Notas iniciais
Oi Gente! Aqui é a Renata, esse é meu primeiro capitulo que eu fiz junto com a Ju, ele é dedicado a adudinhalinda11 que recomendou essa Fic, obrigada fofa! E obrigada a todos que estão lendo e acompanhando.

Pov. Frank

Frank seguiu de mãos dadas com Hazel, o deus grego a sua frente.

Logo chegaram à praia.

Os quatro semideuses, que pareciam concentrados, estavam de frente de um homem.

O homem a sua frente, lhe fez parar de andar. Frank sentiu Hazel apertar mais forte sua mão.

Ele tinha cabelos pretos e desalinhados, olhos verde-mar, e a pele bronzeada. Frank estava olhando para a versão mais velha, de seu amigo, Percy. A semelhança era inegável.

Sem dúvida aquele era Poseidon, o deus dos mares, usando uma bermuda e uma camisa havaiana. O que nele, ficava até descolado.

Ter a ajuda de alguns deuses era ótimo, mas mesmo assim seria difícil.– pensou Frank. Quase suspirando.

Ele e Hazel se aproximaram do deus, junto com Apolo.

Os olhos de Annabeth estavam levemente marejados.

–Olá Frank Zang. –disse Poseidon. Frank nunca se acostumaria com o fato de os deuses saberem seu nome.

Até o modo casual e simpático que Poseidon disse “Olá” lembrava Percy. Então Frank retribuiu do melhor jeito que pode mesmo estando completamente atordoado com a semelhança entre pai e filho.

Poseidon se ofereceu para ajudá-los a chegar até um lugar próximo a Atenas, mas não ia poder lutar com os gigantes, pois Atenas era a cidade de sua rival. Atena teria que o perdoar, o que não parecia uma opção, pois Atena nutria um ódio descomunal por Poseidon. Atena havia o expulsado para sempre de lá. Poseidon parecia imensamente perturbado. Frank percebeu, ele se importava com o filho. Frank até sentiu ciúmes, logo, se sentiu um tolo por isso.

Apolo disse que ele e Hestia ajudariam contra os gigantes, Hermes e Baco ajudariam lá no acampamento. Talvez quem sabe os convenceriam a parar a estúpida e desnecessária guerra.

Era uma grande ajuda, mas não era o suficiente para derrotar os 9 gigantes restantes.

– Afrodite e Nêmesis também não está esquizofrênica – Disse Hazel – Elas podiam ajudar.

Poseidon esboçou um sorriso debochado. Ele não parecia ter fé no plano da namorada de Frank.

– Vou tentar entrar em contato com elas – Disse Apolo, esperançoso, enquanto ajudava a curar o ombro de Piper. – Avisem seus amigos dos nossos planos. Talvez, a influencia de vocês seja maior nos acampamentos que a nossa.

Frank sentiu Leo se encolher, culpado.

Frank lançou um sorriso a Leo. Que queria dizer algo do gênero: Ei, calma, não foi sua culpa. Afinal, você estava possuído.

Frank não sabe se sua mensagem foi capitada com hesito.

Se eles ao menos soubessem o que Leo tinha feito...

Saberiam que os romanos, não entenderiam com facilidade.

Pov. Annabeth

Era muito difícil estar ali. Na presença de Poseidon. Annabeth assim que o viu chegar na praia, pensou que não conseguiria encarar o deus.

No final, ela não conseguia tirar os olhos dos dele. Eram iguais o de Percy. Ai ela soube, ela não podia desistir. Ela sabia muito bem, que se fosse ela quem tivesse ficado no lugar de Percy, ele nunca a deixaria na mão. Não são todas as pessoas que se jogam no Tártaro com você.

Annabeth ficou contente com a ajuda dos deuses, mas uma ideia a deixa irrequieta. Podia ser um plano tolo, mas era um plano, certo? Era o único que ela tinha até agora. Tinha que servir.

– Sabe, eu tenho uma ideia para tirar os deuses da esquizofrenia, para escolherem um lado – Começou Annabeth captando a atenção de todos. A palavraideia despertava esse sentimento. – Plutão e Marte apareceram lúcidos por um tempo quando a Hazel e o Frank deixaram eles orgulhosos, certo?

– Certo – Respondeu Hazel confusa e esperançosa.

Todos na verdade a encaram confusos e esperançosos, inclusive os deuses.

– Então quem sabe se a gente deixa-se eles muito orgulhosos, eles ficassem lúcidos por mais tempo – Concluiu Annabeth.

Um momento de silencio. O coração de Annabeth começou a bater mais forte. Por que ninguém falava nada?

– É uma boa ideia, mas como fazemos isso? – Perguntou Jason.

Annabeth quase suspirou aliviada.

– Isso são vocês quem sabem – Respondeu Annabeth.-Sei que seus pais falam com vocês as vezes, pode ser raro, mas eles sempre dizem alguma coisa.

Dessa vez, ninguém ficou tão animado.

Mas Annabeth sentiu que eles, apesar de não gostarem tanto da ideia, eles toparam.

Pov. Piper

Piper não gostou muito da ideia.

Ela sabia exatamente o que fazer. Hora da vergonha.

Agradar sua mãe.

Mesmo a mãe de Piper não estando esquizofrênica, era melhor fazer ela aparecer ali na ilha. Piper sabia o que deixaria sua mãe orgulhosa, ela não gostava nada da ideia, mas era o que teria que fazer. Piper foi para um canto afastado da ilha onde ninguém poderia vê-la e se concentrou o máximo que pode, fechou os olhos e pensou em todos os vestidos bonitos que já havia visto e eram muitos, lá em Hollywood quase todas as celebridades usam roupas lindas.

Uma das vantagens de ser filha de Afrodite, pensou Piper, é que se você pode simplesmente fazer roupas aparecerem em você. Contanto que estejam na moda.

Quando Piper abriu os olhos, um lindo vestido cor de rosa estava em suas mãos , rosa era a cor que Piper menos gostava, era o símbolo das Patricinhas, era perfeito para o plano. Ela repetiu com a maquiagem e com os sapatos. Ela vestiu tudo, colocou a maquiagem e arrumou o cabelo, esperou para ver se Afrodite aparecia, mas nada.

Ela teria que fazer algo mais drástico.

Ela teve vontade de rir. Todos os outros deveriam mostrar suas habilidades de luta, pensamento, força, agilidade e ela? Tinha que colocar vestidos.

Piper saiu de seu esconderijo, quase roxa de vergonha, andou até onde todos estavam e antes que perdesse a coragem com os olhares de seus amigos e os deuses sobre ela, deu um beijo em Jason.

– O que aconteceu com você Rainha da Beleza? – Perguntou Leo boquiaberto.

Piper fez o melhor para não corar. Leo não estava falando muito desde que o Argo afundou. Pelo menos agora disse uma frase completa.

– Nada, eu resolvi aceitar as dicas e moda da minha mãe — Menti, era o melhor que ela podia fazer. Se não desse certo...

Ela não tinha mais ideias.

– Finalmente – Diz uma voz feminina – Sabia que alguma hora você ia ouvir a voz da razão.

Piper se virou e encontrou com uma mulher linda. Linda como sempre. Sua beleza era tanta. A maravilhosa mulher a sua frente tinha cabelo de cabelo castanho com cachos e olhos que mudavam de cor a cada instante, Afrodite podia mudar de aparência a todo momento, mas Piper a reconheceria em qual quer lugar.

– Mãe! – Gritou Piper – Sabia que você viria. Você precisa ajudar a gente na luta contra Gaia.

Piper estava aliviada.

– Luta? Não valeu – Disse ela olhando as unhas – Mas se quiser ir ao shopping ou a um desfile pode contar comigo

– Mas você precisa salvar o mundo das roupas cafonas que eu aposto que ele usa – Piper diz desesperada

– Ah, pode ser que eu vá – Disse Afrodite, estralando os dedos e indo embora.

Bom, eu tentei pensou Piper.

Piper teve uma vontade louca de chorar.

Olhou para Poseidon. Ele veio até ela, a abraçou, a aninhou e disse que tudo ia ficar bem e Piper pensou que Percy era o semideus mais sortudo de todos.

–Não deu certo.- disse Piper a Annabeth quando a amiga se aproximou.

–Pelo menos sabemos que eles respondem. Obrigada por tentar Piper. Não sei se mais deuses vão nos ouvir. –Annabeth disse. –Agora vá se trocar. Vamos partir em meia hora. Poseidon vai nos deixar a um quilometro de Atenas.

–Tá bom.

Piper se virou para ir até a mata. Quando pegou um fragmento de conversa entre Jason e Annabeth.

–...Eu estava pensando – disse Annabeth – Se o Anti-Ares é o melhor gigante o Anti- Afrodite deve ser...

– O pior – Completa Jason.

Piper os encara, antes de virar e começar a correr. Ela sabe que eles estão certos e isso, a deixa apavorada.

Pov. Percy

Percy estava encarando a parede.

O que ele estava prestes a fazer podia tornar a sua estadia e de Thalia, insuportável.

Uma das fúrias estava os observando.

Percy é péssimo em planos. Todos eles já deram muito errado. Podiam dar de novo. Provavelmente vão dar.

Namorar uma filha de Atena tem suas vantagens, certo? Percy esperava que sim. Mesmo assim, Percy podia começar a tremer a qualquer segundo.

Era agora ou nunca. Percy passou dias observando os monstros trocarem de turno para que observassem eles. Neste exato momento, Percy sabe muito bem que a Fúria a as frente é o único monstro por perto.

–Estou com sede. – diz Percy fazendo sua voz sofrida e dolorida.

–E...?- diz a Fúria.

–Que estou morrendo. Gaia disse para não nos negar comida. Podem nos torturar, mas ela precisa de nos vivos. Sabe todo aquele lance de ressuscitar e tal — rebate Percy.

A Fúria revira os olhos.

Thalia o encara com interesse.

A Fúria se aproxima e vai dar água para Percy em sua boca, já que ele não pode usar suas mãos, que estão amarradas.

–Já disse que está linda hoje? – ele diz sorrindo.

A Fúria fica ereta e o encara confusa.

Percy usa os pés, para derrubar a Fúria no chão e molhar a parte no final da corrente, que não é feira de aço celestial. É apenas um ferro velho, enferrujada, feito pelos mortais há muito tempo atrás e decadente.

Ele consegue. Percy faz a água congelar e quebra a corrente, com facilidade. Ele se solta e se levanta com dificuldade, cambaleando, se afastando da Fúria.

Ele mal se aguenta em pé. A Fúria levante e o encara.

–Semideus, acha que conseguirá escapar- ela o desafia.

–Tecnicamente falando. Já escapei. –Fala ele olhando para as correntes quebradas. — Isso é meio de segunda mão. Já que somos prisioneiros de Gaia, que é tipo a mãe dos deuses. Merecemos um luxo maior. Tipo, cara vocês deviam ter uma segurança um pouco melhor. Gaia anda de TPM ultimamente. Esse negocio de dominar o mundo, parece realmente exaustivo. – Reflete ele.

Ele nunca esteve tão cansado. Seus joelhos estão quase cedendo. Ele mal sabe onde achou forças para falar. Mas não era agora que ele ia deixar Thalia na mão.

O esforço de quebrar a corrente + um tempo no tártaro + tortura = Percy completamente detonado.

A Fúria está irada. Ela vai avançar em Percy mais ele já estava pronto para isso. Ele penetra a Fúria por trás usando um pedaço de gelo pontudo. Não é suficiente para matá-la, mas vai a deixar inerte por alguns minutos.

Os joelhos dele cederam, mas por algum milagre ele se levantou e corre até onde a Fúria pendurou as chaves das correntes.

–Nunca pensei que fosse dizer isso, mas isso foi brilhante Percy!- diz Thalia surpresa.

Percy não consegue responder. Depois de pegar as chaves, ele libertou Thalia.

Os dois se davam apoio. Estavam péssimos, mal conseguiam correr e não tinham armas. Estavam livres. Eles tinham cinco minutos para fugir. Era agora, ou nunca.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo. Comentem!