Obsessive Passion

4 Jogada de Mestre


Justine Martinez

Deito meu corpo sobre a mesa e ele aproxima sua boca dos meus seios, chupando-os com vontade. Gemo involuntariamente e sinto-o mordiscar vagarosamente o bico do mesmo. Passo as mãos em seus cabelos e ele acelera os movimentos. Ele ofega e então me puxa para cima, me levantando e colocando-me de quatro. Apoio minhas mãos na mesa e empino a bunda.

— Eu vou te fazer gozar tão forte... — Sussurra penetrando-me fundo. Grito e ele rapidamente coloca a mão na minha boca, tapando-a. — Que nunca mais vai esquecer. — Completa enfiando mais forte e rápido. Passo a língua em sua mão e escuto-o sorrir.

Sinto minhas pernas tremerem e minha vagina contrair. Um líquido desce por minhas pernas e eu mordo a mão do homem. Ele desfere um tapa em minha bunda com a outra mão e retira o pênis de dentro de mim, gozando em minha bunda. Respiro ofegante e ele tira a mão de minha boca, levando até minha intimidade e acariciando a mesma.

— Deliciosa. — Resmunga e se afasta. Levanto meu corpo e observo-o catar suas roupas, vestindo-as. — Adoraria te olhar o dia todo assim, mas temos trabalho a fazer... — Pisco acordando do transe. — Ou vão desconfiar. — Finaliza e eu assinto recolhendo as roupas e me vestindo.

— Não esqueça do que me prometeu. — Resmungo atraindo sua atenção. — Que iria me deixar em paz depois disso. — Digo e ele rir se aproximando.

— E eu vou. — Responde e ele está tão próximo que posso sentir sua respiração em meu rosto. — Porque você é quem vai implorar por isso agora. — Completa selando nossos lábios em um selinho.

— Não conte com isso. — Respondo e ele assente rindo. Engulo em seco e ele abre a porta, saindo da sala.

***

— Temos outro jantar hoje. — Minha mãe adentra meu quarto e eu olho-a assustada. — Só que dessa vez o Sr. Cooper nos convidou para casa dele. — Completa.

— Não sabe bater na porta. — Resmungo.

— Não seja tão amarga. — Sorri. — Acho que ele está muito animado com a sociedade com seu pai. — Diz se aproximando do meu guarda-roupa e abrindo o mesmo.

— O que está fazendo? — Pergunto me levantando. Ela não responde, apenas começa revirar minhas roupas e eu me aproximo irritada. — Mãe, pare de mexer nas minhas coisas. — Bufo.

— Só quero ajudar a escolher um vestido. — Responde e eu fecho as portas do guarda-roupa, irritada. — Por favor, escolha algo bonito e elegante. — Olho-a e ela sorri ironicamente saindo do quarto em seguida.

Ele disse que ia me deixar em paz!

Dean Cooper

Abro a porta assim que a campainha toca e sorrio para os três, encarando a garota com ainda mais desejo. — Boa noite! — Digo erguendo a mão para seu pai que me cumprimenta empolgado. — Devo dizer que é muito sortudo. — Brinco. — Está acompanhando de duas lindas mulheres. — Completo pegando a mão de sua mãe e beijando a mesma.

— Obrigada. — A mulher agradece e acompanha seu esposo. Olho para garota vestida em um vestido branco sensual e molho os lábios, sorrindo em seguida.

— É um prazer revê-la. — Ela revira os olhos e adentra a casa.

— Disse que me deixaria em paz. — Sussurra ao meu lado. — Pensei que pelo menos, fosse um homem de palavra. — Sorrio fechando a porta e encarando-a.

— E sou. — Respondo. — Mas tenho negócios importantes com seu pai, então é natural que nos encontremos de vez em quando.

— Não precisamos jantar pra isso.

— Não. — Pisco. — Porém, hoje os acionistas exigiram um jantar de negócios, então... — Digo caminhando em direção a sala de jantar e ela me segue. Olho-a de canto e vejo sua expressão mudar quando encontra diversos homens e mulheres sentados na mesa. — Boa noite novamente a todos! — Cumprimento-os. — Nosso último sócio e família acabaram de chegar.

— Boa noite! — O pai dela diz caminhando até uma cadeira e puxando a mesma para esposa que sorri e se senta. A garota me olha e eu sorrio, puxando uma para a mesma. Ela engole em seco e se aproxima, sentando-se. Sento-me logo ao seu lado.

— Bom apetite! — Digo erguendo uma taça de vinho.

***

Ao fim do jantar, todos se reúnem na área da piscina e conversamos sobre o novo projeto. Olho ao redor e vejo a garota me observando enquanto beberica de uma taça de vinho branco. Seguro a vontade de agarrá-la e desvio o olhar, voltando minha atenção para conversa. — Quando vai nos mostrar a planilha de investimentos? — Um dos acionistas pergunta.

— Esperava que perguntassem isso. — Respondo. — Vou pegar no escritório para vocês. — Finalizo colocando a taça sobre uma mesa e caminhando para dentro da casa. Subo as escadas e abro a última porta do corredor, caminhando até a mesa e abrindo a gaveta com as papeladas. Ouço a porta se fechar e ergo o olhar, encontrando a garota.

— Me ignorou a noite toda. — Diz se encostando na porta e me olhando sensualmente.

— Eu cumpro com minhas promessas. — Respondo sorrindo. Dou a volta na mesa e me encosto na mesa, ficando de frente para ela. — Isso te incomoda? — Abro o botão do terno e vejo-a morder o lábio.

— Me deixar em paz não significa fazer de conta que não existo. — Resmunga e escuto o clique da porta, sinalizando de que ela a trancou.

— Não foi minha intenção. — Minto. Ela caminha vagarosamente em minha direção e para apenas alguns passos longe de mim.

— O que está fazendo aqui? — Pergunta.

— Procurando uns papéis importantes. — Respondo e ela olha em volta. Observo seu corpo se contorcendo enquanto ela tenta disfarçar a tensão.

— Posso te ajudar! — Diz.

— E você? — Pergunto e ela me olha confusa. — O que está fazendo aqui? — Completo e ela se aproxima mais, ficando apenas uns centímetros longe.

— Você tinha razão! — Responde e eu arregalo os olhos. — Por favor, Dean. Eu quero que você me foda! — Implora e eu a puxo pela nuca, selando nossos lábios em um beijo feroz. Ela agarra meus ombros com força e eu desço as mãos, apertando sua bunda e carregando-a até o pequeno sofá. Coloco-a sentada no mesmo e separo nossas bocas.

— Eu vou te comer com tanta força! — Digo tirando o terno, abrindo o zíper da calça e colocando o membro para fora. Ela sorri e pega o mesmo com a mão, aproximando sua boca e engolindo-o. — Porra! — Gemo enquanto ela chupa ferozmente. Agarro seus cabelos e empurro sua cabeça para ir mais fundo.

Jogo a cabeça para trás e fecho os olhos, soltando seus cabelos. Ela passa a língua vagarosamente por toda minha extensão. Volto a olhá-la e puxo-a para cima, virando-a de costas e abrindo o zíper de seu vestido. Ela veste uma lingerie vermelha extremamente sexy e eu mordo os lábios. Ela fica de frente para mim e sorri, tirando a lingerie vagarosamente.

— Adoraria assistir isso, mas... — Resmungo colocando-a de quatro no sofá. — Não temos muito tempo. — Completo posicionando meu membro em sua entrada, penetrando-a. Ela geme e eu afundo mais dentro dela.

Justine Martinez

Ele me ajuda fechar o zíper do vestido e aproxima da boca do meu pescoço, beijando-o. Meu corpo estremece e fecho os olhos. — Janta comigo amanhã? — Pergunta no meu ouvido. Eu me afasto e viro para olhá-lo.

— Já não estamos fazendo isso hoje?! — Ironizo e nega com a cabeça.

— Só eu e você. — Explica. — Um jantar maravilhoso com você de sobremesa. — Se aproxima segurando minha cintura e me puxando. — E se eu fosse você, dizia a sua mãe que vai dormir na casa de uma amiga. — Deposita um selinho em meus lábios.

— E quem disse que eu vou aceitar? — Debocho.

— A mulher que me rejeitou tantas vezes e fodeu comigo duas vezes. — Rebate maliciosamente. Empurro-o.

— Acho que você está criando muitas expectativas. — Sorrio. — Só transamos. Não tem mais nada entre a gente e nem vai ter. — Digo e ele morde o lábio, sorrindo.

— Ok. — Solta e eu arregalo os olhos, surpresa. Ele me dá as costas e se aproxima da porta.

— Aonde vai? — Pergunto.

— Concluir meu trabalho. — Abre a porta e me olha. — Obrigado pela maravilhosa distração.

— É isso? Não vai tentar me convencer. — Ele nega com a cabeça. — Estou surpresa. — Sorrio.

— Você vai implorar por isso. — Diz e eu abro a boca debochadamente. — Assim como veio aqui e implorou por atenção. — Completa e eu me sinto ofendida. Ele não me dá direito de resposta e sai, me deixando sozinha.

***

— Agradecemos muito pelo jantar. — Meu pai diz apertando a mão do homem que evita me olhar. — Conseguimos esclarecer todas as dúvidas dos acionistas.

— Eu que agradeço a presença de todos. — Dean retribui sorrindo. — Tenham uma boa volta para casa e boa noite! — Finaliza soltando a mão de meu pai, pegando a de minha mãe e depositando um beijo na mesma.

— Obrigada! — Minha mãe diz sorridente. Ele finalmente olha para mim e me estende a mão. Cumprimento-o.

— Até amanhã! — Diz friamente e eu assinto, sorrindo fraco. Ele solta minha mão e nos dá as costas, voltando para dentro sem ao menos olhar para trás. Acompanho meus pais até o carro e suspiro cansada. Meu celular vibra assim que adentro o veículo. Pego o mesmo dentro da bolsa e olho a mensagem na tela.

O que está fazendo? — Ryan.

Arregalo os olhos finalmente me lembrando dele e os momentos quentes com Dean começam a me fazer sentir culpa.

Em casa, me preparando para dormir. — Justine.

Minto e me sinto desconfortável. Meu coração acelera, confusa. Eu preciso ser honesta com ele, mas não quero magoá-lo e nem o perder.

Saudades. — Ryan.

Dean Cooper

A aula correu tranquilamente, alguns alunos conversam e eu evito contato visual com a garota. Ela precisa entender que eu consigo tudo que eu quero e que esse joguinho de gato e rato por mais excitante que seja, chega um momento que deixa de me estigar. O sinal toca avisando o fim da aula e eu saio da sala, caminhando rapidamente para sala dos professores. Sento-me na cadeira e pego o celular nas mãos.

Chefe, nossa encomenda atrasou. — Gavin.

Suspiro irritado com a mensagem e ignoro-a. Ouço uma batida na porta e logo em seguida vejo a garota adentrando a sala. — O que faz aqui? — Pergunto friamente.

— Sou sua assistente, esqueceu? — Devolve fechando a porta. — Você pediu por isso, não eu. — Completa e eu reviro os olhos, assentindo.

— Não tem muito o que fazer por aqui hoje. — Respondo. — Mais obrigado! — Finalizo voltando a atenção para o celular.

— E o que eu digo ao Diretor? — Pergunta e eu suspiro irritado. Volto a olhá-la e vejo sua expressão assustada.

— Que tal dizer que estava fodendo com seu namoradinho no banheiro? — Exaspero e ela treme. — Faremos o seguinte, direi ao diretor que não preciso mais de uma assistente, ok?

— Vai se foder! — Rebate.

— Prefiro foder você. — Malicio. — Mas, como você está dando uma de boa samaritana... — Debocho me levantando e aproximando-me dela. — Creio que preciso realmente de outra assistente. — Completo e vejo seu rosto ficar vermelho.

— Você é um babaca! — Grita. — Está com dor de cotovelo porque não quis jantar com você.

— Não amor! — Sorrio. — Até porque você ainda vai implorar por isso. — Ela gargalha debochadamente. — Não seja tão cruel consigo mesma. — Aproximo nossos rostos. — Você sabe que aquele garotinho mimado não consegue te preencher como eu. — Ela engole em seco. — Aposto que pensa em como eu te pego com força e te faço gozar freneticamente.

— Tudo para você é sexo. — Resmunga quase em sussurro. — Nunca mais vai encostar em mim. — Balbucia e eu sorrio, assentindo. — Prefiro mil vezes o Ryan a você. — Sorrio ainda mais e me afasto, encostando-me na mesa.

— Então acho que você não tem mais nada a fazer aqui. — Respondo e ela me olha surpresa. — Só está me fazendo perder tempo e ocupando lugar de outra – Completo e ela arregala os olhos. Solto um beijo para a mesma e pisco. — Tchauzinho! — Ergo a mão acenando. Ela bufa irritada e abre a porta da sala dando de cara com o garoto que a encara triste.

— Ryan? — Ela chama.

— Você... — Ele ofega e me olha furioso. — Eu vou te matar. — Ele adentra a sala, vindo em minha direção e desferindo um soco em meu rosto. Seguro o queixo e sorrio ironicamente.

— Relevei da primeira vez... — Resmungo cuspindo no chão. — Dessa vez, pode se considerar expulso! — Completo olhando-o provocativamente. Ele parte pra cima de mim, mas a garota toma a frente.

— Não faça isso! — Ela pede atraindo sua atenção. Uma lágrima desce de seus olhos. — Me perdoe! — Ela pede chorosa.

— Vocês transaram. — Ele solta com expressão de nojo.

— Duas vezes. — Provoco e a garota me olha com desdém. — Ele já sabe, então que saiba tudo de uma vez. — Dou de ombros.

— Vocês me dão nojo. — O garoto grita.

— Poxa! — Sorrio. — Então nem podemos te chamar para uma orgia. — Malicio e ele volta a partir para cima de mim.

— Ryan, não! — Ela grita empurrando-o. — Não cai na dele. — Pede. — Vamos conversar lá fora.

— Não tenho nada para conversar com você. — Ele diz dando as costas e saindo da sala. Ela me olha magoada.

— Você não vale nada! — Diz chorosa.

— Então não perca mais seu tempo aqui. — Respondo. Ela assente e sai da sala, deixando-me sozinho. Pego o celular no bolso e digito uma mensagem para o Diretor. Agora veremos quem vai ganhar essa jogada.

Solicito expulsão do aluno Ryan Muller por motivos de agressão contra professor. — Dean.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.