O último guerreiro

7 Capítulo 7: O caçador


Já fazia um ano desde que Weise deixara seu lar, desde então ele não era mais o mesmo, seu cabelo e sua barba haviam crescido. Ele continuava a procura dos guerreiros que mataram seu povo, mas as informações que chegavam a ele sobre os pacificadores não o agradavam, ele estava em uma pequena vila, escondido desde que chegara, onde os moradores eram todos amigáveis, porém eles não conversavam com Weise, pois tinham medo.

Certo dia, Weise estava sentado de baixo de uma arvore, quando ouviu uma mulher gritando, ele levantou em um salto, e foi correndo em direção a voz. A mulher que havia gritado estava perto da pequena taverna da vila, seu braço estava sangrando, todos os moradores saíram para ver o que estava acontecendo, então ela disse:

– Há uma fera no bosque, se ela chegar até aqui morreremos!

– Será o nosso fim!- Disse um velho.

– Eu a matarei.- Disse Weise, todos da vila olharam para ele.- Não quero que a fera machuque mais alguém.

Ele passou alguns minutos conversando com a mulher e analisando seu ferimento, depois disse foi para sua casa e vestiu uma armadura velha, pegou sua espada e uma besta. Quando chegou a noite ele saiu para sua caçada, achou um rastro de sangue de algum animal que vivia pelo bosque. Se passaram vária horas desde que tinha saído e ainda não tinha encontrado a fera, decidiu então voltar para vila.

Quando chegou, teve uma surpresa....

A fera estava lá, grande e não tinha pelos, suas mãos eram grandes e ossudas, seu era rosto desfigurado e seus olhos eram amarelos. A fera ficou encarando Weise por um tempo, sem pensar duas vezes ele a atacou e em apenas um golpe ele cortou a cabeça do monstro. Quando adentrou a vila, viu que havia corpos por todo lugar, então escutou um homem o chamando, foi até lá e este que estava no leito de morte disse:

– Minha filha está escondida no porão da taverna, fuja e leve-a com você, pois os pacificadores estão vindo até aqui.- Depois de falar deu seu último suspiro e morreu. Wise foi até a taverna, desceu até o porão e lá estava a garota, sentada em um canto chorando.

– Vamos embora.- Disse Weise tentando ser amigável.

– Não sem meu pai.- Respondeu a garota.

– Por favor, venha comigo, seu pai não poderá vir conosco agora.

– Ele morreu não é? A maldita besta dos pacificadores o matou, não é?- Disse ela chorando, Ele foi até a ela e à abraçou.

– Ele pediu para você vir comigo, eu vou proteger você,prometo.
Eles então partiram, sem rumo, e mais uma vez Weise estava sem uma casa, porém, não estava só dessa vez.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.