O Último De Nós
1 Prólogo
Notas iniciais
Um grande terremoto estava devastando uma caverna, era a pior coisa assim que se encontra seu verdadeiro inimigo te caçando em todos os cantos dela. Duas pessoas estavam correndo sobre terreno cheio de destroços de várias mega estruturas daquela cidade, peças de aviões, veículos e milhares de tudo. Uma delas escorregou quando saltou para dentro daquele Ônibus queimado, a jovem moça ruiva o ajudou aquele velho idoso que ainda estava em boa forma até ouvir as pessoas procurando por elas. Uma avalanche após fazer outra avalanche, outra e mais outra estava se aproximando. Até que um dos loucos armados segurando uma bazuca mirou nos dois fugitivos, sem saber que irão ter uma imensa surpresa vinda com tudo por cima, mas debaixo daqueles destroços das turbinas de avião havia cinco caixas de explosivos e sem visão de qualquer um vê-la “ATIREM!” mandou um velho de cadeiras de rodas que começou a pirar pior que seus homens armados tendo em conta que nem sabe que estão numa caverna.
Assim que todos eles atiraram na vista que tinham, uma bala atingiu uma daquelas caixas de explosivos, causando a maior explosão que percebendo estavam dentro de uma caverna. Também os dois fugitivos foram arremessados pela explosão, causando também uma segunda explosão que desabou a caverna por completa, alguns estavam fugindo como loucos para sair vivos, mas mesmo assim são esmagados por grandes pedras, outros são levados pela avalanche e os dois fugitivos se levantaram rapidamente para continuar o caminho, mas o chão se desabou de baixo de seus pés e caíram há vários metros da superfície até que de repente o mais velho acordou naquele buraco escuro, sem muita iluminação e visibilidade do cenário. Imediatamente se esconderam de baixo das pedras que ninguém poderia vê-los pela primeira vez, os primeiros passaram diretamente pela cratera. "Calma, não atire... Pense um pouco! Estamos numa caverna" Disse aquele velho idoso abaixando a mão daquela jovem moça ruiva.
—Por favor, não podemos ficar aqui. — Disse a jovem moça ruiva estancando o sangue com a mão em sua perna direita.
—Não... Não desta vez. Desta vez, têm que haver um alguém para contar ao resto o que "você" viu lá dentro e aquela companhia fantasma. —Respondeu aquele velho idoso e ele era cinquenta anos mais velho do que a moça.
—Eles não sabem onde cairmos, por favor, eu não eu quero ficar sozinha. —Respondeu a moça ruiva.
—Me encoste na esta parede, por favor. —Pediu aquele idoso.
Os homens do segundo grupo ainda continuaram caçando os dois fugitivos (eles) que vasculham por todos os cantos daquela caverna, de cima a baixo, os dois não fizeram barulho até que todos passem diretamente por eles, olhando aquele buraco nada poderia sobreviver naquela queda e, eles continuaram indo em direção a outros caminhos seguindo o restante daqueles homens com armas e tudo que for usado com armas de matar um homem.
—Eles não vão parar de nos seguir até que estejamos mortos. Você têm os olhos de sua mãe sabia?—Disse aquele idoso.
—Como era minha mãe?—Perguntou a jovem moça ruiva encostando sua cabeça no seu peito.
—Sua mãe era incrível... Mas antes dela, eu tive uma bela esposa e um filho. Ele deve estar por ai agora. Ou simplesmente... Não sobreviveu. —Respondeu novamente idoso.
—Era muito bonita?—Perguntou novamente a jovem moça ruiva que começa a lacrimejar.
—E como ela era... Antes que me hora chegue sim ou não, eu te contarei uma história, apesar de eu AINDA estar vivo todos esses anos com o segredo deles. —Respondeu mais uma vez aquele idoso.
—Não posso perder você, você é a única coisa que me restou do Vilarejo. —Respondeu mais uma vez a jovem moça ruiva.
—Nunca abandonar... —Respondeu pela última vez o velho idoso que pegou o último cartucho de bala de arma e deu como troco de algo bem maior olhando diretamente nos olhos um do outro.
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