Ocultas Na Escuridão.
23 Epílogo.
Notas iniciais
Link de nova estória: http://fanfiction.com.br/historia/339915/Apenas_Meu/ageconsent_ok
Quero todo mundo lá!
Sinopse: Ava Steele é uma garota incomum que carrega muitos segredos em sua mala mental. Ela bebe e fala palavrão. Seu guarda-roupa se iguala com o de qualquer menino. Ava imagina que seu passado sombrio ficará assim, no passado, mas quando decidi ir morar em Manhattan com Cary e Kate, seus dois melhores amigos desde sempre, para enfim cursar a faculdade, seu recomeço vai por precipício à baixo. Christian Maddox é exatamente o tipo de rapaz que Ava evita há anos. Ele é o filho de um dos homens mais ricos do Mundo, no ranking junto com seu próprio pai, Paul. Christian é conhecido por não ter compromisso com ninguém. Depois de um pequeno acidente, ambos se conhecem melhor e dali cresce apenas uma amizade pura e verdadeira, sonho de qualquer casal. Mas, Ava vê tudo acabado com a chegada de Corinne Tramell, ex noiva de Christian. E é a partir de então, que ambos notam não haver apenas amizade naquele relacionamento. Levando-os a loucura e a pensar em seu passado, a enfrenta-lo para viver um novo presente e apreciar o futuro.
*******************************************************************
Olhei em seu olhos, procurando a verdade de forma tranquilizadora, procurando o culpado por sua lágrimas raras. Procurando quem havia machucado ele de tal forma, meu menino corajoso e que tinha aparência rude, daqueles que você tem medo de dizer oi, ou de olhar na mesma direção que ele. Aquele garoto não estava lá. Seus olhos verdes estavam afogados em lágrimas que deslizavam por sua face suavemente vermelha. Meu peito se apertou, diminuindo meu coração ao tamanho da semente de uma laranja. E meus olhos arderam, cedendo por sua tristeza e não pela minha. Sem esperar por sua reação, joguei meus braços sobre seus ombros e ele não hesitou em me colocar em seu colo e me embalar entre seus braços. Ele suspirou por diversas vezes, arfando de vez em quando. Afundando seu rosto no contorno do meu pescoço com o ombro e beijei sua pele próxima a minha boca, não consegui identificar o ponto pelas lágrimas escorrendo de meus olhos. Porque eu me senti de tal forma? Talvez tudo aquilo não fosse apenas por sua tristeza, fosse também por saudade. Pela iceberg que nos separava mesmo quando estávamos a centímetros de distância. [...]
Quero todo mundo lá!
Sinopse: Ava Steele é uma garota incomum que carrega muitos segredos em sua mala mental. Ela bebe e fala palavrão. Seu guarda-roupa se iguala com o de qualquer menino. Ava imagina que seu passado sombrio ficará assim, no passado, mas quando decidi ir morar em Manhattan com Cary e Kate, seus dois melhores amigos desde sempre, para enfim cursar a faculdade, seu recomeço vai por precipício à baixo. Christian Maddox é exatamente o tipo de rapaz que Ava evita há anos. Ele é o filho de um dos homens mais ricos do Mundo, no ranking junto com seu próprio pai, Paul. Christian é conhecido por não ter compromisso com ninguém. Depois de um pequeno acidente, ambos se conhecem melhor e dali cresce apenas uma amizade pura e verdadeira, sonho de qualquer casal. Mas, Ava vê tudo acabado com a chegada de Corinne Tramell, ex noiva de Christian. E é a partir de então, que ambos notam não haver apenas amizade naquele relacionamento. Levando-os a loucura e a pensar em seu passado, a enfrenta-lo para viver um novo presente e apreciar o futuro.
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Olhei em seu olhos, procurando a verdade de forma tranquilizadora, procurando o culpado por sua lágrimas raras. Procurando quem havia machucado ele de tal forma, meu menino corajoso e que tinha aparência rude, daqueles que você tem medo de dizer oi, ou de olhar na mesma direção que ele. Aquele garoto não estava lá. Seus olhos verdes estavam afogados em lágrimas que deslizavam por sua face suavemente vermelha. Meu peito se apertou, diminuindo meu coração ao tamanho da semente de uma laranja. E meus olhos arderam, cedendo por sua tristeza e não pela minha. Sem esperar por sua reação, joguei meus braços sobre seus ombros e ele não hesitou em me colocar em seu colo e me embalar entre seus braços. Ele suspirou por diversas vezes, arfando de vez em quando. Afundando seu rosto no contorno do meu pescoço com o ombro e beijei sua pele próxima a minha boca, não consegui identificar o ponto pelas lágrimas escorrendo de meus olhos. Porque eu me senti de tal forma? Talvez tudo aquilo não fosse apenas por sua tristeza, fosse também por saudade. Pela iceberg que nos separava mesmo quando estávamos a centímetros de distância. [...]
Pouco mais de um ano mais tarde...
– Vamos? – Patch chamou com uma mala pequena em mãos. – Só um minuto. – Pedi enquanto passava um pouco de gloss nos lábios, olhando meu reflexo arrumado no espelho do nosso quarto na Morada. – Ainda não entendo. – Ele indagou erguendo uma sobrancelha. – Não entende o que? – Perguntei guardando o gloss na bolsa e passando os lábios um no outro. – Porque passa essas coisas na boca, se vou tirar daqui a cinco segundos. Sorri. – Cinco. – Quatro. – Ele deu um passo adiante. – Três. – Outro passo. – Dois. – Sussurrou próximo a mim. – Um. – Cochichou e me beijou sem cerimônia. Passando sua língua sedosa por todos os pontos, apossando minha boca na sua e cuidando do resto. Patch realmente se lembrara de tudo e continuava o mesmo de sempre. Nos beijamos com felicidade e orgulho do desfecho de tudo. Suas mãos percorrendo meu corpo com pressa e pressionando os dedos em todas as áreas evidentes. – Estou sem fôlego. – Supliquei tirando meus lábios dos seus. Patch prendeu meu lábio inferior entre seus dentes e puxou, soltando-o em seguida. – Saciar. Mimar. E impressionar. Esqueceu? – Sua cabeça pendeu para um lado. Passei minhas mãos por seus cabelos macios. – Jamais. Patch e eu saímos do quarto de Grande Sacerdotisa e Companheiro com malas em punho. Damien nos aguardava do lado de fora. – Pensei que iam ficar fazendo aqueles estalos esquisitos para sempre. – Eles estavam se beijando. Deixe de ser burro. – Vee sussurrou tocando o ombro dela no dele. – Cadê o Scott? – Indaguei quando a vi sozinha. – Ficou resolvendo umas coisas no Porão e depois vai para o Palácio. – É tão estranho dizer que aquela maldita é de um Palácio! – Stevie esbravejou. – E dona! Tipo, comandando tudo. – Shaunee revirou os olhos. – Vocês estão orgulhosas. – Daniel fez que não com a cabeça, agarrado a cintura de Stevie. Seguimos rumo ao estacionamento, com conversas se misturando, como nos tempos de escola. Aphrodite nos aguardava em sua nova morada: o Palácio. Ela o conquistara por ter sido a Bruxa Branca Novata que matara da maneira correta uma Bruxa Negra, e que sobreviveu por semanas com Sangue Venenoso da mesma em sua arma mortal. Cameron fora junto, colado como sempre fora. Lá eles treinavam guerreiros para a proteção das Moradas, como um exército. Aphrodite dissera que escolheu aquilo para o caso de mais uma Batalha, para que estivessem prontos para qualquer tipo de ataque, pois seu palácio sofria aquilo com regularidade. Sentia falta de sua presença que irritava no início e me fazia rir, então aquele era um fato positivo, já que mataríamos as saudades de qualquer forma. Eu ainda sentia que a mesma estava mais ansiosa do que todos nós juntos. Cada um foi para seu meio de transporte. Patch e eu no Jeep Commander com cheiro de menta do dono, com Vee e Damien no banco de trás. Patch guardou nossas coisas no porta-malas e acelerou pelo portão. Shaunee veio atrás em uma Harley com Rixon e atrás vinha o Audi A4 branco de Stevie e Daniel. Os anjos sofreram com a perca de Gabbe e fizeram uma parede próxima à entrada da Morada com fotos e dedicatórias pela Batalha. Havia dedicatórias um pouco menores, mas emitindo a mesma mensagem ao lado, com várias fotos e mensagens para Qualificadores. Agora, olhando para aquelas lápides, tudo me doía e voltava para minha mente como um turbilhão. A morte esfarelada de Marcie. O sumiço repentino de Dabria, mas Rixon sabia que a mesma estava bem. Pois, de tempos em tempos ela enviava mensagens por outros Caídos. A mão de Patch esquentou a minha sobre a minha perna e permanecemos assim durante o trajeto, com nossa troca de afeto habitual e singela.O carro foi estacionado no meio fio do estacionamento do Palácio. Cameron nos mostrou o mesmo. Era logo na entrada do portão que abria ao comando de Aphrodite ou de Cameron. O portão subiu e revelou uma mansão branca ao fundo. Com uma ponte de pedra para passar sobre um lago. Estávamos na escadaria de entrada, enquanto os rapazes pegavam as malas com Patch e as trazia em punhos. A escadaria consistia em sete degraus de mármore polido e branco. Uma porta dupla de madeira branca se abriu e revelou Aphrodite com roupa de Batalha. Short de lycra e top branco, revelando sua identidade, lá estava o colar com o pingente pendurado lindamente em seu pescoço, como se ali fosse o local em que sempre tivera de estar. – Vocês demoraram para cacete! – Ela exclamou com as mãos na cintura. – Há muito mal em deixar uma bruxa esperando. – Deixe de ser ridícula. – Stevie revirou os olhos. – Seu casamento é daqui a alguns dias. Ah sim, o casamento de Aphrodite e Cameron, para firmar seu relacionamento perante ao Conselho Supremo. As bochechas de Aphrodite sofreram em tom de vermelho e ela colocou mechas do cabelo atrás da orelha. – Afro! – Patch cantarolou e bagunçou seus cabelos no topo da cabeça. – Não faça isso só porque é meu padrinho. – Ela disse e olhou sorrindo para mim. Como podíamos ser irmãs? Nossa troca de olhar respondeu por muito sentimento que só nós sentimos por conta do mesmo sangue percorrendo em nossas veias.
– Aposto que já escolheu o vestido. – Rolei os olhos. – Acha que deixaria alguém brega como você, escolher? – Ela arqueou uma sobrancelha loura e bem delineada. – Vai nos deixar entrar? – Shaunee indagou, mas Vee passou por Aphrodite esbarrando em seu ombro e olhando tudo ao redor do hall de entrada, completamente branco. – Você tem um tesão esquisito por branco. – Vee disse olhando para o lustre de cristal no centro do cômodo. – Ela tem um tesão esquisito por mim. – Cameron disse com sua voz reverberando pelo hall. Nós nos apertamos pela entrada e começamos a olhar em volta. Uma mesa de vidro comprida estava na entrada com um busto de uma das faces da Deusa no centro e duas garrafas de vinhos de cada lado, percorrendo o caminho da mesa tinha uma toalha fina de renda branca, com velas em pires de cristal acesas, lançando formas compridas pelas paredes. Havia duas portas de cada lado do cômodo e Aphrodite saiu rebolando para o lado direito. Os pisos eram laminados e brancos, com pequenos pontos pretos. Como ela e Cameron eram. Entramos em um hall menor, para abordar a escadaria que dava para duas direções no centro. – Uau. – Stevie murmurou. – Porque a entrada não é ali. – Ela se indagou, olhando o caminho luxuoso da escada. – Porque na outra sala tem armadilhas para invasores. – Aphrodite respondeu pisando firme pelos degraus forrados de carpete creme da escada. – Uau. É enorme. – Vee sibilou entredentes. – Estou ajeitando onde Scott e eu estamos morando, pois se depender dele... – Cameron é do mesmo jeito! – Aphrodite respondeu do topo da escada. Havia mais um lustre de cristal pendurado no centro daquele pequeno hall, com mesas encostadas às paredes e espelhos com bordas douradas. Subimos pela escada que levava ao segundo andar. O corrimão era de mármore frio, descendo em parede de vidro até cada degrau. Patch subia atrás de mim, e todas as meninas soltavam arfadas impressionadas. Vee e Shaunee pararam diante da parede de espelho com um caminho de lâmpadas iluminando o corredor longo, que se abria para a esquerda e direita. Ao fundo do corredor à esquerda tinha uma porta dupla. – Aposto que ali é o quarto dos pombinhos. – Apontei. – Isso me lembra Ariane. – Aphrodite uniu as sobrancelhas. – Ela está mesmo cuidando dos vermelhos por mim? – Está. Bem direitinho por sinal, não havia mesmo pessoa melhor. – Respondi sorrindo. Seguimos para o corredor da direita com portas brancas e luzes acima do batente iluminando a entrada. Eu e Patch entramos pela porta que continham os dizeres N&P pendurado em um papel cartão dourado na maçaneta. O quarto era espaçoso, com a decoração habitual de Patch. Paredes negras e uma de vidro, dando para o jardim dos fundos, que estava sendo preparado para o casamento de Aphrodite. E adivinhem? A decoração era branca. O branco tornava tudo límpido, e trazia uma paz contida em seu tom majestoso. Patch se jogou na cama, deixando a mala ao pé da mesma. Eu ainda olhava abismada para o lustre também de cristal do quarto, que com seus pedregulhos lançava feixes de luz pelo quarto, iluminando o rosto de Patch de uma maneira maravilhosa de se ver. – É realmente incrível. – Murmurei sentando sobre sua barriga e passando as mãos pelo seu peitoral escondido por sua jaqueta de couro indestrutível e gasta. – Acho exagerado. – Ele prensou os lábios. – Aphrodite é exagerada. – Respondi olhando-o nos olhos. – Não faria deste jeito. – Ele respondeu olhando diretamente para o teto. – E como faria? – Indaguei desabotoando um botão de sua camisa jeans. – Faria a entrada em uma sala com móveis rústicos, caseiros. A escadaria é legal, os espelhos também são bem úteis. – Dei um tapa em sua pele do abdômen quando entendi suas intenções. Me abaixei e beijei seus lábios. – Ficaria lindo. – Sorri. Rápido como um gato, Patch me virou nos braços e quando me dei conta, ele já estava em cima de mim, olhando-me nos olhos. – Seria a nossa casa. – Sussurrei olhando-o hesitante. – Na verdade. – Ele começou remexendo no bolso de seu jeans. – Essa casa já existe e não está dentro da Morada e muito menos embaixo da terra. Meu coração parou no meio de uma batida e retomou os sentidos quando Patch balançou um molho de chaves diante de meu rosto. – Nossa casa. – Ele sussurrou. – Ela está pronta e queria te contar depois do casamento, mas você começou a puxar conversa... – Patch parecia encabulado. – Tipo um refúgio? – Indaguei pegando o molho de chaves frio entre meus dedos. – Isso. – Respondeu apenas. Guardei as chaves no bolso traseiro do meu jeans. – Isso é um sim? – Ele indagou passeando com beijos pelo meu rosto. – Sempre.Aphrodite olhava para mim, Vee, Shaunee e Stevie com apreensão, fitando seu belo vestido mais uma vez, Patch também diria que era exagero, mas não podia negar que era de dar inveja em qualquer noiva. Sorri, olhando para sua expressão aterrorizada. – Ele vai amar, sua boba. – Vee respondeu mexendo na renda que cobria as costas de Aphrodite. Uma frente chinesa cobria seu típico decote e também a clavícula, a manga parava no início dos ombros e as costas seriam nuas, não fosse a renda branca que cobria sua pele bronzeada. A saia do vestido era revestida em véu branco, deixando-a um pouco rodada até os pés, o tecido era encantado, pois emitia um brilho próprio. Aphrodite estava com uma pequena coroa entalhada com diamantes segurando um coque de trança no topo da cabeça. Seu colar vermelho entrava em contraste com os tons. Seus olhos verdes ficaram embaçados e me aproximei correndo, erguendo seu queixo e assoprando seu rosto. – Vai estragar a maquiagem, menina. – Repreendi. – Ah, vou buscar o véu. – Stevie disse abrindo a porta e saindo pela mesma com seu vestido verde esmeralda, assim como o de todas as madrinhas. – Me espere. Shaunee, me ajude a pegar um lápis de olho nas suas coisas. – Vee chamou e Shaunee se levantou de mau gosto, seguindo atrás da loura exigente. Aphrodite e eu ficamos a sós. – Vocês realmente reataram. – Ela disse por fim. – Ah, não faz muito tempo que não nos falamos, Aphro. – Franzi as sobrancelhas, nervosa. – Faz sim. Da última vez em que nos falamos de verdade foi quando te dei a notícia de Patch, que ele tinha esquecido tudo. E depois Patch passou diante da porta, ouvindo seus gritos escandalizados. Sua histérica. – Ela repreendeu, me dando um peteleco, com sua unha pintada de branco, no centro de minha testa. – Nós acabamos com tudo mesmo não foi? – Nós nos ajudamos. – Sorri. – Você matou sua mortal inimiga e eu matei nosso mortal inimigo. Agora assumimos nossos reais papéis. – É incrível. Somos tão novas. Tudo bem, vinte anos de idade... – Para sempre. – Sorri e toquei seu ombro. – Pelo menos serei linda para sempre. – Rimos juntas, em uma gargalhada compartilhada por sangue e passado, como não fazíamos há tanto tempo.A cerimônia fora linda e Vee, mesmo se esforçando, borrou toda a maquiagem. Agora insistíamos dentre os corpos na pista de dança improvisada. Já estava nervosa com uma garota que pisava no meu scarpin a cada segundo e sai explodindo para fora da pista. Uma brisa gélida me atingiu na nuca, refrescado os pontos do meu corpo. Aliviando o calor. Aphrodite tinha tirado a saia longa e estava com uma justa e curta, revelando sua identidade certa. Sorri com a imagem da mesma dançando com Cameron vestindo em um blazer negro, sem gravata. – Admirando a miniatura? – Patch indagou me entregando uma taça de champanhe. Tocamos a taça, em um brinde silencioso. – Minha miniatura é outra. – Dei de ombros. – Você é louca por mim, sabia? – Sou louca pela nossa casa, a qual você ainda não me levou para conhecer. – Lufei o peito bebericando o líquido que se jogou fundo em meu estômago. – Você consegue estragar as surpresas, sabia? Sempre. – Patch disse olhando para o céu. O colarinho da camisa aberto e mesmo sob o blazer mostrava o início da sua clavícula, engoli em seco reprimindo o desejo de tê-lo naquele instante. – Surpresa? Por acaso estava tentando algo? – Perguntei me aproximando. – A casa não fica muito longe daqui. – Ele disse passando o nariz em minha testa e os dedos acariciando minhas cicatrizes do braço direito. – O que estamos fazendo aqui então, Jev? – Sussurrei. Patch não se impressionava mais com minha súbita vontade de trocar seu nome do verdadeiro para o apelido, mas eu sempre preferiria Patch.
– Vamos pegar a Harley de Rixon. – Ele disse pegando nossas taças e colocando-as sobre uma mesa com toalha branca próxima. Seus dedos se fecharam em meu pulso e ele já estava me arrastando pelo descampado. – Tenho que tirar a saia. – Argumentei, pois o vestido era longo, com uma saia curta por baixo. – Eu mesmo quero fazer isso, Anjo. – A voz densa de Patch sussurrou dentre a noite. Sua promessa fez minhas pernas fraquejarem, enquanto passávamos pela ponte de pedra. – Você é um pervertido. – Sorri feliz. Subimos na moto e coloquei o capacete. Minha saia verde esmeralda voou pelo vento até a moto estacionar ao meio fio, diante de uma casa de dois andares, com uma cerquinha branca protegendo a propriedade. Uma varanda com orquídeas e rosas vermelhas persistia em vasos no batente. Cadeiras com mesas e um lance de escadas de três degraus. Percorremos o caminho de pedra de mãos dadas. Patch colocou a chave e girou-a abrindo a porta para uma casa mobiliada. Uma ampla sala se abria diante de mim, com uma escadaria dupla no centro. E lá estavam os espelhos com bordas douradas. Carpete negro cobria o chão da sala. E um conjunto com cinco lâmpadas iluminava o espaço. As paredes estavam pintadas com tinta cinza, mesclando-se na ponta ao negro. Os desenhos de gessos nas quinas entre o teto e a parede eram de um dourado brilhante. Mobília recente e com cheiro de nova decorava aquele local. Caseiro e confortável, exatamente da maneira que Patch descrevera. Subimos pela escada com carpete negro e ao fim do corredor uma porta entreaberta nos aguardava. Uma parede de vidro dava para os fundos, com um jardim e uma piscina com coqueiros e um muro confidencial. Só depois notei que pisava em pétalas de rosas vermelhas. As mãos de Patch estavam em minha cintura, enquanto olhava o cômodo ao meu redor. Uma porta que dava para um banheiro e outra dupla para um closet, era possível adivinhar, pois o quarto lembrava muito o Salão no subterrâneo de Patch. Seus beijos estalavam no contorno da minha nuca e pescoço. Os beijos me arrepiavam e suas mãos subiam a saia do meu vestido. – Você está romântico hoje. – Elogiei olhando ao redor e passando minhas mãos pelas suas duras e másculas. Seu membro me acariciava deliciosamente por trás, lançando arrepios de desejo por todos os cantos. Fechei os olhos. – Saciar. Mimar e impressionar, anjo. – Ele sussurrou ao meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha, puxando-o entre seus dentes. – Você está fazendo isso muito bem. – Elogiei e suspirei. – Eu faço tudo muito bem. – Ele respondeu sussurrando ao pé do meu ouvido. Nossa história se evidenciando entre nós. O cheiro do nosso amor me embalando. Me levando ao delírio antes mesmo de sentir todo seu corpo nu contra o meu. Nossa história passando diante das minhas pálpebras fechadas. Meu coração se acendendo no sentimento que sempre terei por ele. Seja como Jev, ou como Patch. Todas as chateações nos trouxeram até este momento. Todos os choros valeram a pena, assim como todas as verdades ditas e até mesmo as brigas. – No que está pensando, Tigresa? – Indagou lambendo a lateral do meu pescoço. Suspirei com o calor de sua língua. – Em você. – Você está louquinha por mim. – Foi sua resposta com voz embargadora. No nível cem de Patch estourando o termômetro de perfeição. Sorri, sabendo que tínhamos a eternidade para novas afeições e momentos como esse, ou diferentes, melhores. Perfeitos como todos sempre foram ao seu lado. Sejam simples ou ajeitados. Normais ou com poder evidente de seu par de olhos negros. Nosso amor era criado e transformado pelas trevas. Nossa história sempre estaria nas esquinas ocultas na escuridão de nossa mente. Mas nunca escondidos de nossos corações. Nossos pontos compartilhariam as sensações quando precisássemos nos achar, mas não importa como ou onde, eu sempre reconheceria Patch por suas feições duras e firmes. Pela curvatura de seus ombros. Pelo timbre de sua voz. Por suas brincadeiras provocadoras. Pelo calejar arranhão de seus dedos sofridos, mas, principalmente, eu o reconheceria por seu par de olhos negros. Sempre.
Notas finais
Estou choraaaaaaando!
AGRADECIMENTOS:
Chego ao fim, agradecendo com toda minha comoção às pessoas que me firmaram com pés de raiz neste sonho.
Primeiramente agradeço à Deus por ter me dado um poder importante para nós: as palavras. Não vou dizer que escrevo divinamente bem e que essa fanfiction se tornará um livro, mas digo que todos os sonhos são possíveis. E que confio nas palavras de apoio de vocês, meus leitores.
Agradeço aos que me acompanharam desde o início: Viih e Nichi.
Eu reescrevi a história três vezes, mas ela só tomou um rumo firme com o incentivo de vocês de verem a continuação da minha invenção para Patch e Nora. Inicialmente, eu queria fazer tudo muito idêntico as Categorias. Mas mudei tudo com a música e escrevi ao meu modo, com medo de que vocês me abandonassem, mas nos tornamos companheiros por essa trajetória e obrigada a todos vocês pela paciência, e espero que tenham gostado do fim dessa história que é meu bebê mais importante.
Vou agradecer a algumas pessoas que não leem isso, mas que me apoiaram para tal.
Agradeço a minha mãe, por me aguentar nos momentos de falta de criatividade e por me apoiar na leitura, me dando meu primeiro livro e me aturando lendo livros para cima e para baixo, tomando criatividade em uma entrelinha e transformando-a em uma ideia a ser desenvolvida.
Agradeço a Jennyfer, por ficar feliz por mim quando lhe contei que enviei algumas propostas a editoras, muitas vezes um sorriso sincero de uma pessoa ajuda mais que palavras.
Agradeço a Renata, por ter me dado ideias para o meu futuro.
Agradeço a Sandra, por chorar feliz quando minha mãe lhe contou sobre meu sonho discreto de escrever perspectivas e histórias.
Agradeço a Evelyn (Viih Tomlinson) por confiar em mim para exercer a história e por confiar em mim ao ponto de me entregar suas histórias a ponto de palpita-las para que então postasse. Agradeço acima de tudo pelo fato de estar comigo desde o início e pelo fato de todo seu amor pelo meu trabalho, isso embala meu coração com um sentimento de felicidade.
E por fim, mas não menos importante, agradeço a Stella. Muito obrigada! É a você que devo parte das coisas que criei aqui. Você fez crescer um sonho em mim que eu não achava que seria possível. Seu cuidado comigo e em usar as palavras me deixam alegre. Se tudo der certo um dia, o agradecimento inicial será seu, do primeiro livro, pois você me dera a ideia de escrever algo para uma editora. Assim como deu a ideia de continuar escrevendo minhas duas próximas histórias, caso haja uma perda de criatividade para uma... foi a válvula perfeita. Você é importante agora e espero não perder o contato com você; e você não perder comigo. Todas as minhas histórias existirão para que você possa opinar, sempre.
Obrigada leitores pelo acompanhamento e que Natch permaneça em nossos corações. Assim como UPDON permanecerá no meu e no de vocês também, não é? Até a próxima! Aguardo vocês nos comentários divertidos e de broncas, pois com certeza escreverei em breve!
*******
Nunca imaginei que o adeus seria tão triste ]= Espero - sinceramente - encontra-los na minha nova história!
AGORA ME DIGAM! Qual - de toda a estória - foi o momento preferido de vocês? E do que vocês não gostaram? Uma última comunicação. Amo muito todos vocês. Até os ocultos, se quiserem dar um primeiro olá e ultimo adeus hoje, vou adorar ♥ Nos encontramos em Apenas Meu? E depois na estória Os Instrumentos Colossais? *0* *-* (com todos os personagens de UPDON).
AGRADECIMENTOS:
Chego ao fim, agradecendo com toda minha comoção às pessoas que me firmaram com pés de raiz neste sonho.
Primeiramente agradeço à Deus por ter me dado um poder importante para nós: as palavras. Não vou dizer que escrevo divinamente bem e que essa fanfiction se tornará um livro, mas digo que todos os sonhos são possíveis. E que confio nas palavras de apoio de vocês, meus leitores.
Agradeço aos que me acompanharam desde o início: Viih e Nichi.
Eu reescrevi a história três vezes, mas ela só tomou um rumo firme com o incentivo de vocês de verem a continuação da minha invenção para Patch e Nora. Inicialmente, eu queria fazer tudo muito idêntico as Categorias. Mas mudei tudo com a música e escrevi ao meu modo, com medo de que vocês me abandonassem, mas nos tornamos companheiros por essa trajetória e obrigada a todos vocês pela paciência, e espero que tenham gostado do fim dessa história que é meu bebê mais importante.
Vou agradecer a algumas pessoas que não leem isso, mas que me apoiaram para tal.
Agradeço a minha mãe, por me aguentar nos momentos de falta de criatividade e por me apoiar na leitura, me dando meu primeiro livro e me aturando lendo livros para cima e para baixo, tomando criatividade em uma entrelinha e transformando-a em uma ideia a ser desenvolvida.
Agradeço a Jennyfer, por ficar feliz por mim quando lhe contei que enviei algumas propostas a editoras, muitas vezes um sorriso sincero de uma pessoa ajuda mais que palavras.
Agradeço a Renata, por ter me dado ideias para o meu futuro.
Agradeço a Sandra, por chorar feliz quando minha mãe lhe contou sobre meu sonho discreto de escrever perspectivas e histórias.
Agradeço a Evelyn (Viih Tomlinson) por confiar em mim para exercer a história e por confiar em mim ao ponto de me entregar suas histórias a ponto de palpita-las para que então postasse. Agradeço acima de tudo pelo fato de estar comigo desde o início e pelo fato de todo seu amor pelo meu trabalho, isso embala meu coração com um sentimento de felicidade.
E por fim, mas não menos importante, agradeço a Stella. Muito obrigada! É a você que devo parte das coisas que criei aqui. Você fez crescer um sonho em mim que eu não achava que seria possível. Seu cuidado comigo e em usar as palavras me deixam alegre. Se tudo der certo um dia, o agradecimento inicial será seu, do primeiro livro, pois você me dera a ideia de escrever algo para uma editora. Assim como deu a ideia de continuar escrevendo minhas duas próximas histórias, caso haja uma perda de criatividade para uma... foi a válvula perfeita. Você é importante agora e espero não perder o contato com você; e você não perder comigo. Todas as minhas histórias existirão para que você possa opinar, sempre.
Obrigada leitores pelo acompanhamento e que Natch permaneça em nossos corações. Assim como UPDON permanecerá no meu e no de vocês também, não é? Até a próxima! Aguardo vocês nos comentários divertidos e de broncas, pois com certeza escreverei em breve!
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Nunca imaginei que o adeus seria tão triste ]= Espero - sinceramente - encontra-los na minha nova história!
AGORA ME DIGAM! Qual - de toda a estória - foi o momento preferido de vocês? E do que vocês não gostaram? Uma última comunicação. Amo muito todos vocês. Até os ocultos, se quiserem dar um primeiro olá e ultimo adeus hoje, vou adorar ♥ Nos encontramos em Apenas Meu? E depois na estória Os Instrumentos Colossais? *0* *-* (com todos os personagens de UPDON).
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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