O Último De Nós
9 Capítulo 8 Sangue inocente derramado/2033
Notas iniciais
Uma explosão acontece após outra, as pessoas das comunidades (Metro) corriam desesperadas em tumultos, naquele momento, Liam se levantou daquele chão. Ele pegou uma metralhadora e passou para o seu peito enquanto havia caos ao redor, em seguida outra explosão havia acontecido. Ele gritou pelo nome “Ellie” várias e várias vezes, mas no meio daquela confusão, caos, desesperança e medo ela ouviu Liam chamar seu nome.
O bebê estava chorando nos braços de Ellie, de repente, uma madeira em chamas caiu em cima dela, Thomas e o restante das equipes e soldados estavam ocupados no combate, a cabeça de Liam voltou a ser invadida por todas as coisas sem sentido. Liam lutava para não ver aquelas coisas, gritando com toda altura ele conseguiu afastar o lado mal da escuridão da mente e ouviu Ellie pedindo socorro.
—ELLIE!—Gritou Liam novamente o nome dela desesperado.
De repente, o teto caiu naquele momento no meio do caminho, a fumaça o cegava, ao mesmo tempo o deixava também com dificuldade de respirar e os soldados da Selto disseram seu nome "Liam, Alto!" Os soldados atiram contra Liam, mas ele rapidamente se jogou atrás das caixas e outro soldado disse para seu companheiro "Rápido, procurem por ele!" Aqueles soldados começam a procurá-lo onde havia se jogado, mas não estava ali e continuou trocando de esconderijo em esconderijo.
Liam havia levado um tiro, mas com a escuridão tentando entrar nas profundezas de sua mente, era difícil de combater o inimigo e salvar Ellie e seu bebê. Entre os dois caminhos, um deles não seria possível fazer...
06 HORAS ANTES...
Liam estava sentado em sua poltrona, descansando seu corpo, sua mente, tudo que havia passado dias antes, estava acabado. O bebê chorava no seu berço, Ellie fazia o jantar para ele e seu irmão que estava deitado no sofá. De repente, alguém bateu na porta, e Ellie atendeu sabendo quem era aquela voz jovem. Era Julia, sua melhor amiga havia trazido alguns pães "Olha o que eu trouxe direto pra vocês, alguns pães quentinhos." As risadas fizeram Liam acordar, ele ainda estava fraco, então Ellie chamou Julia para entrar e quando ela entrou...
Julia alegremente viu o pequeno filho deles, ela perguntou para Ellie "Será que... Eu. Eu posso?" Ellie com aquela cara de sabida, não respondeu e sua amiga havia pegado o bebê e o colocou nos braços. Com apenas uma semana de vida, com aqueles belos olhos, olhou para Julia, e começou a chorar novamente. "Ele deve estar com fome agora, eu vou amamentá-lo." Disse Ellie e de repente, Thomas acordou com uma ressaca pedindo um corpo de água e Julia o respondeu "Você ainda continua preguiçoso, levante...”.
Mais tarde, Liam acordou, ele se levantou de sua poltrona. Saiu para passear nas comunidades, se encontrando com Ellie e Julia fazendo compras na feira. Ele ajudou com as sacolas até em casa, quando seu irmão Thomas o chamou alguns metros na escadaria "Liam, vamos comprar mais munição, temos poucas. Encontre-me no Wall Groa em 15 minutos." Liam o respondeu rapidamente abrindo a porta "Eu já estou indo, vai na frente."
Quando ele entrou e fechou a porta, o cheiro do jantar estava deliciosamente gostoso, porem, Ellie bateu em sua mão para não olhar a surpresa, dando lhe o bebê no colo. Liam se sentou na poltrona e brincou alguns instantes. "Amor, pode pegar as batatas na sacola." Pediu Ellie que estava retirando algumas das compras das sacolas, vendo as sacolas, ele as procurou e encontrando as batatas, deixou em cima da pia ao lado de Ellie.
Depois de ajudar Ellie e Julia, saiu de casa para ir até o Wall Groa se encontrar com seu irmão Thomas, andando e cumprimentando alguns amigos, ele o encontrou sentado bebendo uma cerveja. "E então... Vamos lá?" Perguntou Liam para seu irmão.
Naquele momento, quando entramos na fila para comprar algumas munições, estava um caos para aqueles que estavam mais de duas horas tentando comprar qualquer coisa, uma mesa próxima logo Thomas deixou aquela sua mochila dela.
Parecia estar bem cheia, realmente de quantas balas? Poderia de forma comprar ou abrir um bar... Quem sabe. Talvez eu queira atirar em que demora mais pra ter o necessário de segurança. Talvez eu queira ficar mesmo na fila ao em vez de atirar e ser executado na frente de todos. Pensei bem nisso... Quarenta minutos e só nos mexemos agora, eu acho que eu queria mesmo atirar e, depois eu seria executado, mas com essa demora EU estava quase surtando por dentro...
—Próximo! —Chamou Bob, o dono da loja de armas e munições.
O metro estava uma bagunça, ainda mais que com essa tempestade chuvosa que graças adeus não é a escuridão, aquilo me deixou apavorado, tentando esquecer a lógica de como a Selto conseguiu realmente e fisicamente abrir um tal portal. Eu devo estar ficando louco, pensando demais na lógica sem sentido. Eu podia sentir a escuridão nas estruturas ao redor, ela se alimenta de medo das pessoas, de seus sofrimentos passados que estão AINDA vivos e, mesmo assim, ela tentava me dizer algo, mas não sabia...
Meu irmão estava cansado, mas ele não desistia de sair da fila para comprar suas munições e, se bem que eu também queria comprar. Ele estava sempre com sua mochila meio aberta, de repente, um jovem de capuz nos tomou dela e saiu correndo rapidamente e, Thomas disse desesperadamente "PEGUEM-NO!" algumas pessoas tentavam agarrá-lo, mas era muito habilidoso nos reflexos, não havia ninguém como ele...
Era jovem, porem não conseguiríamos pegá-lo, enquanto Thomas ia atrás deles no meio daquela multidão para pegar sua mochila, peguei um atalho. Eu podia vê-los correndo debaixo de mim, só mais alguns atalhos e estava quase na frente dela. De repente, o jovem e pequeno ladrão havia deixado meu irmão para trás, mas eu não. Eu continuei atrás dele, estava na sua cola e então pulei em cima dele e, consegui pegar a mochila. "Me solta, vai cara! Vai, vai!" Reclamou o encapuzado.
—Então só passeando, né, ladrãozinho? —Perguntou Thomas.
—Ladrãozinho? Eu sou uma garota seu velho... —Respondeu com aquela fina voz.
—Uma garota? Cara, fala sério... —Respondeu Liam.
—Vai saindo daqui, garota... Vá arrumar um trabalho! —Respondeu Thomas lhe mandando fazer algo.
Quando Liam e Thomas retornaram para a feira, entrando na fila para comprar munições, não acreditavam que haviam perdido o lugar. A fila estava enorme, parecia que levaria mais algum tempo. Perdendo tempo com a jovem garota que havia roubado a mochila, meia hora mais tarde, finalmente conseguiram comprar o que deveriam ter comprado, Liam voltou pra casa e Ellie estava preparando o jantar.
—Oi amor. —Disse Ellie quando olhou para trás e beijou Liam.
—Oi amor. —Respondeu Liam.
—Onde estavam desta vez? —Perguntou Julia com o bebê nos braços.
—Pegar algumas... Munições por ai. —Respondeu Liam se sentando na poltrona.
—Está quase pronto, cadê seu irmão? Vamos todos jantar hoje juntos. Hoje será uma noite só de vocês dois, e eu fiz um prato especial. —Avisou Ellie mexendo a colher de sopa naquela janela.
—Deve ta por ai... Quem mais vem? —Perguntou novamente Liam para Ellie.
—Papai, Bob, Julia que está aqui, Robert, Mathias, Andreas e seu irmão. —Respondeu Ellie outra vez.
—Saquei... —Respondeu Liam pela última vez.
Eu estava sentado com o resto de todos os nossos conhecidos, Bob, Julia, Robert, Mathias, Andreas, o Pai de minha mulher e quem não podia faltar? Não podia faltar por que era uma pessoa valiosa... Thomas. Ele chegou na hora certa do jantar, lavou rapidamente sua mão, Ellie pediu para ele fazer a oração, pois quem chega atrasado sempre faz à Oração primeiro, e ele começou a dizer as belas palavras na mesa "Obrigado Senhor todo poderoso, por estes alimentos que vamos tomar agora. Eles nos sustentarão dando ao nosso corpo a saúde e a resistência para o trabalho diário. Que eles sirvam também para nos dar disposição em servir aos mais fracos que estão por ai perdidos, aos que não têm saúde, aos que precisam de ajuda neste mundo em ruínas. Alimentai, Senhor, o nosso espírito para que saibamos usar bem o nosso corpo e, vivendo em comunhão constante com os irmãos e convosco, cheguemos a participar do banquete celeste, preparado por Cristo, nosso Senhor! Amém."
Quando todos abriram seus olhos, se servimos para o banquete especial de minha mulher, a comida dela é sempre gostosa, as nossas bebidas não são como as antecessores, não podiam fazer tanto efeito. Nos deixando bêbados, e expor como malucos sem rumos na causa da bebida. Não, não havia mais isso. Havia um pouco de quantidade, mas não nos alterava... A vira era diferente, calma, mas com alguns buracos que nunca podem ser fechadas, podemos resolver. Conversando com elas...
—Bom, este é nosso lar, ainda bem que fizemos todos juntos... Ficar na selva é muito difícil, estava com saudade de comer essa sua comida. —Disse Mathias e todos na mesa riram.
—Ainda bem mesmo, senão você não iriam comer esse belo banquete. Ellie cozinha como a mãe dela, juntas eram maravilhosas no bate papo e cozinhando rindo. —Respondeu o Pai de Ellie.
—Papai, não... Não é hora de contar passados. Alias está tarde, gostaram do rango de hoje? —Respondeu e perguntou Ellie.
—Verdade. Já ta tarde mesmo, bem, eu vou indo pra cama. Tchau pra todos vocês. —Avisou Mathias se levantando.
Depois que todos os nossos convidados foram embora, apenas Thomas ficou no sofá. Ele não tem jeito. Ela adora aquele meu sofá mesmo, eu poderia dar pra ele, mas como não tem casa pra isso mora comigo...
E onde eu estava? Pra falar na verdade eu não posso contar essa parte, já que Thomas e, outras devem estar pensando o que seria aquele barulho da cama? Pensei em borboletas voando num jardim, pessoas pulando em um grande trampolim. É pra pensar nisso, e não em outra coisa...
De repente, meu irmão bateu na porta duas vezes e meu perguntou se estávamos dormindo e o respondi com toda certeza que não era só aquilo "Você não veio só pra me perguntar se estamos dormindo não é?" Era um momento de daqueles especiais, não podíamos parar algo como aquilo, quando terminamos nossa bela experiência juntos mais uma vez, descansamos por alguns instantes.
Eu fui até a cozinha parar beber um pouco da água, aquilo cansa, mas é gostoso. Tivesse que sair um pouco, passear pelas multidões. Numa loja comprei um queijo, precisava comer algo naquele momento. Não havia muitas pessoas no meio daquela madrugada, mas de repente, podíamos sentir algo pesado tremendo tudo ao nosso redor, e o que seria? Chamei Thomas pelo rádio velho e ele me respondeu “Eu não sei o que é isso, esteja preparado!”.
No meio do caminho correndo, me encontrei com Mathias e lhe perguntei o que é essa tremedeira toda "O que é isso?" Não sabíamos o que seria. Só sabemos que agora, estava realmente muito, muito mais perto agora. Estávamos indo pra casa, os moradores saíram pra ver o que era e naquele momento, os vagões de trem atravessaram a parede do outro lado da comunidade, ralando se no chão, atropelando toda a feirinha e pararam imediatamente.
A poeira nos deixou cegos por alguns segundos, e naquele momento, ouvimos disparos, os disparos mais altos que já ouvimos. Algo estava indo a nossa direção, aquelas luzes iluminou tudo e revelando entre os destroços da feirinha e a poeira. Era a Selto na comunidade.
—Mas que merda. Com eles nos acharam?—Perguntou Mathias.
—Eu não! Mas pegue as armas e chamem todos que poderem. —Mandou Liam.
Quando viram Liam, o sistema reconheceu seu rosto, seu sexo, suas habilidades e sua voz. Naquele momento, a Selto disparou contras ele. Liam se escondeu numa pequena lojinha de laranjas e lá, Mathias jogou suas armas e para os outros o mesmo. Os soldados estavam perto, no sinal de comando de Liam, eles imediatamente contra ataca.
—Senhor, achamos Liam e seu irmão. —Avisou um soldado via comunicador para uma pessoa desconhecida.
—Ótimo, inicie a Operação com seus homens. —Respondeu o misterioso homem via comunicador.
A porta foi aberta a força, Ellie estava assustada com o bebê chorando, me perguntando o que estava acontecendo e, naquele momento, uma explosão nos assustou. Thomas atravessou a parede com tudo, um soldado da Selto estava em cima dele tentando eletrocutá-lo.
—Uma ajuda SERIA legal agora! —Disser Thomas tentando não ser tocado por aquela arma de choque.
Eu se confrontei com o soldado, me joguei em cima dele, tentando pegar a arma, mas era muito mais forte, então fechei minhas pernas na sua cintura para ficar mais difícil de respirar, estava começando a ficar desorientado enquanto Ellie procurava a arma, outro soldado invadiu nossa casa. Thomas lutou contra ele e mais outro que havia chegado ao seu lado, lhe dando um disparo com arma de choque e gritei para Ellie desesperado "Ellie, atira amor!" Numa situação complicada um quarto soldado invadiu, Ellie atirou na sua cabeça, virou para o soldado que estava desorientado e atirou nele.
—Muito bem amor... Muito bem, agora sai daqui com os outros. Mathias, lidere eles os túneis. —Disse Liam dando sua ordem.
—Venha. —Respondeu Mathias.
Ellie estava fugindo com nosso bebê para se salvarem, junto com outras pessoas que estavam também indo para os túneis, nossa comunidade estava sendo destruída, tudo estava em chamas. Se a maldita Selto quer me capturar, não deveriam começar assim, a morte de milhares por nada fizeram contra eles. Lutei ao lado de meus companheiros, mas eram muitos soldados invadindo o metro.
De repente, eu fui surpreendido, os soldados começaram a jogar granadas de gás, alguns usaram máscaras, não sabia onde estava a minha com tanta bagunça, corpos nos chão e pessoas correndo sendo executadas a cada passo que davam pra saírem daquele confronto. Eu estava quase perdendo a consciência, sem a máscara eles me levariam, mas naquele momento com minha visão embaçada...
Thomas havia me levantado, ele colocou sua máscara de gás em mim, deu a arma para continuar a defender as comunidades. "O que você ta fazendo? Coloque sua máscara! Não vai sobreviver com ela." Disse eu para Thomas e me respondeu com clareza "Escuta aqui irmãozinho, eu não vou deixar seu filho perder o seu pai, como ele é! Agora vá com Ellie e viver a vida." Olhei para meu irmão com toda certeza que seria a última vez que veria seu rosto...
Eu corri para o túnel onde estava todo mundo indo, mais soldados no meu caminho, alguns desceram pelas escadas e alguns me perseguiram. De repente, eles são mortos a disparos. Quem os matou? Olhei para o cima e vi aquele homem misterioso indo para as sombras, ele estava com a mesma roupa igual ao do boneco que vimos no terraço. Em Underground sim, ele era. Mas o que estava fazendo? Ele nos seguiu até me casa e não notamos isso...
—Mas que diabos é você?! —Perguntei a ele irritado.
—Se quer sobreviver, vá atrás de sua família. —Respondeu aquele homem encapuzado.
De repente, mais soldados estavam na minha cola, eu corria com tudo o que tinha, consegui despistá-los, eu fiquei procurado pelo sujeito encapuzado, mas não o vi mais e, simplesmente o teto desabou atrás de mim. Era ele, ele sabia que a Selto estava me perseguindo naquele momento. "ALTO! É o Liam, atirem!" Ordenou um soldado quando se depararam comigo correndo, disparam com tudo o que tinham e continuei correndo e, eu vi as pessoas recebendo suas máscaras pra saírem de dentro do Metro.
Uma explosão acontece após outra, as pessoas das comunidades (Metro) corriam desesperadas em tumultos, naquele momento, Liam se levantou daquele chão. Ele pegou uma metralhadora e passou para o seu peito enquanto havia caos ao redor, em seguida outra explosão havia acontecido. Ele gritou pelo nome “Ellie” várias e várias vezes, mas no meio daquela confusão, caos, desesperança e medo ela ouviu Liam chamar seu nome.
O bebê estava chorando nos braços de Ellie, de repente, uma madeira em chamas caiu em cima dela, Thomas e o restante das equipes e soldados estavam ocupados no combate, a cabeça de Liam voltou a ser invadida por todas as coisas sem sentido. Liam lutava para não ver aquelas coisas, gritando com toda altura ele conseguiu afastar o lado mal da escuridão da mente e ouviu Ellie pedindo socorro.
—ELLIE!—Gritou Liam novamente o nome dela desesperado.
De repente, o teto caiu naquele momento no meio do caminho, a fumaça o cegava, ao mesmo tempo o deixava também com dificuldade de respirar e os soldados da Selto disseram seu nome "Liam, Alto!" Os soldados atiram contra Liam, mas ele rapidamente se jogou atrás das caixas e outro soldado disse para seu companheiro "Rápido, procurem por ele!" Aqueles soldados começam a procurá-lo onde havia se jogado, mas não estava ali e continuou trocando de esconderijo em esconderijo.
Liam havia levado um tiro, mas com a escuridão tentando entrar nas profundezas de sua mente, era difícil de combater o inimigo e salvar Ellie e seu bebê. Entre os dois caminhos, um deles não seria possível fazer...
Naquele momento, ele escolheu se arriscar, enfrentou os soldados sozinhos e, de repente, levou um choque nas costas. Os soldados disparam seus choques, Ouvia o bebê chorando, um dos soldados havia tocado na criança e naquele momento, Liam teve uma força pra se levantar mesmo levando choque pelo corpo. Avançou ferozmente contra aquele soldado que tocou no seu filho, com muita raiva pegou uma arma de choque e disparou na boca naquele soldado.
Thomas e outros chegaram atirando com tudo, Ellie teve queimaduras sérias nos braços e nas pernas, o bebê não teve nenhum contato com o fogo, mas Mathias a levantou.
—Eu quero que sai agora, salve-se amor. Dê ao nosso filho um boa vida. Eu te amo. —Disse Liam aquelas palavras.
—Eu também te amo, te amo muito. —Respondeu Ellie ferida segurando o bebê.
As comunidades começaram a se desabar, a Selto ainda me procurava por algum motivo, aquela companhia desgraçada vai pagar pelo que fez. Vai pagar por um preço que o mundo não pode dar, milhares de vidas perdidas no incêndio. Meus olhos se encheram de lágrimas, quando de repente, ouvi disparos do outro lado e disse " Ellie..." Quando eu cheguei, vi que Mathias havia levado tiros no corpo e me contou que a Selto a pegou. E uma nave de guerra se levantou afastando tudo solto no chão.
Peguei uma arma e disparei várias vezes gritando o nome de Ellie, de repente, uma metralhadora eles disparam contra mim, levei um ou seis tiros, mas continuei mesmo assim correndo, Minha pistola havia acabado suas balas, estavam se preparando para dar um salto na velocidade máxima, mas eu não consegui resgatá-los. "Ellie! Nããããão!" Eu estava no alto daquela sacada, sem esperança de mais nada. Mais um conhecido morto, a Selto agora passou dos limites. Estava na hora de começar a caçada...
Por meses procurei Ellie e meu filho pelo mundo, mas eu nunca consegui encontrá-los, a Selto realmente usaria pra me capturar de todo jeito, a caçada continuou mesmo nas situações complicadas e depressivas que eu pensava que nunca estariam com aqueles e outros lugares que a Selto se escondia. Em um dia comum como qualquer outro, estava no alto daquelas montanhas da Malásia, olhando para a foto de Ellie, a única foto...
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