Notas iniciais
Aprenda uma coisa, cabeça de vampiro é igual rolha de garrafa de vinho! Um puxão e pop!

-Vai com calma Sophi! -Eu estava em cima dele, no meio da praia, todos os seus amigos olhando. Não me importava com isso, só queria ele.

-Desculpe, mas não existe calma no meu dicionario! -Eu continuava beijando ele, sentindo sua mão em minha cintura e sua língua em minha boca.

-Vamos para outro lugar então! -Ele falava com uma de suas sobrancelhas levantadas.

-O hotel em que estou fica a uma quadra daqui! -Olhava para ele enquanto me levantava, seus olhos reluziam a luz do sol.

-Bom, eu acho melhor a gente se conhecer primeiro e depois irmos pra cama! -Não conseguia para de olhar para ele, aqueles olhos, aquela boca, aquele cabelo, tudo. Tudo nele me encantava.

-Quem falou em “ir para cama” ? Só vamos nos conhecer no restaurante do hotel! -Peguei em sua mão e fomos em direção ao hote. Menti para ele, não iriamos ao restaurante, odiava a comida de lá. Mas precisava tirá-lo de lá, queria ficar sozinha em um grande quarto com ele. Chegamos até o hotel e o levei direto para o elevador.

-O restaurante fica nesse andar! -Joguei ele na parede e comecei a beijar seu pescoço, o elevador parou no andar do meu quarto, saímos do elevador, como pessoas civilizadas.

Chegamos no meu quarto, ele se sentou em minha cama e eu me sentei do seu lado, nos olhamos por uns 5 segundos e ele se jogou para trás em cima da cama.

-Então, vinhemos fazer o que aqui? -Ele se virou e me olhou.

-Eu te trouxe aqui pra fazer 2 coisas com você! Primeiro, vou te dar meu sangue -Ele ficou assustado e se levantou da cama- Segundo, eu vou quebrar o seu pescoço!

-Você tá maluca! -ele se levantou e foi em direção a porta, mas ela estava trancada- Abre essa porta, eu quero ir embora!

-Engraçado, porque no elevador, você dava bem animado! -Cheguei perto dele e mordi minha mão, dei meu sangue pra ele e logo depois quebrei seu pescoço- Pelo menos assim você cala a boca!

Coloquei ele deitado na cama, fui até o restaurante, precisava de alguém para o Nathaniel beber quando acordasse, fui até a cozinha e hipnotizei um garçom.

Quando Nathaniel acordou, eu estava com as presas cravadas no pescoço do garçom.

-Eu deixei um pouco pra você amor! Vai precisar! -Levei o garçom até ele, que ainda estava um pouco zonzo- Você sabe que quer!

-O que você fez comigo? Eu... só sinto cheiro de sangue! -Ele pegou o braço do garçom e enfiou suas presas.

Passaram-se 1....2....3 horas, e nós estávamos conversando, quando ouvi alguém bater na porta, fui abri-la.

-Alec! O que você esta fazendo aqui? -Alec foi entrando e me empurrando.

-Eu vim aqui para ver se você havia transformado ele, e dizer que Aro quer conversar com você! -Ele apenas entrou e verificou se eu havia transformado Nathaniel- Eu espero você na Itália!

-E se eu não for? O que você vai fazer Alec? Jogar essa sua nuvem preta pra cima de mim? -cheguei perto dele e arranquei a cabeça dele- Porque eu acho que não! -Levei o corpo dele até a banheira e coloquei fogo em seu corpo frio.

-O que você fez? -Nathaniel estava assustado, não iria explicar tudo a ele.

-Nathaniel, Nate... Aprenda uma coisa, cabeça de vampiro é igual rolha de garrafa de vinho! Um puxão e pop! -Sorri para ele e o puxei para fora do hotel, tinha certeza que Alec não estava sozinho, eu deveria ir para Itália, mas antes, tinha que deixar Nathaniel em um lugar seguro, ainda preciso pensar onde.Não poderia voltar a Forks, os Cullen me matariam! E não poderia continuar aqui, os Volturi iriam vir atrás de mim. Já sei para onde levaria Nathaniel, levaria ele para Mystic Falls!

Minha cidade natal, onde foi a ultima vez que tive uma paixão que me consumisse, uma paixão com perigos e cheia de aventuras. Mas ai tudo acabou quando o irmão dele, Klaus Mikaelson, enfiou um punhal em suas costas. Fazem 900 anos que não vejo ele, que não vejo o meu Kol.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.