Obsesión

3 Uma Súbita Aproximação!


Notas iniciais
Decidimos postar pois ontem não deu, e a Patriciapt apenas havia me mandado um e-mail com o capítulo e só vi hoje.
Esse capítulo foi elaborado principalmente pela Patriciapt, eu só dei um pouco de ênfase.
Mas espero que gostem!
Um abraço e um beijinho da Lisie Cullen!!!!
E claro da Patríciapt também...

Aneliese POV*

Acordei muito confusa numa cama. Onde será que estou?

-Calma. — ouvi uma voz a meu lado. Eu conheço esta voz. Virei-me para a voz e encontrei-o a ele, o tal homem de olhos verdes.

-Onde estou? — perguntei confusa. Como é que eu vim aqui parar? Tantas perguntas se passavam por minha cabeça, que até já estava com dor de cabeça.

-Em minha casa. Tu começaste a correr, não reparaste e caíste num buraco e desmaiaste. — lembrei-me do que tinha acontecido e rapidamente corei. Que vergonha. Estava agora em frente ao dono daquela casa malassombrada.

-Que vergonha. Desculpa ter aparecido assim.

-Não faz mal. Mas já estás bem?

-Sim, estou melhor obrigada.

-De nada. — ficámos a encarar-nos. — Arh que falta de educação nem me apresentei. Sou o Afonso.

-Prazer, sou a Aneliese.

-O prazer é todo meu. — ele pegou na minha mão e depositou lá um beijo sem nunca desviar os olhos dos meus.

-Bem, tenho de ir para casa, a minha mãe já deve ter dado pela minha falta.

-Claro. — disse ele sem jeito. — Eu te levo.

-Não é preciso.

-Eu insisto.

-Sendo assim, obrigada.

Ele me ajudou a levantar e fomos diretos a um carro.

Como é que eu nunca reparei neste carro?

Uma casa malassombrada e um carro moderno não combinam muito bem.

Ele abriu-me a porta e eu agradeci.

Indiquei-lhe o caminho.

Estava um silêncio um pouco constrangedor.

Finalmente chegámos.

-Bem... obrigada por me ter ajudado e mais uma vez... me desculpe.

-Sem problemas... bem, nos vemos... por aí. — disse ele sem jeito.

-Claro. — agora que me via a ir embora senti um aperto no coração como se não me quisesse afastar dele. Acho que está a nascer algum sentimento dentro de mim. Fui para me despedir dele com um beijo na cara mas não sei como e acabei por lhe dar um beijo no canto dos lábios. Os nossos olhares cruzaram-se, as bocas a centímetros uma da outra e de repente a minha consciência chamou-me à atenção, eu não podia beijar um cara que acabara de conhecer. — Bem..., tenho de ir. Adeus. — abri a porta e deixei-o corando como um tomate. E lá está o meu coração a dizer que eu fui uma burra e que devia ter aproveitado. Afinal era só um beijo, não era por causa de um beijo que ele me ia levar para a cama. Mas enfim, já passou, agora não posso voltar a trás.

Entrei em casa e a minha mãe estava sentada no sofá com uma cara nada boa.

-Menina Aneliese onde estiveste?

-Arh, estive, onde é que eu estive mesmo? Ah pois estive a passear por aí. — disse meio sem jeito. Espero bem que ela acredite.

-E posso saber porque é que não me avisaste? Tens noção em como eu fiquei preocupada?

-Desculpa mãe, mas estava mesmo a precisar de apanhar um pouco de ar.

-Para a próxima avisa-me que queres apanhar ar. Não foi esta a educação que te dei. Eu ensinei-te a respeitares-me e a avisares-me sempre sobre tudo.

-Desculpa a sério mãe.

-Achas que as desculpas chegam? Parte um copo e pede-lhe desculpa e depois vê se ele volta a ficar inteiro.

-Eu sei que não volta, mas tu és diferente. Por favor mãe desculpa-me. Prometo que não volto a fazer o mesmo. — espero bem que ela me perdoa. Eu sei que devia ter avisado, mas eu queria mesmo cumprir com a aposta.

-Tudo bem estás perdoada. Mas não voltas a fazer o mesmo.

-Não volto. — abraçámo-nos.

Despedi-me de minha mãe e fui dormir, pois o cansaço já estava me vencendo, tomei um banho rápido e assim que deitei na cama, um vento bateu contra meu rosto levantando meus cabelos, saí de minha cama e fechei a janela.

Tive um pressentimento de que alguém estava á me observar, mas deixei esse pensamento e voltei á dormir, com uma única coisa em minha cabeça.

Olhos verdes me observando.

Notas finais
Esperamos comentários . Ok???
Até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.