic. Quem quiser dar uma olhadinha! E por fim, quaisquer questões aqui: ask.fm/jesshh