Notas iniciais
Oe mina-san! Finalmente o último capítulo! Minhas sinceras descupas por demorar tanto, afinal não tem porque enrolar tanto assim. Não é um capítulo tão meloso como o anterior, e talvez muitos não considerem um final digno, mas é um final e toda FIC precisa de um, estou orgulhosa por ter concluído. Enjoy!

O casamento ocorreu no jardim da casa dos Briefs. Bulma convidou todos os seus amigos e Vegeta conseguiu contato com o seu irmão Tarble e esse veio para a festa deixando todos petrificados, o rapaz era aproximadamente 10 anos mais novo do que ele, e embora idêntico na aparência era gentil e cordial, completamente oposto do irmão mais velho. Ele teria sido a atração principal da festa se não fosse Goku aparecer do outro mundo, ele havia conseguido permissão dos Kayos para passar mais um dia na Terra mesmo depois de morto e escolheu o dia do casamento dos seus amigos. Chi-chi e Gohan choraram muito ao vê-lo e o pequeno Goten que não o conhecia olhava desconfiado para ele, mas depois tudo ficou em paz, a família mais querida estava novamente reunida.

Bulma estava felicíssima e radiante, ela parecia iluminada no dia do seu casamento, tudo estava perfeito como ela queria, como ela sempre sonhou que seria, somente com algumas mudanças, ele estava se casando com o homem mais lindo de outro planeta e o filho deles levava as alianças. Vegeta estava com a cara de poucos amigos de sempre, mas nem por isso ele estava mal humorado, é que tantos anos com uma carranca seria difícil de arrancar assim de uma hora para outra, por mais que quando estava com Bulma ou Trunks ele mostrava um lado dele que ninguém nunca havia visto e nem veria.

Depois da cerimônia, todos reuniram-se para comer e conversar. As crianças foram brincar correndo por todos os lados. Vegeta e Bulma estavam sentados na mesma mesa junto com Chi-chi, Goku, Tarble e sua exótica esposa Gure. Bulma estava agarrada ao pescoço do marido, mimando-o o tempo todo, dando a comida na sua boca e não perdendo nenhum movimento ou palavra dele. Ele, obviamente, adorava toda aquela atenção, mas em público ele ficava muito constrangido, chegando a ficar vermelho, o que era mais um motivo para a zoação dos amigos, era realmente muito engraçado ver o orgulhoso Príncipe dos Saiyajins nas mãos de uma mulher, mas ninguém poderia negar que eles combinavam perfeitamente um com o outro.

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Muitos anos depois

Vegeta estava diante do espelho, ele passara espuma de no rosto e agora barbeava-se. Sua tentativa de parecer mais jovem e descolado usando um bigode fora totalmente frustrada por Bra, sua filha caçula, que riu abertamente da cara dele dizendo que ele estava ridículo. Se fosse em outros tempos, ele teria pulverizado qualquer ser que ousasse rir dele, mas tratando-se da sua pequena e mimada filha isso era impossível. Além de ser idêntica fisicamente à mãe, a menina parecia ter o total controle sobre o pai, fazendo-o de chofer para as suas compras no shopping e outras atividades juvenis. Vegeta odiava, mas não conseguia falar não para a sua princesinha.

Ao sair do banheiro passou pela cozinha, Bulma estava lavando a louça e cantarolava distraída. Ele não queria que ela visse que ele tinha tirado o bigode que ele levou tanto tempo para deixar crescer só pela implicância de Bra, então passou direto por ela.

— Vegeta, você tirou o bigode!

Era incrível como Bulma sabia de tudo, sem mesmo olhar para ele. Ele deu mais alguns passos e parou no limite da porta olhando para ela.

— Ficou bem melhor assim! – ela disse o elogiando.

— É mesmo? – ele disse maliciosamente passando a mão sobre o queixo, porém não percebeu que Chic-chi estava no outro cômodo olhando diretamente para ele, ele ficou com muita vergonha pois nunca agia abertamente perto de nenhuma outra pessoa que não fosse a sua família, então corou e fugiu envergonhado para o corredor. Se a esposa do Kakarotto contasse o que havia presenciado para ele, sua reputação como Príncipe Guerreiro dos Saiyajins estaria arruinada para sempre.

Ainda no corredor ficou ouvindo quando Chi-chi e Bulma riam dele.

— Eu acabo com elas!

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Bulma estava deitada na cama quase pegando no sono. Mesmo depois de ter passado a presidência da Capsule Corporation para Trunks, ela ainda fazia parte do conselho e isso tomava um tempo danado, além dos seus projetos que ela simplesmente não conseguia abrir mão, ela queria deixar o máximo possível dos seus projetos prontos ou em andamento, pois sabia que já estava velha e nenhum dos cientistas ou engenheiros tinha a metade da genialidade dela, ela temia pelo futuro da corporação pois Trunks era muito relapso com o trabalho, o negócio dele, seguindo os passos do pai era lutar e treinar, o rapaz simplesmente odiava o posto de presidente da empresa da família, as pessoas eram tão chatas e falsas, ele odiava aquele ambiente. A coisa mais comum era ele trancar-se na sala após o almoço e ordenar à secretária que não estava para ninguém, e enquanto todos pensavam que ele estava analisando projetos e tomando decisões importantes, ele tirava o terno e saía voando pela janela, ía para as montanhas treinar com o pai, Gohan, Goten e as vezes Goku que após ressuscitar só queria saber de treinar a neta Pan. Bulma sabia de tudo isso, mas sabia também que não tinha jeito, enquanto ele não falisse a empresa ela iria levando, como sempre fez.

Ela não percebeu quando Vegeta entrou no quarto e ajoelhando-se diante da cama, ficou observando ela ressonar. Somente quando ele tocou de leve no seu rosto, ela abriu os olhos.

— Vegeta! Você me assusta assim! Você não vai perder essa hábito nunca? – ela disse enquanto virava para o outro lado e se cobria.

— Não, você sabe que adoro olhar para você, ainda mais quando você está dormindo tão tranquila e indefesa, nem parece a onça brava do dia a dia.

— Onça brava? Olha lá como fala, saiyjin! Eu ainda estou um pouco acordada.

Vegeta segurou-a pelos punhos ao lado da cabeça e aproximou o rosto para beijá-la, ela virou o rosto e não permitiu.

— Não quer meus beijos humana?

— Não – ela respondeu secamente, enquanto tentava em vão se soltar.

— Por quê? — Ele estava visivelmente chateado.

— Você sabe o porquê, não me venha com essa.

— De novo essa bobagem, Bulma? Já te disse o que acho disso. – ele disse afrouxando a pressão nos punhos dela.

— Sim, mas eu realmente fico incomodada, você sabe. – ela respondeu conseguindo soltar-se.

Ela sentou-se na cama e ficou olhando para ele. Ao contrário do que imaginava, pois devido aos treinos violentos e absurdo gasto de energia, Bulma achou que ele fosse aparentar a idade mais rápido que ela, mas agora aos 60 anos, Vegeta parecia ter 35 e estava mais lindo do que nunca, com aquele corpo trabalhado, o cabelo cortado ao estilo militar, ele sempre foi lindo, mas agora parecia um deus de tão perfeito e sedutor, ainda mais depois de ter tirado aquele terrível bigode que deixava-o com cara de bandido dos filmes mexicanos. E mesmo Bulma sendo mais nova do que ele, a sua estrutura humana era mais frágil, por isso aparentava a idade mais claramente. Sempre que íam a algum evento social juntos, ninguém acreditava que ele era o esposo dela e que era mais velho que ela, até então ela não se incomodava, pois mesmo tendo passado dos 50 ela sabia que ainda era muito bonita, mas depois do dia que o Goku chamou-a de velhota na frente de todos, ela não queria mais que o Vegeta a tocasse, pois achava que ele por ser um saiyajin pensava o mesmo que Goku.

— Eu mato aquele Kakarotto, quem ele pensa que é para falar isso da minha mulher? Deixe que na primeira oportunidade vou acabar com ele.

— Vai nada, vocês são amigos agora. – ela disse rindo dele.

— Mesmo assim, ninguém ofende a minha esposa! – Vegeta estava mesmo indignado, muito mais pelo fato de as brincadeiras do rival refletirem na sua vida sexual do que pela ofensa, porque ele não considerava Bulma velha e não acreditava que ela mesma se sentisse velha.

— Mas ele não me ofendeu, ele só disse a verdade, eu estou mesmo velha... e tudo fica pior quando estou perto de você que parece um galã de filme pornô latino.

— Deixa disso Bulma, cada dia que passa você fica mais linda, você sabe disso. – ele disse e tomou-a num beijo sem dar tempo de ela fugir.

Bulma tentava recuar, mas ele a apertava firmemente nos braços, não dando espaço para ela fugir mais, aquela noite ela seria dele e não haveria lugar para nãos ou qualquer outra desculpa. Depois de muito lutar contra, Bulma finalmente cedeu aos beijos dele, ela também queria e não conseguiria negar muito mais tempo. Ele começou a retirar a camisola que ela vestia e ela a camiseta dele. Como sempre fazia, Vegeta deitou-a e depois inclinou-se sobre ela, ela ainda tinha o mesmo corpo delicioso e frágil de antes, e ele ficava tão alucinado pelo desejo que as vezes temia machucá-la. Com o passar do tempo, Vegeta havia descoberto o prazer das preliminares, depois de um tempo ele entendeu que sempre gostou disso, mas antes a ânsia e possuí-la com medo de que ela o deixasse fazia com que ele quisesse ir logo para os finalmentes, mas agora depois de tantos anos casados e mais do que certo do amor dela por ele, ele dava espaço para chegarem ao prazer juntos por novos e deliciosos caminhos. Isso também ajudava a Bulma que no meio do processo esquecia completamente suas neuras com a idade e acabava se entregando sem receios. Mas dessa vez, depois de quase um mês que ela se negava para ele, Vegeta estava mesmo desesperado, pois nunca haviam ficado tanto tempo sem transar, nem quando Bra nasceu. Bulma percebeu isso e reclamou.

— Você não vai querer fazer como sempre fazemos? – ela perguntou manhosa.

— Não, hoje eu quero como nos velhos tempos. – a voz dele estava ofegante.

— Não sei se vou aguentar, querido. – Bulma parecia mesmo preocupada.

— Aguenta sim, você sempre aguenta. – ele disse virando-a de quatro na cama e sem esperar começou a penetrá-la vigorosamente.

Bulma gemia e se contraía debaixo dele, ela não podia negar que gostava dele mais selvagem, a possuindo deliciosa e carnalmente, sem muitas delongas ou juras melosas. Eles se amavam, isso era fato, mas não havia nada mais parecido com eles do que botar para quebrar. Vegeta se movia profundamente dentro dela enquanto acariciava suas costas, ele adorava aquela posição, ela ficava tão vulnerável. Ele percorreu a mão pelas costas dele e parou na nuca, então pressionou com suavidade, Bulma adorava isso parecia que causava um choque em todo o seu corpo. Vegeta segurou nos cabelos dela e puxou com delicadeza, ela soltou um gemido muito alto, então ele soltou os cabelos dela e curvando-se sobre ela beijou-a, um beijo de língua quente e molhado, como só ele conseguia dar, Bulma sempre ficava mais excitada ainda com a maneira como ele a beijava. Ao terminar o beijo, ele colocou uma das mãos sobre a boca dela, como que para calá-la de tantos gemidos, mas Bulma mordiscava e lambia os dedos dele, totalmente perdida nos prazeres que ele lhe dava.

— Tão gostoso... continua...

Vegeta ficava louco quando Bulma gemia daquele jeito, sem se segurar mais jorrou-se nela e ficou satisfeito vendo que ela havia alcançado o prazer também. Ele deitou-se ao seu lado, ambos estavam completamente exaustos de tanta paixão e luxúria, dormiram de conchinha e sonharam a noite toda, mesmo que fosse acordados que a verdadeira felicidade existia.

FIM



Notas finais
Mesmo sendo esse o final não muito glorioso, eu aguardo o último review de cada um de vocês. Muito obrigada por todos os que acompanharam, comentaram, favoritaram e recomendaram a FIC, ela encerra agora mas sei que muitas pessoas ainda a lerão, meu muito obrigado para os futuros leitores também. Essa não só foi a primeira FIC que eu escrevi mas também a primeira história ficcional, o meu forte sempre foi textos acadêmicos, então essa FIC foi uma total quebra de paradigmas e também a abertura de um novo horizonte (verdade). Peço perdão pelos erros, com certeza tiveram vários, quanto a coerência com a história original, caracterização dos personagens, sequência cronológica e até mesmo do nosso idioma, mas não sou profissional e essa foi a primeira, vocês me perdoam né? Akemi-san está muito envolvida em outra FIC, ela chama-se Ano Baka e é com base em outro casal que amo, Naruto e Sakura, além de Sasuke e Hinata e outros mais. Quem quiser apreciá-la pode seguir pelo link: http://fanfiction.com.br/historia/359502/Ano_Baka_Aquele_Idiota
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!