Notas iniciais
Modo foguete da parada gay on: Podem me abraçar e beijar e coisar porque EU cheguei mais cedo, monas muhahahahaaha agradecemos ao patrocinio de Virginia Almeida por ter me ameaçado todo dia, tirando meu sono e me fazendo temer a morte dolorosa e crusciante, igual de uma barata na parede da tua casa e tu chega e PÁ, chinelada voadora bomerang Diane dos Santos master plus. Isso quando ela não desvia e imita um megazord dos power rangers e abri as asas, levantando voo e tu sai correndo, gritando e pulando feito uma gazela amaldiçoada pela sue silvester, escapando purpurina até do suvaco, chamando tua mãe pra matar a dita cuja, que acaba fugindo pelo ralo da pia.... enfim... Espero que curtam e não queiram me matar pelo final. Quero deixar meu beijo e agradecimento as malucas, digo, leitoras e queridas amigas daqui por incentivar na postagem. Virginia Almeida (delicada quanto um coice de jegue... brincadeira, ela é um amor de menina) Pudim Azul (encanto de olhos verdes lindos), Lana Lina (minha Lua de Cristal) Rebekah (fofa fofa fofa foda) ncaitano (caladinha, mas uma linda ) e a mim... Porque sem mim eu não seria eu. Kkkkk brincadeira. Bora lá;

–Espera! Stop, pause, eita porra do ca-ra-lho... Eu sabia dessa bagaça?- Sugar cortou minha narração, com uma careta estranha de estupefação- Mas... Gente, como... Eu não me lembro disso.

–Não?- franzi o cenho, encarando-a naquela revolta com sua mente confusa sobre o que acabei de lhe contar- De nada?

–Bom... Me recordo de ter dado uma volta na floresta, pra me exercitar, escutei os gritos alucinados de foda selvagem de alguém na cabana e...- virou pra mim, de olhos cerrados, como se estivesse brava ao se recordar disso- Da SUA foda louca com a minha prima, sua fingida das canelas finas- apontou acusativa pra mim, e eu me encolhi vergonhosa e culpada no banco de seu carro- Depois virou um borrão e eu dei de cara com você me olhando como se tivesse visto uma assombração, agarrada a Santana como se eu fosse te comer... No bom sentido, claro. Já que Santana já havia feito isso, e bem, né, sua impuritana?

–Sugar... Vamos deixar os comentários apelativos para quando minha cabeça não estiver se rachando bem no meio, ok?- encostei a cabeça no vidro do carro e bufei, cansada daquele assunto. Sugar ficou em silêncio. Notei por um olhar de canto que ela segurava o volante com uma certa força, de cabeça baixa como se estivesse tentando entender algo. Ela então suspirou... Fitou-se pelo espelho do carro, tocando na testa, procurando alguma anomalia, sei lá, mas só franziu a testa e ficou negando com a cabeça por um tempo.

–Isso é estranho!- ela comentou depois de um tempo, repousando a cabeça ao volante- Isso é insano, na verdade. Como eu posso ter estado lá, presenciado tudo se só me lembro de encontrar vocês e as acompanhar até refeitório? Só isso- entortou o maxilar- Deus, eu sou afetada, mas nem tanto a esse ponto. Foi macumba? Bem que eu achei um bonequinho todo espetado de agulha na porta de casa... E se parecia um pouco comigo. Principalmente quando eu faço assim:- ela cerrou os olhos e murchou a boca, formando uma careta horrorosa.

–Sugar!

–Humm?- respondeu aérea.

–Foca aqui.

–To focada!- balançou a cabeça positivamente- Em quê mesmo?

–Sugar!

–Chocolate... Vou parar pra comprar cho-co-la-te- sorriu de canto, começando a se balançar no ritmo de uma música imaginária- Oi, pirulitona!

TAH

–Aaaaai... Você me bateu?- ela tocou na bochecha onde eu havia lhe acertado um tapa.

–Bati.

–Hummm... Valeu. Acho que eu estava precisando mesmo. Aquela anestesia afetou meu cérebro- sorriu, sem graça.

–Como se ele já não fosse afetado o bastante, não é?- cruzei os braços e ela deu de ombros- O sinal já abriu, Sugar.

–Ah... Verdade- o carro enfim havia se movido novamente. Voltamos a ficar em silêncio. Sugar batucava algo com os dedos no volante enquanto cantarolava uma música qualquer que tocava no rádio. Já eu, tentava desenrolar certas coisas que se amontoavam em minha cabeça, chegando a piorar o estado de dor. E, esses pensamentos, eram de maiorias voltados a ela... O ser de olhar negro que adentrou em minha vida e quebrou tudo que eu acreditava...E me quebrou... E até se quebrou. Deus, San... Por que tinha que ser assim com a gente? Logo assim? Apesar de tudo, eu desejava tê-la conhecido de outra forma... Onde pudéssemos ser amigas antes, sei lá. Mas em partes foi bom... Pois descobri que até certos monstros sabem o significado das palavras respeito e cuidado... Embora só de estar próximos deles signifique que felicidade é algo que você nunca vai alcançar- Gente... Eu amo essa música!- Sugar comentou, aumentando o som quando começou a tocar Decode da banda Paramore- Essa banda arrasa!

–Eu sei- pingos grossos de uma chuva turbulenta passaram a atingir os vidros da janela ao meu lado, onde eu os encarei escorregar e se mesclar ao demais.... Como lágrimas de angústia que se formaram a meu peito ao ouvir aquela música- Ela também gostava.

~°~

–O que você está fazendo, San?- ouvi Sugar perguntar ao sentar-se ao lado da prima no banco do ônibus, passando por cima de Marley que era sua companheira de viagem, ficando entre as duas adolescentes até forçar a separação das duas. Sugar era realmente incoveniente mais que tudo no universo, mas dessa vez eu até que gostei da sua intromissão. Já estava me dando nos nervos ver aquelas duas grudadinhas, cheia de conversinhas ao pé do ouvido e Marley se aconchegando àquele pecado de corpo moreno, como se fossem o casalzinho mais perfeito no mundo. Muito do mau gosto, isso sim. Em nada elas combinavam, oras. Tão querendo provar o quê?

–Paramore- a latina tirou um dos fones de ouvido e ergueu na direção da prima.

–Aquele remédio pra febre?- Sugar soltou, fazendo Santana parar a mão, a olhando intrigada. A ruiva então foi atingida por um travesseiro.

–Isso é Paracetamol, anta- Rachel a encarava como se tivesse sido ofendida pela ignorância da outra- Paramore é uma banda.

–Eu te perguntei alguma coisa, elfo encapetado?- ela jogou o travesseiro de volta na baixinha, que se abaixou desviando rapidamente, rindo como provocação.

–Errou!- zombou com uma dancinha engraçada.

–Ah mas agora eu acerto, pônei maldito do quinto dos infernos- Sugar foi querer pular o banco pra acertar Rachel, porém Santana com um braço só a segurou pela perna e a puxou, fazendo-a sentar novamente. A baixinha arregalou os olhos assustada e saiu de lá correndo, vindo parar no meu banco, respirando rápido. A maluca Motta ficou lá de braços cruzados, emburrada enquanto Marley acariciava seu braço querendo acalmá-la. Já Santana estava em sua pose de preocupação às avessas, se perdendo na vista de fora do ônibus. Parece que ela evita as pessoas, sei lá... Prefere se perder em pensamentos a socializar como os demais adolescentes dentro desse ônibus. Eu só queria entender o por quê disso... Ninguém aqui mexe com ela, mas era como pessoa alguma merecesse sua atenção. Até mesmo eu em certos momentos. E por que eu não deixo isso pra lá, meus santos? Fico aqui me importando mais em desvendar aquele ser tão misterioso a curtir a viagem tão tranquila e divertida que estávamos tendo agora.

Eu me rempreendi. E me repreendi várias vezes por estar deixando-a adentrar em minha mente dessa forma, mexendo comigo mesmo que indiretamente. E será que era indiretamente? Meus olhos não saíam dela e de sua expressão neutra assistindo a paisagem tranquilizadora que deslizava pela janela ao seu lado. Ela então jogou o cabelo para o lado, passando a mão na nuca como se algo ardesse ali. Pude notar algumas penas negras de sua tatuagem insidiosa saindo da blusa branca já livre da jaqueta preta, pois o clima estava abafado naquela tarde, sentindo todo meu corpo arrepiar ao lembrar da sensação perigosa ao tocá-la. Era como se algo ruim empregado a mim pairasse sob aquele desenho negro e atormentador, porém tão sexy que só de me lembrar aquecia meu interno e o aninhava a vontades tão perigosas que chegava a me assustar.

Marley então começou a falar algo com ela, que apenas gesticulava positivamente com a cabeça, porém não tirava o olhar da janela, da paisagem verde enriquecendo não só os olhos como também nossos pulmões. E os pássaros... Lindos e encantadores... Que pareciam se divertir ao tentar alcançar nosso ônibus em uma velocidade considerada até alta. O que era totalmente errado, levando em conta a quantidade de alunos e professores presentes aqui. Notei que uma ave negra planava logo ao lado da janela de Santana. Suas penas eram tão escuras que chegavam a brilhar quase contrastando um tom azul. O bico era levemente curvado, mostrando-se criteriosamente bem afiado e preparado para rasgar toda e qualquer carne que lhe fosse saborosa. As asas era compridas como a de uma águia, porém as penas que formavam a ponta eram retas e brilhantes em um marrom quase vermelho, parecendo afiadas bem mais que o ostentoso bico. Eram parecidas com as que Santana tinha tatuada nas costas, o que só tornou tudo mais horrendo... Como se aquilo houvesse saído de sua pele. Tinha garras que mais pareciam espinhos fortes e afiados assustadores, entretanto não mais que os olhos vermelhos como chamas... Não... Sangue fresco... Que compunham as orbes arredondadas e intimidadora.

Senti-me arrepiar dos pés a cabeça com a visão daquele animal grotesco voando ao lado de Santana, separado dela apenas pelo vidro da janela. Era aquilo que ela tanto olhava lá fora? Uma conexão assombrosa havia ali, entre os dois, pois ambos se encaravam como se conversassem em pensamentos. Santana tocou no vidro como se o acariciasse e a ave me olhou, soltando um grunhido grotesco que muito me assustou e me deu vontade de soltar um grito pavoroso. Olhei ao redor e todos mostravam-se alheios a ave mostruosa acompanhando o ônibus... Era como se apenas eu e Santana pudesse vê-la e de nada isso me agradava.

–Saca daí, oitavo anão da branca de neve- Sugar surgiu, expulsando Rachel do meu lado- Vamos... Levanta essa bundinha de azeitona daí.

–Agora você reclama dela, não é?

–Vai se ferrar, Berry... Me embucete mais e eu te afundo ainda mais no chão com um cascudo... Vaza!- Rachel lhe enviou um sorriso presunçoso enquanto saia, onde Sugar devolveu com um gesto malcriado que eu prefiro nem comentar aqui- Hey, pirulitona... ACORDA!

–Por Deus, Sugar... Por que fez isso?- fiz careta enquanto cutucava meu próprio ouvido dolorido pelo grito que aquela maluca havia dado tão próximo- O que deu em você?

–O que deu em VOCÊ, queridinha... Está aí parecendo uma maluca olhando pro nada enquanto faz caretas de prisão de ventre- ela me imitou exageramente. Revirei os olhos- O que tanto olha ali?

–Me faz um favor?

–Não estou emprestando dinheiro no momento... Se me virar de cabeça pra baixo, cai minhas orelhas mas nunca o que realmente interessa... Dinheiro- cruzou os braços, indiferente.

–Não quero dinheiro, sua idiota.

–Mas eu quero... Quer me emprestar 100 pilas até o fim do ano, não?- TAH.... Foi o barulho do tapa que eu dei na cabeça dela- Égua de mulher sem senso de humor... Que foi? Ta de TPM?

–Me responde o que eu quero sem suas gracinhas e eu paro de te bater.

–Ok... O que foi?

–Olhe pra Santana.

–Sim, to olhando... Qual a neura dessa vez?- Sugar olhava na direção da latina sem nada entender enquanto eu me contorcia de medo daquele pássaro assustador entrar aqui e vir atrás de mim, por isso nem olhei mais... Encarei qualquer ponto do ônibus.

–Vê algo na janela?

–Além de mato, árvore, animais fedorentos em pastos e dois caipiras se comendo em uma moita?

–O que? Onde?- nesse momento me virei pra ver, mas não tinha nada lá.

–É brincadeira... Essa última parte eu inventei. Mas olhou rápido, hein, safada?- ela riu zombando, porém parou no mesmo instante que eu a encarei feio- Ok, parei... Mais alguma coisa?

–Não.... hum, nada- a janela agora estava livre da visão assustadora daquele pássaro horrível, ou sejá lá o que aquilo fosse.

–Você anda muito estranha ultimamente, sabia?- ela me encarou reflexiva- Mais precisamente desde aquele nosso encontro na floresta.

–Imprensão sua, Sugar. Continuo a mesma- dei de ombros, tentando não demonstrar inconstancias as ponderações da ruiva.

–Ok, então, loira- me olhou desconfiada e perdeu-se em encarar Rachel conversando animadamente com Mike, assistente do Sam. Não entendi aquele olhar da minha amiga pra baixinha, só sabia que não era de raiva agora... Parecia...Tristeza? Recordações que a machucavam? Hummm... Saudades? Ela teria muito que explicar, oh se teria! Antes que eu enchesse minha amiga de questões sobre aqueles suspiros, algo mais a frente me chamou atenção. A latina fazia desenhos imaginários no vidro de sua janela, perdida em reflexões que me atormentam só em querer estar a par delas... Mas, isso era normal perante ao fato de ela parecer inquieta. Nunca a havia visto dessa forma. Era como se algo pra latina aqui a estivesse incomodando. Da nuca morena exposta notava-se pingos sinuosos de suor escorregar lentamente... Desfilando por toda pele caramelada daquele espaçozinho entre a cabeça e as costas, onde pareciam ferver no calor excitante que tudo naquele corpo exalava. Oh céus... Já estava calor e com ela dessa forma? Uiiii... Acho que vou derreter.

E a natureza resolveu se vingar de mim novamente... A latina só podia ter olhos nas costas ou um radar potente que apitava toda vez que eu a observava de longe. Ela, propositalmente ou não, foi virando lentamente o rosto a minha direção enquanto passava a mão na nuca suada da maneira mais sexy dos cosmos... Uma sobrancelha se ergueu dos óculos escuros, acompanhando um deslizar sacana de lábios até formar uma olhada daquelas, onde cada vez que eu me deparava, ia no céu e voltava pela intensidade que isso mexia em meu libido. E nos encaramos... Ela umideceu os lábios e retirou os óculos... Suspirei na profundidade de um abismo sem fim.. Os olhos castanhos se dilatavam como se quisessem dar um zoom a minha imagem...Apoiei um dos cotovelos no banco a minha frente, e deitei a cabeça na mão, sentindo-me ser sugada por seu desejo perigoso, forte, ostentoso... Àquele olhar libidinoso me consumia, fazendo-me respirar forte.

–Oi- balbuciei timidamente, acenando com leveza pra ela, que sorriu um pouco mais aberto agora e por incrivel que pareça, sem pretenção.

–Meu anjo- tombou um pouco o rosto no banco e até seus olhos pareceram querer sorrir pra mim... Isso de alguma forma acalmou meu coração e me deixou até melhor, não sei... Me deu forças- Lindo anjo- balbuciou novamente, de um jeito até bonitinho. Recolhi os ombros, envergonhada, e ela conseguiu ser mais fofa ainda sorrindo agora com os dois lados da boca, deixando umas covinhas gostosas se mostrarem. Deus, o que foi isso? Uma troca de energias mais limpas... Puras? Que sorriso lindo!

–Pára!- devolvi, com as bochechas ruborizadas, tampando o rosto com uma das mãos e ela mordeu a ponta da língua, sapeca... Soltei uma risadinha que pareceu lhe agradar, pois ainda não havia desatado aquele sorriso tão lindos, de covinhas fofas à mostra que me fizeram suspirar que nem uma boba, encantada... E isso não era bom... Nada bom. Mas apesar dessa confusão de sensações até boas agora envolvendo meu peito... Eu me sentia bem. Leve... Tranquila. Mas sabe... Parece que nada assim na minha vida dura muito.

De repente aquele sorriso encantador que ela trazia consigo morreu... Algo por ela foi captado e isso pareceu preocupante a seu olhar. Juntou as sobrancelhas e fisgou o ar com força... Seus olhos se abriram como o Sol explodindo e ela se ergueu do seu banco, olhando para fora da janela. Estava inquieta novamente e isso não me cheirava nada bom. Percebi que, os músculos que se podia ver pelo tecido delicado de sua blusa, se tensionaram, como se fossem estourar por tanto que ela pressionava as mãos contra o vidro da janela. Algo em meu interno se remexeu e quis saltar de mim... Uma sensação ruim me assolava a ponto de eu querer gritar... Mas tal coisa queimou em minha garganta e me senti assustada como se estivesse sendo perseguida por minha própria sombra de medos. Com uma rapidez sobre humana, Santana saltou por cima de Marley, o que assustou grandemente sua amiga, usando as barras como apoio, e passou a observar algo pelo chão. Muitas feições de confusão estavam voltadas a ela, porém isso em nada lhe incomodava... Apenas compreendia-se que estava a procura de algo e queria encontrar logo. O ônibus então esquentou significamente, onde estava quase considerando me levantar de meu assento pelo couro começar a irritar minha pele. Um cheiro horrível atingiu não só as minhas narinas, mas de todos naquele ônibus, onde percebi que alguns tiveram ânsia de vômito. Deus, o que era aquilo?

O céus ficou escuro de repente... Como se uma tempestade furiosa de aproximasse e eu gelei... Apesar do calor eu gelei profundamente quando riscos negros passaram a escalar as janelas do ônibus, tampando a visão de todos. Muitos gritaram... Mas nem isso eu consegui fazer, pois estava congelada de pavor. Senti um solavanco indicando que o motorista estava tentando frear o ônibus...Foi então que Santana correu até ele.

–Não freie.. Acelere... ACELERE AGORA!- gritou perto dele, que já estava vermelho de agonia- Mantenha firme.

–Não consigo... Os controles estão malucos- me ergui no momento certo de ver o motorista tentar controlar o veiculo, porém o volante torceu de uma vez, fazendo o ônibus nivelar até dar na lateral da ponte sobre um rio enorme que estávamos, fazendo-o saltar alto até ameaçar capotar. Gritos desesperados soaram a meus ouvidos... Meu corpo ganhou altura até quase bater no teto e quando vi, já estava voltando pro chão com o peso de uma bigorna... Aquilo indicava o fim pra mim, não? Vi minha vida ir me abandonando lentamente... As vozes pedindo socorro ricocheteavam na minha audição, e chão parecia querer me abraçar agora... Até que senti ser rodeada pela cintura por mãos quentes, que me puxaram pro ar, de volta pro teto.

–San- Santana?

–Shiiii- ela aproximou seus lábios dos meus enquanto grudava a mão ao teto para nos manter ali, em segurança- Feche os olhos, meu anjo.

–SOCORRO!- ouvi Sugar gritar e me desesperei.

–SUGAR!- gritei por ela e a vi esticar a mão pra que eu pegasse... Estirei a minha também.

–Siga minha voz, anjo... Eles querem te enganar- a voz de Santana ia sumindo aos poucos de meus ouvidos, aumentando ainda mais meu desespero- A caixinha, anjo... Não abra.

–Mas... É Sugar...

–Não- senti seus lábios tocar meu pescoço- É o abismo... Agora se concentra em mim.

–San...

–Shiiii... Feche os olhos- engolhi seco aquilo e fechei o quanto pude meus olhos, se aninhando a seu peito acalentador.

De repente a voz de Sugar estava cada vez mais longe... Os gritos iam sumindo... Minhas pálpebras pesando até eu não conseguir mais raciocinar nada... Apenas sentindo-me ser ninada por aqueles braços protetores e... A algo macio como penas mornas... Suaves... Tranquilizantes...

–Senhorita Pierce?

–Hum?- abri os olhos de supetão, sentindo a cabeça doer. Dei de cara com Santana me olhando com aqueles olhões curiosos em uma preocupação que eu nunca havia visto ficar- Santana?

–Sim... Você está bem?

–Humm... Acho que sim. Eu dormi?

–Acho que sim- sorriu de canto, tocando um de meus joelhos emprensados ao peito, de pernas encolhidas no assento em um jeito infantil de me sentar. Olhei em volta e tudo estava tranquilo. Todos pareciam dormir, restando apenas Santana de córcoras próxima a meu banco, com um semblante agora tranquilo por me ver acordada... Mas ao mesmo tempo parecia cansada... Contrita.

–Pareceu tão real.

–O que?

–O sonho- organizei meus cabelos e ela se ergueu, naquela postura superior de sempre.

–Eles sempre são-coçou a nuca e respirou fundo- Só nunca acredite neles, ok? Ou aceite algo.

–Por que?- confusão, a gente se vê por aqui.

–Não pergunte... Só não aceite- olhou para os lados e deixou os ombros caírem- Está tudo bem mesmo?

–Sim, está- confirmei e ela abaixou o olhar, pros sapatos- Há um segundo você estava ali sorrindo pra mim... Como foi isso?- ela umideceu os lábios, sorriu de canto e se aproximou de mim, como se fosse me contar um segredo.

–Você piscou, sabe?- colocou uma mecha de meu cabelo atras de minha orelha e beijou-me a testa- Tenha bons sonhos, meu anjo... Durma bem- piscou marota, e voltou a seu assento, sentando-se ao lado de Marley, que insistivamente se agarrou a sua cintura, em seu sono profundo.

–Dormir, pishhh- me ajeitei no banco e peguei uma revista- Depois de um sonho daqueles, nada de dormir, senhorita Lopez... A não ser que você fique aqui e sorria pra mim- revirei os olhos por tal coisa, observando a latina ajeitar Marley pra que deitasse melhor em seu peito- Garota de sorte!

~§~

–Eu realmente não estou afim de ir nesse baile.

–Ah, mas você vai e vai ostentar o loiro gostosão que eu orgulhosamente te arrumei, num motel de luxo, onde vai fazer uma faxina atrasada nessa entrada usb da frente que há tanto tempo não vê um cabo de responsa- Sugar retrucava enquanto vasculhava minhas maquiagens, à procura de algo que lhe interessasse. Eu estava de cara emburrada, sentada em minha cama.

–Por que tudo pra você gira em torno de sexo? Parece uma ninfomaníaca desse jeito.

–Só uma pra reconhecer outra.

–Sua mãe quem o diga- Sugar riu, fazendo beicinho pra mim- Sério... Não vejo graça nesses tipos de coisa.

–Porque você é a girafa mais chata do universo e sempre põe defeito em tudo. Agora relaxe e goze, bitch... Uhhhh, adorei essa cor. Combina com seus olhos- me mostrou um batom que há muito tempo eu não usava. O que raios batom tem a ver com olhos? Não se passa na boca? Acho que realmente moda não é algo que eu domine-Ahhhhhhhh... Tive uma ideia.

–Hey... Se controla, criatura! Que foi dessa vez?- indaguei ao vê-la dar uns pulinhos estranhos pelo quarto.

–Algo que vai combinar demaaisss com essa sua carinha delicada- foi pegando um porrada de coisas de sua bolsa e jogando encima de minha cama.

–Sabe que é um baile de máscaras, né?

–Sim, sei.

–E por que tanta maquiagem se meu rosto vai estar escondido?- retruquei e ela deu uma palmada em minha mão quando fui pegar um dos objetos.

–A magia, loira... Tem tudo a ver com os efeitos.

–Não entendi nada.

–Nem precisa... Mas vai sentir... Agora senta ali e deixa com a Sugaliciosa te dar aquele up.

–Não sabe o medo que me dá quando você fala isso... Principalmente quando é na terceira pessoa- levantei a contra gosto e sentei na cadeira com rodinhas que ficava a meu computador- Pega leve, ta? Não quero que minha cara se desmanche com um balde d'água.

–Relaxa, loira... Pegar leve é meu nome do meio.

–E o meu é Aretha Franklin- Sugar riu, virando minha cadeira de costas pra ela.

–Shiiiu, loira... Você vai ficar uma deusa pronta pro acasalamento.

~§~

–UAU... Você está magnífica!- Sam comentou enquanto eu descia as escadas com o maior cuidado do mundo pra não tropeçar e terminar de descê-la com a cara. Eu usava um vestido branco, comprido e liso, com um enorme corte V nas costas. Minha máscara era igualmente branca, cheia de pedrinhas brilhantes num tom rosa. Meu cabelo estava solto em cascata, dando aquele ar de sensual, mas fofa.

–Fico agradecida pelo elogio, senhor Evans... Também está incrivel- ele inflou o peito, segurando a lapela de seu terno impecável, onde compunha uma capa e uma máscara branca, que tampava somente metade do rosto.

–Agradecido, senhorita Pierce- eu ri, aceitando sua mão estendida- Vamos?

–Espera, espera, espera... Esse momento pede uma foto- mamãe correu desesperada até a cozinha e voltou com uma câmera na mão- Juntem-se... Assim- Sam abraçou minha cintura, e eu sorri em retorno- Céus, vocês são tão lindos juntos.

–Mãe!- resmunguei, sentindo o rosto esquentar.

–Sua mãe tem razão, B... Formamos um casal perfeito.

–Só se for nos seus sonhos, Evans- ele soltou uma risadinha, me dando um selinho. Mamãe ronronou feito gato e eu puxei logo Sam dali, antes que ela me causasse mais constrangemento ao perguntar quando casaríamos. Mães e seus pitis!

Chegamos ao colégio em menos de quinze minutos. Sam abriu a porta pra mim de um jeito cavalheiro e me ofereceu sua mão para irmos assim até o grande salão de festas da Memphs, onde estava virtuosamente enfeitado e bem organizado, mérito exclusivo de Will Schuester. Não passava das oito e já estava lotado de alunos e professores espalhados por todo canto, dançando ou somente conversando em algum lugar. A música estava alta, pra delirio da galera que pulava alucinadamente ao som de alguma música do David Guetta.

–Você quer uma bebida?- Sam perguntou gritando, devido a altura da música.

–Uma não muito forte, por favor- ele assentiu, saindo logo então. Avancei mais alguns metros à procura de uma mesa e me sentei. Sam demorou um bom tempo pra voltar, então comecei a me entendiar, olhando pra qualquer canto, brincando de adivinhar quem era quem por ali- Hummm... Toby... Quinn... Puck, Urgh!- fiz careta pra máscara do garoto, que mais parecia a de um monstro- Bem, Finn... Mercedes, Nial... Rach...

–Sugar, solta isso- Rachel passou correndo com Sugar a seu encalço, segurando algo parecido com uma guitarra na sua direção- Isso machuca, sabia?

–Claro que sim... Por que acha que eu to querendo te acertar com ele?

–Eu vou te processar!- Rachel alertou correndo de mau jeito por causa do salto.

–Eu falei pra você não me embucetar.

–Mas era só uma dança.

–EU QUERO DISTÂNCIA DE VOCÊ, KINDER OVO- ela deu um golpe, onde Rachel se esquivou e saiu correndo desesperada até que eu não pudesse vê-las mais.

–Essas duas- balancei a cabeça negativamente, rindo daquelas duas malucas. Eu ainda descobriria o que tanto as fazia se odiarem daquela forma.

Observei por toda extensão do salão, admirando a decoração clássica do lugar. Will com toda certeza era possuidor de um eximio bom gosto. Mas não foi só aquilo que me chamou atenção. Do alto da escadaria vi um ser de vestes negras. Numa postura cheia de classe, como de uma rainha, escondia as mãos em luvas pretas de couro, onde as apoiava no corrimão da escada... Na capa havia detalhes bordados em ouro nas pontas, tão qual havia ornamentado na máscara sinistra que deixava apenas a boca exposta a lábios carnudos tão vermelhos quanto corante de urucum. Nossos olhares se encontraram... Os lábios avermelhados formaram um biquinho zombeiteiro, onde os olhos castanhos chegavam a cintilar em um brilho quase diabólico. Se eu estivesse em pé, com certeza tinha perdido o equilibrio com aquela olhada que recebi daquele ser de alma gótica. Me pus ereta na cadeira, e suspirei fraco... Os dentes estupidamente brancos e alinhados se puseram à mostra em um sorriso cínico ao notar algo atras de mim.

–Desculpe a demora, gatinha... Mas Will queria falar comigo sobre o campeonato de muay thai que queria promover através da escola- Sam colocou a bebida a minha frente e se sentou ao meu lado- Seu drink... Espero que goste.

–Não se preocupe quanto a isso, e obrigada pela bebida- ele sorriu em retorno. Disfarçadamente voltei meu olhar pra latina intrigante no alto da escada, enquanto provava a minha bebida, porém o lugar estava vazio agora. Sam logo puxou uma conversa animada e passamos vários minutos assim. Hora ou outra ele me fazia carícias mais românticas, beijando meu pescoço ou entrelaçando nossos dedos e beijando minha mão. Acho muito lindinho esse jeito todo meigo e paciente dele comigo, sem pedir nada em troca. Não sei, quem sabe minha mãe, Sugar, Sam, o universo tenham razão e eu deva ficar com o professor de educação fisica? Ele tinha tudo que eu queria e precisava, não?

–Mal posso esperar pra ficar sozinho com você e desfrutar desses beijos mais livremente- me beijou, levando uma mão até minha cintura e a apertando mais para si, me fazendo gemer por isso. Sam tinha lábios seguros, até macios, porém não tanto quanto os carnudos e sinuosos de Santana. Nossa senhora, Brittany... Deu pra comparar agora? Não e não...É o Sam... Sua paixão gostosa e musculosa adolescente...Desfrute e relaxe.

–Sam... Os alunos- empurrei-o pelos ombros e ele pareceu frustrado.

–Só mais um pouquinho- fez bico e eu lhe dei um selinho demorado.

–Contente-se com isso.

–Você é má- eu sorri, lhe dando palmada- Quer dançar?

–Hummm... Aceito sim- ele sorriu abertamente, com aquela boca grande charmosa, e me puxou para a pista, onde tocava uma música agitada. Nós pulamos e dançamos como duas crianças, onde Sam aproveitava vez ou outra pra me roubar um beijo, tornando tudo ainda mais engraçado com sua expressão xoxa quando eu não o deixava conseguir tal feito. De repente alguém tocou no ombro do atleta:

–Mestre?

–Oi, Dave... Algum problema?

–Me mandaram lhe avisar que alguns garotos invadiram a sala de química e estão se drogando por lá.

–Esses garotos!- Sam urrou estarrecido e virou-se pra mim- Vou resolver isso e já volto, gatinha- eu assenti tranquilamente e ele me deu um selinho, seguindo seu aluno até o lugar onde havia o tal problema.

–Bom, aqui estou eu sozinha de novo- bufei frustrada e me virei de supetão pra trás no intuito de ir embora, dando de encontro ao corpo que eu tanto queria fugir.

–Ora, ora... Olha só você... Meu anjo.

–Santana!- minhas mãos foram parar em seus ombros enquanto eu me preocupava em me manter em pé por sua presença repentina- Me solte, por favor.

–Não sem antes uma dança... O que me diz?

–Santana... Estamos no colégio, na frente de muitos conhecidos e...

–E estamos de máscaras... Conveniente, não?- sorriu de canto, alisando meus braços em seus ombros- Não adianta dizer que não quer- uma das mãos já descia pela lateral de meu corpo, me fazendo morder o canto dos lábios, tentada- Seu corpo te entrega- suspirei, tentando me sair de seu braço. De repente a música La tortura da Shakira começou a tocar.

–Oh céus... Sério isso?- bati na minha própria testa e Santana me puxou repentinamente para grudar meu corpo ao seu.

–Relaxa, meu anjo... Prometo que não vai se arrepender- uma mão rodeou minha cintura enquanto a outra se dirigiu a minha nuca, me incentivando começar a dançar aquela música que era quase um hino de acasalamento- A propósito... Você está linda... Me dá até pena ter que rasgar esse vestido depois- a mão que estava na nuca, desceu até meu busto e apertou um dos seios, predatoriamente, me fazendo arfar- Eles gritam por liberdade- vi que passou a língua pelos lábios, olhando para meus seios- E eis aqui sua carta de alforria- levou uma de minhas mãos para seu próprio centro coberto e gemeu, me fazendo fazer o mesmo- Aposto que nem vai querer terminar essa dança sabendo o que tenho a lhe oferecer essa noite- levou as duas mãos até minha cintura e escorregou para meu traseiro enquanto rebolava ao ritmo da música e riscava seu quadril contra ao meu, naquela sensualidade que só os latinos possuiam. Me agarrei a seus ombros para me dar firmeza e aguentar aquilo em pé.

–O que lhe garante que eu vá cair na sua lábia novamente e a deixe que me leve outra vez pra cama?- perguntei tudo com a voz mais vacilante do que alguém em uma corda bamba.

–Tenho muitas garantias... E isso- colocou uma das pernas entre as minhas, me inclinando pra trás, até que meu corpo formasse quase um c perfeito. Lambeu de meu abdomen até o pescoço, parando no ouvido- É só uma delas, loirinha- pareou nossas máscaras e pude ver os olhos castanhos me devorando em silêncio, fazendo tudo dentro de mim se revirar. Céus, não acredito que faria isso novamente, mas meu centro latejava tão forte que eu poderia adoecer.

–Pra-Pra... Deus... Pra onde?- ela sorriu vitoriosa e beijou meu queixo.

–Sala do diretor... O que acha de foder numa poltrona de couro luxuosa dessa vez?

–Oh céus!

~§~

–Ahhhhh- gemi quando Santana me prensou na porta de costas, e passou a aplicar chupadas fortes a meu pescoço ao mesmo tempo que segurava na abertura v de meu vestido, aplicando força ali- O-O que você está fazendo?

–Livrando você disso- dito isso, não precisou muito tempo pra ela rasgar a parte de cima do meu vestido, deixando meu busto coberto apenas por um top branco- Ainda mais linda.

–Santana!

–Shiiiii- cortou meu protesto, me puxando sem muita delicadeza pro meio da sala, me fazendo sentar em uma poltrona que ficava bem no centro, estrategicamente. Ela ajoelhou-se no chão e me beijou ardentemente, levando as mãos até o que restou do vestido para tirá-lo por completo de mim. Tudo isso numa calma que estava me dando raiva. Logo ela beijava meu joelho e subia até abdomen em veneração a minha pele. Em um sorriso sacana, ela abriu minhas pernas sem pudor e beijou-me a intimidade por cima da calcinha branca com rendinhas em forma de coração fofinhos que eu amava no fundo da minha alma (pelo amor de Deus não a rasgue). Gemi pela visão dela lambendo pelo tecido até embaixo, subindo pras coxas- Tão delicada!- sorriu de canto- E tão minha!

–Santana... Você rasgou meu vestido. Como vou voltar pra casa?- indaguei ofegando por ela agora passar a morder a carninha do meu umbigo.

–Relaxa, loirinha- mordeu mais uma vez, puxando o courinho até escorregar pelos dentes. Soltei o ar falho pelo nariz, sentindo algo prender meus braços na poltrona. Ela havia me amarrado com sua gravata fina sem que eu percebesse- Eu te empresto a minha- dito isso, aquela safada abandonou minha barriga e passou a se despir lentamente, e com uma sensualidade que me roeu o juízo. Eu queria tanto tocá-la agora... Céus, eu estava louca pra que ela me tocasse logo... Mais ainda pela visão que acabara de invadir meus olhos.

–UAU!- exclamei quando ela se despiu por completo, revelando um conjunto de lingerie vermelha mínima... Tão gostosa que eu poderia passar a noite inteira só olhando pra ela vestida (só que não).

–Que bom que gostou, senhorita Pierce- alisou a lateral da calcinha, puxando o elástico até ele voltar e fazer um som forte ao bater em sua pele- Ela vem com uns brinquedinhos interessantes.

–O-O que isso quer dizer?- tentei soltar os braços e só até então percebi estar amarrada.

–Que você vai adorar brincar comigo- abaixou-se, pegando algo em sua capa assustadora... e meu Deus era um chicote... Socorro! Ela veio andando sinuosamente até mim e sentou-se de lado em minhas pernas- Ainda bem que a música está alta- beijou o cabo do chicote e depois o passou por meus lábios, com um olhar de pura luxúria- Apenas eu poderei ouvir seus gritos de prazer e, senhorita Pierce- estralou o chicote a minha frente, me assustando- Eles não serão poucos.

–Isso.... Hum... Isso machuca, sabia?- engoli em seco a visão dela agora passando o cabo do chicote nos seios volumosos, que mexiam tanto com a minha imaginação. Santana parecia outra pessoa quando o assunto mudava pra sexo... como se ela assumisse uma forma paralela a seu normal.

–Machucar? Não, tolinha... Meu intuito aqui é da prazer- levou a mão até o meio de minhas pernas e apertou-me a intimidade, levando-me a arfar forte- Muito prazer.

–E o que você vai fazer comigo com isso?-ela sorriu, deslizando por meu corpo até morder a pontinha da minha orelha. Senti uma vontade louca de gritar, mas me contive.

–Vou te levar a loucura, meu anjo... O pecado da carne nunca foi tão gostoso quanto o que farei você sentir agora.

–É? Ui!

Notas finais
Ihuuuuuu... Brittany tenta, mas Santana traz consigo entre as pernas, o pior veneno do mundo pra viciar alguém... é até crime. Sem falar da bunda fabundosamente gostosa, como diz uma amiga minha ogrinha, só que não, gente boa pa porra. E ainda rolou até uma dança do acasalamento lésbico aí no meio. Acompanhe comigo o Discovery Lesbo chanel- mundo do acasalamento lesbico. Desculpem parar aí, mas o cap tava grande demais e eu precisava de um tempo pra pensar mais. Enfim, espero que tenham gostado e recomendem a fic pros amigos, familiares, tiazona das calçolas tarada, tua irmã que gosta dumas chineladas, etc e tal. Obrigada a todos que me aguentam... vcs são uns santos. Ps: o grupo ta bombando, cheio de gatinhas simpáticas e engraçadas, prontas pra te atentar e ameaçar até postar um cap novo de madrugada, se escondendo das minas querendo te coisar.Quem quiser participar, ainda dá tempo. É de graça e vc ainda ganha de presente um monte de mala fêmea pra te atazanar o juizo. Bjocas no capô do fusca.