October
18 On the road
Notas iniciais
Espero que já tenham lido a fic, porque se não vão entender nada.D: - De qualquer forma, só são onze - fodas - caps postados,leiam rapidinho ;D haha
- Espero que goste...
E se não gostar de eu ter bancado a intrometida na suas história, pode me dizer na boa e me mandar a merda também, eu entenderei. oewioeiwoewoe
beijos.
Boa leitura a vcs todas sz
#17
– Pai, cuidado! – gritei, mas já era tarde demais. Sid já havia pulado em suas costas, fingindo estar fazendo coisas inadequadas enquanto Chris filmava. Minha mãe tratou de abaixar os óculos escuros e impor a revista que lia em frente ao rosto, se camuflando dos olhares feios que eram lançados em nossa direção. E eu, bom, eu não fiz nada mais do que sentar em cima da minha mala e rir, porque, aliás, eu realmente não estava me preocupando com aquele aeroporto inteiro olhando para nós.
– Wilson! – meu pai gritava, tentando se esquivar do mesmo, que minutos depois fora lançado ao chão sem dó nem piedade. Holy Shit! Aquilo tinha doído!
Os olhares inconformados de nosso grupo foram intensificando a cada segundo, desde aquele Mick sério de sempre, até os roadies um tanto afastados. Claro, o estrondo fizera eco por ali, que fora possível sentir a dor daquele maluco. Este é um dos fatos que colaboram com outro do Sid Wilson: Dele viver no hospital, machucado ou simplesmente engessado.
– E aí psiu, me diz o que está achando, Tober. – Chris se aproximou com a câmera, se impondo a minha frente.
– O que eu sempre achei.
– Aé? E o que você sempre achou?
– Que vocês são fugitivos do hospício, e que usam as máscaras para ninguém reconhecer vocês.
– Aí gente! Acho que alguém descobriu nosso segredo aqui. – retrucou por fim, piscando e indo até Clown que ria, com certeza, de alguma piada do Corey. Minutos depois o autor fodão das proezas mais indigentes do mundo se aproximou, com as mãos nas costas reclamando da dor.
– Você não fez nada, October.
– Ah nem me venha colocar no meio dessa suas retardadices, Sid.
– Desde quando você aprendeu a falar palavras feias?
– O quê? Sério mesmo que você está perguntando isso a ela? – James se manifestara, pegando-me e pendurando-me em seus ombros. – Ela passa vinte e quatro horas com a gente, com sua presença no ambiente, e ainda pergunta desde quando a menina aprendeu a falar como uma estripadora. Essa é boa. – continuou a falar, levando-me até os roadies encostados aos cases.
– E não se esqueça que ela passa o dia inteiro na casa do Craig! – meu pai fez menção de lembrar.
– Ah sim, claro. Eu esqueci que Craig fala com a October. – Jim debochou, me colocando no chão enfim. – Tober, quero que você conheça uma grande amiga minha. Essa é a Alexis, ela faz parte da equipe.
– Oi Tober, ouvi falar muito de você por aqui...
– Hey! – cumprimentei-a então, vendo demais olhares se esticarem até mim. – Olá pessoal! – cumprimentei-os ao mesmo modo, vendo cada um sorrir abertamente.
Meu pai me disse uma vez que foram um deles quem filmou o meu primeiro show, de fato, eu queria descobrir quem era, porque, aliás, deveria ser muito divertido ver uma criança de dois anos ao canto do palco, assistindo ao show do Slipknot. Imagine só.
– Quem me filmou aquela vez em Sacramento? – perguntei simplesmente, vendo-os rir entre si.
– Fui eu! – um rapaz de cabelos e olhos castanhos se levantou então, erguendo um de seus braços. Ele era um gato! Ok. Diga-se de passagem, meninas.
– Quero o vídeo o quanto antes, preciso ver aquela pobre criança pulando ao som de people=shit.
– Prazer em te conhecer garota que faz o Craig falar. – ele cumprimentou-me, estendendo sua mão. As peguei, vendo Alexis me encarar surpresa.
– Craig? — perguntou tanto quanto. – Quer dizer, ele sabe falar?
– Ah, sorte de vocês que não o escutam, ele é irritante.
– Falando mal dos outros pelas costas, October? Tsc tsc. – escutei aquela voz que já não ouvia há algum tempo.
– Joey! – gritei simplesmente, pulando em cima do magrelo atrasado. Sempre atrasado. Depois de muito apertá-lo, desgrudei-me por fim, sem deixar de notar seu olhar mais além. Sendo mais especifica, em alguém. Sim, em uma das roadies ali. Lancei-lhe outro de volta, marota, vendo-o revirar os olhos em seguida.
– Nem dela passa hein, Joey. – Jim voltou a retrucar, colocando-me de volta em seus ombros. – É hora de dar tchau. O tempo de October pra todo mundo se esgotou. – disse então, distanciando-se.
– Tchau gente... E cara dos olhos castanhos que me filmou, como é o seu nome?
– Mason!
– Ok Mason, não se esqueça do meu vídeo, e Alexis, adorei seu corte de cabelo!
– Ah é? Ele era melhor, mas certas pessoas o cortaram.
– Sei como é. – falei enfim, rindo de James que fazia uma careta. Eu não estava me importando de estar gritando em cima dele, e muito menos de estar gritando no meio do aeroporto. Aliás, como meu pai dissera... Alguns capetas, com mais uma peste, iria dar em apocalipse. Metáfora ridícula a dele, eu — realmente — sei. Mas eu tive que rir por uns bocados de minutos.
Isto porque ainda nem havíamos saído do solo de Des Moines.
Por fim nosso vôo rumo a Londres havia sido chamado, e meu sangue voltou a ferver como nunca, se é que fosse possível me eletrizar ainda mais com tudo aquilo.
– Tadinha, estou até vendo os nervos dela saindo pelo nariz. – meu pai debochou, vendo-me cerrar os olhos em sua direção.
– Não se esqueça que você vai se sentar com o Craig. – minha mãe entregou-me a passagem, avisando antes de passarmos pelo corredor. Estiquei os olhos atrás de mim, vendo-o cabisbaixo, caminhando com sua mochila nas costas. Sorrateiramente fui até ele, entrelaçando nossas mãos. Ele as encarou, olhando-me com uma careta em seguida.
– Que porra é essa, October?
– Han?
– Porque você ta de mãos dadas comigo?
– Caralho, espera ai. O Ipod ta alto demais... – menti, tirando os fones – que já estavam desligados – do ouvido. – O que você disse?
– Porque diabos você ta de mão dada comigo?! – gritou, digamos que alto demais, aponto de fazer todos a nossa frente encará-lo.
– Irei te desmascarar Craig Jones, durma com os olhos abertos. – ameacei debochada, enquanto me esforçava aos risos diabólicos que foram dados em seguida, assim que soltei suas mãos.
– Meu deus do céu, o que eu criei? Um filhote de capeta? – perguntou baixo, apertando os passos a sua frente.
Notas finais
https://www.fanfiction.com.br/historia/220238/Liberate_O_Apocalypse
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