Obsession
10 Sentimentos
Notas iniciais
Desculpem a demora, era pra eu ter postado terça passada, mas fiquei meio bloqueada pra fic (o que foi incrível, já que tive milhares de ideias para fics aleatórias) e acabei não postando.
Mas estou aqui agora~
Enfim, espero que gostem, porque eu quase me matei para botar pra fora o que eu queria (isso pegou mal LKSAJDLKSA) e no fim o capítulo não saiu muito bom :'D Ficou meio parado~
Ah é! Este cap também será postado no AS, estou fazendo isso agora mesmo :3
Beijos meus, e boa leitura ;*****
– Okay... — concordou e colocou o rosto próximo do de JongHyun novamente — Na próxima, quem vai me chupar será você. — e deu um leve selar de lábios em Jjong, que não soube como responder então simplesmente acenou com a cabeça.
JongHyun brigou consigo mesmo em pensamento, porque nem acreditava que já estava ansioso para essa 'próxima vez'.
_________________________________________________
JinKi olhou para o aparelho de celular em sua mão, uma sobrancelha erguida e vários pensamentos confusos em sua cabeça. A maioria, eram apenas uma mistura de sons e ruídos do que ouvira enquanto falava com JongHyun ao celular. O amigo parecera que estava com alguém – mesmo que JinKi não tenha ouvido outra voz – e sabia que, pelo que ouvira nos últimos minutos da ligação, que talvez esse alguém fosse MinHo.
Mas, por que Jjong mentiria sobre isso? Por que razão sua voz havia vacilado enquanto contava à JinKi que estava “por aí”? Por que será que JinKi ouvira o amigo sibilar como se estivesse lutando contra se render a um... Gemido?
Haviam várias hipóteses e a maioria faziam com que o Lee se sentisse irritado e profundamente traído. Porque na sua mente, as lembranças de como estava e do que estava fazendo com JongHyun ainda não haviam sumido. E de certa forma doía saber que o Kim assim que JinKi saíra, correra para MinHo.
- Onew, está tudo bem? – perguntou ChangSun, se aproximando do mais novo e colocando a mão suavemente em seu ombro.
- Ah sim, Joonie hyung. – falou JinKi, guardando o celular e sorrindo para seu hyung. – Estou bem.
- Você me pareceu meio nervoso enquanto encarava o seu celular. – riu – Espero que ele não tenha te feito nada de ruim. – brincou.
- Ele não me fez nada, não se preocupe. – sorriu novamente e balançou a cabeça – Onde estão Mir e SeungHo hyung?
Joon tirou o cabelo que caía sobre os olhos de JinKi em um movimento inconsciente, fazendo com que o rosto do mais novo corasse levemente e ele desviasse o olhar com um beicinho.
- Foram embora. – respondeu Joon – Mir tem aula amanhã e SeungHo hyung... Bom, faz um tempo que não sei o que ele faz da vida. – ele colocou um dedo sobre o lábio inferior – Fiz HyunA ir com eles, mesmo ela não querendo.
- Aula... É verdade, acho que eu deveria ir embora também. – ponderou. Mas JongHyun estava a caminho do hospital, logo ele chegaria. Deveria deixar o amigo sozinho?
- Se quiser, eu posso te levar em casa. – disse Joon.
- Você veio para cá de carro?
- Sim. Por quê?
- Então por que mandou sua namorada com o SeungHo hyung e...?
- Oh. – Joon encheu a boca de ar, pensando – Eu que deveria ter levado ela, não é?
— Não sei... – JinKi riu baixinho. – Que namorado bom você é, hyung.
- Será?
Na verdade, Joon tinha aproveitado que JinKi estava falando no celular para praticamente empurrar HyunA no carro de SeungHo, mesmo com ela lhe falando um monte de asneiras e resmungando. Quando vira o carro do Yang virar a esquina no estacionamento do hospital, Joon se sentira... Livre.
Não tinha notado antes, mas passara a noite inteira querendo ficar sozinho com JinKi, e a presença de HyunA não deixava isso acontecer. Ficou se perguntando se não estava sendo ruim por desejar a namorada longe de si, mas todos os pensamentos que tinha sobre ela sumiram quando Onew lhe sorriu novamente.
- E então? Quer que eu te leve? – quis saber, ansioso pela resposta.
- Sim, por favor. – respondeu o menor, depois de alguns segundos de hesitação.
O maior apenas acenou com a cabeça e fez sinal para que JinKi o seguisse pelo corredor, indo dessa vez até a porta que daria nas escadas; não queria que outro triste incidente acontecesse com Onew graças a elevadores. Ele estava feliz, estranhamente feliz e queria saber a razão.
Se era porque iria ficar sozinho com JinKi... Isso queria dizer alguma coisa.
JinKi seguiu Joon pelas escadas, aliviado por este não ter ido até o elevador, mas achava que Joon não o levaria novamente para dentro da caixa de metal. E por mais incrível que poderia parecer, ele não estava se importando em como Jjong ficaria quando chegasse no hospital e não o encontrasse.
_________________________________________________
- Sr. Choi, sou eu, Secretária No. – a moça disse, assim que MinHo atendeu seu telefone.
- Secretária No, o que houve?
- Os papéis que o senhor havia me pedido semana passada, já estão prontos. – MinHo não pôde evitar sorrir ao ouvir a moça chamá-lo de ‘senhor’, ainda estava se acostumando com isso, mesmo que não demonstrasse. – Deixei na recepção do hotel onde o senhor é hospedado, pedi para lhe entregarem.
- Foi mais rápido do que eu esperava – comentou o Choi, satisfeito – Obrigado pelo ótimo trabalho.
- Claro. – ela lhe avisou sobre mais algumas coisas e logo desligou.
Não muito tempo depois, bateram na porta de seu apartamento, uma das pessoas da recepção, para lhe entregar o pacote que continha os papéis que pedira para sua secretária. Ele abriu o pacote, ficando até um pouco surpreso ao ver que dentre todas informações que poderiam ter sido coletadas da sua ‘família’, as fichas que mais continham lacunas e ao mesmo tempo informações em excesso, eram as de JinKi e sua respectiva mãe.
Eram coisas interessantes de se saber, principalmente o fato de JinKi ter ido mais em sessões com psicólogos do que em filmes, em sua infância. O rapaz era cheio de problemas e pequenos distúrbios, que iam desde claustrofobia a crises de pânico sem explicação. MinHo gostaria de saber o por quê.
Se JongHyun não tivesse corrido para o hospital encontrar o Lee, MinHo perguntaria algo sobre isso; mas era provável que os dois estivessem na cama uma hora dessas caso ainda estivessem juntos. JongHyun era alguém muito fácil de se excitar.
- O relacionamento de JinKi com o pai era muito interessante... – comentou para si mesmo, enquanto continuava lendo.
No ano de 2008, o pai de JinKi havia decidido mandá-lo para o exterior, mas após uma terrível briga, que havia ocasionado em uma espécie de ‘fuga’ do Lee para a casa de um amigo por dois dias, e a decisão fora adiada. Aquilo aconteceu no mesmo ano em que JongHyun e JinKi se conheceram, ambos tinham 14 anos.
Muitas outras brigas e escândalos familiares envolveram os Lee depois disso. Um deles, era o fato do pai de JinKi parecer odiar o filho como se este tivesse lhe feito o pior.
Os olhos de MinHo deslizaram pelas poucas fotografias de JinKi e seu pai. Em todas, o rapaz estava cabisbaixo, quase como se tivesse sido obrigado a estar ali. Nenhuma das fotos retratava algum contato corporal entre os dois e JinKi nunca sorria.
Era tão intrigante.
Isso fazia MinHo se questionar sobre o por que seu pai parecera ‘se preocupar’ mais com ele, um filho bastardo, do que com JinKi, seu primogênito. Na verdade, não era bem uma demonstração de preocupação, já que era apenas dinheiro que o homem havia lhe mandado todos aqueles anos.
Boatos diziam que o péssimo relacionamento entre JinKi e o pai se deviam ao fato do rapaz não ser filho legítimo do homem. Mas eram apenas boatos bobos, que haviam ocorrido pouco antes de JinKi nascer, a maioria conhecidos apenas pelos empregados da família, na época e alguns poucos familiares.
Eles acreditavam que a mãe de JinKi tinha traído o pai dele, durante uma viagem a Paris enquanto fazia pós-graduação na faculdade. Ela era jovem, o pai de JinKi não queria que ela fosse, mas a mulher fora mesmo assim e de acordo com o que algumas pessoas diziam, vivera ‘um sonho’.
Um sorriso um pouco maldoso brotou nos lábios de MinHo. A família Lee era tão cheia de segredinhos... Se tudo o que aqueles documentos diziam era verdade, isso queria dizer que ele e JinKi talvez não tivessem nem mesmo uma gota do mesmo sangue correndo em suas veias.
E se não fossem irmãos... Tudo ficaria tão mais divertido.
JinKi não poderia participar da competição pelo cargo de CEO na empresa. Qual seria a reação dele quando soubesse...?
MinHo colocou os papéis de volta no pacote. No dia seguinte procuraria saber mais sobre aquilo, caso fosse mesmo confirmado que ele e JinKi não tinham nenhum grau de parentesco, teria que fazer alguma coisa.
____________________________________________________________
KiBum saiu pelas ruas de Seoul com um bico enfezado. Encontrar MinHo havia sido mais difícil do que pensara que seria, mas pior fora o fato do rapaz tê-lo expulsado do apartamento, dizendo as mesmas coisas que dissera anos atrás.
Apesar de achar que depois de dois anos MinHo talvez tivesse virado algum tipo de ogro, engordasse ou virasse algum gogo boy da vida, se enganou. O rapaz ficara ainda mais bonito e incrivelmente mais frio para com KiBum.
E os sentimentos que Key uma vez sentira por ele também não ajudaram. Quando fora até MinHo, fora com a intenção de esfregar na cara dele que os dois anos longe dele foram os melhores de sua vida, que havia encontrado pessoas que realmente se preocupavam com ele, que perdera sua virgindade e gostara, muito.
Mas assim que encontrou os olhos castanhos lhe fitando, se sentiu como um mentiroso. Sentira também uma vontade enorme de chorar.
Aquelas lágrimas idiotas.
Idiotas porque não queria que MinHo soubesse que ainda tinha o poder de fazê-lo sofrer. Idiotas porque acabavam com seus propósitos.
Enquanto estivera fora do país com sua família adotiva, alguns antigos colegas de escola lhe mandavam e-mails, contando sobre a vida. Infelizmente, alguns desses e-mails falavam sobre o Choi, também. Sobre o quanto ele mudara radicalmente após KiBum ir embora.
Mas... Por quê?
O Choi começou a ter ‘casos’ com todos que podia, desde noonas do orfanato à colegas do clube de basquete da escola. Virara o ponto de sexo para quem quisesse, isso tendo apenas dezessete anos.
Que motivo faria MinHo se tornar algo que ele mesmo odiava, alguém que ‘vende seu corpo’, – apesar que, pelo que soubera o rapaz fazia de graça – alguém que não se importa em ser abusado. MinHo mudara tanto em relação à sua personalidade calma e quase gentil de anos atrás.
KiBum enfiou as mãos nos bolsos de seu moletom, sentindo um papel grosso dobrado e ali esquecido. Tirou a pequena fotografia e fitou os rostos desconhecidos. Uma família, um homem, uma mulher e um garotinho de cabelos pretos.
Se ele queria entrar na vida de MinHo novamente, Key teria que se tornar próximo daquelas pessoas, mesmo que aos poucos. A foto que segurava era antiga, e o garotinho de cabelos pretos presente nela agora era um jovem e talvez, um belo rapaz.
Ter um garoto bonito próximo a si seria juntar o útil ao agradável. Assim, poderia mostrar ao Choi que não precisava dele e também poderia seduzir o garoto. Pois ninguém resistia ao charme de Kim KiBum.
- Ninguém. – falou sorrindo. E passou o polegar sobre o rosto do garotinho – Lee JinKi, não é? Quero te conhecer logo.
Guardou a foto de volta no bolso do moletom e ajeitou os cabelos que se desarrumaram graças ao vento gelado. Teria que se misturar com as pessoas da escola do rapaz, fazer amizade com ele, não seria tão difícil.
Mas antes, iria se divertir um pouco. Seoul era conhecida por ter muitos lugares para se encher a cara.
________________________________________________________
.
JongHyun saiu do elevador e franziu o cenho. Era ali o andar onde TaeMin estaria e provavelmente, JinKi e Joon, também. Mas após dar umas cinco voltas pelo lugar e ser questionado duas vezes por uma enfermeira sobre o que estava procurando, o Kim percebeu que eles tinham ido embora.
Soltou um suspiro nervoso. JinKi saíra do hospital e nem sequer lhe mandara uma mensagem para lhe avisar. Quando o encontrasse iria fazê-lo dar uma explicação muito boa para isso.
- Olá, o senhor é parente do paciente Lee TaeMin? O rapaz se virou para encarar a enfermeira que o fitava.
- Parente... – repetiu e chacoalhou a cabeça – Ah, não. Na verdade sou apenas um amigo que veio visitá-lo. Por quê? Algo deu errado? Como ele está?
- Ele está bem... A cirurgia foi um sucesso. – respondeu a enfermeira com um sorriso – Na verdade, ele acabou de acordar. Achei que o irmão dele iria querer vê-lo.
- Então ele está bem? – JongHyun sorriu aliviado – Posso vê-lo?
- Claro, mas ele ainda está meio grogue graças aos medicamentos. – disse a moça, fazendo sinal para que ele a seguisse – Por esse motivo ele pode não conseguir falar direito.
- Sem problemas.
A enfermeira levou o Kim até o quarto onde TaeMin estava e abriu a porta, deixando-o entrar. JongHyun olhou para o garoto que estava na cama o encarando com uma expressão nada amigável e dois braços engessados.
- Oi, TaeMin. – cumprimentou, quando a enfermeira saiu.
- O que você está fazendo aqui? – perguntou o mais novo, fazendo um bico.
- Vim te visitar. – falou, indo até ele com um sorriso hesitante. – Você está se sentindo bem?
- Cadê o meu irmão? – ignorou.
- Ele não estava aqui quando cheguei. – respondeu Jjong – Mas e então, qual é a sensação de ter os dois braços quebrados?
- Espere eu sair daqui que te mostrarei de primeira mão, ok? – disse TaeMin.
JongHyun sentou-se ao lado dele e passou a mão nos cabelos castanho avermelhados do mais novo que fez uma careta e tentou se afastar, mas não conseguiu já que estava na cama com os braços pendidos ao lado do corpo.
- Bem que dizem que vaso ruim não quebra. – comentou o Kim. – Isso é tão verdadeiro que você está aqui, com a mesma cara de chato de sempre.
- Queria poder te ignorar, mas infelizmente não posso.
- Qualquer um estaria desmaiado após a cirurgia, mas você não. – riu – Você tem o poder.
- E você tem a idiotice, hyung. – retrucou – Será que pode me deixar em paz, agora?
Cruzando os braços, JongHyun estreitou o olhar, se lembrando do verdadeiro motivo pelo qual queria encontrar TaeMin bem.
- TaeMin... Eu queria saber, você acha que foi o MinHo quem te atropelou? – quis saber.
O mais novo franziu o nariz e esfregou o rosto no próprio ombro, para depois encarar JongHyun com as sobrancelhas erguidas.
- Por que ele iria querer me atropelar? – respondeu com outra pergunta.
- Ah, ele disse que iria te eliminar caso contasse para alguém, sobre...
- Nenhuma pessoa é tão psicopata a ponto de atropelar alguém apenas para esconder uma fofoca.
- Não há como saber. – ambos se encararam.
- E nem quero saber. – TaeMin suspirou – Você veio sozinho, hyung?
- Eu ia encontrar o Onew hyung aqui, já que ele estava com o Joon hyung, também. – disse Jjong – Mas quando cheguei os dois não estavam.
- Não estavam? – o mais novo deu um sorriso malicioso – Se os dois saíram juntos, apenas os dois, você sabe o que isso quer dizer... Não sabe?
- Não, não sei. – falou – O que quer dizer?
- Hyung, eu não sei se você é idiota ou apenas se faz. – resmungou com irritação. – Meu irmão está a fim do JinKi hyung. Se os dois saíram juntos, provavelmente é porque ele finalmente decidiu largar a vagaba da namorada e dar o bote no seu amiguinho.
- Ou ele apenas saiu como um amigo comum, talvez para levá-lo em casa ou comprar alguma comida.
- Você pensa muito positivamente. – o garoto riu baixinho – Apesar de eu não gostar muito da ideia do meu irmão ser... Bissexual, tenho certeza que se ele estiver sozinho com o JinKi hyung ele vai tentar alguma coisa.
_________________________________________________________
Lee ChangSun estacionou o carro na esquina da casa de JinKi, assim como o menor pedira. Não tinha entendido o porquê dele não querer que o deixasse logo na frente da casa, mas também não perguntou, JinKi deveria ter seus motivos.
- Então, hyung, eu já vou indo. – disse JinKi com um sorriso – Amanhã depois da escola dou uma passada no hospital para visitar o TaeMin.
- Ah, claro.
O mais novo abriu a porta do carro e saiu, acenando levemente para Joon e fechou a porta logo depois. Ele enfiou as mãos nos bolsos da calça e caminhou calmamente pela calçada, planejando ir para outro lugar e não sua casa.
Joon colocou as duas mãos no volante e encostou o queixo sobre o mesmo, também. Só iria embora quando visse que JinKi já tinha virado a esquina.
“Acho que gosto de você, Joonie hyung.”
O mais velho chacoalhou a cabeça, assim que a frase tomou seus pensamentos. Por que é que, de repente, sentira vontade de saber se o que JinKi dissera tinha alguma conotação além do gostar como pessoa, como amigo. Queria saber se não estava ficando louco por achar que estava gostando de um cara, sendo que tinha uma namorada linda.
Mas tinha que aceitar este fato. Porque era verdadeiro, não era? Estava se apaixonando por seu novo amigo.
Decidido, tirou o cinto de segurança e abriu a porta do carro, saindo rapidamente para alcançar Onew que continuava sua caminhada.
- Ei, Onew! – chamou – Espera!
O rapaz se virou assim que ouviu o chamado, fazendo um beicinho confuso quando Joon correra até ele como se sua vida dependesse disso. O mais velho segurou JinKi pelos ombros e o olhou nos olhos, respirando fundo enquanto criava coragem para dizer as palavras que queria.
- Joonie hyung, aconteceu alguma coisa? – perguntou, preocupado.
- Sim, aconteceu. – disse – Onew, eu sei que é algo louco e você pode me odiar por isso, mas...
- O que foi? – JinKi arregalou os olhos, ficando ainda mais preocupado.
- Você disse antes que gostava de mim, pois bem, também tenho que confessar. – sorriu torto — Eu acho que estou apaixonado por você. – e baixou seu rosto contra o do menor, selando os lábios dos dois em um beijo.
JinKi ficou tão surpreso que não conseguiu reagir, jamais imaginaria que Joon diria ou faria algo do tipo, na verdade achou até que era um pouco engraçado, já que ele também sempre ficara observando o mais velho com interesse desde que o conhecera.
O selar foi rápido, apenas para provar os sentimentos e Joon não conseguiu acreditar que apenas um selinho como aquele pudesse deixar seu coração tão descompassado. Estava mesmo tão apaixonado assim?
- Hyung... – murmurou Onew, a voz saindo estranhamente desejosa, e se amaldiçoou levemente por isso.
- Não precisa falar nada. – disse Joon com um sorriso envergonhado – Tenho que resolver algumas coisas, mesmo que você não aceite meus sentimentos... Mesmo que me ache um esquisito.
- Eu não...
- Shh. – fez o maior – Vou indo. Boa noite, Onew.
-... Boa noite, hyung. – disse, por fim.
Mordendo o lábio, Joon sorriu novamente e soltou os ombros de JinKi, correndo para o carro e entrando, fechando a porta em seguida. Tinha que correr, porque se continuasse perto de JinKi faria alguma idiotice. Sempre se sentia meio idiota quando estava perto dele.
Agora, ele iria até HyunA e terminaria com ela. Mesmo que JinKi não quisesse tê-lo como algo além de amigo, não podia ficar com a garota sendo que não gostava mais dela como antes. Sim, era isso que iria fazer.
Ele ligou o carro e deu partida, vendo a expressão fofa de surpresa que ainda estava no rosto de JinKi pelo retrovisor.
Notas finais
O próximo postarei semana que vem, pontualmente e sem atrasos (ou não) e prometo que será melhor que esse HISHAISHAISHAIH estou planejando umas coisas bem legais :D
___________________________________________________________
Agora, momento recados pessoais ¬¬
Jay unnie, agora você pode ir lá e postar PD, run u.ú chega de chantagem emocional, ok?
Tai unnie, obrigadinha por torcer para eu atualizar, se não fossem por todas as unnies maravilhosas e pervertidas que tenho eu não teria conseguido postar, de novo :'D Por falar em unnies, quero ver sair a fic da gaiola e tals~ ÇLSADKSÇLADKÇSADL necessito S&M ~
Cookie, se você estiver lendo isso, saiba que estou ansiosa pelo meu Hard lemon e estou me mordendo toda aqui por causa disso :3
Aliás, eu tinha dito que ia acontecer uma coisa nesse capítulo envolvendo o sr. KiBum e outra pessoa.. (lembram-se, unnies?) mas tive que deixar pro próximo ;____; não me matem :'D
Fale com o autor