O Último De Nós

3 Capítulo 2 Selvagens São Selvagens- 2033


Notas iniciais
Mais capítulo e boa leitura ;) (NÃO) se esqueça de comentar, acompanhar ou simplesmente favoritar. "Em testes de criatividade, pode me mandar msg no MP´"

Os animais e as vegetações sobreviveram ao alto nível de vazamento de metais tóxicos, ninguém pode desprezar a incrível força regeneradora da grande mãe natureza, mas aquelas espetaculares construções da humanidade, hoje, elas se encontram cobertas pelas imensuráveis formas da vegetação, encontradas em meio densas florestas e rapidamente um homem e uma mulher estão correndo nesta vasta vegetação e, se camuflaram totalmente entre as árvores.

Uma verdadeira vastidão de florestas verdes, por lá, estranhas coisas acontecem, de repente aquele homem e aquela mulher de capuzes avistam um cervo. Aquele cervo estava parado comendo a grama, e entre as árvores escondido estava àquela fina ponta de arco flecha bem na mira naquele cervo. Os ventos do Leste assoprava por aqueles galhos, um silêncio mórbido até que de repente a flecha é lançada e mulher acertou em cheio na cabeça do cervo que simplesmente morreu na hora.

Na bela vista dos arranha-céus de Nova York, a cidade estava na elevação do nível do mar de um Oceano de concreto, o asfalto não deixava passar muito absorver algumas áreas com águas. Sem energia elétrica por anos, as bombas de sucção que impediriam inúmeras inundações nos metros não funcionam mais desde 2025 “O Sol já está se pondo." Disse Ellie com seu arco flecha para Liam que estava levando os restos do cervo e ele respondeu "Então vamos correr...".

Liam e Ellie correm dentro daquela densa floresta, Ellie corre mais pra frente para saber que o caminho ainda continua livre e seguro. Enquanto Liam carrega o jantar, os uivos dos lobos são ouvidos há distâncias no mínimo 2 km deles. Quando os dois pararam por um instante, pegam um atalho e Liam deixa um falso rastro de sangue com o sangue daquele cervo. Os dois tiveram que ir sob instinto, os lobo estavam cada vez mais perto e, Ellie chamou Liam para continuar o caminho.

Enquanto corriam em direção à cidade dominada pela floresta, os lobos logo perceberam que não é o que eles realmente querem, os rastros são vistos e rapidamente seguem elas até terem uma vista dos dois. Ellie escutou os uivos, olhou para trás e atirou naquela mínima distância perfeitamente e quando Liam parar de carregar para ajudar Ellie, os dois recuam para trás até que naquele momento desesperador...

Os dois escorregaram daquela montanha de destroços de tudo, misturada com terra e trepadeiras. Naquele instante as blusas de Liam e Ellie se enroscam nos galhos de árvores, os lobos tentam desce, mas com grande dificuldade de descer, alguns escorregaram e caíram naquele mar de concreto “Atira!” Mandou Liam para que Ellie atira-se nos lobos, mas de repente alguns deles são mortos por estranhos homens de cima daqueles terraços. O último deles saltou para abocanhar Liam e assim, Ellie atirou na hora certa.

—Vocês estão bem?—Pergunto aquele homem negro há 15 metros acima deles em um dos terraços de prédio.

—Estamos!—Respondeu Liam.

Minutos após a fracassada caça dos lobos, Liam e Ellie estão no banco de trás do jipe, funcionando apenas por manivela, os terrenos são péssimos à noite, aqueles homens desceram até darem os restos de seu jantar.

—Não é... Muito seguro andar por estas florestas, pelo menos ninguém morreu hoje. —Respondeu outro homem.

—Obrigado, o nosso abrigo é logo depois daquelas montanhas. —Respondeu Liam.

—São da Divisão Um?—Perguntou Ellie.

—Nos éramos... Da Divisão Um. —Respondeu uma mulher descendo do veículo.

—A gente está seis meses do lado de fora, esses babacas da Cruz Vermelha nem nos contatam pelo rádio amador. —Respondeu um anão que em seguida jogou uma pedra naquele lago tóxico.

—A Companhia Cruz Vermelha nunca diz nada... —Respondeu Liam novamente.

—Bem, boa viagem até a volta pra casa. —Respondeu o anão.

Em outras horas mais na frente, o frio era de parar qualquer um, pois estava abaixo do 0°Graus, Ellie que estava atrás de Liam para que não pudesse pegar muito aquela rajada de vento ele, simplesmente as deu suas luvas para ela e também aquela toca "Não! Você precisa disso..." Respondeu Ellie, mas ao olhar diretamente para os olhos um do outro, Ellie pegou e a colocou em sua cabeça com seus cachos ruivos aquela toca e as aquelas luvas em suas mãos rapidamente.

—Só mais alguns duas horas... E, e estaremos em casa. —Respondeu Liam.

Os dois conseguem chegar ao ponto zero, um posto avançado abandonado marcado como entrada e saída, naquela tempestade de neve encontraram a entrada, levantaram com força aquela tampa de bueiro e desceram sobre as escadas que imediatamente se encontraram com Thomas "Isso é um cervo?" perguntou Thomas olhando com aquela cara de enjoado assim que olhou para a cabeça do cervo.

—Foi o que conseguimos pegar, Thomas... —Respondeu Liam.

—O jantar será daqui meia hora, rapazes. —Respondeu Ellie.

—Puxa vida, quem seria você sem a Ellie?—Perguntou Thomas.

—Um estranho qualquer... —Respondeu Liam novamente.

Os olhares estavam entre si, um belo toque de lábios e, um toque suave sobre aquelas curvas femininas Ellie e Liam estavam no seu momento fazendo sexo naquele colchão, suados enquanto a maioria trabalha por fora da cobertura e...

Já que praticamente as madeiras estão fora de serem produzidas pelas indústrias, tiveram algumas horas pra fazer o que sempre queriam antes, no dia seguinte Ellie, acordou e viu que Liam não estava na cama naquele momento então ela se levantou seminua olhando para seu reflexo, olhando naqueles belos olhos azuis até que Liam chegou.

—Onde esteve?—Perguntou Ellie.

—Pra caça. —Respondeu Liam.

No meio daquela densa floresta com sua bela vegetação, naquela manhã estava chovendo, Thomas, Liam e alguns homens andam calmamente por aquelas Chácaras. Todos eles armados com seus arcos-flechas.

—Ali... —Avisou um dos homens quando viu alguns cervos logo à frente.

—Ok, vamos nos espalhar... —Mandou Thomas.

—Silêncio... É melhor não fazerem tanto barulho, não queremos perder essa bela refeição... —Respondeu Julius atrás de uma árvore com aqueles outros companheiros.

Eles se aproximaram bastante até mesmo sete metros deles, mas quando se armaram para atirar suas flechas, de repente uma Leoa chegou de surpresa e todos se assustaram com a inesperada chegada de uma Leoa que ainda continuou torcendo o pescoço daquele cervo e, com outra surpresa uma família Leoninos estava presente. Naquele momento, ninguém fez movimentos brócolos, esperaram que a Leoa levasse o cervo após ver uma família bem unida para o café da manhã.

Em outra vasta região no meio daquela densa floresta vegetativa de verdes e musgos por todas as pedras, não tiveram outra escolha além de escalar uma montanha que poderia levá-los para o outro lado, um enorme vale que um dia foi uma cidade.

Quando chegaram ao topo naquela montanha com árvores e tudo, avistam a tocha da estátua da liberdade soterrada entre um Oceano de concreto e a densa floresta vermelha que era uma bela das maravilhas do mundo, mas mesmo assim bela era assustadora de fato por verem crânios pendurados nos galhos de algumas árvores, pedras marcadas o que seria sangue humano ou de cervo como aviso de constante perigo.

—Vocês sabem por que não podemos atravessar os limites da cobertura, é errado. —Avisou James com medo ao ver sangue com símbolos nas pedras.

Naquele estranho momento, não era adequado atravessar os limites, mas por um instante eu pensei ter visto um alguém parado do meu lado quando estávamos nos armando novamente, eu senti como se estivéssemos sendo observados. Todos sentiram a mesma sensação como eu a senti, tivemos calafrios frequentemente ao longo dos 3 km fora dos limites, alguma coisa estava nos perseguindo desde aqueles limites...

—Esperem... —Avisou Thomas para todos.

—O quê foi? —Perguntou o jovem Miller atento, ele estava prestando atenção além dos pingos.

—Aquela pedra ali, me passe ela. —Pediu Thomas uma pedra para seu irmão Liam.

—O que vai fazer? —Perguntou Liam.

—Olhem e vocês verão... —Respondeu Thomas que imediatamente atacou aquela pedra em algo.

De repente um grande susto que quase fizeram correr, mas após verem direito no caminho estava uma incrível armadilha feita de ossos. Sabiam que não era uma boa ideia atravessarem os limites, mas quando olharam para trás...

Havia uma criança de costas para eles, aquilo era extremante bizarro e assustador. Uma criança parada atrás deles logo de costas não souberam para onde ir, naquele momento que andaram afastando se dele para o lado até que de repente...

Outra armadilha foi ativada por alguém, James foi capturado, puxado até os galhos dos 25 metros de altura, Thomas capturado por uma espécie de jaula que foi arrastado para longe de todo o resto também ativou as armadilhas e, Liam após ver todos serem capturados leva um ataque de surpresa pelas costas.

Não sabíamos se eram amigos, ou um grupo de sobreviventes selvagens, eu estava sendo arrastado naquele momento, podia ouvir aquelas batidas de tambores que estava há distância... Segundos depois, alguém estava batendo na minha cabeça com um chacoalho e aquilo estava me deixando maluco, mas ao mesmo tempo com medo. Estávamos vendados naquele momento, quando de repente ouvi um corte perfeito... Sabia que eles não eram sobreviventes qualquer, e sim índios que voltaram para sua vida anterior, caçadores de carnes e de invasores que pisaram em suas terras.

—Thomas! —Gritou Liam naquele tenso momento.

—Liam, cadê você?! Onde a gente está indo? —Perguntou Thomas para Liam, seu irmão.

—Eu não sei! Mas sei que isso não é bom! —Respondeu Liam ainda sendo arrastado.

Quando finalmente tiraram os sacos de suas cabeças, havia muitos selvagens naquele momento que todos começaram fazer sua estranha dança um ritual. Um ritual obscuro e sangrento, diferentemente de rituais aliadas que já viram eles, literalmente levantaram um dos forasteiros acorrentando até chegarem ao alto daquela montanha e lá, rasgaram sua roupa até ficar de cueca em publico “Mathias!” Gritou o jovem Miller e de repente levou um chute no rosto de surpresa.

—Fala sério... — Resmungou Thomas em voz baixo.

—Eles vão matá-lo! Nós temos que fazer alguma coisa. —Disse Miller desesperado.

—Não têm como salvá-lo, garoto... —Respondeu John.

—Deus, por favor... Eu não nunca mais vou roubar. —Disse Mathias confessando seus pecados.

Um homem alto de três metros de oitenta centímetros havia chegado naquele instante que Mathias começou a confessar seus pecados, toda aquela Tribo começou também em seguida a fazer cantorias para o ritual, Mathias fechou seus olhos, abaixou sua cabeça e foi ajoelhado à força por um dos selvagens. Aquele enorme homem de máscara e mostrando seus músculos para todos, pegou o machado que aquela criança lhe deu e, se preparando para executar o forasteiro, mas de repente...

Uma flecha atravessou no peito daquele enorme homem, vendo para seu peito que foi ferido, a flecha estava com um mecanismo explosivo e naquele momento, lhe explodiu todo. Os pedaços foram espalhados, até sujar os rostos de todo mundo ao redor da explosão, Liam olhou para Thomas com aquelas caras de curiosas até que Mathias se levantou com as mãos na cabeça.

—Ué... Quem detonou o king Kong? —perguntou curiosamente Mathias e...

Todos pegaram suas armas (LANÇAS & ARCOS-FLECHAS) quando de repente, os caçadores surgem atirando nos selvagens até alguns deles serem atingidos por flechas com veneno. Os mesmos caçadores que se encontraram com Liam, matam milhares, mas ao ver aquele negro (líder) é rapidamente levantado por ele e levado junto com os outros, são levado para longe daquela tribo e Thomas que olhou para trás viu tudo em chamas.

—Obrigado novamente. —Agradeceu Liam por ser ajudado novamente pelos caçadores.

—Que coincidência, não é? —Perguntou o líder.

—É. —Respondeu Liam.

—Bebam um pouco de água. —Ofereceu a moça dando uma garrafa de água.

—Aqueles loucos não vão nos atrapalhar mais, a gente tem que arrumar um novo abrigo... Há um posto avançado eu que daqui uns 20 km. —Respondeu o líder.

—Você quer dizer o “único” posto avançado na região que AINDA funciona. —Respondeu Thomas apontando o dedo para ande devem ir.

—Bem... Por ser o único funcionando, estão lembrados do vírus? —perguntou James.

—Eu me lembro... Me Deus todas aquelas as pessoas que tivemos protegê-las, elas estavam infectadas. Mulheres, crianças, idosos em más péssimos estados naqueles malditos hospitais e sabem o que era pior...? O pior daquele caos era não ter salvado minha mulher com nosso bebê de três meses na sua barriga! —Respondeu o líder novamente e, contando sua situação nos primeiros dias de contato.

—Você nunca nos disse isso... —Respondeu a moça.

—Não queriam que soubessem mesmo, mas agora sabem claro... —Respondeu pela última vez seu o líder e andou que de repente chutou aquela cadeira no penhasco.

A gente estava na beirada naquele penhasco, a vista de que a tribo estava em chamas, estavam loucos nos procurando ferozmente, mas o instinto nos fez mexer para podermos sair daquela região, e para irmos mais longe... Fomos o que tivemos de que fazer algo. Lutar para sobreviver...

Notas finais
Até o próximo capítulo e bye ;D (NÃO) se esqueça de comentar.