Obsessão
4 Não viva de aparência
Notas iniciais
7 anos atrás
E mais uma vez a doce Jessie empurrava sua bicicleta, como um relógio suíço, exatamente às 18 horas ela passa em frente ao café no qual Edward frequentava. E por semanas ele tentou — mas não consegui — sempre que a via sua mão coçava para lhe infringir dor, ate que ela implorasse pela morte. A tática foi a que usou com as suas duas outras vitimas, o cortejo. Elas caiam aos seus pés, era bonito, bem sucedido, o ‘’sonho molhado’’.
Jessie era pequenina, delicada, toda feminina. Porém, ela o decepcionou era fútil de mais, chata de mais, previsível. Alguém tão previsível como ela merecia um tipo de morte diferente, algo eu fugisse do normal. Se sua vida não valeu a pena que sua morte valesse. Era um grande favor que Edward prestava, dando-lhe a chance de ser menos cansativa.
Ele foi a personificação de um cavalheiro, sempre tomando cuidado para não ser fotografado por ela – esses aplicativos de mídias sociais era um grande empecilho na sua vida, tudo se publicava – não conhecer e nem ser conhecido por nenhum amigo dela.
Os dias monótonos de Jessie estavam contados. Cerca de dois meses após se conhecerem Edward executou seu plano. O prédio onde a pequena chata vivia não tinha câmeras de segurança e o porteiro sempre tirava um cochilo no final da tarde. Tudo perfeito, lentamente Edward passou pela portaria, pegou o elevador ate o sétimo andar, quando chegou ao corredor andou calmamente ate a porta do apartamento de Jessie,tocou a campainha apenas uma vez. E lá estava ela.Tão previsível.
Vestia uma regata cor de rosa, seus longos cabelos loiros soltos pelo rosto e um enorme sorriso no rosto. Edward se perguntava se ela soubesse que sua morte estava próxima ela continuaria tão contente?
Ele lhe mostrou a pequena seringa com heroína, e sorri.
– Você esta pronta?
Ela após colocá-lo para dentro da pequena e cor-de-rosa sala, meio tremula perguntou:
–Tem certeza que é seguro? E se...
–Jessie — ele a repreendeu- Ta ok. Sempre que eu quero ficar relaxado eu uso. É seguro. Você acha que eu colocaria sua segurança em risco?- perguntou com um aceno de cabeça.
–Não Edward, meu Deus. Desculpe-me.
Ela acenava freneticamente os braços. Logo em seguida se sentou em uma poltrona, e foi pedindo instruções de como usar a droga. Sorrindo Edward ministrou uma dosagem cinco vezes maior que o indicado entregando a seringa, a jovem afoita para agradar o rapaz sem pensar nas conseqüências foi injetado a droga na sua corrente sanguínea e pouco tempo após usar a pobre Jessie teve uma parada cardíaca, segundo o laudo do medico legista. Ela nunca havia falado sobre Edward com ninguém, em todos os casos ele nunca existiu em sua vida. E sua família achou que ela era uma viciada em heroína.
Dias atuais
Final do capítulo anterior
–Você sente falta de seus pais?
– Sim- respondeu fazendo uma careta- mais não quero falar sobre isso, não essa noite.
Os pratos não tardaram em chegar,cada um experimentou um pouco do jantar um do outro e dividiram a sobremesa.
–Então você nunca se apaixonou?- Bella perguntou enquanto andavam pelas ruas de Los Angeles, sendo seguidos pela lua apenas.
–Não, pelo menos não ate agora. — falou sorrindo minimamente.
Bella corou e abaixou os olhos. Uma mulher estava parada vendendo flores, sorrindo Edward comprou algumas para Bella. Eles ainda conseguiram ouvir a velha senhora dizendo
–O amor jovem.
Edward acompanhou-a a te a porta de sua casa, aproveitou para averiguar o local. Vizinhança tranquila, rua mal iluminada, a casa era pequena. E o melhor de tudo Isabella era uma pessoa sozinha, sem família e até onde ele pode ver praticamente sem amigos.
–Foi muito bom jantar com você, Bella.
Então ele a beijou.
Fale com o autor